Um oizinho de Londres

Há muitas coisas que eu queria contar pra vocês nesse momento. Desde o quanto estou feliz de estar escrevendo esse post deitadinha na minha cama no hostel em Londres até o quanto essa viagem significa pra mim e tudo que aconteceu até eu chegar aqui. Mas peço um pouco de paciência (a mim mesma, inclusive) pra isso. Quero aproveitar ao máximo essa coisa linda & louca que está acontecendo na minha vida – e que só está na primeira parada, já que depois de Londres há um sonho ainda maior a ser realizado.

Por enquanto, só queria contar que estou aqui, radiante de felicidade e postando algumas fotos dos meus dias lá no instagram (@paulinhav). Tenho gravado alguns videozinhos também e se eles ficarem legais, com certeza irão para o canal assim que eu voltar.

Me acompanhem por lá e aproveitem esses dias de folga do blog para recarregarem as energias para tudo que vem por aí.

Bisous, bisous

Os cinco de outubro

Agora sou uma jornalista formada! \o/

Outubro foi um mês muito importante pra mim. Entre os vários motivos que explicam isso (um beijo, Di, que completou 26 aninhos nesse mês!), a minha colação de grau, ao lado de toda minha família, amigos e do próprio Diego que pra quem não sabe era da minha turma da faculdade e se formou junto comigo, foi tipo a coisa mais incrível desse mês que passou. Como eu já tinha contado nesse post aqui, eu terminei todas as minhas aulas já no final do ano passado, entreguei o TCC em junho e, teoricamente, deveria ter me formado em jornalismo ainda no meio do ano. A Unesp, no entanto, entrou em uma greve que durou meses (a primeira desde quando eu comecei a estudar lá, em 2009) e só agora as aulas voltaram e a faculdade pode fazer nossa colação de grau. E digo sem pieguices que valeu mesmo cada minuto de espera.

Sei que “é só um papel”, mas o significado que há por trás dele é tão forte, tão importante e tão recompensador na minha vida, pessoal e profissional, que chega a ser difícil colocar tudo isso em palavras. Fora que poder me formar junto com o Diego e viver esse momento de felicidade juntos, é algo que não tem preço.

Lá na cidade dos meus sonhos…

Paris é a cidade que eu mais sonho em conhecer no mundo. Lógico que há uma lista bem grande de lugares, dentro e fora do Brasil, que eu espero (e vou!) um dia colocar meus pés, mas Paris é inigualável. Já faz muito tempo que eu sonho com o dia que eu vou ver a Torre Eiffel toda iluminada durante a noite, com o dia que vou passear pelos jardins do Château de Versailles, com o tão esperado dia que vou conhecer a Champs Elysées, o Arco do Triunfo, a Praça da Concórdia e tantos outros lugares não tão famosos, mas nem de longe menos importantes ou menos belos. Na real, eu espero em breve realizar um sonho que eu e Diego temos de fazer uma grande viagem pela Europa e conhecermos essas cidades e lugares que a gente ama, ainda que através dos livros e filmes. Essa é, com certeza, uma das maiores metas de 2014.

Universo de referências

Cês me perdoem a redundância já que eu falei desse assunto aqui no blog mês passado, mas me sinto muito inspirada toda vez que olho pra estante (e pras mil pilhas espalhadas pelo quarto e sala) e vejo minha coleção de revistas ali à mostra. E nem são só revistas de moda, mas algo bem mais geral mesmo. Tem Piauí, tem Zupi, tem Carta Capital, tem um pouquinho de tudo.

Lógico que tem muitas magazines que a gente acaba se apegando mais porque tem mais a ver com a gente e com nosso universo, mas eu gosto muito de comprar coisas novas na banca – e quando não dá, conseguir ter pelo menos um gostinho dela pela internet ou ler pelo ipad. Nunca se sabe quando a gente vai encontrar uma nova Lula por aí, né? Aliás, falar mais sobre revistas, sua história e sua importância, é algo que quero botar em prática aqui no blog.

O amor pela passarela

Eu conheço muita gente que ama moda, mas que não é muito fascinado assim por esse lance de assistir desfiles. Só que pra mim quando as luzes se apagam, vem aquela voz de fundo anunciando quem vai se apresentar (ou tipo as normas de segurança como é no SPFW), já me dá um friozinho na barriga. Eu gosto MESMO de ver desfile, gosto MESMO de ler release, de querer saber o que as pessoas acharam, de ver os detalhes das roupas. Mexe comigo de uma forma diferente ver as roupas ali em cima da passarela fazendo parte de um contexto ao invés de vê-las simplesmente penduradas em cabides numa arara. Desfile pra mim é mais do que algo que vejo por causa da profissão que quero seguir, mas é principalmente algo que vejo porque me inspira, me enche de ideias, me dá uma sensação boa. É amor e amor é mesmo algo difícil de se explicar.

A foto daqui é do Social Bauru Fashion Show, um evento muito bacana que fui em outubro e de que eu falei aqui.

Dançar como se não houvesse amanhã

“Blue jean baby, L.A lady
Seamstress for the band
Pretty eyed
Pirate smile
You’ll marry a music man
Ballerina, you must’ve seen her
Dancing in the sand
And now she’s in me, always with me
Tiny dancer in my hand”

Em um momento super bobo, mas muito gostoso: brincar de posar pra câmera enquanto dançava uma das músicas mais importantes da minha vida, “Tiny Dancer”.

Todas as fotos do post são do meu instagram, @paulinhav.

Bisous, bisous.