Os cinco de julho

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav 🌷

Eu já contei meio que por alto aqui no blog que até o final do ano quero mudar do apartamento em que tô. E isso por um monte de motivos, que vão desde ter mais espaço, até a questão da facilidade de locomoção pro trabalho e, claro, o bom e velho conforto.

Apesar de eu e o Di já termos visitado uma quantidade razoável de casas, ainda não achamos a ideal, aquela que a gente achou que valia a pena bater o martelo – o que obviamente não me impede de fazer alguns bons planos pra quando essa mudança acontecer. Contei sobre eles nesse post aqui, mas, de lá pra cá é engraçado como a ideia do cantinho de flores ganhou ainda mais força na minha lista de desejos.

Flores andam me fazendo mais bem do que de costume, nem que seja do jeito como elas aparecem na foto aqui de cima: em uma estampa de vestido que eu amo (e que daqui a pouco vai andar sozinho de tanto que eu uso) ou em uma rosa pink linda que ganhei como convite de um evento em que chamaram o blog.

Quero muito embelezar a casa nova com flores de tipos, cheiros e cores diferentes porque a sensação que eu tenho é que elas me abraçam assim que chego perto delas.

Em julho decidi ler o livro que a Shonda Rhimes lançou no ano passado, o The Year of Yes, e que chegou agora em 2016 no Brasil sob o título de “O ano em que disse sim”. O livro é uma espécie de biografia da Shonda onde ela conta sobre como foi seu ano de 2014, também conhecido como o ano em que decidiu dizer sim pra toda e qualquer oportunidade que pudesse surgir de interessante na sua vida pessoal e profissional.

De uma aparição no programa do Jimmy Kimmel até uma palestra na sua ex-universidade, ela decidiu topar o desafio de estar em todos esses eventos que sempre lhe soaram aterrorizantes, mas que agora serviam como uma forma de provar a si mesma que ela podia quebrar essa barreira.

Não é auto-ajuda (nada contra, claro, mas eu particularmente não sou uma pessoa que gosta de livros do gênero) e nem o tipo de livro cheio de autoelogios constantes. Mas é extraordinariamente bom. Bom de um jeito que me fez ficar mandando mensagens pras minhas amigas com pequenos trechos dele.

Sinto que especialmente quem é fã de Greys Anatomy vai amar a leitura (caso você não saiba, Shonda é a criadora da GA, Scandal e Private Practice, além de produtora executiva de How to get away with murder) e se apaixonar anda mais por essa mulher, que é um tipo um Midas da TV americana, transformando em ouro tudo que toca.

Dois amigos de Mogi vieram pra Bauru passar o final de semana e fazendo jus ao que todo mundo dessa foto aí gosta, fomos em um bar-gamer daqui, onde em cada mesa há um tipo de videogame diferente pras pessoas se divertirem. Mais do que uma simples reunião de amigos, esse fim de semana foi também a despedida do Pato, um desses amigos de Mogi, que agora em setembro tá se mudando pra Tóquio (!) sem previsão alguma de volta.

A mudança é gigante, claro, mas como ninguém quis dar um clima de adeus a esses dias, procuramos nos divertir do jeito que sempre fazemos: com muito jogos, o barzinho de que já falei, um cafezinho gostoso no meio da tarde, muita conversa jogada fora e uma mesa de bar.

Apesar da viagem pra Gramado ter sido em junho, algumas coisas de lá continuam muito presentes na minha vida. Uma delas é esse chocolate quente da Prawer que tem me acompanhado em muitos finais de semana, especialmente naqueles sábados preguiçosos quando o Diego acorda antes de mim e prepara duas boas xícaras dele pra gente tomar na cama, ainda debaixo das cobertas.

E ai, acordar assim é tão bom! É um jeito todo quentinho, acolhedor e gostoso de começar o dia, E eu sei que pode parecer bobo, mas isso faz uma diferença real na minha rotina, me dando muito mais disposição e força pra fazer as coisas.

Eu acho que já deu pra perceber que todas as minhas saidinhas com amigos quase sempre envolvem comida, né? A foto daqui de cima é só mais uma prova disso, já que eu, Ari, Bruna, Inaiá e Lucas fomos jogar conversa fora e comer um bocado em um lugar daqui de Bauru chamado Esquina do Pão de Queijo. O encontro foi uma delícia, especialmente porque se antes a gente se via quase todo dia, agora tá bem mais difícil reunir todo mundo em um mesmo lugar.O que me faz desejar ter em breve uma outra noite como essa.

 POSTS DE JULHO

Passeando por Gramado e Canela

Coleção Audrey Hepburn: Um Clarão nas Trevas

Os cinco de maio e junho

FILMES DE JULHO

  • O Homem de Palha | Robin Hardy {1973}
  • Conta Comigo {revisto} | Rob Reiner {1986}
  • Um Clarão nas Trevas | Terence Young {1967}
  • Sala Verde | Jeremy Saulnier {2015}

LIVROS DE JULHO

  • O Ano em Que Disse Sim | Shonda Rhimes
  • A Herdeira | Kiera Cass

TEXTOS MEUS EM OUTROS LUGARES

Cinco livros de história da moda para ler já!

As mulheres nas séries: cinco personagens cheias de estilo

Bisous, bisous

Os cinco de maio e junho

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Maio

Os cinco de maio e junho

Comecei meu mês de maio na terra da garoa, sendo recebida de braços abertos pela Babi e seus dois roomies, Lucas e Naína, no novo apartamento dos três. Foi uma delícia conhecer o lugar, ser acolhida tão bem e ver que existe sim muito amor em São Paulo.

Além disso, junto da Babi e do Lucas, eu tive uma das tardes mais recheadas de programações culturais de toda a minha vida! Começamos indo ao Caixa Belas Artes assistir ao filme da Nise da Silveira, o “Nise – O coração da Loucura”, fizemos uma parada no Urbe pra matar a fome e de lá fomos para o Sesc Ipiranga ver a “Fora da Moda – uma exposição em construção”.

Por coincidência, nesse mesmo dia estava rolando uma performance do Fause Haten na mostra, e além de assistirmos a ela, vimos também uma apresentação de dança que…. Bem, não era de dança, deixou a gente sem entender nada do que tava acontecendo e de tão ruim que foi, fez a gente se divertir muito.

E pra encerrar um dia maravilhoso assim, apresentei oficialmente Rupaul’s Drag Race para os dois, que se viciaram de uma tal maneira que eu sinto como se tivesse cumprido com 100% de aproveitamento minha missão na cidade grande.

A volta pra Bauru não foi nada monótona porque eu tinha em minha companhia a nova Entertainment Weekly, e que como vocês podem ver pela foto daqui de cima, tinha ninguém mais ninguém menos que as meninas Gilmore na capa. Foi um parto achar essa revista, mas com a ajuda da Babi e do Lucas (sim, eles de novo hehe) consegui encontrar uma única edição na Cultura da Paulista, a qual eu me agarrei com unhas e dentes como se disso dependesse a minha vida.

E olha, valeu muito a pena, porque a matéria de capa é um presente maravilhoso para os fãs do programa! Além de adiantar algumas novidades sobre a próxima temporada, ela faz um balanço das sete seasons da série que fez meu coração ficar mais quentinho.

E ah, fica aqui registrado aqui caso vocês ainda não saibam que eu eu estou fazendo uma maratona de GG no Netflix, e que a cada duas temporadas eu e a Amanda vamos nos encontrar para tomar café e discutir tudo o que assistimos até então. Esses encontros vão virar uma série de posts aqui no blog chamados de “O Grupo de Discussão de Gilmore Girls” e o primeiro já vai ao ar na metade de agosto. Acompanhem aí porque acho que isso vai ser muito divertido!

Em maio eu e esse menino lindo da foto completamos sete anos de namoro. É muito tempo, eu sei, mas é maravilhoso de verdade perceber que quando a gente está apaixonadinha e tem uma pessoa tão incrível ao nosso lado, esse tempo enorme está longe de pesar e é apenas o começo de muitos outros dias, e meses, e anos juntos <3

Ainda dentro das comemorações dos sete anos de namoro, decidimos jantar no La Terrasse Café & Bistrô, um restaurante daqui de Bauru que fazia anos que eu não ia e que me surpreendeu demais! O cardápio tá muito maior e mais gostoso, e o lugar (que já era lindo) tá ainda mais belo, com um atendimento impecável.

Achei uma graça o clima intimista do jantar, com uma luz bem baixa em todo o bistrô e velas espalhadas pelas mesas. A noite que já tinha todos os motivos pra ser linda, – ainda que a gente não tivesse feito nada demais e apenas comemorado nossos seven years com uns beijinhos e uma comida simples em casa – ficou ainda mais gostosa, mais romântica e mais memorável por causa desse restaurante.

Em maio falei no Instagram e aqui no blog sobre o crowdfunding que tava rolando pra aLagarta, publicação na qual eu escrevo há alguns anos.

Pra quem não conhece a revista, que é online e existe desde 2010, aLagarta é uma publicação que trata de um tema novo a cada edição, com matérias, colunas, editoriais e vídeos sobre o assunto. E confesso, é sempre muito maravilhoso e recompensador ver o resultado final da revista, fruto do trabalho de muitos profissionais que fazem tudo na base da colaboração.

O crowdfunding de que falei ali em cima surgiu porque há muito tempo queríamos migrar para o impresso,(coisa que exigia um investimento alto pra ser feita), mas infelizmente não alcançou o valor necessário. Mas é aquilo né, pra (quase) tudo nessa vida se dá um jeito e como a gente é da turma do “não deixa o samba morrer, não deixa o samba acabar”, muitas novidades ainda estão por vir.

Tenham um pouquinho de paciência que logo nós voltamos com notícias, e enquanto isso vocês podem ir vendo as fotos de preview da publicação, como essa maravilhosa daqui de cima. Modéstia à parte tá tudo muito lindo!

POSTS DE MAIO

FILMES DE MAIO

  • Nise: o coração da loucura | Roberto Berliner {2015}
  • Spoorloos | George Sluizer {1988}
  • The Spectacular Now | James Ponsoldt {2013}
  • Hoje eu quero voltar sozinho | Daniel Ribeiro {2014}
  • The Den | Zachary Donohue {2014}
  • Capitão América: Guerra Civil | Anthony Russo e Joe Russo {2016}
  • Southbound | David Bruckner, Patrick Horvath e Roxanne Benjamin {2016}

LIVROS DE MAIO

  • A Escolha | Kiera Cass

Junho

Como eu contei e mostrei aqui no blog, em junho tirei férias da editora e fui com o Diego passar uns dias em Gramado, cidadezinha do Rio Grande do Sul que parece cenário de filme. A escolha do destino não poderia ter sido melhor, e os poucos porém ótimos dias que passamos lá me fizeram recarregar as energias, especialmente para enfrentar esse mês que tem sido muito turbulento.

Na hora de fazer as malas da viagem, decidi não levar a máquina fotográfica que uso no dia a dia e sim a Intax Mini 8, uma polaroid linda que é meu xodó. Haviam sobrado algumas fotos do filme que comprei pra minha festa de aniversário e fiz questão de aproveitá-los pra registrar alguns momentos em que eu e o Di visitamos lugares lindos de Gramado.

Agora existe um bolinho de fotos cheio de boas recordações em cima da minha cômoda do quarto, e eu estou pensando seriamente em fazer aquele inspiration board que tinha comentado aqui e dar um novo lar para elas.

A volta da viagem foi um pouco complicada. Meu pai, que estava esperando a data de confirmação de uma cirurgia que achávamos que ia demorar um pouco mais pra acontecer, foi chamado para a sua operação no dia da minha volta de Gramado. Por causa disso, desembarquei em Guarulhos, me despedi do Diego e fiquei direto em São Paulo pra acompanhá-lo no pós-operatório.

Eu e minha mãe ficamos alguns dias por lá, naquele entra e sai de hospital e cheiro de remédio no ar, ajudando ele na sua recuperação. Correu tudo bem nesse meio tempo e assim que ele teve alta fomos pra Leme, onde fiquei mais uns dias antes de voltar definitivamente pra Bauru.

E acontece que durante todo esse tempo, quer em São Paulo ou quer em Leme, eu estava acompanhada desse livro maravilhoso daqui de cima: Misto-Quente do Charles Bukowski. Em um período em que as coisas estavam tão estranhamente fora da rotina e que eu estava tão submersa nas coisas que aconteciam com meu pai, preferi meio que me isolar do mundo e escolher só esse livro pra me acompanhar no processo. E isso foi muito bom.

A leitura é pesada, envolvente, te atinge em cheio, e acho que calhou de aparecer em um momento da minha vida em que ainda que de forma muito diferente, eu também precisava ser uma pessoa “durona” e fria, algo que me foi de certa forma emprestado da personalidade do protagonista da história. O resultado é que agora quero ler mutos mais livros do Bukowski.

Em junho inaugurou uma nova cafeteria aqui em Bauru, a Hoss, e como vocês bem sabem do meu amor por esse tipo de lugar, é claro que eu fiz questão de ir até lá no seu primeiro dia de funcionamento. Eu amei muito o lugar, especialmente porque o cardápio deles de café não é brincadeira não e são muitas as variedades da bebida. Além disso, você pode escolher o tipo de grão e a forma como o café vai ser preparado, e eu fiquei com tanta vontade de experimentar tudo que, desde então, já voltei lá uma quantidade incalculável de vezes.

As comidas também são muito boas, e o cardápio abrange algumas refeições como massas e risotos. Os doces são uma maravilha à parte, vide essa panna cotta com calda de framboesa daqui de cima.

Pra encerrar o mês, fui ao show da Maria Gadú no SESC.

É verdade que eu não conheço muito do trabalho dela, mas existem algumas das suas canções que eu gosto tanto de cantar no repeat que achei que seria legal dar uma chance a todo o resto. E eu sei que vocês não querem saber, mas a título de curiosidade, queria contar quais são essas músicas: Dona Cila, que eu tenho vontade de chorar toda vez que escuto, Linda Rosa, que é original da Playmobille e tanto nessa versão quanto no arranjo da Maria Gadú parecem me abraçar toda vez que escuto, e Shimbalaiê, que é fofinha, gostosa de escutar, a cara da FAAC haha.

O resultado da minha noite foi que curti um show incrível, que me deixou super respeitosa de todo o trabalho que a Maria Gadú faz. É legal perceber, por exemplo, que ela tem uma relação de total parceria com os músicos da sua banda e faz questão de apresentá-los como um grupo. Até as posições no palco demonstram isso, já que ao invés de ficar na frente e deixar a banda atrás, como normalmente acontece em shows de cantores e cantoras solo, ela e os seus três músicos ficam todos juntos na boca do palco.

Além disso, seu show é muito legal mesmo pra quem não conhece tanto do seu repertório, porque é um show pra se apreciar música: ele é totalmente instrumental, é totalmente sobre sensações, sobre o momento, sobre se pegar de olhos fechados ouvindo cada palavra da letra da canção.

Parece meio esquisito falando assim, eu sei, mas podem ir por mim, vale muito a pena.

POSTS DE JUNHO

FILMES DE JUNHO

  • Enquanto você dorme | Jaume Balagueró {2011}

LIVROS DE JUNHO

  • Misto-Quente | Charles Bukowiski

E o mês de maio e junho de vocês, como foi?

Bisous, bisous

Os cinco de abril

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

It’s the time of the season when love runs high

Em abril, fiz uma sessão de fotos pra categoria de shootings aqui do blog que foi uma delícia de fotografar. A Ari, amiga mui querida que já clicou outros shootings aqui, fez novamente as fotos e eu continuo a ficar toda feliz com o resultado da sessão sempre que vejo o post em que elas saíram. Como conto no texto, o vestido é da Rosegal e por algum motivo que eu não sei explicar bem, Time of the Season do The Zombies foi não apenas a trilha sonora das fotos, mas também a trilha sonora do meu mês, me acompanhando por todo canto que eu ia.

“Depois do amor: um encontro com Marilyn Monroe”

Esse ano tem vindo umas peças de teatro muito legais aqui pra Bauru, tanto é que em fevereiro eu já havia assistido Mel Lisboa no musical “Rita Lee mora ao lado” (falei disso no Os cinco de fevereiro), e no mês seguinte foi a vez de assistir “Depois do amor: um encontro com Marilyn Monroe”.

A peça conta a história de quando Marilyn, interpretada por Danielle Winits, estava em meio as gravações do filme “Something’s got to give” e precisou da ajuda de uma costureira para ajustar suas roupas depois de emagrecer rapidamente. A profissional escolhida pra tal missão foi a jovem Margot Taylor (Maria Eduarda de Carvalho), antiga amiga de Marilyn que anos antes tinha visto seu noivo (o famoso jogadora de beisebol Joe DiMaggio) trocá-la pela atriz.

A história toda é real e o tal encontro de Margot e Marilyn (que se deu quando a atriz já havia se separado de DiMaggio) deu origem ao espetáculo, que retrata toda a conversa travada entre as duas sobre as suas histórias de vida, suas relação com o amor e a fama, e o que o destino, – anos depois das duas haverem se separado – reservou para cada uma. O espetáculo é um estudo de personagem muito bonito, especialmente quando lembramos que Marilyn morreu naquele mesmo ano.

Uma curiosidade, aliás, bastante triste acerca da peça é que ela foi a última dirigida por Marilia Pera, que faleceu no dia da sua pré-estreia.

De volta ao lugar de sempre com as minhas meninas de sempre

Depois de uma infinidade de meses que eu nem sei contabilizar, finalmente eu, Maitê e Gabi conseguimos nos reunir. Nós fomos em um barzinho de Leme chamado “O Tribunal”, um dos poucos lugares ‘pra sair’ da cidade que continuam abertos desde quando fui embora de lá. Na minha adolescência, eu ia muito ao Tribunal e ao Macaboo, uma casa de shows de Leme que também existe ainda (acabei de perceber que eu era uma adolescente muito visionária, já que os meus lugares preferidos da cidade na época são praticamente os únicos que conseguiram se manter).

Só sei que é muito louco voltar pra um lugar desses, com as amigas de sempre, e ver um monte de gente conhecida da minha adolescência, agora muito mais velha e diferente, mas ao mesmo tempo do mesmo jeito de antes. Os anos passaram, a gente cresceu, saiu da escola, fez faculdade, começou a trabalhar, a maioria mudou de cidade, e mesmo assim parece que as coisas não mudaram muito. Eu sei que esse tipo de pensamento nostálgico é meio depre feelings, mas sei lá, vire e mexe eu me pego pensando nessas coisas, vocês não?

Na festinha de comemoração dos 30 anos da Editora

Em abril a Editora completou 30 anos e teve festa pra comemorar a data. Pensar que eu trabalho em um lugar que tem mais tempo de existência do que a minha vida toda me deixa orgulhosa e maravilhada ao mesmo tempo. Manter uma empresa do tamanho dessa por tanto tempo não é pra qualquer um. Mas o que me deixa mais feliz mesmo é pensar que, além de trabalhar numa redação do jeitinho que eu sempre sonhei, uma das coisas mais importantes que a Editora me proporcionou foram as pessoas que eu conheci lá e que se tornaram mega importantes na minha vida.

Na foto, batida numa cabine da festa, estão a Bruna (que vocês já devem ter visto algumas outras vezes aqui no blog) e a Lirian, a pessoa mais solidária que eu já conheci nessa vida. As duas já trabalharam comigo (a Li ainda trabalha, na real) e fazem parte desse rol de pessoas incríveis que o trabalho me proporcionou conhecer.

Trechinho do desfile do Lino Villaventura no SPFW N41

Trechinho do desfile do Lino Villaventura no SPFW N41

No finalzinho do mês fui ao SPFW N41, o primeiro da nova fase do evento, que não será mais dividido entre verão e inverno. Assisti a quase todos os desfiles do último dia e fiz um post aqui no blog contando várias coisinhas desse dia e dos rumores e expectativas que estavam rolando pelos corredores.

Na foto aparece um pedacinho do desfile do Lino Villaventura, que fez uma apresentação super performática e diferente de tudo que já vi nesses anos de semana de moda de São Paulo. Quem ficou curioso e quiser ver mais fotos do desfile, é só clicar aqui.

POSTS DE ABRIL

Embalada pelo VEDA que muita gente estava fazendo no Youtube, dei início a algo meio parecido aqui no blog com post (quase) todos os dias. A experiência foi muito boa e me fez ver que com um pouquinho mais de foco e planejamento, eu consigo ser ainda mais produtiva por aqui.

FILMES DE ABRIL

  • Sobrenatural: A Origem | Leigh Whannell {2015}
  • Cloverfield | Matt Reeves {2008}
  • Joy | David O. Russell {2016}

LIVROS DE ABRIL

  • Razão e Sensibilidade | Jane Austen
  • Fangirl | Rainbow Rowell
  • A Seleção | Kiera Cass
  • A Elite | Kiera Cass

TEXTOS MEUS EM OUTROS LUGARES

No blog do Johnny Tattoo Studio, falei sobre o estilo boyish e sobre a história do São Paulo Fashion Week.

E o mês de abril de vocês, como foi?

Bisous, bisous

Os cinco de março

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Faz um tempinho descobri os desenhos maravilhoso da ilustradora Giovana Medeiros, que tem um traço lindo e super delicado. Pra quem ficou curioso, no site da Giovana e na sua lojinha online dá pra ver os vários tipos de trabalhos que ela realiza com essas ilustras, como cartões-postais, zines e marca-páginas todos decoradinhos. Acreditem quando eu digo que é de chorar de lindo!

Em março comprei dois cartões-postais dela, esse da Mary Poppins e do Edward Mãos de Tesoura daqui de cima. Eles são ainda mais incríveis pessoalmente e vieram em um pacotinho muito fofo, que mostra o cuidado que a Giovana tem em todo o processo, desde a criação das imagens até o envio da compra.

Os dois agora estão decorando a minha mesinha do computador e confesso que é muito gostoso ter essas imagens aqui perto quando estou escrevendo post pro blog. Me sinto ainda mais inspirada.

O Bangkok é um restaurante daqui de Bauru especializado em comida tailandesa, mas que tem no seu cardápio algumas opções de outras nacionalidades também. Eu amo ir lá pra comer Bloomin Onion, aquele prato de cebola que parece uma flor, sabem? O deles é maravilhoso!

No mês passado eles mudaram de endereço e reabriram com uma decoração e proposta bastante diferente. Além do clima todo soturno do lugar, com uma luz bastante baixa e vários pontos de luz com objetos em neon, mais a noitinha eles começam a ter música ao vivo e o ambiente vira algo no estilo de uma baladinha. Achei bem legal e no que depender de mim, Bangkok que me aguarde que vou sempre voltar!

Quem me acompanha nas redes sociais ou lê o blog sabe que em março eu mudei bastante meu visual e cortei esse tantão de cabelo aí de cima. Como eu contei aqui nesse post eu tô muito feliz com essa mudança, especialmente por ela ter acontecido nesse momento e por ter parido de uma decisão e vontade minhas – e não de mais ninguém.

Ainda tenho errado bastante na quantidade de shampoo que coloco na mão quando tô lavando o cabelo e de vez em quando esqueço completamente do novo corte e passo a mão na parte de trás da cabeça, esperando encontrar aquele cabelão. Mas toda hora que faço isso, acabo sorrindo e pensando no quanto foi maravilhoso mudar.

Em um dos domingo de março fiz um programa que sempre amo repetir: ir ao brunch do Alameda e me deliciar com as comidas maravilhosas que eles têm lá.

O Alameda é uma galeria daqui de Bauru que todos os domingos faz esse brunch recheado de pães, bolos, doces, omelete, tapioca, frios, frutas, sucos, danones, cafés e mais um monte de comidas muito, muito boas. Começa as oito e vai até o meio-dia, então é uma delícia pra ir com alguém e ficar longas horas comendo e batendo um papo.

Eu e o Di já fomos algumas vezes e em todas as situações, é sempre a mesma história: nunca sei por onde começo a comer de tanta comida boa e bonita que tem hehe.

Ainda não temos nada concreto em vista, mas eu e Diego estamos pensando seriamente em mudar de apartamento. Nesse meio tempo, qualquer coisa relacionada a decoração tem feito meu coração bater um pouquinho mais acelerado, já que fico pensando nas mil possibilidades que essa fictícia e futura casa pode me dar em termos de decorismos.

Se eu pisar em lojas de decoração como essa daqui de cima, aí então é que não param de brotar ideias na minha cabeça. Acho que até o final desse mês, compartilho inclusive algumas delas aqui no blog.

POSTS DE MARÇO

Pois é, março foi um mês bastante parado aqui no blog, mas em abril tô compensado! Caso vocês não tenham reparado, eu fiquei muito animada com o VEDA que anda rolando no Youtube e acabei trazendo a ideia pra cá, adaptada em textos. Portanto, estamos tendo posts TODOS OS DIAS em abril aqui no blog. Isso faz parte das minhas metas pra ter mais foco em 2016 – lembram que escrevi sobre isso lá no comecinho do ano? – e devo falar disso mais pra frente em outro post.

FILMES DE MARÇO

  • Thelma & Louise | Ridley Scott {1991}
  • Zootopia | Byron Howard e Rich Moore {2016}
  • Ex Machina | Alex Garland {2015}
  • Batman vs Superman: A Origem da Justiça | Zack Snyder {2016}

Bisous, bisous e até amanhã!

Os cinco de setembro e outubro 2015

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Setembro

A saga do vestido

A saga do vestido

Contei no snapchat (me sigam lá, sou little_blog) a história desse vestido/blusa, mas pra quem não acompanhou, vamos aos fatos: há milênios encontrei esses vestido em um brechó e fiquei completamente encantada por ele. Assim, do tipo amor à primeira vista mesmo. E nem o fato dele ser umas cinco vezes maior do que eu me desanimou: eu comprei o dito cujo prometendo pra mim mesma que ia dar um jeito de arrumá-lo pra caber em mim.

Eis que uma infinidade de meses depois, arrumando minha gaveta, encontrei o tal vestido perdido no meio das minhas roupas. Sério, gente, eu me senti completamente frustada por isso. Vocês não fazem ideia do quanto eu acho horrível comprar uma roupa e não usá-la! Eu não sou assim, não curto esse tipo de consumo e fiquei me cobrando pra dar um jeito nessa situação.

O resultado foi que o vestido recebeu uma reforma absurda – caíram mangas, diminuiu-se o comprimento, afinou-se cavas – e voilà… Tanta coisa mudou que de gigante ele acabou ficando muito curto! hihi. Ainda assim, não poderia estar usando ele mais do que já tô: como blusa em dias mais quentes e como vestido em dias mais frios, junto com meia-calça.

E se você esperou uma moral dessa história toda, ela não existe. Só o fato mesmo de que quando eu realmente quero algo, sou muito insistente!! hahaha.

20 anos de SPFW

O FFW Fashion Tour é um projeto da Luminosidade que celebra a moda, a inovação e a criatividade de diferentes maneiras, e nesse ano, o projeto passou aqui por Bauru, com direito a palestra do Reinaldo Lourenço e Arlindo Grund (e mediação do Paulo Borges!) e uma exposição maravilhosa de 20 roupas que marcaram a história do SPFW.  Eu tive o prazer de trabalhar na montagem da exposição com o Lu, meu ex-chefe, e também assisti a palestra, que foi super interessante e passeou por diversos tópicos.

Contei sobre tudo isso em um post aqui do blog, e só posso dizer que eu desejo do fundo do coração que mais projetos e iniciativas desse tipo venham pra Bauru. A gente tem espaço, mão-de-obra, muita gente interessada e vontade de sobra de investir na área de moda.

O poder das garotas

Eu já falei sobre a Capitolina uma vez aqui no blog, mas de lá pra cá meu amor por essa revista online só aumentou. As meninas tão fazendo textos cada vez mais maravilhosos, inteligentes e com temas que saem do senso comum, e é inspirador ver meninas escrevendo para outras meninas em um exercício de sororidade constante.

Em setembro elas lançaram seu primeiro livro e eu corri comprar o meu exemplar. Fiquei tristinha de não poder ir ao lançamento em São Paulo (acabei indo pra lá só uma semana depois), mas já fico feliz de, ainda que de longe, poder prestigiar o trabalho dessas garotas tão maravilhosas.

Um quarto de século

Gabi fez 25 anos e decidiu comemorar em grande estilo, com festão, muita música, amigos, risadas, comidas gordas e tudo que ela tivesse direito. E foi incrível chegar na festa e me deparar com vários murais de fotos – cada um de uma época diferente da vida dela – e perceber que eu e a Má estávamos em todos, comemorando e ajudando umas às outras em todos os momentos.

Fevereiro de 93

Em setembro, eu e Diego fizemos uma senhora faxina no apartamento e jogamos milhares de tranqueiras fora, doamos algumas coisas e mudamos o espaço de alguns cômodos. Isso fez um bem danado pro apartamento, tanto que a sala depois da mudança, acabou ficando muito mais espaçosa e aconchegante.

E aí que no meio da arrumação, encontrei uma pilhinha de fotos antigas numa velha caixa da estante. Essas fotos não foram embora não, claro, e acabaram só reavivando um monte de memórias na minha cabeça…

Outubro

Assim como o Batman dos quadrinhos

Outubro começou triste e pesado: o Batman, um dos meus gatinhos, foi atropelado aqui na frente do apartamento e atingido em cheio na coluna vertebral. Levamos ele para o hospital escola de Jaboticabal e depois de um batalhão de exames e uma cirurgia numa clínica local, Batman sobreviveu, mas ficou paralítico.

Assim como o herói dos quadrinhos que perdeu o movimento das pernas, o meu Batman não mexe mais as patinhas de trás, mas vem aprendendo a se virar todo dia um pouquinho mais. Ele precisa de cuidados constantes, é claro, já que perdeu o controle da bexiga e não tem mais a mesma rapidez ou locomoção de antes, mas um passinho por vez, as coisas têm melhorado.

Agora que a medicação finalmente acabou, vou começar algumas sessões de fisioterapia e acupuntura (nem a medicina sabe explicar, mas a técnica vem dando resultados maravilhosos no tratamento de felinos) e torcer pra que ele possa ter alguma melhora.

E pra todo mundo que me ajudou ao longo desse mês ou simplesmente se preocupou com o estado dele, meu muito, muito obrigada. Vocês são maravilhosos.

28 primaveras

Uma das datas mais maravilhosas do ano é comemorada em outubro, e juro que não tô falando de Halloween ou do Dia das Crianças. O aniversário do Diego é dia 20, e apesar dele não gostar de festejar loucamente ou nem de nada do tipo, a gente sempre comemora esse dia de um jeitinho especial.

Nesse ano, ele completou 28 primaveras, e lá no instagram eu resgatei essa foto batida pela Babi em uma passagem nossa por São Paulo e fiz textão, porque gosto mesmo de falar em alto e bom som pras pessoas que eu amo o quanto elas são importantes na minha vida.

Tudo junto & misturado

Tudo junto & misturado

Teve mais um aniversário maravilhoso em outubro: o da Ju. E todo mundo foi pra chácara passar o dia todo lá, com os pés na piscina, muita disputa pela música a ser tocada, amor envolvido e litros de gargalhadas. E teve até chapeuzinho de festa, dear lord!

Princesa do cabelo pink

Princesa do cabelo pink

Fui pra São Paulo pra assistir o último dia de SPFW (contei aqui sobre isso), ir ao show dos Los Hermanos e ver a Babi, a amiga-fotógrafa-gênia e princesa do cabelo pink que bateu minha foto com o Di que tem nesse post. Passei o sábado todinho com a Bá e a gente fez alguns rolês muito maneiros por São Paulo. Ainda essa semana eles vão virar post aqui no blog em mais um Desbravando São Paulo!

Apesar de eu falar o tempo inteiro com a Babi por whatsapp, tava morrendo de saudade da minha amiga. É muito, muito, muito bom revê-la pessoalmente e conversar sobre assuntos doidos, mas que a ele entende direitinho, melhor do que ninguém.

Esse é só o começo do fim da nossa vida

Esse é só o começo do fim da nossa vida

O show dos Los Hermanos foi um acontecimento maravilhoso do mês passado. Virou post aqui no blog, onde eu contei minha história de amor pela banda. Apesar de tudo isso, eu ainda não consegui achar um jeito de explicar a sensação deliciosa que foi entrar naquela arena com mais 30 mil pessoas e ver um filme passar na minha cabeça a cada música deles que tocava.

Foi inspirador, foi apaixonante, foi libertador. Quero mais shows, por favor!

Bisous, bisous