26 músicas para os meus 26 anos

Esses dias, em uma conversa com o Diego, enveredamos por um assunto desses sem volta em qualquer papo que se preze: músicas que escutamos demais ao longo da vida e que nos marcaram de diferentes maneiras.

Foi assim que acabei apresentando “I started a joke” pra ele, um cover do Faith no More que me arrepia desde a primeira vez que eu o escutei, não só pela voz maravilhosa do vocalista, mas também pelo seu clipe, que tem um tom dramático que desde pequena já mexia comigo. E foi assim também que eu me lembrei de Vinte e poucos anos, e de Malandragem, e de Last Kiss… E de outras inúmeras músicas que foram importantes pra mim nesses meus 26 anos de vida.

Tenho que admitir que nem sempre elas tinham muito a ver com a fase que eu estava vivendo, afinal The Unforgiven II estreou na MTV quando eu tinha sete anos, e mesmo assim, sem entender toda a profundidade da letra, eu já achava aquilo incrível. Mas é fato que elas me marcaram. E marcaram tanto que achei que valiam um post.

Listei então 26 músicas, cada uma lançada em um ano da minha vida, (claro que com faixas adicionais porque foi impossível escolher só uma) que estariam no álbum de trilha sonora da minha história se por acaso ele existisse.

Juro que elas são legais e que vale a pena escutar cada uma. Depois me contem o que acharam (:

E mais: Vogue (Madonna), Pra ser Sincero (Engenheiros do Hawaií) e More than Words (Extreme).

E mais: Teatro dos Vampiros (Legião Urbana), Losing my Religion (R.E.M), November Rain (Gun’s Roses), Enter the Sandman (Metallica) e Alive (Pearl Jam).

E mais: Mentiras (Adriana Calcanhotto), Bizarre Love Triangle (Frente!), Se (Djavan), Tears in Heaven (Eric Clapton), Bed of Roses (Bon Jovi) e What’s Up (4 Non Blondies).

E mais: Cryin’ (Aerosmith), Creep (Radiohead) e Linger (The Cranberries).

E mais: Basket Case (Green Day), A Viagem (Roupa Nova) e Zombie (The Cranberries).

E mais: Wonderwall (Oasis), Piez Descalzos (Shakira), Fake Plastic Tree (Radiohead), Ironic (Alanis Morissette), Free as a Bird (The Beatles) e Don’t Speak (No Doubt).

E mais: Tão seu (Skank), I don’t want to wait (Paula Cole), Santeria (Sublime) e Lovefool (The Cardigans).

E mais: As long as you love me (Backstreet Boys), All around the world (Oasis), Os cegos do castelo (Titãs), Time of your life (Good Riddance) (Green Day) e Torn (Natalie Imbruglia).

E mais: I don’t want to miss a thing (Aerosmit), Ela disse Adeus (Paralamas do Sucesso), Iris (Goo Goo Dolls), Canção pra você viver mais (Pato Fu) e Resposta (Skank).

E mais: All Star (Smash Mouth), Learn to fly (Foo Fighters), Anna Julia (Los Hermanos), All the small things (Blink 182), She (Elvis Costello) e Miss you love (Silverchair).

E mais: Oops!…I did again (Britney Spears), Balada do Amor Inabalável (Skank), Natasha (Capital Inicial) e Regina Let’s Go (CPM22).

E mais: Survivor (Destiny’s Child)My sacrifice (Creed), Lady Marmalade (Christina Aguilera, Lil’ Kim, Mya and Pink), Segredos (Frejat), Wherever you will go (The Calling), A thousand miles (Vanessa Carlton) e Epitáfio (Titãs).

E mais: Sk8ter boi (Avril Lavigne), Misunderstood (Bon Jovi), Beautiful (Christina Aguilera), À sua Maneira (Capital Inicial), California (Phantom Planet) e Ragatanga (Rouge).

E mais: História de verão (Forfun), I miss you (Blink 182), Reptilia (The Strokes), Máscara (Pitty) e Formato Mínimo (Skank).

E mais: Take me out (Franz Ferdinand), Helena (My Chemical Romance), Somebody told me (The Killers), Boulevard of broken dreams (Green Day) e O Dia que não terminou (Detonautas Roque Clube).

E mais: Best of you (Foo Fighters), Um minuto para o fim do mundo (CPM22), Você sempre será (Marjorie Estiano), Na sua estante (Pitty) e Hey there Delilah (Plain White T’s).

E mais: Who knew (Pink), Chasing Cars (Snow Patrol), Fidelity (Regina Spektor), Young Folks (Peter Bjorn and John), 1997 (Hateen) e Open your eyes (Snow Patrol).

E mais: Umbrella (Rihanna) e Time to pretend (MGMT)

E mais: Mercy (Duffy), Sutilmente (Skank) e Tchubaruba (Mallu Magalhães)

E mais: Dog days are over (Florence and the Machine), Telephone (Lady Gaga feat Beyoncé) e Bad Romance (Lady Gaga).

E mais: Billionaire (Travie McCoy feat Bruno Mars) e Love the way you lie (Rihanna e Eminem).

E mais: Rolling in the deep (Adele), Someone like you (Adele), Price Tag (Jessie J), Born this way (Lady Gaga), Skinny Love (Bird) e The A team (Ed Sheeran).

E mais: I won’t give up (Jason Mraz) e We are young (Fun feat Janelle Monáe).

E mais: Do I wanna Know? (Artic Monkeys), Royals (Lorde), Mirrors (Justin Timberlake) e Get Luck (Daft Punk feat. Nile Rodgers & Pharrell).

E mais: Photograph (Ed Sheeran), Blank Space (Taylor Swift), Shake it off (Taylor Swift), Bad Blood (Taylor Swift feat. Kendrick Lamar), Bang Bang (Jessie J, Ariane Grande e Nicki Minaj) e Uptown Funk (Bruno Mars feat. Mark Ronson).

E mais: What do you mean (Justin Bieber), Love Yourself (Justin Bieber), Worth it (Fifth Harmony feat. Kid Ink), Can’t Feel my face (The Weeknd), Amei te ver (Tiago Iorc) e Drag me down (One Direction).

Bisous, bisous

Taylor Swift Book Tag

Essa tag aqui foi originalmente criada pelo canal The Book Life e é tão divertida (pra quem gosta das músicas da Taylor, claro), que se espalhou rapidinho pelos canais de literatura do youtube. Ela tá na minha “lista de tags a serem respondidas” já faz um tempo e decidi fazer isso em texto mesmo porque assim eu tenho uma desculpa pra colocar vários gifs da Taylor Swift em um mesmo post haha.

E ah, se você também achar as perguntas legais e quiser respondê-las, pode ficar a vontade! Só não esquece de creditar o canal que a criou, tá?

1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

Eu demorei um tempo pra entender essa pergunta (sou lerda, gente, desculpa), mas até onde compreendi, ela pede que você fale de algum livro ou série que teve um começo muito legal, mas que depois de um tempo só foi ficando pior e pior e pior, até você não querer mais nem olhar pra ele.

Depois de pensar um bocado, cheguei a conclusão de que eu nunca fui “traída por uma história” desse jeito. É claro que já tiveram títulos com os quais eu não concordei em alguma parte ou fiquei sem entender porque raios acontecerem certas coisas no final, mas nada que tenha me feito ficar decepcionada com a história a ponto de largá-la sem nem olhar pra trás. Nas poucas vezes em que eu abandonei um livro, o motivo tinha mais a ver com ler o tal livro na hora errada ou, no máximo, comprovar que um título que eu já não tinha muita expectativa, realmente era bem chato.

Seguindo o raciocínio desse segundo exemplo, lembrei de Crepúsculo, livro do qual eu já não esperava muito e que desde o começo da história não conseguiu me prender. Os personagens não me convenceram, a protagonista tinha zero de empatia e a história toda não fazia sentido. E melhor nem entrarmos em méritos de escrita, porque a questão aqui é bem sofrível. (Me desculpem os fãs de Crepúsculo, mas eu realmente acho o livro ruim.)

Eu ainda cheguei a ler a continuação da história, Lua Nova, mas não consegui ir além disso, o que eu acho triste pra dedéu já que eu odeio abandonar séries tanto quanto odeio abandonar livros – ou seja, muito.

2. Red – escolha um livro com a capa vermelha.

Nessa categoria, o primeiro livro que me vem à cabeça é “Glamour”, da Diana Vreeland. Eu ainda não o li, confesso, mas como ele fica em cima da cômoda do meu quarto e é inteirinho vermelho, de um tom que não tem como não chamar atenção, é impossível não lembrar dele quando se trata de um livro vermelho.

Espero lê-lo ainda esse ano e se isso realmente acontecer, podem contar com resenha aqui no blog!

3. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).

Assim como Harry Potter me lembra muito minha infância e o começo da minha juventude, Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva, foi um divisor de águas na minha adolescência.

Lembro que quando o li, ele me atingiu como um soco na boca do estômago. Foi com ele que eu tive, pela primeira vez, a dimensão do que era “viver o mundo”. Foi com ele que eu vi que eu era uma zé ninguém que não sabia absolutamente nada da vida. E não preciso nem falar que quando a gente é adolescente, descobrir um troço desses acende uma bomba atômica dentro da gente, né? A vontade é a de querer agarrar o mundo nos próximos cinco minutos de existência.

O bom é que hoje, olhando pra trás, eu acho que foi maravilhoso pra mim ter tido esse chacoalhão. Minha vida teria sido muito diferente se isso não tivesse acontecido, já que desde então, eu venho tentando viver tudo que puder pra quebrar essa bolha ao meu redor. E tenho tentado enlouquecer, criar experiências, ser feliz, amar, fazer de tudo um pouco. Porque no final das contas, é só isso que importa.

E ah, pra quem nunca escutou falar do livro, ele é autobiográfico, e foca especialmente no acidente que deixou o escritor tetraplégico.

4. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.

Talvez um dos mais clássicos romances com uma história de amor proibida – por questões óbvias – é Lolita, do Vladimir Nabokov. Sou fascinada tanto pelo livro quanto pelos filmes, o de 1962 e o de 1997. O livro mistura de uma maneira assustadora inocência com sensualidade e me fez ter uma série de reações diferentes ao longo de toda a história: do desprezo ao nojo, da dó a raiva…

5. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.

Belatriz Lestrange de Harry Potter é uma personagem horrível. Porém, horrivelmente maravilhosa. Considero ela uma das melhores vilãs que eu já vi por aí, o que só ficou ainda melhor quando Helena Bonham Carter a interpretou nos cinemas. Pra mim, a personagem dos filmes se assemelha de maneira absurda com a mulher que eu imaginava quando li os livros. Ela cria um medo abismal na gente – com um pé muito perigoso ali na loucura – e tem um magnetismo que poucos personagens “secundários” conseguiram atrair pra si.

6. Innocent (written b/c of Kanye West!) – escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!).

Juro pra vocês que fiquei um tempão pensando em algum livro que me estragaram o final, mas simplesmente não consegui lembrar de nenhum. Claro que eu já cheguei a ler muitos livros em que eu já sabia grande parte da história antes mesmo de ver a primeira página (A Culpa é das Estrelas é um dos casos mais recentes), mas mesmo nessas situações, o final sempre foi uma surpresa pra mim. E peço encarecidamente a todos que continue a ser assim.

7. Everything Has Changed – escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.

Vou ter que falar da série “Millenium” aqui, já que a personagem Lisbeth Salander tem um dos desenvolvimentos literários mais incríveis que já vi. Ao longo da história ela aprende muito – e nem sempre de maneira fácil – e se torna ainda mais madura, inteligente e preparada para administrar os muitos problemas e tretas que surgem na sua vida. A série, aliás, é maravilhosa e você lê os livros num piscar de olhos, de tão fluido e viciante que eles são.

8. You Belong With Me – um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler. 

Sei que vai soar estranho dizer que tô que nem uma doida a espera de Winds of Winter, quinto livro da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” do George R. R. Martin, tendo em vista que eu só li até A Tormenta de Espadas, terceiro livro da série. Acontece que esses livros são tão maravilhosos (vocês já repararam que eu tenho um fraco imenso por séries, né?) que eu fico meio desesperada em pensar que não são todos eles que já foram lançados (serão sete, no total). Imagina se acontece alguma coisa com o escritor (não tô jogando praga de jeito nenhum, hein!) e ele não termina de escrevê-los?  Eu tenho uma síncope!

Fico pensando em quem leu o primeiro livro da série pouco depois dele ter sido lançado, em 1996… São quase 20 anos acompanhando uma das histórias mais épicas, longas, cheias de reviravoltas e incríveis da atualidade! Se eu que ainda tenho dois livros inteirinhos e enormes aqui pra ler antes de Winds of Winter já tô agoniada para o lançamento dele, fico imaginando essas pessoas…

9. Forever and Always – escolha o seu casal literário favorito.

Eu escolhi um casal que nem de longe é um “casal melado, ai céus, eles nasceram um para o outro”. E escolhi eles exatamente por não serem assim. Acho que o que mais me encanta no romance Rony e Hermione de Harry Potter (sim, HP de novo! hihi) é que definitivamente os dois não são um casal muito provável. E o que é mais importante: eles conseguiram transformar a amizade que sentiam um pelo outro em amor, sem fazer com que outros aspectos das suas vidas perdessem importância.

E isso acontece porque J.K. sabe falar de amor (no sentido de romance) sem forçar a barra, sem extrapolar limites e sem precisar criar um casal só “porque toda história precisa de um casal”.

Ps: preciso acrescentar ainda um segundo casal nesse tópico: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy de “Orgulho e Preconceito” da Jane Austen. Socorro, que casal maravilhoso! Eu tenho uma crush eterna por Mr. Darcy e amo o fato deles também não serem um casal provável, que demora muito tempo pra se entender nem tanto por forças externas, mas especialmente pelo que sentem e pensam a respeito um do outro.

10. Come Back, Be Here – escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar.

Tenho muitos livros na minha estante que são queridos e que tenho medinho de emprestar e não voltarem mais, mas acho que “Toda Mafalda”, do Quino, é meu maior xodó nesse quesito. A Mafalda é uma das minhas personagens preferidas e esse livro é um compilado de todas as suas tirinhas, numa edição enorme, hard cover e maravilhosa. Além disso, esse foi o primeiro livro que ganhei do Diego, com direito a cartinha dele escrita na folha de rosto da edição. <3

E vocês, quais livros colocariam em cada uma das categorias acima? Se responderem a tag, deixem o link aqui nos comentários que eu vou querer ver!

Bisous, bisous

Para atravessar agosto

Tem essa crônica chamado Para Atravessar Agosto (escrita em 1995 e publicada no O Estado de São Paulo), de um dos meus autores favoritos, o Caio Fernando Abreu. Nela o Caio dá algumas ideias de coisas para se fazer, para se inventar, para se amar, para se viver ao longo de agosto. Tudo que ajude a atravessar esse “mês de cachorro louco”, como ele costumava chamar.

(Trecho de “Para Atravessar Agosto” , Caio Fernando Abreu)

Sendo bem sincera, eu não achava que agosto fosse um mês tão complicado assim até viver o agosto desse ano. Que mês difícil, gente! Foi uma bomba atrás da outra e só agora parece que as coisas estão mais calmas. Apesar de tudo isso, eu não quero ser ingrata e reclamar dos últimos acontecimentos (até porque diante de tudo que aconteceu, as coisas se ajeitaram da melhor maneira possível), mas resolvei pegar carona na ideia do Caio e dar algumas sugestões de músicas para se ouvir ao longo do mês.

Acho que música é um negócio que pode mesmo mudar nosso humor, ou no mínimo servir como um abraço quentinho naquele fucking dia em que tudo está dando errado. Por isso,  fiz uma seleção de 10 canções que eu tenho escutado muito (e quando eu digo muito, é MUITO mesmo), que me fazem um bem danado e que eu espero que tenham esse mesmo efeito inspirador em vocês. Depois me contem se funcionou? ;}

“Aos 16, 17 anos quando escrevi “What If”, nunca nem imaginei que um dia ela faria parte da trilha sonora de uma novela. A letra dessa música é na verdade um diálogo entre 2 pessoas que percebem que não funcionam juntas. “What If” é sobre lidar com a perda e a saudade. “

É com essa frase postada em sua página oficial que Bianca, a garota daqui de cima do vídeo, explica um pouquinho do que se trata What If. A música faz parte da trilha sonora de Verdades Secretas, novela incrível da Globo (a primeira, aliás, que eu assisto depois de muitos anos longe da TV), e eu fiquei tão encantada pela música quando a escutei pela primeira vez,  que corri pro shazam pra descobrir o nome da canção e a dona dessa voz tão suave e deliciosa de escutar. O mais maravilhoso de tudo foi quando vi que se tratava de uma cantora brasileira, carioquíssima da gema!

Meu próximo passo é conhecer mais das músicas da Bianca, porque fiquei com essa sensação que ela é o tipo de cantora que eu poderia escutar no repeat sem enjoar.

Worth It da Fifity Harmony com o Kid Ink é a música que eu mais cantei e dancei até agora em agosto – e digo isso já tendo passado pelo menos “fenômeno” no mês de julho. Preciso ser sincera e admitir que não vejo nada de muito especial na letra dessa música. Acho inclusive que a Fifty Hamorny tem letras bem melhores, só que nenhuma que chegue aos pés do ritmo dessa daqui, que é uma coisa assim completamente viciante e lacradora!

Além disso, tô achando super legal ver uma girlband viralizando tanto uma música e amadurecendo o trabalho e a postura que elas sempre tiveram.

Nessa semana, alguém postou lá no facebook o link pra essa matéria aqui, que lista dez momentos em que o Tom Fletcher foi o pai mais fofo do universo. Eu cliquei no link meio sem motivo (na real, fiquei apaixonada pelo thumbnail da matéria que tinha o Buzz, filho do Tom, vestido de Buzz Lightyear) e pronto, passei o resto da madrugada vendo um monte de vídeos do Tom com seu filho e sua esposa, e achando eles a família mais incrível do universo.

Daí que o Tom é vocalista do McFly, – banda que eu lembro de ter escutado falar muito na minha adolescência, mas que em 25 anos de vida eu nunca tinha parado pra escutar uma música sequer – e de tão apaixonadinha que fiquei pela família dele, comecei a ouvir algumas das músicas que ele tinha composto pro grupo. All About You é minha preferida no momento e tô fazendo questão de cantarolar ela o dia todo <3

Nunca fui uma fã muito fervorosa de Ed Sheeran, mas de uns tempos pra cá as músicas dele tem me fisgado de um jeito doido. Photography e Thinking out loud são minhas preferidas, e essa última tem um dos clipes mais belos que eu já vi. Acho maravilhoso que tudo se passa em um mesmo espaço apenas com ele dançando com uma mulher, (o que em teoria seria algo bastante simples para um clipe) mas aí entra essa fotografia maravilhosa, essa direção artística que acertou em cada cena do vídeo, essa dança que tem passos lindos e tantas outras coisas que tornam esse clipe pura poesia.

E fazer um clipe foda com mil efeitos especiais é fácil, né? Quero ver fazer um clipe incrível com “poucos elementos”. Por isso, inclusive, que tô torcendo demais pra que ele ganhe na categoria de melhor clipe do VMA (apesar de achar que o prêmio vai ficar com Bad Blood da Taylor Swift). Dia 30 de agosto a gente vai ficar sabendo!

Vocês lembram quando o primeiro disco da Pitty, o Admirável Mundo Novo, foi lançado? Na época, lembro de ter comprado o CD e ficado obcecada por cada umas das músicas. As letras, o ritmo, as apresentações: tudo nesse CD era muito diferente do que a gente tinha no cenário musical brasileiro. Lembro especialmente de um show sensacional que ela fez para o SESC e passou no programa Bem Brasil da TV Cultura. Era um show que empolgava todo mundo, mesmo quem tava vendo pela TV… Uma vibração muito diferente e maravilhosa.

Corta pra 2015 e temos Pitty lançando CD novo. De lá pra cá muita coisa mudou na carreira dela, claro, mas é engraçado que quando olho pra essa Pitty de agora eu vejo muito da energia, das boas letras, da vibração daquele primeiro disco. Sete Vidas me conquistou completamente e eu tô doida pra ir em um show da nova turnê dela e conferir tudo isso de pertinho.

Sentimental dos Los Hermanos sempre foi uma música que mexeu comigo, só que com a proximidade cada vez maior do show da banda em São Paulo e também com a música tocando incessantemente em Verdades Secretas, ela tem estado ainda mais presente na minha vida. E, céus, como eu acho a letra dessa música maravilhosa! É o tipo de canção que se quando ela começar a tocar eu estiver desprevenida, são altas as chances de eu começar a chorar só de escutá-la.

Se você não for tão manteiga derretida quanto eu, arrisque dar o play aí.

Não é segredo pra ninguém o quanto sou fissurado na Jessie J, né? Já falei muitas vezes dela aqui no blog e ultimamente tenho escutado sem parar a nova música de trabalho dela, Flashlight. A canção é uma delícia de escutar e tá na trilha sonora de Pitch Perfect 2, filme que finalmente chegou nos cinemas aqui do Brasil (lá fora já tá quase saindo em DVD!). Eu havia assistido o primeiro filme da franquia e tinha achado divertidinho, mas nada muito além disso, por isso que acabei ficando surpresa comigo mesma quando percebi o quão animada eu tava pra assistir a sua continuação.

Fiquei pensando cá com meus botões porque eu fiquei tão eufórica com a notícia do segundo filme e cheguei à conclusão de que o longa consegue ser leve, engraçado e com uma pitadinha adolescente na medida, sem pesar muito a mão, sabem? Além disso, ele funciona muito bem graças as atrizes que tem. Um beijo pra Anna Kendrick e pra Rebel Wilson!

Com Jessie na trilha sonora, só me apaixonei ainda mais pela história, que, aliás, aparece um pouquinho no clipe aqui em cima. Tô doida pra ir logo no cinema assistir!

Lembro muito bem a primeira vez que escutei essa música. Eu tinha oito anos de idade e tava fazendo uma das coisas que eu mais amava nessa época: assistir a MTV e descobrir músicas dos mais variados gêneros e tipos. Do alto dos meus oito anos de idade eu achava aquilo uma coisa maravilhosa e tinha uma relação com a música (que ainda preservo, mas que nem de longe é tão forte quanto era nessa época) de deslumbramento. Foi por aí que eu descobri as bandas que eu amo até hoje – de Beatles a Cazuza.

Escutei Heroes pela primeira vez com os The Wallflowers, que a tinham regravado em 1998 pra trilha sonora do filme Godzilla. Só anos mais tarde eu descobrira que essa música que eu achava tão incrível – e que tenho até hoje o clipe gravado em VHS – era na verdade do David Bowie, um dos cara mais maravilhosos da história do rock.

Heroes também faz parte da trilha sonora de “The perks of being a wallflower” um dos meus filmes preferidos da vida, e tem algo nessa música que mexe demais comigo e que resgata um pouco desse encantamento que eu tinha pela música quando era pequena.

Existe uma longa lista de músicas do Metallica que eu gosto, mas ultimamente a que eu mais tenho escutado é Whisky in the jar. Tava tão viciada nela que fui procurar mais informações sobre a música e acabei descobrindo que ela é super antiga e tradicional do povo irlandês, e que acabou ganhando fama mundial porque foi gravada e regravada por diversas bandas, desde Thin Lizzy ao próprio Metallica. E desculpa se isso for informação inútil, mas eu acho essas coisas super interessantes haha.

Pra fechar a conta das dez canções, essa regravação super gracinha de I Love to see you smile que eu descobri recentemente em uma playlist da Melina Souza lá no 8tracks. Eu amo músicas tocadas assim no piano e achei que a voz do Matthieu Boré casou tão, tão bem com a canção! A gente solta um sorrisinho de canto de boca já nos primeiros acordes.

E vocês, quais as canções que os têm ajudado a atravessar agosto?

Bisous, bisous

A Holly Jolly Christmas | Links para toda hora (especial de Natal)

Quem me conhece sabe que Natal é minha época preferida do ano e que eu acredito de fato que durante esse tempo, quando o ano vai dando adeus e as luzinhas de Natal vão invadindo a cidade, existe sim uma magia, um espírito, – ou como você quiser chamar – que paira no ar e torna tudo mais leve, mais bonito, mais esperançoso e feliz. Ano passado fiz um texto aqui no blog falando sobre esse sentimento e sobre a importância do Natal pra mim, mas dessa vez quis fazer diferente e decidi compartilhar um monte de links, de textos a vídeos, que vi espalhados por essa internet e falam sobre a melhor data do ano!

Tem indicações de livros, de filmes, tem música natalina e até comidinhas! Só coisas lindas que me fazem ficar ainda mais animada e à espera da noite de hoje.

Portanto, prepare-se pra ser arrebatada pelo espírito natalino haha e já ir entrando no clima pra festa de logo mais.

Livros de Natal

A Pâmela do Garota It fez um projeto chamado “Natal Literário” onde fez uma série de vídeos falando sobre as leituras de livros de Natal. Tem O natal de Poirot, Deixe a Neve Cair, Um Conto de Natal e muitas outras histórias. É só clicar aqui nessa playlist pra ver todos os vídeos do projeto e se programar pra lê-los no Natal do ano que vem ou quem sabe agora nesse finzinho de ano mesmo.

Filmes de Natal

A Carol Guido do GWS fez uma seleção maravilhosa de cinco filmes que tem o Natal como parte do seu enredo ou são clássicos dessa época do ano. Eu preciso confessar que não assisti todos dessa lista, como O Grinch (pois é, shame on me), mas que tô me programando pra resolver esse problema agora entre o Natal e o Ano Novo. Vocês já assistiram todos?

Comidinhas de Natal

Lá no canal do “Tastemade Brasil”, a Isadora ensinou a fazer o peru que aparece no filme “Milagre na Rua 34” (que no filme é feito para o Dia de Ação de Graças, mas né, a gente adapta ao jeitinho brasileiro) e eu fiquei com MUITA água na boca vendo esse vídeo. Além disso, a Danielle Noce do “I Could Kill For Desert” ensinou uma receita de verrine natalina que além de rápida, parece ser fácil de fazer, muito deliciosa e que pode muito bem ocupar o lugar de sobremesa preferida pelos próximos natais.

Músicas de Natal

No comecinho do mês a Fifth Harmony liberou o clipe de “All I Want For Christmas is You”, música clássica da Mariah Carey, mas que foi regravada pelas meninas para o álbum de Natal da Epic Records, o “I’ll Be Home For Christmas”. Eu tenho escutado mais a banda de uns tempos pra cá e tenho que confessar que tô gostando e achando divertido ter mais uma girl band na minha setlist.

Melhor música desse Natal, vai pra essa regravação feita pelo One Direction, Jimmy Fallon e The Roots pra “Santa Claus Is Coming To Town”. Eles cantam, tocam, se divertem e nos divertem com essa versão que ficou uma graça. Desde ontem, já escutei umas centenas de vezes haha.

E, por último, algumas recomendações de músicas que não foram lançadas ou regravadas neste Natal, mas que pra mim são clássicas da época e que valem a pena serem escutadas hoje, antes da hora da Ceia.

Bisous, bisous e Feliz Natal!!

Tag: minha história em dez músicas

Eu tenho uma lista de posts pra fazer aqui no blog (falei que ia usar meu novo caderninho pra me organizar, não falei?), mas ontem vi essa tag no blog da Bruna Vieira, o Depois dos Quinze, e não resisti em passá-la na frente. Primeiro porque isso faz eu me sentir de volta ao começo dos anos 2000 e quando eu tive meu primeiro blog (desculpa gente, mas atire a primeira pedra quem nunca teve um blog-diarinho) e segundo porque eu gosto mesmo de responder tags, de cunho pessoal ou não.

Decidi então começar por essa e quando der vontade vou caçar umas tags de assuntos diversos pra trazer pra cá. Tenho até algumas de literatura já em mente pra gravar pro canal e uma outra em que fui marcada (thanks Paola!) pra fazer em texto.

E é isso, gente! Espero que vocês gostem das músicas aqui de baixo e se não conhecem alguma, bora colocar esse youtube pra tocar :)

Ps: fiz uma leve modificação na pergunta 4 e 8, pra casar um pouco mais com a minha vida, mas pra ver a tag original que a Bruna criou é só clicar aqui.

Uma música que te lembre um momento bom: Torn – Natalie Imbruglia

Pra mim é impossível dissociar as lembranças que tenho da minha infância e adolescência sem lembrar da MTV.  Quem assistia o canal no final dos anos 90 e começo dos anos 2000 sabe que as temáticas tratadas por lá iam muito além da música, e por mais clichê que isso possa parecer, a MTV foi uma escola pra mim. Lembro que um dos primeiros clipes que vi por lá foi Torn da Natalie Imbruglia, e além da música ter feito um sucesso imenso na época, ela marcou uma fase super importante da minha vida, que me lembra momentos incríveis.

Uma música que defina sua vida: Legião Urbana – Quase Sem Querer

Apesar da minha música preferida da vida não ser essa (mas calma que ela também tá nessa lista), quando se trata de uma música que retrate minha vida, eu acho que eu poderia colocar aqui uma playlist da Legião Urbana que resumiria tudo muito bem. Escolhi Quase Sem Querer porque talvez ela seja a música que mais tem passagens que me tocam, que toda vez que eu escuto me dão um click e eu penso “é isso que eu tô fazendo” ou “é isso que eu não posso fazer”. Mas, além dela, Tempo Perdido, Por Enquanto, Metal Contra as Nuvens e Teatro Dos Vampiros são músicas que falam o que eu penso, que definem momentos pelos quais eu passei e passo. Uma espécie de vibração que só Legião Urbana e Cazuza tem comigo.

Uma música que te faz dançar na balada: Jessie J. Ariana Grande e Nicki Minaj – Bang Bang

Eu não sou a pessoa mais frequentadora de baladas, digamos assim haha, mas se tem uma música que torna impossível eu ficar parada quando tá tocando, essa música é Bang Bang. Pode ser em casa, na rua (às vezes literalmente), na casa das amigas, não importa o lugar. Tocou Bang Bang, eu encarno a Jessie J (a cantora pop que mais admiro ever) e vou lá dançar loucamente.

Uma música que é tema do seu relacionamento: The Moldy Peaches – Anyone Else But You

Quando tava na fase de amigo-virando-namorado com o Diego, lá nos primórdios de 2009, Anyone Else But You acabou sendo aquela música que nos unia em todas as circunstâncias. A canção acabou virando nossa trilha sonora, e me dá um quentinho bom no peito perceber que o trechinho que na época representava tanto a gente (“You’re a part time lover and a full time friend”), continua tendo o mesmo significado pra nós até hoje.

Uma música que sempre te faz chorar: Led Zeppelin – Stairway to Heaven

Stairway to Heaven é uma das músicas mais maravilhosas que já foram feitas. A letra, os acordes, a mensagem, a forma como ela vai e toca fundo na gente… Tudo está junto na música. Toda vez que a escuto, fico extremamente emocionada e me sinto imersa por cada uma de suas estrofes.

Uma música que seria toque do seu celular: Jessie J – Domino

Pode parecer redundante, mas que culpa tenho eu se Jessie J. é tão importante assim na minha vida? Domino é uma das músicas do seu primeiro álbum, o Who You Are, e como sempre acontece com as letras das suas canções, ela passa uma mensagem bem positiva, algo como ‘dando a volta por cima’. E eu adoro músicas assim! Haha. Além disso, Domino é igual Bang Bang: eu escuto e não consigo não cantar e dançar junto.
“I’m feeling sexy and free like glitter’s raining on me.”

Uma música que você gostaria de tatuar: Tiny Dancer – Elton John

Tiny Dancer é minha música preferida de todos os tempos (ela também é trilha sonora do meu filme preferido de todos os tempos, “Quase Famosos”) e existem dezenas de versões que foram feitas pra ela, desde a que é cantada no filme, até as improvisadas por John Frusciante e Dave Grohl. Apesar de eu adorar essas versões, a original cantada por Elton John, com ele no seu velho piano de guerra, é única pra mim. Foi por ela que eu me apaixonei e é ela até hoje quem me acompanha nos melhores e piores momentos da minha vida. Se eu tivesse que tatuar uma canção, muito provavelmente eu tatuaria “Hold me closer tiny dancer” em uma letra bem pequena, delicada e cursiva.

Uma música que te deixa com vontade de se aconchegar nele: All My Loving – The Beatles

Minha história com o Diego foi construída ao som de Beatles. Eu já amava o quarteto britânico antes disso, mas foi mesmo quando eu o conheci e descobri seu amor pela banda que eu percebi o quão mágica ela de fato era. Lembro até hoje que quando tínhamos acabado de nos conhecer e ele foi entrar no meu blog pela primeira vez, ele conta que tava com And I Love Her aquele dia na cabeça, e que na hora que a primeira foto do site abriu e a música começou a tocar (flogão gente, shame on me), rolou aquele momento de cinco segundos sem ar quando ele percebeu que era essa canção. Depois disso, foram várias as músicas da banda que marcaram momentos do nosso namoro e finalmente em 2010, no Morumbi, pudemos assistir a um show do Paul que foi mágico de um jeito que eu não sei nem botar em palavras.

Uma música que você tá viciada agora: The Hanging Tree – Jennifer Lawrence (The Hunger Games: Mockingjay – part 1)

Fui essa semana no cinema assistir a primeira parte de Jogos Vorazes: A Esperança e além de ter amado o filme e ficado embasbacada em como os produtores conseguiram trabalhar tão bem as cenas do livro (arriscaria dizer que ficou até melhor), The Hanging Tree, trilha sonora do longa, não sai da minha cabeça. Não vou dar spoilers, mas essa música faz parte de uma cena muito importante e absurdamente linda da história, e fez tanto sucesso (e sim, é a nossa amada Jen Lawrence cantando) que já é a mais vendida do iTunes.

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: One Direction – Best Song Ever

Hahaha juro que não tô de brinks, gente. Vocês sabem eu amo One Direction, né, mas como a maioria dos meus amigos não curte a banda, é batata como toda vez que toca alguma música deles ou sai alguma notícia sobre os meninos, sempre rola um “olha lá, Paulinha”. As pessoas sempre associam qualquer coisa que saia na mídia sobre eles comigo e eu acho um barato isso porque acabo ficando informada de tudo haha.

Eu poderia ter trazido qualquer música deles pra cá, mas escolhi “Best Song Ever” porque é meu clipe preferido da banda. Adoro quando ele exploram esse lado mais engraçado nos vídeos, porque acho que ele mandam muito bem nisso.

E por hoje é só, gente. Quem gostou da tag fica a vontade pra responder, lembrando sempre de dar os créditos para o post da Bruna, hein.

Bisous, bisous e boa sexta-feira!