Os cinco de novembro

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Com a Gabi, nos 15 anos da Laris

A festa de 15 anos da minha prima rolou em novembro, e além de ter todas as tradições das festas de 15 anos, teve algumas supresas bem divertidas – tô super curiosa pelo álbum de fotos!

Eu sei que parece o maior papo de velha dizer isso, mas é muito doido ver ela completar 15 anos. Especialmente porque eu não moro mais em Leme, então não a vejo sempre, e quando vejo rola aquele choque enorme de perceber o quanto ela cresceu.

E claro que aí, nessas de pensar em transformações e crescimentos, eu já caio em mil loucuras na minha cabeça. Fico aqui lembrando de todas as mudanças que vi minha família passar nesses quase sete anos (!!!) desde que me mudei pra Bauru. E já rolou tanta água por baixo dessa ponte, que enquanto estava lá no aniversário dela só conseguia pensar em como as coisas sempre acabaram se ajeitando no final das contas, e em como continuamos fortes e juntos, ainda que seguindo por caminhos diferentes.

Ps: a foto daqui de cima é com a Gabi, – amiga desde quando eu tava aprendendo a escrever, – porque ainda que ela não seja da família de sangue, é da família do coração.

Laçoes e Lições, da Graphic MSP

Eu fiquei empolgada demais com minhas leituras nesse final de ano e li quatro livros da Grapich MSP, aquele projeto super bacana do Maurício de Souza em que ele convidou alguns autores a fazerem releituras dos seus personagens da Turma da Mônica.

Na foto estão Laços e Lições, livro lindos dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, mas além deles eu li também Astronauta Magnetar e Astronauta Singularidade, ambos do Danilo Beyruth, e que são histórias super tocantes e inteligentes. Já falei um pouquinho sobre cada uma delas no último post do blog, mas precisava deixar registrado aqui esses livros lindos que estiveram comigo em novembro.

Inesperadamente lindo :)

Esses dias, voltando de carro de Leme, Diego fez um caminho diferente e passamos por esse lugar. Eu não sei direito onde ele é e nem como chegamos lá, mas sei que eu achei ele uma lindeza. O bom de fazer road trips assim é que a gente pode ser surpreendidos por paisagens absolutamente lindas em lugares absolutamente inesperados, o que só faz aumentar minha vontade – e meus planos – de viajar muito em 2016.

Dos pratos lindos que eu quero fazer em 2016

O tanto de comidas e bebidas gordas que aparecem no meu instagram e no meu snapchat (@little_blog) não tão escritas no mapa, então achei que era mais do que merecido que pelo menos uma delas aparecesse nesse micro resumo de novembro. Essa daqui é de um lugar chamado Top Açaí daqui de Bauru e é nada mais nada menos do que um crepe maravilhosos, de creme de avelã com morangos e chantily! Quero muito aprender a reproduzir pratos lindos e deliciosos assim aqui em casa . Vai entrar na listinha de 2016.

Nas quartas de final do campeonato masculino

Apesar de ser um desastre pra jogar vôlei, eu gosto muito de assistir campeonatos pela TV. E, mês passado, troquei um pouco o cenário em que costumo ver esses jogos por uma quadra de areia ao vivo e a cores.

O jogo foi aqui em Bauru mesmo, nas quadras de areia que foram construídas na Getúlio Vargas (e que há algum tempo eram abertas pra quem quisesse ir lá jogar uma partida no final da tarde com os amigos). A disputa fazia parte do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Open, principal divisão do vôlei de praia aqui no Brasil, tanto nas categorias feminino quanto masculino.

Eu fui assistir as quartas de final do masculino, e queria muito ter ido nas finais do masc. e fem., mas quando eu cheguei lá as arquibancadas já tavam mega lotadas. Aparentemente não sou só eu que gosto de assistir vôlei por aqui haha.

E o mês de novembro de vocês, como que foi?

Bisous, bisous

O que eu andei lendo nos últimos tempos

http://www.idealbookshelf.com/

Eu sei que faz um tempo que eu não falo das minhas leituras por aqui, mas acontece que essa época de final de ano me animou a ler bastante, e eu mergulhei em histórias tão legais e inteligentes que esqueci de todo o resto.

Com esse saldo de leituras totalmente maravilhoso nas mãos, eu não podia deixar de fazer um compilado aqui no blog falando um pouquinho sobre cada uma delas. Nada técnico, claro. Aliás, as minhas resenhas aqui (tô pensando seriamente em deixar de usar essa palavra) nunca seguem nenhuma regrinha não. Eu falo só sobre o que quero, o que me toca, me inspira e coisas que eu acho interessantes a respeito da obra.

Mas ó, se alguém quiser saber alguma informação sobre esses livros que eu não coloquei aqui no post, é só deixar nos comentários que eu vou ajudar no que souber. E se alguém aí quiser indicar mais leituras legais pra esse final de ano, tô super aberta a listinhas. (:

 

Todo mundo conhece a história de Peter Pan, o menino que não queria crescer, e da Terra do Nunca, lugar habitado por garotos perdidos, fadas e o temível Capitão Gancho.

Eu já assisti vários filmes com versões diferentes dessa história, mas sentia que faltava o principal: ler a obra original e entender o verdadeiro relato que deu origem a tudo isso. Por esse motivo que pirei quando ganhei essa edição maravilhosa da Zahar – ilustrada e comentada! – de Dia dos Namorados do Di. Todos os livros dessa coleção são de cair o queixo (inclusive os de bolso), e isso me deixou ainda mais empolgada, já que essa leitura é muito clássica e edições completas assim tendem a te fazer mergulhar ainda mais fundo na narrativa.

Dito e feito: J. M. Barrie se inspirou em pessoas, lugares e acontecimentos da sua vida para criar uma história de fantasia cheia de lições e ensinamentos importantes. Ninguém possui apenas uma faceta, ninguém é apenas bom ou apenas mau (coisa bastante recorrente em textos infantis) e foi só aqui no livro que eu percebi como alguns personagens, como os pais de Wendy e a próprio Sininho, são muito mais complexos e importantes pra narrativa do que parecem.

Vale ler especialmente nessa edição, que ambienta as condições e motivos que levaram à criação dessa história, e discute à fundo várias passagens maravilhosas do livro.

 

Um dos livros que li no ano passado foi “Bidu – Caminhos”, uma das HQ’s do selo Graphic MSP. Pra quem não conhece, esse é um projeto feito pelo Maurício de Souza em que ele cedeu seus personagens da Turma da Mônica para outros ilustradores brasileiros, deixando que eles criassem suas próprias releituras e histórias da turma da Rua do Limoeiro.

Bidu me conquistou tanto, mas tanto, que resolvi pedir emprestado para o Diego Dias (aka @pretobrasico no instagram) os outros livros da série. Comecei por “Laços” e fiquei muito surpresa com os traços do Vitor e da Lu Cafaggi. O trabalho da Lu eu conhecia um pouquinho por ter visto algumas ilustrações que ela fez pro livro da Bruna Vieira, o Quando Tudo Começou, mas do trabalho do Vitor eu realmente não conhecia nada. Foi uma surpresa muito boa ver o quanto eles deram vida aos personagens de uma maneira completamente original, sem interferência alguma dos quadrinhos do Maurício. Não é só no aspecto físico, mas também no tipo de história (que é fofa, mas muito adulta e sábia) que a gente vê o quanto isso fica evidente.

Nesse livro aqui, aliás, a trama gira em torno do desaparecimento do Floquinho e do plano que Cebolinha, Cascão, Mônica e Magali armam para achar o cachorrinho e trazê-lo de volta pra casa.

O livro não está entre as minhas leituras favoritas da série, mas é indiscutivelmente uma gracinha, e tô muito curiosa pra ver como isso vai ficar nas telonas, já que agora na Comic Con foi anunciado que ele vai virar filme em live-action!

 

Depois de Laços foi a vez de ler Lições, também dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi. Os traços das duas histórias são os mesmos, mas ainda que eu tenha achado Laços uma graça, Lições apertou meu peito.

Acho que o maior mérito desse livro é conseguir mostrar de maneira simples e bonita como são nos momentos mais difíceis e inesperados que aprendemos as maiores lições da vida. Tanto é que nessa HQ nós vamos acompanhando os personagens em histórias diferentes (depois de um incidente em comum) e percebendo como cada um tem seu tempo e sua maneira de aprender sobre o que fez.

É muito apaixonante e me fez ficar pensando um bocado de tempo depois que virei a última página.

 

Eu tava muito curiosa pra ler Astronauta Magnetar porque esse livro foi a primeira HQ que a Graphic MSP fez, porque ele é o preferido de muita gente e porque ele tem uma história que foi super bem criticada. E a real é que depois de ler o livro, eu achei que faz mesmo sentido todo esses holofotes que ele ganhou dentro da coleção.

As outras HQ’s do selo têm histórias bem desenvolvidas e conflitos mais crescidos do que as histórias infantis da Turma da Tômica, isso é fato. Mas ao mesmo tempo todas elas mantém um certo clima “fofo”, inclusive nos traços, que traz sempre uma moral por trás de uma história bonitinha.

Astronauta Magnetar não tem uma história bonitinha. O livro não é sutil, não tem traços sutis e não tem nada de fofo. Isso faz com que a gente se depare com um outro tipo de narrativa, que é mais triste, mais pesada, mais crua.

Chama a atenção porque é uma forma muito diferente de dar vida a um dos personagens da série, e chama a atenção porque tem uma história bem soco na boca do estômago: o astronauta fica perdido, sozinho e vendo seus dias de suprimento e sanidade se esgotarem, depois que uma peça da sua nave quebra e ele não consegue voltar para a Terra.

É um livro bem denso e eu fiquei muito maravilhada em ver como o Danbilo Beyruth conseguiu ilustrar tudo à altura, com uma atenção impressionante para os detalhes do espaço.

 

ast.

Astronauta Singularidade segue a mesma fórmula do livro anterior do personagem, mas, ainda que eu tenha achado a história aqui bem interessante, ele não teve o pra mim o mesmo efeito de Autronauta Magnetar.

É difícil fazer comparações desse tipo, eu sei, mas acho que o primeiro livro mexeu tanto comigo que eu fui ler o segundo com as expectativas lá em cima e fiquei um pouco decepcionada com o que encontrei.

Ainda assim, vale muito a pena a leitura da obra, especialmente por causa das ilustrações incríveis que ela têm. Eu diria até que mesmo que não houvessem plots inteligentes e muito bem desenvolvidos em ambos os livros, ainda assim valeria a pena olhar página por página de cada um deles e admirar as suas imagens maravilhosas.

 

Essa biografia do Steve Jobs foi publicada em 2011 e desde então eu venho alimentando essa vontade de ler o livro. Acabou que demorou quatro anos, mas finalmente eu tomei coragem pra ler as mais de seiscentas páginas que compõem essa história.

Biografias por si só não são fáceis. Pelo menos pra mim, biografias sempre exigiram mais atenção, concentração e pausas entre alguns capítulos do que outros livros em geral. É como se elas sugassem ainda mais de mim e mostrassem que entrar na vida de outra pessoa, sendo ela quem quer que seja, nunca é fácil.

Então se em geral biografias não são fáceis de serem lidas (ainda que eu tenha tido muita sorte com leituras que quase sempre valeram muito a pena), fica até meio difícil classificar uma biografia que fale de Steve Jobs. Se no lado público ele foi uma das mentes mais brilhantes dos últimos tempos, tendo revolucionado a tecnologia, o cinema e a música com suas ideias e invenções, no lado privado ele foi uma das figuras mais complexas e intrigantes sobre as quais eu já li. Alguém que por alguns momentos se mostrava de uma humildade gigantesca, com suas crenças budistas, suas meditações, seu veganismo e sua vontade de transcender, e por outro, se mostrava um escroto, abandonando a própria filha, humilhando os funcionários e sendo o rei dos narcisistas.

Jobs é alguém que tem um cérebro que eu admiro, mas que tem um coração que eu desprezo, e ler a sua biografia nesse ano foi de uma intensidade que eu nem sei botar em palavras.

 

Não é segredo pra ninguém o quanto eu gosto de Legião Urbana, então foi meio que inevitável que assim que eu ficasse sabendo desse livro, já começasse a me dar coceirinha pra comprá-lo.

A leitura dele é um pouco cansativa porque o livro não é um diário como a gente tá acostumados, com pensamentos soltos do seu escritor. A escrita aqui é muito mais organizadinha, já que os textos fazem parte do programa de reabilitação dos alcoólicos anônimos (um dos vícios do qual Renato tentava se livrar), seguindo seus doze passos e resultando em um compilado de listas (faça uma lista com situações em que você se sentiu com medo, por exemplo), melhoras do seu dia e histórias pessoais e da banda.

É um livro que eu gostei porque sabia bem do que ele falava antes de começar a leitura, mas se você não é fã da Legião ou do cantor, acho melhor nem se arriscar nas suas páginas.

E vocês, o que andaram lendo nos últimos tempos?

Bisous, bisous

Taylor Swift Book Tag

Essa tag aqui foi originalmente criada pelo canal The Book Life e é tão divertida (pra quem gosta das músicas da Taylor, claro), que se espalhou rapidinho pelos canais de literatura do youtube. Ela tá na minha “lista de tags a serem respondidas” já faz um tempo e decidi fazer isso em texto mesmo porque assim eu tenho uma desculpa pra colocar vários gifs da Taylor Swift em um mesmo post haha.

E ah, se você também achar as perguntas legais e quiser respondê-las, pode ficar a vontade! Só não esquece de creditar o canal que a criou, tá?

1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

Eu demorei um tempo pra entender essa pergunta (sou lerda, gente, desculpa), mas até onde compreendi, ela pede que você fale de algum livro ou série que teve um começo muito legal, mas que depois de um tempo só foi ficando pior e pior e pior, até você não querer mais nem olhar pra ele.

Depois de pensar um bocado, cheguei a conclusão de que eu nunca fui “traída por uma história” desse jeito. É claro que já tiveram títulos com os quais eu não concordei em alguma parte ou fiquei sem entender porque raios acontecerem certas coisas no final, mas nada que tenha me feito ficar decepcionada com a história a ponto de largá-la sem nem olhar pra trás. Nas poucas vezes em que eu abandonei um livro, o motivo tinha mais a ver com ler o tal livro na hora errada ou, no máximo, comprovar que um título que eu já não tinha muita expectativa, realmente era bem chato.

Seguindo o raciocínio desse segundo exemplo, lembrei de Crepúsculo, livro do qual eu já não esperava muito e que desde o começo da história não conseguiu me prender. Os personagens não me convenceram, a protagonista tinha zero de empatia e a história toda não fazia sentido. E melhor nem entrarmos em méritos de escrita, porque a questão aqui é bem sofrível. (Me desculpem os fãs de Crepúsculo, mas eu realmente acho o livro ruim.)

Eu ainda cheguei a ler a continuação da história, Lua Nova, mas não consegui ir além disso, o que eu acho triste pra dedéu já que eu odeio abandonar séries tanto quanto odeio abandonar livros – ou seja, muito.

2. Red – escolha um livro com a capa vermelha.

Nessa categoria, o primeiro livro que me vem à cabeça é “Glamour”, da Diana Vreeland. Eu ainda não o li, confesso, mas como ele fica em cima da cômoda do meu quarto e é inteirinho vermelho, de um tom que não tem como não chamar atenção, é impossível não lembrar dele quando se trata de um livro vermelho.

Espero lê-lo ainda esse ano e se isso realmente acontecer, podem contar com resenha aqui no blog!

3. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).

Assim como Harry Potter me lembra muito minha infância e o começo da minha juventude, Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva, foi um divisor de águas na minha adolescência.

Lembro que quando o li, ele me atingiu como um soco na boca do estômago. Foi com ele que eu tive, pela primeira vez, a dimensão do que era “viver o mundo”. Foi com ele que eu vi que eu era uma zé ninguém que não sabia absolutamente nada da vida. E não preciso nem falar que quando a gente é adolescente, descobrir um troço desses acende uma bomba atômica dentro da gente, né? A vontade é a de querer agarrar o mundo nos próximos cinco minutos de existência.

O bom é que hoje, olhando pra trás, eu acho que foi maravilhoso pra mim ter tido esse chacoalhão. Minha vida teria sido muito diferente se isso não tivesse acontecido, já que desde então, eu venho tentando viver tudo que puder pra quebrar essa bolha ao meu redor. E tenho tentado enlouquecer, criar experiências, ser feliz, amar, fazer de tudo um pouco. Porque no final das contas, é só isso que importa.

E ah, pra quem nunca escutou falar do livro, ele é autobiográfico, e foca especialmente no acidente que deixou o escritor tetraplégico.

4. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.

Talvez um dos mais clássicos romances com uma história de amor proibida – por questões óbvias – é Lolita, do Vladimir Nabokov. Sou fascinada tanto pelo livro quanto pelos filmes, o de 1962 e o de 1997. O livro mistura de uma maneira assustadora inocência com sensualidade e me fez ter uma série de reações diferentes ao longo de toda a história: do desprezo ao nojo, da dó a raiva…

5. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.

Belatriz Lestrange de Harry Potter é uma personagem horrível. Porém, horrivelmente maravilhosa. Considero ela uma das melhores vilãs que eu já vi por aí, o que só ficou ainda melhor quando Helena Bonham Carter a interpretou nos cinemas. Pra mim, a personagem dos filmes se assemelha de maneira absurda com a mulher que eu imaginava quando li os livros. Ela cria um medo abismal na gente – com um pé muito perigoso ali na loucura – e tem um magnetismo que poucos personagens “secundários” conseguiram atrair pra si.

6. Innocent (written b/c of Kanye West!) – escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!).

Juro pra vocês que fiquei um tempão pensando em algum livro que me estragaram o final, mas simplesmente não consegui lembrar de nenhum. Claro que eu já cheguei a ler muitos livros em que eu já sabia grande parte da história antes mesmo de ver a primeira página (A Culpa é das Estrelas é um dos casos mais recentes), mas mesmo nessas situações, o final sempre foi uma surpresa pra mim. E peço encarecidamente a todos que continue a ser assim.

7. Everything Has Changed – escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.

Vou ter que falar da série “Millenium” aqui, já que a personagem Lisbeth Salander tem um dos desenvolvimentos literários mais incríveis que já vi. Ao longo da história ela aprende muito – e nem sempre de maneira fácil – e se torna ainda mais madura, inteligente e preparada para administrar os muitos problemas e tretas que surgem na sua vida. A série, aliás, é maravilhosa e você lê os livros num piscar de olhos, de tão fluido e viciante que eles são.

8. You Belong With Me – um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler. 

Sei que vai soar estranho dizer que tô que nem uma doida a espera de Winds of Winter, quinto livro da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” do George R. R. Martin, tendo em vista que eu só li até A Tormenta de Espadas, terceiro livro da série. Acontece que esses livros são tão maravilhosos (vocês já repararam que eu tenho um fraco imenso por séries, né?) que eu fico meio desesperada em pensar que não são todos eles que já foram lançados (serão sete, no total). Imagina se acontece alguma coisa com o escritor (não tô jogando praga de jeito nenhum, hein!) e ele não termina de escrevê-los?  Eu tenho uma síncope!

Fico pensando em quem leu o primeiro livro da série pouco depois dele ter sido lançado, em 1996… São quase 20 anos acompanhando uma das histórias mais épicas, longas, cheias de reviravoltas e incríveis da atualidade! Se eu que ainda tenho dois livros inteirinhos e enormes aqui pra ler antes de Winds of Winter já tô agoniada para o lançamento dele, fico imaginando essas pessoas…

9. Forever and Always – escolha o seu casal literário favorito.

Eu escolhi um casal que nem de longe é um “casal melado, ai céus, eles nasceram um para o outro”. E escolhi eles exatamente por não serem assim. Acho que o que mais me encanta no romance Rony e Hermione de Harry Potter (sim, HP de novo! hihi) é que definitivamente os dois não são um casal muito provável. E o que é mais importante: eles conseguiram transformar a amizade que sentiam um pelo outro em amor, sem fazer com que outros aspectos das suas vidas perdessem importância.

E isso acontece porque J.K. sabe falar de amor (no sentido de romance) sem forçar a barra, sem extrapolar limites e sem precisar criar um casal só “porque toda história precisa de um casal”.

Ps: preciso acrescentar ainda um segundo casal nesse tópico: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy de “Orgulho e Preconceito” da Jane Austen. Socorro, que casal maravilhoso! Eu tenho uma crush eterna por Mr. Darcy e amo o fato deles também não serem um casal provável, que demora muito tempo pra se entender nem tanto por forças externas, mas especialmente pelo que sentem e pensam a respeito um do outro.

10. Come Back, Be Here – escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar.

Tenho muitos livros na minha estante que são queridos e que tenho medinho de emprestar e não voltarem mais, mas acho que “Toda Mafalda”, do Quino, é meu maior xodó nesse quesito. A Mafalda é uma das minhas personagens preferidas e esse livro é um compilado de todas as suas tirinhas, numa edição enorme, hard cover e maravilhosa. Além disso, esse foi o primeiro livro que ganhei do Diego, com direito a cartinha dele escrita na folha de rosto da edição. <3

E vocês, quais livros colocariam em cada uma das categorias acima? Se responderem a tag, deixem o link aqui nos comentários que eu vou querer ver!

Bisous, bisous

Os cinco de abril 2015

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Muitas leituras de moda!

Aos poucos tô colocando minhas leituras de moda em dia, e olha que não é pouca coisa não! Além dessas revistas que comprei na viagem (mostrei um pouquinho mais delas nesse vídeo aqui de comprinhas, mas ainda quero falar sobre cada uma com mais detalhes), tem também a Vogue Brasil e a Elle Brasil desse mês que tão com capas deslumbrantes e com conteúdos muito bacanas.

Na foto, além das minhas leituras de domingo, estão também um vasinho de flor e um cupcake que ganhei do Diego pra acompanharem esse momento. Achei que o pacote completo combinou bastante.

Todo um amor pelo rock nacional dos anos 80

Todo um amor pelo rock nacional dos anos 80

Apesar de ter nascido nos anos 90, desde pequena eu tenho um bocadinho de amor pelos anos 80, especialmente no que diz respeito a filmes e músicas. Isso é tão verdade que mesmo hoje escutando de tudo (as coisas aqui vão de de Beatles a Jessie J!), no que diz respeito a música nacional, não tem jeito, minha paixão maior tá mesmo no rock dos anos 80.

Plebe Rude, Cazuza, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Aborto Elétrico… Tá tudo aí nesse pacote. E exatamente por isso que em abril eu fui no meu primeiro show da vida do Capital Inicial!

Apesar de não ser muito fã do trabalho atual da banda (até 2005, quando eles lançaram o CD especial Aborto Elétrico, eu ainda achava o som que eles faziam muito bom, mas de lá pra cá o rumo das músicas mudou absurdamente), eu fiquei empolgada demais com o setlist do show. Teve Veraneio Vascaína, Fátima, Geração Coca-Cola, Que País É Este, Olhos Vermelhos e muito mais. Foi muito bom escutar essas músicas que eu tanto gosto, assim, pessoalmente, e espero mesmo que o Capital volte a fazer um som mais rock (e com letras mais interessantes) e não tão “prontinho pra tocar na rádio” como tem feito atualmente. Seria muito bom ter esse tipo de música no nosso cenário atual.

Mudando um pouquinho

Mudando um pouquinho

Desde o mês passado tenho trabalhado em um horário diferente na editora e acabou que agora não tô mais tão pertinho dessa turma toda aí da foto. Mas tá tudo bem, porque a gente sempre se encontra pelos corredores e a qualquer hora dá pra marcar um café, uma pizza, um imagem e ação, um qualquer-coisa-pra-matar-a-saudade <3

Porn food

Porn food

Eu gosto de comer, simples assim. E amo experimentar pratos novos, ir em restaurantes, cafeterias, barzinhos… Posso não saber cozinhar muito bem, mas sou boa de garfo e acho mesmo prazeroso pratos que além de deliciosos são visualmente atraentes. Eu adoro um prato bem feito, caprichado (seja doce ou salgado), bastante bonito e que realmente me deixe com vontade de experimentar nem que seja uma colheradinha, sabem? O clássico porn food.

A foto daqui é de um desses dias quando depois de comer uma salada maravis de deliciosa (e também muito bonita!), eu comi de sobremesa esse crepe de chocolate, morangos e suspiro. Posso garantir que o sabor tava tão bom quanto o visual.

Muito importantes na minha infância e adolescência

Muito importantes na minha infância e adolescência

Esses dias enquanto arrumava minha estante de livros, achei essas duas lembranças tão queridas da infância e adolescência: os livros A Droga da Obediência e A Droga do Amor. Pra quem não conhece essas publicações, os dois títulos, – juntamente com Droga de Americana, Pântano de Sangue e Anjo da Morte – fazem parte de uma série chamada “Os Karas”, um sucesso nacional dos anos 90 escrito pelo Pedro Bandeira.

Antes mesmo de me apaixonar por Harry Potter, já existia essa série na minha vida. Não sei dizer ao certo se foi por causa dela que eu passei a gostar de ler (na real, eu lembro de gostar de ler desde que eu me entendo por gente), mas, com certeza, ela e a série Vaga-Lume foram as primeiras publicações que realmente me marcaram e me trasformaram nessa apaixoanada por livros que sou hoje.

E o mês de abril de vocês, como é que foi?

Bisous, bisous

A Holly Jolly Christmas | Links para toda hora (especial de Natal)

Quem me conhece sabe que Natal é minha época preferida do ano e que eu acredito de fato que durante esse tempo, quando o ano vai dando adeus e as luzinhas de Natal vão invadindo a cidade, existe sim uma magia, um espírito, – ou como você quiser chamar – que paira no ar e torna tudo mais leve, mais bonito, mais esperançoso e feliz. Ano passado fiz um texto aqui no blog falando sobre esse sentimento e sobre a importância do Natal pra mim, mas dessa vez quis fazer diferente e decidi compartilhar um monte de links, de textos a vídeos, que vi espalhados por essa internet e falam sobre a melhor data do ano!

Tem indicações de livros, de filmes, tem música natalina e até comidinhas! Só coisas lindas que me fazem ficar ainda mais animada e à espera da noite de hoje.

Portanto, prepare-se pra ser arrebatada pelo espírito natalino haha e já ir entrando no clima pra festa de logo mais.

Livros de Natal

A Pâmela do Garota It fez um projeto chamado “Natal Literário” onde fez uma série de vídeos falando sobre as leituras de livros de Natal. Tem O natal de Poirot, Deixe a Neve Cair, Um Conto de Natal e muitas outras histórias. É só clicar aqui nessa playlist pra ver todos os vídeos do projeto e se programar pra lê-los no Natal do ano que vem ou quem sabe agora nesse finzinho de ano mesmo.

Filmes de Natal

A Carol Guido do GWS fez uma seleção maravilhosa de cinco filmes que tem o Natal como parte do seu enredo ou são clássicos dessa época do ano. Eu preciso confessar que não assisti todos dessa lista, como O Grinch (pois é, shame on me), mas que tô me programando pra resolver esse problema agora entre o Natal e o Ano Novo. Vocês já assistiram todos?

Comidinhas de Natal

Lá no canal do “Tastemade Brasil”, a Isadora ensinou a fazer o peru que aparece no filme “Milagre na Rua 34” (que no filme é feito para o Dia de Ação de Graças, mas né, a gente adapta ao jeitinho brasileiro) e eu fiquei com MUITA água na boca vendo esse vídeo. Além disso, a Danielle Noce do “I Could Kill For Desert” ensinou uma receita de verrine natalina que além de rápida, parece ser fácil de fazer, muito deliciosa e que pode muito bem ocupar o lugar de sobremesa preferida pelos próximos natais.

Músicas de Natal

No comecinho do mês a Fifth Harmony liberou o clipe de “All I Want For Christmas is You”, música clássica da Mariah Carey, mas que foi regravada pelas meninas para o álbum de Natal da Epic Records, o “I’ll Be Home For Christmas”. Eu tenho escutado mais a banda de uns tempos pra cá e tenho que confessar que tô gostando e achando divertido ter mais uma girl band na minha setlist.

Melhor música desse Natal, vai pra essa regravação feita pelo One Direction, Jimmy Fallon e The Roots pra “Santa Claus Is Coming To Town”. Eles cantam, tocam, se divertem e nos divertem com essa versão que ficou uma graça. Desde ontem, já escutei umas centenas de vezes haha.

E, por último, algumas recomendações de músicas que não foram lançadas ou regravadas neste Natal, mas que pra mim são clássicas da época e que valem a pena serem escutadas hoje, antes da hora da Ceia.

Bisous, bisous e Feliz Natal!!