365 Days of Drag

Vocês estão acompanhando a oitava temporada de RuPaul’s Drag Race? Essa temporada tá apenas espetacular e eu tô verdadeiramente impressionada em como a produção e Mama Ru conseguiram chegar a uma equipe final tão sólida e diferente. Acho que é superimportante, especialmente em um reality show como esse, que se abra espaço para mostrar diferentes tipos de trabalhos e personas.

Jaremi Carey é o homem por trás da drag queen Phi Phi O’Hara

Mas drags incríveis e muito talentosas não são exclusividade da oitava temporada, a gente sabe. Tanto é que Phi Phi O’Hara, uma das participantes mais controversas e polêmicas da quarta season, sempre teve um trabalho muito incrível dentro e fora do programa.

Independente de uma torcida favorável ou não a ela durante o reallity, – até porque todo mundo sabe que assim como em qualquer outro programa de televisão, tudo ali dentro é editado e contado como uma historinha para o público, criando “personagens” pra cada competidor – não tem como negar que Phi Phi é um arraso. Como ótima maquiadora e artista drag que é, ela consegue transformar seu visual em tudo que desejar. E eu juro que não tô exagerando.

A prova disso é o seu mais novo projeto, o 365 days of drag, onde Phi Phi lança mão de muita maquiagem e figurinos deslumbrantes pra se transformar em um personagem diferente a cada dia,  durante 365 dias corridos.

Pela sua conta no instagram (@phiphiohara) a gente vai acompanhando todas essas transformações, e se encantando e se chocando ao mesmo tempo com cada uma das figuras que ela cria. Fica nítido como há muito trabalho, muito tempo gasto, muitas dedicação e muito amor pela arte drag envolvidos. Além disso, há uma variedade enorme de materiais usados, tanto na maquiagem quanto nas roupas, e tem uma atenção tão grande depositada nos detalhes que dá pra ver que todas as produções foram feitas com muito profissionalismo e perfeccionismo.

Algumas imagens são criações da cabeça da Phi Phi, mas outras são interpretações de personagens de desenhos super queridos. Já teve, por exemplo, uma série só com as personagens de My Little Pony (já contei que acho Twilight Sparkle uma graça?) e uma com personagens de desenhos animados dos anos 90 como Lil DeVille e Didi Pickles dos Rugrats, Jubille dos X-Men e Dot do Animaniacs.

Hoje, 1º de abril, o projeto já tá na sua 90ª transformação, mas tendo em vista que serão 365 dias, dá pra esperar portanto ainda muitas e muitas criações. E aaah, Phi Phi já declarou que vai rolar uma semana especial só com as evoluções do Eevee do Pokémon! Eu não consigo nem imaginar quão incrível vai ser isso!

Pra quem quiser saber mais do trabalho da Phi Phi e acompanhar seu projeto, tem aqui o instagram, facebook e twitter dela. O trabalho tá bárbaro, vale mesmo a pena prestigiar.

Bisous, bisous e até amanhã!

Os cinco de agosto 2015

* Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Eu não sou o tipo de garota que costuma reclamar das coisas, mas assim como aconteceu com muita gente, o bichinho do “agosto mês do cão” me pegou. Tiveram coisas bem pesadas rolando durante esses 31 dias; todas acompanhadas de muito choro e stress, me deixando bastante desesperada em alguns momentos. Por fim, tudo se ajeitou (e não é que foi mesmo da melhor maneira possível?)  e setembro começou muito mais calmo e cheio de expectativas.

Mas, apesar dos pesares, agosto até teve seus momentos bons – alguns incríveis, pra ser sincera – e como eu não gosto de deixar essas coisas passarem em branco, resolvi colocar uma partezinha deles aqui embaixo pra vocês verem (:

Em agosto, em uma das rápidas visitas que a Natalia Dian fez aqui em Bauru, a gente conseguiu se encontrar pra tomar um café e fazer um shooting pro blog. Nosso trajeto começou na livraria, continuou na cafeteria, depois foi pra floricultura e terminou na feirinha da praça, com tudo isso sendo registrado pelas lentes da Nat.

As fotos vieram parar nesse post aqui, junto com uma entrevista que fiz com ela, mas tem mais um montão que estão no seu tumblr mostrando que delícia que foi o nosso dia. Visitem o lnk pra verem o ensaio completo e pra conferirem o trabalho incrível dessa amiga tão querida.

Maitê mora em Sorocaba, eu em Bauru, e Gabi em Leme – com um pezinho em Limeira, onde vive o seu namorado. Ou seja, é uma raridade quando calha de nós três estarmos na nossa cidade natal e conseguirmos nos encontrar. Dias assim merecem ser comemorados, e foi isso que aconteceu em agosto, quando a gente finalmente se reuniu e pôde sair pra beber, comer e conversar muito.

O melhor de tudo é que agora em setembro é aniversário de 25 anos da Gabi e depois de muitos anos passando aniversários umas longe das outras, a gente vai comemorar o dela juntinhas, com direito a muita festa, danças loucas e risadas. Mal posso esperar.

Durante os dias que fiquei em Leme, aproveitei o fato de morar pertinho do lago municipal, esse lugar pouco maravilhoso, e fui caminhar. Não sei nem colocar em palavras o quanto é inspirador caminhar em um lugar assim, bem de frente pra uma paisagem maravilhosa, muito verde, um lago lindo e um cheirinho de terra molhada.

Me dei conta de que é muito desperdício eu estar tão perto de um cantinho tão incrível assim e quase nunca ir aí. Por isso, coloquei na minha cabeça que vou dar um jeito de caminhar nesse lugar sempre que for pra casa dos meus pais, e que aqui em Bauru vou tentar achar um lugar que também me inspire e me motive a sair de casa pra andar.

Em agosto minha irmã foi pra Miami e eu aproveitei e pedi que ela comprasse pra mim alguns produtos de beauté que tava afim de experimentar fazia um tempão: a máscara Aussie 3 minutes Miracle Strong, o Eos lip balm, o primer The POREfessional da Benefit e o batom Heroine da MAC.

Não quero falar muito sobre esses produtos nesse post porque alguns deles devem entrar no meu próximo vídeo de produtos que estou amando, (e daí lá vou contar mais direitinho o que eu achei de cada um) mas posso adiantar que dar uma renovada nas minhas coisas de beleza me fez muito bem. Eu amo testar produtos novos, e me empolgo a usar mais maquiagem e a tentar umas coisas diferentes. Me dá uma chacoalhada a sair da rotina, sabem?

E ah, a revista da foto também foi comprada na viagem (na verdade minha irmã comprou ela na volta, no aeroporto), e eu fiquei mega feliz de ter essa edição maravilhosas da Vanity Fair pra ler com calma aqui em casa. Acho inspiradora a história da Caitlyn Jenner, e amei a capa e o recheio dessa revista.

A edição da número 20 da aLagarta saiu do forno com um gostinho ainda mais especial do que de costume: comemoramos 5 anos de revista! Por isso mesmo voltamos às nossas origens e, nessa edição, mergulhamos na história da menina Alice mais uma vez.

A minha coluna da nº20 e chama Mary’s Adventure in Wonderland, e conta a história da ilustradora Mary Blair, responsável pela indentidade visual de vários filmes da Disney – inclusive de Alice no País das Maravilhas. Além disso, fiquei super feliz porque minha matéria contou com fotos lindas da Carol Lancelloti, editora da publicação.

Pra mim é uma honra fazer parte desse projeto tão lindo, tão acolhedor e que me deixa livre pra criar e falar sobre assuntos diversos. Tô na lagartinha desde a sua oitava edição e só vejo ela ganhar cada vez mais força e conquistar voos cada vez mais altos.

E o mês de agosto de vocês, como que foi? Contem nos comentários!

Bisous, bisous

As maquiagens surreais de Mathu Andersen

Depois de assistir sete temporadas de RuPaul’s Drag Race (algumas até mais de uma vez), foi obviamente impossível eu não ter ficado interessada em saber mais sobre a história do Mathu Andersen. Além de produtor criativo do programa desde a primeira temporada, Mathu dirige pessoalmente algumas provas da disputa (como sessões de fotos e testes de câmera) orientando as drags em suas apresentações. E, claro, é uma das pessoas mais artísticas e inspiradoras que eu já vi na TV, não apenas porque é amigo e maquiador oficial de Mama Ru há muitos anos, mas também porque Mathu trata da beleza e da maquiagem como arte em seu mais bruto estado.

Diante de um currículo como esse, não dá pra negar a importância do trabalho de Mathu em parceria com outras pessoas e veículos, mas, – e aqui chegamos ao motivo que me levou a escrever esse post – o que mais me chama a atenção de fato nesse maquiador é o trabalho que ele realiza sozinho, usando de seu corpo como uma espécie de tela em branco para suas criações.

As suas famosas selfies artísticas – como ficaram conhecidas na internet – são retratos em que Mathu brinca com seu próprio corpo usando maquiagens, perucas, cílios, tintas, figurinos e tudo que estiver ao seu alcance para se transformar. A ideia de gênero se perde nas suas fotos e existe espaço apenas para o surreal, em um processo artístico maravilhoso e inspirador.

Mathu pode ter cabelos e barba rosa, pode ter olhos profundos e enigmáticos, pode ter metade da cabeça se desfazendo de tinta em uma ilusão de ótica, pode usar terno e salto alto, pode “ganhar chifres e ossos aparentes”; todas as transformações que ele quiser fazer em seu corpo ganham vida e o resultado pode ser belo, dramático, aterrorizante ou chocante (mas sempre inspirador).

Toda a beleza do trabalho de Mathu pode ser conferida em seu Instagram, onde o artista posta suas criações mirabolantes. Apesar de sua conta ser privada, o maquiador tem milhares de seguidores e por conta de tanto frisson virou até tema de exposição! Em novembro do ano passado, a mostra “The Instagram Art of Mathu Andersen” aconteceu na World of Wonder Storefront Gallery e foi um sucesso.

Eu fico completamente admirada com as transformações que o Mathu consegue fazer porque parece que ele suga todas as possibilidades que a moda e a beleza oferecem e brinca de viver cada dia como um personagem diferente. É tudo tão bem executado e pensado nos mínimos detalhes, que a imagem final carrega atrás de si muito mais do que “apenas uma maquiagem” ou “apenas uma roupa”. Ela conta uma história que faz a gente acreditar num ser fantástico cheio de cores e roupas absurdas, e que vive em um mundo surreal e maravilhoso.

Aqui em cima tem uma entrevista maravilhosa que o RuPaul fez com o Mathu em que ele conta como funciona seu processo criativo, o porquê da mudança para Los Angeles e o que ele acha de seu sucesso na internet. Uma inspiração sem fim pra todo nós.

E ah, Mathu Andersen foi recentemente indicado ao Emmy Awards 2015 pela maquiagem que fez em RuPaul no terceiro episódio da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race. Tô torcendo demais pra que ele ganhe!

Bisous, bisous

A hora do sim

Foram 11 anos de namoro entre a minha irmã e o Murilo. 11 anos de uma história que eu vi em parte diariamente, na época em que eu ainda morava em Leme e eu e minha irmã dividíamos o mesmo teto (aliás, não só o mesmo teto, mas também o mesmo quarto, que agora perdeu sua última moradora) e outra parte esporadicamente, nos feriados ou finais de semana em que eu ia visitar minha família.

11 anos. 132 meses. 4015 dias.

Agora para pra pensar quanta história cabe em todo esse tempo.

Acho que exatamente por ter acompanhado tantos dias, tantos momentos e tantas histórias dos dois, que esse casamento foi muito importante pra mim.

Foi uma honra ter sido chamada pra madrinha, é claro. E confesso, foi muito emocionante também. Nunca fui madrinha na vida e fui bem saltitante mandar fazer o vestido (do jeito, tom e detalhes exatos que eu queria), organizar o chá de panela, planejar o cabelo, ajudar na escolha dos docinhos (essa parte foi bem boa mesmo) e todas as coisas que desde o começo do ano foram acontecendo e saltando na agendinha de “tarefas da madrinha”. Mas acho que ainda mais importante do que ter sido chamada pra ocupar um lugar na igreja mais perto dos dois, foi ver uma história de 11 anos, que eu acompanhei toda de pertinho, ter um novo começo.

Olha, não quero entrar em méritos sobre religião nesse post. Até mesmo porque eu tenho umas opiniões bem contundentes sobre o assunto, já que acredito que o casamento independe da festa, da cerimônia religiosa, do papel passado ou não, do que os outros pensam. Tem a ver só com esse momento em que a gente tem certeza de que é isso. É essa pessoa mesmo que vai ficar do nosso lado sorrindo junto, segurando as pontas juntos, criando um gato ou cachorro, dividindo sonhos, torcendo e fazendo parte da nossa felicidade. Por tanto tempo quanto a vida permitir.

Casamento pra mim sempre significou isso. E ver duas pessoas que eu tanto gosto e que são tão importantes pra mim chegando nesse momento da vida em que as duas pensam “é isso”, é extraordinário. E meio mágico também.

As fotos aqui desse post são, portanto, uma maneira de lembrar e re-comemorar esse momento tão bonito, para a Fer e para o Murilo, é claro, mas também pra quem entende quanta beleza existe por trás dessas fotos.

A maioria das imagens é um apanhado de fotos de facebook de amigos e da minha máquina (que o Diego que bateu), mas as de rosto foram batidas pela talentosíssima – responsável pelo cabelo e maquiagem meu e da minha irmã – Juliana Balduino. Além de maquiadora, a Ju dá cursos de maquiagem e tem um canal maravilhoso no youtube que vale a pena conferir. Segue o link. Vale também falar que meu vestido foi feito pelo Ricardo Miller, que foi um anjo e ouviu atentamente todas as instruções (e chatices) que eu queria nele. Fiquei meio enfofada que algumas pessoas me disseram que eu tava parecendo a Elsa do Frozen <3

E um último parabéns e abraço (virtual também valé, né?) para os noivos. Obrigada mesmo por ter deixado eu também fazer parte dessa história.

Bisous, bisous

As divas e as transformações do RuPaul’s Drag Race

RuPaul’s Drag Race, – ou minha descoberta televisiva de 2013 – é um programa que começou lá em 2009 e já caminha para sua sexta temporada. O formato dele é bem conhecido de todo mundo, aliás, se você já assistiu The America’s Next Top Model, vai achar que as semelhanças aqui são grandes. E até certo ponto elas são mesmo: o reality show funciona como uma competição onde, programa a programa, a competidora que for pior no desafio do dia sai eliminada. No final, apenas uma é a grande vencedora, levando para casa as premiações oferecidas e a grande nomeação da competição.

Até aí, nada de surpreendente.

O que muda tudo em RuPaul’s Drag Race é que no lugar das modelos longilíneas e que buscam seu lugar ao sol nas passarelas e editorias mundo a fora, entram drags fabulosas e divertidíssimas, que na sua maioria tem histórias de vidas sofridas por terem se assumido gays ainda muito cedo e enfrentado um mundo repleto de preconceito.

Eu quis falar sobre RuPaul’s Drag Race aqui por diversos motivos. Primeiro que assistindo o programa, que é hilário e por si só já valeria muito a pena acompanhar, você acaba aprendendo muito sobre algumas diferenças gigantescas sobre transgeneridade. O mundo das drags, em particular, apesar de ser levado com leveza e diversão durante o programa, é muito discutido e especulado.

Enquanto a gente acompanha o programa, a gente vai catando que drag é uma profissão, um personagem de fato. É até engraçado o quanto as competidoras deixam claro a todo momento que ninguém ali quer ser uma mulher. Como drag, na verdade, elas prestam uma homenagem às mulheres, a concepção de feminilidade e a grandes divas que elas admiram. Muitas fazem ou fizeram teatro, tem uma pegada cômica super aparente e encarnam mesmo uma nova pessoa quando maquiadas, em cima de um salto e com roupas femininas. Quando chegam em casa e se desmontam, voltam a ser o mesmo garoto de sempre.

Algumas competidoras chegaram a comentar diversas vezes durante o programa que quando se assumiram como gays o mundo ao seu redor pareceu desabar. As famílias não as aceitavam, na escola riam delas, o mundo parecia apontar um dedo na cara de cada uma. Como drags elas descobriram um lugar onde tudo era mais colorido e glamouroso. Foi tipo o que fez elas se encontrarem no mundo.

No dia a dia elas (e uso do feminino aqui é porque no programa elas assumem somente seu nome de drag, então a gente fica no hábito de tratar todo mundo como “ela”) são garotos tão normais como the boy next door. Como Nina Flowers, – que deve ser a competidora mais amada até hoje de todas as temporadas e é minhas musa eterna – que é um cara todo tatuado, que adora preto e que assume até uma pose meio bad boy, mas que quando vira drag se torna a personagem mais “loca” (quem acompanha o programa vai me entender) e mais incrível de todas as temporadas. Aqui vai uma fotinho com o antes da make e o depois dela pra vocês entenderem do que eu tô falando.

O próprio RuPaul, apresentador do programa, tem uma história muito incrível. Vou confessar que eu não o conhecia antes de assistir o reality, mas é notório – e senhor Google tá aí pra comprovar – que o RuPaul é um cara de muita história e muito sucesso nos EUA. Ele “apareceu” para o mundo na década de 90 e desde então conseguiu fazer uma carreira de sucesso como drag, cantora, atriz e modelo. Ela foi, inclusive, a primeira garota propaganda da linha Viva Glam da MAC!

E por falar em maquiagem, chegamos em outro ponto do RuPaul’s Drag Race que eu queria falar.

Se você tem qualquer dúvida que uma maquiagem pode transformar uma pessoa, então, por favor, assiste esse programa pra gente mudar logo essa sua opinião haha. É claro que como drags as participantes são muito mais do que maquiagem: existe um trabalho enorme de figurino, de interpretação, apresentação e até de “incrementos” (algumas usam enchimentos para poderem formar curvas nos vestidos, mas tem aquelas que nem precisam desses truquezinhos). Mas que a maquiagem é um dos principais “acessórios” de uma drag isso não há como negar. A transformação é assombrosa. E é bacana perceber que drag não precisa ser necessariamente sinônimo de maquiagem ultra mega forte. A Nina Flowers, por exemplo tem esse estilão pesado de tudo, mas a Tyra Sanchez, competidora da segunda temporada, e mesmo o RuPaul, vire e mexe aparecem com uma maquiagem mais discreta. A gente sabe que tem quilos de pó ali, mas é um visual menos forte, mais delicado.

O que eu mais adoro no programa é ver essas transformações das participantes bem ali diante dos nossos olhos. Desde as roupas que, em várias das provas, são elas mesmas que costuram, até a maquiagem, a imagem muito bem bolada, a voz e os trejeitos que mudam. E ainda que o programa tenha essa pegada meio kitsch, tudo é feito com uma leveza que surpreende. Não existem estereótipos, não existe essa ideia geral tão limitante entre gêneros.

Pra quem ficou curioso e com vontade de assistir o programa, tem até a 5ª temporada completa no Netflix, e lá nos EUA ele é transmitido pelo canal Logo. E ah, se alguém aqui já assistiu, conta nos comentários o que acha da competição :)

Ps: esse links espalhados pelo texto abrem uma janelinha com a foto sobre o assunto aqui no post mesmo. Pra fechar é só clicar fora da janela. Fácil, prático e sem aquela coisa chata de ser redirecionado pra outra página só pra ver uma imagem \o/

Bisosu, bisous