Wishlist de Halloween da Rose Wholesale

Halloween é uma das minhas datas preferidas do ano, e, por isso mesmo, não poderia ter ficado mais feliz do que quando fui convidada pela loja online Rose Wholesale pra fazer uma wishlist da sua promoção de Dia das Bruxas. 👻

Essa promo deles tem desde peças básicas, até peças que beiram a fantasia e que podem servir de inspiração pra qualquer festa desse tema que você for.

Confesso que não foi fácil chegar a uma lista com 10 produtos finais, mas acabei optando por roupas e acessórios de decoração que têm a vibe trevosa que eu tanto amo no Halloween, mas que também podem ser usados em outras ocasiões. Então, aí vão eles!

Wishlist de Halloween da Rose Whosale

1. Casaco vermelho. (R$ 104,56) Já repararam como nos filmes de terror antigos, sempre tem alguém vestido com um casacão ou uma capa dessas bem impactantes? E faz sentido, porque acho que casacos além de chiques, são peças um tanto quanto misteriosas, dessas que fazem a gente sempre imaginar uma boa história por trás de si. Confessa apaixonada que sou pela peça, gostei em particular desse modelo por ter um corte mais reto do que o da maioria, ter só uma casa de botão (ainda que normalmente eu goste do efeito de muitos botões na parte frontal de roupas) e essa cor vinho tão, tão linda.

2. Suéter com ombro à mostra. (R$ 21,47) Gosto quando uma peça que tinha tudo pra ser muito parecida com qualquer outra, tem um charminho extra, um toque diferente do restante. E pra mim é exatamente isso o que acontece com esse suéter aqui. Branco, estampado com uma caveira grandona, com tecido bem levinho e fluido, o diferencial dele fica por conta da gola caída de um lado, que deixa um dos ombros à mostra.

Como a peça é bem focada em meia estação (o tecido parece ser bem leve mesmo), o recorte diferente da gola não fica estranho e dá pra imaginá-lo como uma terceira peça que a gente veste quando começa a bater um ventinho mais gelado.

3. Saia longa de tule plissada. (R$ 32,60) Acho que essa peça é a que de fato mais me inspira a pensar em looks para o Halloween. Ela tem volume e todo um drama característico das fantasias da data, mas acho que mesmo fora desse contexto eu consigo pensar em combinações em que a usaria. Não é fácil, eu sei, mas acho que uma das coisas mais legais da moda é mesmo essa parte de styling e da maravilha que podemos fazer com ele.

4. Sandália pink. (R$ 60,96) Não sei se todo mundo aqui sabe, mas eu sou bem baixinha. E ainda que eu não use tanto salto assim pra compensar a altura (ou a falta dela, no caso), de vez em quando me bate essa vontade de subir em um bom salto plataforma e arrasar por aí.

Esse daqui da foto é bem alto, mas tem o salto grosso – o que me deixa mais confortável e me inspira a ter mais segurança na hora de andar. Além disso, eu amei essa tira diagonal que não deixa a sandália tão óbvia e traz uma vibe ~impactante~ pro sapato. E ah, fica de aviso pra quem também o amou, que no site da Rose Wholesale dá pra encontrar esse mesmo modelo nas cores preto e nude.

5. Caveira decorativa. (R$ 66,43) Não é de agora que eu namoro uma dessas caveira, sonhando em colocá-la como decoração da minha cômoda ou da mesa do computador (apesar de achar que nessa última já tá ficando humanamente impossível caber alguma coisa).

Eu sempre gostei de caveiras, e acho que uma parte dessa influência vem de acompanhar o trabalho do Alexandre Herchcovitch, que sempre trabalhou esse símbolo na suas coleções.

Anyway, quem sabe agora é a hora de adquirir a minha.

6. Camiseta preta com asas. (R$ 27,00) Faz um tempinho, eu escrevi um post para o Johnny Tattoo Studio falando sobre camisetas longline, aquelas camisetas que são mais compridas do que o normal e que viraram uma febre no guarda-roupa masculino. Só que bem antes de virar tendência e delas desfilares um monte aí pelas ruas, eu já usava camiseta longline até não poder mais, já que adoro camisetas mais compridinhas assim.

Essa que escolhi pra wishlist atende não só esse requisito como também é preta (a cor que eu mais uso) e tem esse detalhe bem bonito das asas. Ou seja, outra roupa que eu usaria facilmente no meu dia a dia.

7. Almofada geométrica. (R$ 21,34) Essa almofada não tem muito erro, né? Ela combina fácil em qualquer canto da casa e acho que fica ainda mais bonita quando combinada com outras almofadas coloridas pra criar um contraste.

8. Saia rodada azul. (R$ 49,50) Sei que essa saia talvez assim à primeira vista não inspire muito um traje de Halloween, mas só quem já teve uma saia rodada sabe como essa peça pode ser versátil. E juro que isso não é balela! Eu sou apaixonada por saias amplas assim, bastante rodadas, que cabem bem em diferentes ocasiões.

9. Almofada verde de caveira. (R$ 25,49)Eu amei, amei essa almofada! É o tipo de peça que é claro que pode servir de decoração pras festas de outubro (ou de novembro de você for como eu e não se importar de estender um pouquinho as festas de Halloween), mas é um acessório que dá pra decorar qualquer canto da casa sem ficar com cara de “esqueceram de tirar a decoração da festa temática daqui”.

Já consigo até imaginar essa almofada na poltrona do meu futuro escritório.

10. Vestido preto com mangas de lantejoulas. (R$62,08)Eu fiquei tão, mas tão apaixonada por esse vestido! Eu amo vestidos “simples” que tem um detalhe forte como esse daqui (olhem essas mangas de lantejoulas que maravilhosas!). Além disso, posso me imaginar usando essa peça em tantas festas e ocasiões sociais diferentes, que mais do que uma roupa de Halloweeen, acho ele um super curinga para a arara de roupas.

Contem depois nos comentários quais peças do site vocês mais gostaram? Quero muito saber!

Muitos sustos e boas compras pra vocês!

Bisous, bisous

Poderosa como uma super-heroína

Eu sei que falar de capas com um calor de 40º escaldante lá fora é quase uma ofensa, mas entendam que eu tô com tanta saudade de dias mais friorentos que fico vendo um monte de fotos inspiradoras nesse estilo no pinterest, já pensando no que vou usar quando a próxima brisa bater por aqui.

E nesse apanhado de imagens lindas o que mais tem me chamado a atenção são mesmo as tais capas, que eu concordo que podem causar um pouquinho de estranheza no começo, mas que com tanta beleza logo nos conquistam (assim, muito rápido mesmo) e nos deixam com vontade de sair passeando com uma delas por aí.

Gigi maravilhosa Hadid

Eu acho o máximo como essas capas (as do super-heróis também, mas no caso aqui estamos falando mesmo sobre as de streetstyle) são praticamente um look completo de tão imponentes e poderosas que ficam. Desde as menorzinhas (essas acima do quadril, as capelets) até as enormes, que funcionam quase como um sobretudo.

Eu não tenho nenhuma ainda no armário, mas quero comprar um modelo antes de junho, pra poder usar na minha viagem de férias. Tenho tanta dúvida de qual modelo investir (e também em qual lugar comprar) que prefiro antes montar minha pastinha de referência – e que no caso, acabou virando esse post aqui haha – antes de decidir.

Valentino Pre-Fall 2015

Valentino Pre-Fall 2015

A la anos 60

Blair Eadie do Atlantic Pacific

Blair Eadie do Atlantic Pacific

Valentino Pre-Fall 2015

Blair Waldorf

Blair Waldorf

Betty do Le Blog de Betty

Betty do Le Blog de Betty

Pierre Cardin

Pierre Cardin

Tadashi Shoji's Fall 2014

Tadashi Shoji’s Fall 2014

E vocês, alguém aí tem alguma? Têm vontade de usar? Contem aqui nos comentários!

Bisous, bisous e até amanhã!

Os filmes que concorreram na categoria de melhor figurino do Oscar

Eu sei que o Oscar já passou, mas, mesmo tendo feito dois posts de aquecimento aqui no blog, ainda assim quis voltar e escrever sobre os filmes que concorreram na categoria de melhor figurino. Isso porque, como vocês sabem, eu sempre faço uma maratona com todos os indicados, e ainda que esse ano eu tenha ficado um pouco decepcionadas com a lista no geral, achei que especialmente nessa categoria os concorrentes estavam muito fortes.

Os cinco filmes desse ano além de serem muito originais em seus figurinos (mesmo quando a história já era uma velha conhecida nossa), utilizaram-se de tecidos, técnicas, recursos, histórias e contextos muito diversos para criarem suas roupas. Ainda que Mad Max tenha sido o grande vencedor da categoria, em aspectos diferentes, todos foram muito geniais. Portanto, aqui embaixo falei sobre os cinco incríveis longas que concorreram a melhor figurino do Oscar, contando um pouquinho sobre sua história e todo o processo de criação de suas roupas e acessórios.

Adaptado pelo direto Todd Haynes do livro de mesmo nome da autora Patricia Highsmith, Carol se passa na Nova York dos anos 50, quando duas mulheres muito fortes e independentes, mas que possuem estilos de vida e idades completamente diferentes, se conhecem e se apaixonam.

Além de duas protagonistas maravilhosas, – Cate Blanchett (Carol) e Rooney Mara (Therese) – o filme tem ainda por trás de si a mão de Sandy Powell, uma das maiores figurinistas de Hollywood. Profissional tarimbada no Oscar, ela já teve 14 filmes indicados à estatueta de melhor figurino, tendo sido três vencedores: Shakespeare Apaixonado de 1998, O Aviador de 2004 e a Jovem Rainha Vitória de 2009.

Logo que a gente vê os primeiros looks de Carol e Therese, já conseguimos perceber que o guarda-roupa das duas é muito diferente, ainda que ambos representem estilos que se sobressaíram na década de 50. Em uma entrevista para a Variety, Sandy contou, por exemplo, que ainda que ela seja uma grande fã de cores chamativas, os figurinos das duas são no geral de tons sóbrios e frios, sendo assim mais fiéis à época e lugar onde a história se passa.

Enquanto Carol, uma mulher experiente e rica, veste roupas e acessórios mais glamourosos, como casacões, conjuntinhos, jaquetas trapézio, lenços e óculos estilo gatinho, Therese tem um estilo mais simples, com pouca mistura de tecidos ou volumes. Ainda que eu tenha ficado apaixonada pelo figurino de Carol, que tem uma vibe bem lady like, achei superinteressante o fato de que as roupas de Therese foram todas garimpadas em brechós. Pouco se ligou para etiquetas ou nomes de marcas famosas no figurino do filme, porque o intuito foi mesmo o de resgatar a moda da época da forma mais literal possível.

Concorreu também nas categorias de: melhor atriz (Cate Blanchett), melhor trilha sonora, melhor roteiro adaptado, melhor fotografia e melhor atriz coadjuvante (Rooney Mara)

Um dos filmes mais badalados da noite, especialmente por ter sido o responsável por Leonardo DiCaprio finalmente levar uma estatueta para casa, O Regresso (The Revenant, em inglês) é do diretor Alejandro González Iñárritu. Baseado em eventos reais, ele conta a história de Hugh Glass (Leonardo DiCaprio), um caçador que parte numa expedição pelo deserto dos EUA, acaba sendo atacado por um urso, traído por um de seus companheiros e vendo seu filho ser assassinado.

Depois de quase morrer por ter sido largado para trás, Hugh parte atrás de John Fitzgerald (Tom Hardy) em busca de vingança, numa jornada épica, cheia de cenas sobre o poder da natureza e da força espiritual.

Com quase três horas de duração, o filme que foi gravado ao longo de nove meses na Argentina e no Canadá, em ambientes externos e apenas com luz natural, teve também seu figurino como um dos maiores trunfos para torná-lo o mais verídico possível. A grande responsável por tudo isso foi Jacqueline West, designer de moda e figurinista que já teve outras duas indicações ao Oscar pelos filmes Contos Proibidos do Marquês de Sade de 2000 e O Curioso Caso de Benajmin Button de 2008.

Apesar de ter me decepcionado um pouco com O Regresso, achei bastante curioso e incrível como Jacqueline conseguiu fazer de um filme que é completamente o oposto das grandes produções
luxuosas que muitas vezes concorrem nessa categoria, um longa que tem um figurino extremamente complexo, bem pensado e que retrata de maneira bastante fiel o ambiente e ritmo da história.

Li uma matéria no UOL que contava que para costurar as roupas, a figurinista se aprofundou em técnicas muito próximas as usadas pelos caçadores da época (1820), criando réplicas de processos feitos com intestinos secos de pequenos animais. Já para impermeabilizar os casacos, foi usado gordura animal misturada com terra, criando uma cor e brilho especiais às peças.

Um dos maiores destaques desse figurino foi com certeza a pele de urso usada por Leonardo DiCaprio em grande pate do filme. A pele era de verdade e quando molhada chegava a pesar mais de 45kg! Como ao longo do filme ela e todos os outros figurinos vão sendo envelhecidos, surrados e sujos, foram feitas várias réplicas do casaco, de forma a se obter uma para cada desventura passada pelo ator em cena.

Concorreu também nas categorias de: melhor filme, melhor design de produção, melhores efeitos viuais,melhor montagem, melhor ator codjuvante (Tom Hardy), melhor edição de som, melhor mixagem de som e melhor cabelo e maquiagem.

Vencedor nas categorias de: melhor diretor, melhor ator (Leonardo DiCaprio) e melhor fotografia.

Adaptado do livro homônimo escrito por David Ebershoff (que foi baseado nos diários da protagonista), A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl, em inglês) conta a história do casal de artistas Einar Weegener (Eddie Redmayne) e Gerda Weneger (Alicia Vikander). A história se passa na Copenhagem dos anos 20 e ainda que romanceada, conta o momento em que durante o casamento dos dois, Einar toma consciência de viver em um corpo em que não se reconhece. É nesse contexto que surge então uma das primeiras transexuais da história a passarem por uma cirurgia de mudança de sexo.

Einar se transforma em Lili Elbe e, junto a isso, muda-se também seu comportamento, jeito de falar, traquejos, desejos e, claro, suas roupas. Com inspirações vindas de grandes nomes da moda na época, como Coco Chanel, Jeanne Lanvin e Paul Poiret, o figurinista Paco Delgado fez com que a transição de guarda-roupa de Einar para Lili fosse linda de se ver na medida em que refletia as próprias descobertas que a protagonista enfrentava.

Saem as roupas super ajustadas e austeras de Einar e entram em cenas as peças e tecidos fluidos de Lili. Ainda que aos poucos, o guarda-roupa da protagonista vai ganhando cores, volumes e formas diferentes, especialmente quando o casal se muda para Paris, um dos ambientes culturais e intelectuais mais efervescentes da época.

As pesquisas de Paco, – que também já foi indicado para a categoria de melhor figurino por Os Miseráveis, de 2012 – acabaram fazendo com que Edddie Redmayne não precisasse de enchimentos quando no corpo de Lili. Isso porque, seguindo a moda da época e os padrões de beleza impostos, os corpos das mulheres tendiam a ser mais retos, sem peças que marcassem seus quadris ou seios. Assim, Eddie usou apenas um espartilho para deixá-lo mais esguio e lânguido, dando ao ator mais movimento em cena.

Concorreu também nas categorias de: melhor ator (Eddie Redmayne) e melhor design de produção.

Vencedor nas categorias de: melhor atriz coadjuvante (Alicia Vikander).

Ainda que eu tenha ressalvas sobre essa adaptação que Cinderela ganhou no ano passado, a história da garota explorada pela madrasta que ganha uma noite de “princesa” graças a sua fada madrinha (Helena Bonham Carter), continua a conquistar diferentes gerações e é sempre muito bonitinha de se ver. O figurino, é claro, é uma paixão à parte, e pelas mãos de Sandy Powell (olha ela aí de novo!) fica ainda mais rico de referências e belezas.

As inspirações pra madrastá má (Cate Blanchett) e suas filhas (Holliday Grainger e Sophie McShera) tem claras influências dos anos 50, década de estilo bastante clássico e glamouroso, que deixava em bastante evidência a feminilidade da mulher. Os acessórios de cabeça, os vestidos armados, os tecidos leves e fluidos, e o corpo bastante marcado são características-mor da época e podem ser muito bem observadas nas três atrizes e em outras mulheres da alta sociedade (sic) da história.

Mas é claro que no conto de fadas de Cinderela, é seu sapatinho de cristal e sua roupa para o baile, – que em todas as suas versões sempre chamou muita atenção – as grandes estrelas do figurino. Para confecicionar o maravilhoso vestido azul que a menina vai à festa, Sandy criou uma das peças mais lindas e trabalhosas que lembro de ter visto no cinema até hoje.

A atriz Lily James, além de usar um espartilho para deixar seu corpo mais modelado, também usou uma estrutura de aço enorme para dar sustentação a sua roupa. E que roupa! Para confecicionar o vestido, foram usados centenas de metros de seda, dispostos em diversas camadas, com aplicações de cerca de 10 mil cristais Swarovski! E se não bastasse tanto luxo para uma só peça, ainda foram feitas 8 réplicas da roupa, com pequenas alterações em cada uma, para que o vestido se “adaptasse” a diferentes tipos de cena.

A cor da roupa, aliás, foi um dos detalhes mais pensados e discutidos ao longa da produção, já que o azul final do vestido deveria ser de um tom que reluzisse e se sobressaíse de uma maneira única no baile. Depois de muitas pesquisas, chegou-se finalmente a esse tom da imagem, que pra mim é um azul super onírico, bem cor de conto de fadas mesmo.

Salvo todas essas belezes da produção, apenas um detalhe parece ter “manchado” um pouco o tão maravilhoso figurino da história: a cintura finíssima com que a a atriz Lily James apareceu na cena do baile. Essa questão foi duramente criticada pelo público, que acusou o longa de celebrar um padrão irreal e preocupante de corpo para milhares de crianças e jovens. Mesmo com a fugirinista Sandy Powell e a própria Lily dizendo que a cintura da cena foi apenas um efeito de ilusão de ótica do vestido e não o resultado de uma intervenção de photoshop, a polêmica demorou muito tempo para acabar.

O filme não concorreu em outras categorias.

O grande vencedor de melhor figurino da noite (e que ganhou mais cinco estatuetas) foi um dos meus filmes preferidos do ano passado. E confesso que por mais que eu achasse que Spotlight levaria a estatueta de melhor filme pra casa (acho que ele tem a “cara” típica dos filmes que o Oscar premia), lá no fundinho eu desejava muito que Mad Max ganhasse essa também.

Gravado todo no deserto da Namíbia e com direção de George Miller, o filme se passa em um futuro pós-apocalíptico em que além de haver muitas guerras, intempéries e pobreza, a água se tornou um bem bastante escasso. Para fazer jus aos personagens bastante únicos, cada figurino foi pensado de maneira diferente, nos mais ínfimos detalhes, e produzido com materiais nada convencionais.

Couro, plástico, pedaços de bonecos e celulares, medalhas e partes de carros e talheres (!) são alguns dos elementos que compõem as roupas do elenco. A figurinista Jenny Beavan, que já foi indicado outras nove vezes ao Oscar e foi vencedora em 1985 pelo filme “Uma Janela para o Amor”, foi a responsável por montar roupas que além de mostrarem todas as agruras sofridas, como sujeira, desgaste e doenças, ainda fez com que elas conversassem com a história de cada personagem.

Furiosa (Charlize Theron), por exemplo, é uma das personagens mulheres mais fortes que já vi no cinema (alguém me explica por que ela não foi indicada a melhor atriz?!) e suas roupas e acessórios foram todos pensados para tornar sua imagem ainda mais forte e destemida, deixando de lado toda e qualquer feminilidade. O próprio Mad Max (Tom Hardy) é bastante inspirado no primeiro herói da franquia, só que aqui em uma versão ainda mais desgastada; e o vilão-mor da história, Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), carrega uma das peças mais chocantes e imponentes do filme: uma máscara que o permite respirar e que imita a arcada dentária de um cavalo.

Existem ainda os The War Boys, quem tem na sua maquiagem um dos elementos mais marcantes do longa (outra categoria, aliás, na qual o filme foi vencedor), e claro, as esposas de Immortan Joe, que são um choque de beleza e frescor e que usam tecidos leves, claros e fluidos.

Ou seja, um filme que definitivamente levou a excelência de seu roteiro para cada um dos trajes que fez.

Também concorreu nas categorias de: melhor filme, melhor diretor (George Miller), melhor fotografia e melhores efeitos especiais.

Também ganhou nas categorias de: melhor design de produção, melhor montagem, melhor cabelo e maquiagem, melhor mixagem de som e melhor edição de som.

BIsous, bisous

10 blogs de look do dia gringos e o porquê você deveria conhecê-los #2

Para quem não viu a primeira parte desse post, é só clicar aqui.

Eu descobri a Alix na mesma época da Betty e da Carrie (a time long ago), e elas foram minhas “primeiras blogueiras de moda”, as primeiras que eu acompanhei de verdade, as primeiras que me inspiraram. Então, colocar o The Cherry Blossom Girl nessa lista era inevitável.

Uma coisa que sempre me chamou atenção no TCBG é que todo texto vem sempre acompanhado de uma música que dita o clima das fotos. E não é aquela coisa chata de você entrar e ficar tocando a canção no repeat. A Alix sempre deixa um link logo no começo do post, assim como quem não quer nada, que redireciona pra um vídeo do youtube com a música escolhida. Aí você que decide se quer ou não ver as fotos/ler o texto embalada pela canção. Mas ó, já fica a dica: ela tem um ótimo gosto musical que vai desde Brigitte Bardot até Nancy Sinatra e Air.

Além de ser formada em moda e já ter trabalhado com os nomes de peso ditos aí em cima (Alexander McQueen e Chloé), a Alix é dona da sua própria linha de roupas, a By Alix, e ainda é ilustradora e fotógrafa.

Suas roupas, pra mim, são a cara do estilo francês e eu acho lindo que ela sempre coordena seus looks jogando com opostos: vestidos leves com botas mais pesadas, peças bem moderninhas com acessórios vintage, partes de cima mais românticas com parte de baixo mais tomboy. No seu armário, a gente encontra muitas peças da Chloé, Charlotte Olympia, Kate Spade, Miu Miu e Chanel. Essa última, aliás, de uma maneira ainda mais especial, já que ela e a Betty do Le Blog de Betty já foram nomeadas como “embaixadoras na web” da marca. Diz se não é muita influência?

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Pode ser que você já tenha escutado falar dela como Steffy Kuncman, mas desde o comecinho do ano ela e Matt Degreff (namorado que a acompanha desde o início do blog) se casaram, e taí a explicação pra esse novo sobrenome em seu facebook. O casamento dos dois, aliás, foi super especial pra quem acompanha o Steffy’s cos and prons desde sempre, porque né, a gente se sente não só expectador, mas também parte dessa história.

Mas, além do Matt, a Steffy ama muitas coisas mais, como seu cachorro salsichinha, que sempre aparece em seus posts, fotografia, café, visual merchandising (sua especialização na faculdade) e, claro, suas roupas vintage, com destaque para suas golas peter pan, seus suéteres divertidos e seus chapéus de vários estilos e cores. A Stefanie curte tanto esse tipo de roupa que tem até uma loja online do gênero chamada Tea & Tulips. O blog e a loja nasceram meio que como coisas complementares e eu fico na dúvida por qual suspirar mais.

Recentemente ela cortou o cabelão que tinha desde o começo do blog (aqui dá pra ver uma foto de como ela era antes) e eu curti a mudança, apesar de sentir muita falta das tranças e penteados lindos que ela fazia com ele.

 I strive to create the magical world i want to live in every day. and then i capture it.” –
Stefanie Degreff

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Eu tenho notado uma mudança bem radical no That’s Chic de uns meses pra cá. Na real, desde que a Rachel mudou o cabelo dela para loiro platinado, lá na metade de fevereiro, parece que além dele, alguma outra coisa mudou também nela.  Pode parecer meio clichê, mas é sério. A mudança dos fios transformou muito seu estilo e as combinações que ela costumava fazer. Ok que ela sempre teve uma pegada mais street, mais podrinha-descolada nos looks, mas era algo mais discreto, temperado com toques românticos. Agora, no entanto, ela desbumdou de vez e eu tô adorando ver esse seu lado novo! O mais incrível é que ela faz tudo isso e ainda continua sendo ultra elegante, über chique (de um jeito que me lembra muito o estilo da Kate Moss).

Bom, além de tudo isso, uma das coisas que eu mais gosto no That’s Chic é que a Rachel tem muito senso de humor e parece ser uma pessoa muito desencanada, fácil da gente lidar! Ela tem um jeito muito divertido de escrever no blog, sejam sobre assuntos de moda ou não.

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Não sei se é por ter sempre trabalhado com moda ou o quê, mas as combinações da Blair do Atlantic Pacific sempre fluem com uma facilidade que ó, vou te contar, é de cair o queixo! Ela faz a linha mais Blair Waldorf, e não tem medo algum de se jogar nas estampas, saias bufantes e sapatos de bico fino. Já faz um tempo que o blog dela vem aparecendo em tudo quanto é lista de blogs mais influentes e eu acho que fica fácil da gente entender porquê quando começar a ver suas fotos.

Diferente de muita gente que apareceu aqui nessa lista e que tem uma pegada mais vintage, eu vejo a Blair no oposto extremo. Não que ela seja uma fashion victim (até acho que ela tá mais pra inspirar tendência do que pra seguir tendência), mas tudo que ela usa é muito fresh, moderno, sem perder referências de estilos e décadas passadas. Deu pra entender? Eu tenho a impressão que até mesmo se ela usar um visual inspirado em outra década (ela têm muitas referências dos anos 50 no seu armário, por exemplo), o conjunto final fica com cara de ter saído de uma passarela desfilada na semana passada.

Tava lendo uma entrevista dela em que ela disse não ter muitas inspirações “grandes” de moda, mas que ela se inspira mais mesmo em outras blogueiras, que tem looks mais reais. Quer dizer… Reais, mas com cara de conto-de-fada, né.

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Eu demorei a me decidir se trazia o I am Galla pra cá ou não porque a princípio eu tinha pensado em falar de blogs do look do dia só de mulheres – já que são neles que eu me inspiro diretamente e que eu mais visito. Só que decidi trazer o Adam pra cá mesmo assim porque além desse menino de 22 anos ter um olhar especial sobre as coisas ao seu redor, ele é uma das pessoas mais chics e mais espertas pra combinar o esporte com o social que eu já vi na minha vida.

Ano passado ele ganhou um concurso de customização da Levi’s e a convite da marca e do Lookbook.nu rodou o mundo (inclusive veio ao Brasil!) junto com a blogueira Ashley Treece. Além disso, Adam já colaborou com a Marc by Marc Jacobs e em uma entrevista para o site Moda para Homens (clica aqui pra ler) contou que adora, especialmente, as marcas Rag & Bone, H&M, Topman e Saint Laurent Paris (sob a batuta de Hedi Slimane). 

Adam me dá uma vontade danada de estudar mais sobre moda masculina, sabe? Eu admiro horrores a forma como ele combina tão bem diferentes tipos de materiais, sempre se mantendo fiel ao seu estilo.

Para conhecer mais do Adam:

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Bisous, bisous!

10 blogs de look do dia gringos e o porquê você deveria conhecê-los #1

Quando a gente fala “blog de look do dia” muita gente já sai correndo em desespero, já que taí um assunto que, definitivamente, divide opiniões. Eu mesma já falei algumas vezes (acho que aqui no blog, inclusive) que eu não era muito fã desse tipo de blog. Não que eu não ache legal a ideia de fotografar looks e de trazer um pouco do nosso cotidiano e do nosso estilo pra uma foto (vez em quando eu mesma posto umas fotos assim no Instagram haha), mas eu sempre tive um pé atrás com blogs desse tipo porque achava que quase tudo ali saía da zona do ‘ser divertido e original’ e partia pra zona do “catálogo de moda”. Rolava essa resistência de achar tudo muito comercial e muito mais do mesmo, sabe?

Acontece que de uns tempos pra cá tenho conhecido – ou simplesmente olhado com novos olhos para blogs que já conhecia – tantos blogs de look do dia interessantes, tantas páginas que têm me chamado a atenção, que comecei a ver que não eram apenas as Bettys ou Carries da vida (que também estão no post!) que conseguiam levar a proposta do look do dia a um patamar extremamente inspirador. Tem gente à beça por aí mostrando não só uma peça de roupa-catálogo, mas um estilo que reflete as experiências que a pessoa tem/teve ao longo da vida.

“Para de ser boba e preconceituosa, menina, e vai conhecer melhor esses blogs”, foi o que eu disse pra mim mesma depois que comecei a me tocar desse mar de referências e inspirações legais que existem. Rolou até uma certa vergonhinha de um dia ter dito “blog de look do dia não é blog de moda”. Eu errei. E errei bonito. A moda é tão grande que não dá pra colocar esse tipo de caixinha nela. E é o máximo que a blogosfera tenha blogs de moda com conteúdos tão diversos.

Então, parei. Parei de achar que blog de look do dia não é uma referência legal. E acho que se a gente for atrás pra conhecer melhor esses links por aí espalhados, com certeza vai encontrar algum com que a gente se identifique e se inspire também.

Por isso, resolvi listar aqui 10 blogs de look do dia que tem me inspirado muito nos últimos tempos. Vou dividir em duas partes pra não ficar muito extenso e só vão entrar blogs gringos dessa vez porque quero fazer a versão dos nacionais no mês que vem. E ah, já adianto que eu curto muito os blogs aqui debaixo por diversos motivos, mas principalmente porque quase todos eles fotografam não só o look em si, mas também o lugar, as pessoas, comidas, culturas do local e por aí vai. Então, já respondendo o “porquê você deve conhecê-los” do título do post, eu digo: porque esse blogs mostram as roupas como parte de um cenário, de uma história. Não soa algo como “peguei minhas peças mais caras do guarda-roupa, me montei e bati essas fotos” haha, sabem?  Tanto que nem sempre a roupa é o foco número um das fotos, trazendo um combo de inspiração de vários tipos pra gente. Diz se isso não é lindo? (:

O Wish wish wish é um dos blogs do gênero mais antigos e mais fofinhos que existem. Eu me identifico muito com esse estilo da Carrie mais menininha, mas que não soa chato ou boneca de cera, e amo os vestidos rodados, os poás, as golinhas fechadas e tudo mais que ela tem no guarda-roupa haha. Vale citar que o blog dela não é só de look do dia, e tem também outras categorias como “beleza”, “viagens” e uma que eu amo muito que é a de comida! :p

Carrie é, assumidamente, a rainha das gordices e compartilha as suas experiências na cozinha, com direito a receita e tudo mais, com todo mundo que acompanha o seu blog. Ou seja, se você não se inspirar nos looks dela, garanto que pelo menos dá pra aprender como fazer aquele doce que você tanto queria pra impressionar as visitas.

O que eu acho legal do Wish Wish Wish também é que, como a própria Carrie diz, ele nasceu como um diário (ainda lá nos primórdios do livejournal), e que apesar de já terem passado seis anos desde então e o blog ter ganhado proporções muito maiores e mais profissionais, ele ainda mantém essa essência. Então, os looks, as viagens, comidas e tudo que ela tem de inspiração no seu dia a dia vão pro blog, exatamente pra retratarem quem ela é e como é a sua vida.

Pra conhecer mais da Carrie:

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Sei que todo mundo conhece o Le Blog de Betty, mas eu não tenho como fazer uma lista de blog de looks e deixar ele de fora, gente, simplesmente não dá. Tenho assim pra mim que o sucesso que a Betty faz com o blog tem a ver com esse estilo dela que sempre acha algum ponto de associação com todo mundo. Tipo, a gente sempre encontra alguma coisa na roupa dela que 1) a gente se identifica de alguma forma, mesmo você tendo seu estilo e eu tendo o meu e 2) rola uma coisa da gente bater o olho nos looks dela e pensar, ‘olha, não tenho essa blusa, mas tenho uma bem parecida, e tenho um shorts destroyed assim também” e bla bla bla. Parece que ela usa coisas que a gente consegue encontrar no nosso armário, além de mostrar que dá pra usar aquela camiseta velhinha com aquela outra peça que tá lá escondidinho no fundo da gaveta e que a gente nem dava bola.

Um fato curiosa sobre a Betty: teve uma edição do SPFW, que eu não me lembro exatamente qual foi, que eu tive a oportunidade de vê-la de pertinho. E enquanto ela conversava com os repórteres, batia fotos e tentava atender a todos os leitores que tinham ido vê-la, deu pra perceber que ela é bem tímida. Não sei se vocês já tinham essa ideia dela na cabeça, mas eu fiquei muito surpresa e achei super legal, de verdade. Fiquei pensando que as fotos dela são uma forma dela se expressar – e isso talvez explique também o fato de ela ser uma das blogueiras mais conhecidas do mundo e a gente achar um único vídeo dela no youtube. E ah, já me falaram que o noivo dela, que acompanha ela pelo mundo todo e é o responsável pelas fotos do blog, é a fofura em pessoa, e que eles fazem um casal lindo. Achei bonito (:

Pra conhecer mais da Betty:

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É batata como toda vez que eu abro a página do The Chriselle Factor eu solto um suspiro. É incrível como não só as roupas, mas o blog todo consegue ser maravilhoso.

O irônico nessa história toda é que esse daqui é o blog mais comercial dos listados nesse post, – como eu contei ali em cima a Chriselle trabalha com consultoria de moda e trata o blog também como portfólio – mas a impressão que dá é que todas as suas fotos assumem uma aura de editorial de moda. Daqueles inspiradores e não só que façam vender, e que eu com certeza traria aqui para o blog ou iria pra banca e compraria a revista só por causa dele. Rola até uma aberturinha em todo post com a primeira foto dando nome a sessão. Coisa linda!

E não bastasse tudo isso, a Chriselle ainda consegue fazer uma coisa que, pensando agora rapidinho, não me vem ninguém à cabeça que também faça (ou pelo menos não tão bem): ser uma referência gigante dentro da área de moda e uma referência gigante ou até maior na área de beleza. Ela é um fenômeno no youtube por causa de seus vídeos de moda/beleza e a mulher parece entender de tudo e ter 72 horas no seu dia. Ensina a gente, por favor?

Ps: tô na rua e acabei de ver que coloquei na imagem “canal de beleza”, mas na real o canal da Chriselle é sobre moda/beleza/viagens. À noite, chegando em casa, arrumo isso, mas já queria deixar avisadinho pra quem estiver lendo o post (:

Pra conhecer mais da Chriselle:

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Esse blog aqui foi descoberto em uma madrugada de pesquisas sobre o assunto (já há muito tempo) e ficou pra sempre no meus links preferidos. Uma das coisas que eu acho mais bonitas do Making Magique é que aquela mistura de inspirações que eu tinha falado lá em cima, de quando o blog usa do look do dia dentro de um contexto, dando espaço pra muito mais coisas do que a roupa, é super recorrente nas suas páginas. Acho que isso tem a ver com o fato da Haleigh ser fotógrafa e cingegrafista, o que faz com que ela goste de captar a atmosfera de tudo ao redor, te levando a entrar de cabeça no universo ali mostrado.

O mais bacana é que essa ideia acaba indo além da fotos e vai pros textos também. Esses dias ela postou algo que eu eu li e fiquei com o coração quentinho ao pensar no assunto e em como isso de fato é mágico. “Why do I love vintage? Because in each piece of clothing there is a story – the story that you may or may not know of the person who loved and wore it before you. Where did it come from? Who made it? What beautiful little moments in life did they live it out it? Perhaps it was a wedding, perhaps they took it on a trip.”

Outro ponto lindo da Haleigh é que ela usa roupas que pra mim sempre parecem mega confortáveis e que, ao mesmo tempo, tem esse je ne sais quoi parisiense que eu amo.

Pra conhecer mais da Haleigh:

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Amo que a Liz do Late Afternoon é da Califórnia e isso traz um ambiente diferente de outros blogs do gênero que eu conheço. Tem muito mais sol e frescor nas fotos dela, e pra gente que vive em um clima super quente, é ótimo, porque traz um monte de referências interessantes para o nosso armário. E ah,  sabe aquela ideia que roupas de frio são sempre mais bonitas? A Liz dá uma banana pra tudo isso e prova que roupas veranis são tão ou mais maravilhosas.

Eu acho tão legal a forma como esse blog aqui começou, tão despretensiosamente, e se tornou essa coisa linda que é hoje em dia! A Liz parece que não faz esforço algum pra combinar coisas que de longe parecem não ter muita conexão, mas que quando ela veste, ganham um charme só dela.

E ah, pra quem gosta de flores e comidas, esse link aqui é um prato cheio também, já que a Liz usa e abusa das flores e das estampas florais, e divide no blog também muitas das sua experiências gastronômicas de… brunchs!! Dá tanta água na boca que eu tava vendo as fotos aqui e agora mal me aguento de expectativa pro domingo chegar logo e eu ir no Alameda haha.

Para conhecer mais da Liz:

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Logo, logo tem mais! :*