TAG: 50 perguntas sobre Harry Potter

Quando se trata de Harry Potter eu sempre terei 12 anos, estarei esperando minha carta de Hogwarts chegar e direi aos quatro cantos, sem vergonha alguma, que essa série mudou minha vida. Porque essa é a mais pura verdade.

Para mim e para grande parte das pessoas da minha geração, Harry Potter foi muito importante. Foi algo que nos uniu, algo que fez muitos de nós passarem a se interessar por literatura e algo que nos mostrou como histórias, – mesmo as de fantasia, mesmo as que falam sobre bruxos e bruxas – podem nos ensinar tanto e com tanta intensidade sobre a vida real.

E é por cauda disso tudo e porque na semana passada Harry Potter e a Pedra Filosofal completou 20 anos de lançamento (!) que eu quis responder essa tag aqui, com 50 perguntas sobre HP. Achei ela em vários blogs diferentes, então não sei quem de fato a criou, mas se por acaso você aí for o responsável ou souber quem foi, deixa nos comentários que eu atualizo o post. Combinado?

Ps: contém spoilers :p

TAG: 50 perguntas sobre Harry Potter

1. O melhor livro

Essas é das perguntas mais cruéis que alguém poderia fazer a uma fã de HP, mas eu não poderia deixar de responder “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”.

2. Personagem favorito

Hermione. Hoje e sempre.

3. Cena preferida de Harry Potter e a Pedra Filosofal

Existem várias cenas que eu amo, mas acho que a a minha preferida é a da primeira vez que Harry vai ao Beco Diagonal. Aquele momento em que Hagrid precisa dar as batidinhas certas nos tijolos para a passagem se abrir, e de repente Harry se vê naquele lugar, me emocionam toda vez que leio o livro.

4. Local preferido

Hogwarts, sem dúvida alguma.

5. Se você fosse um animago, em qual animal se transformaria?

Uma gata preta.

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6. Melhor vilão

A gente só descobre mesmo que ele não é um vilão no último livro, então até lá Snape me assustava mais até do que o próprio Voldemort, especialmente por ser um personagem tão complexo e que estava presente diariamente na vida do Harry. Um medo mais “real”, digamos assim.

7. Cena preferida de HP e a Câmara Secreta

O momento em que Harry entra no diário de Tom Riddle e descobre  que foi Hagrid que abriu a Câmara Secreta pela primeira vez (informação que mais tarde a gente vai saber que é mentira, mas que me deixou com o coração na boca a primeira vez que li).

8. O melhor filme

Harry Potter e o Cálice de Fogo.

9. Qual personagem que morreu, e você queria que tivesse sobrevivido?

Snape

10. Quem você prefere: Harry, Ron ou Hermione?

Hermione <3

11. Cena preferida de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Essa é uma pergunta bastante complicada porque eu sou apaixonada por esse livro/filme. Amo todas as cenas que envolvem o Mapa do Maroto, Sirius Black e o Vira-tempo que Hermione usa durante esse ano letivo, mas acho que a mais bela de todas para mim ainda é a de Harry conjurando pela primeira vez seu patrono. É uma cena linda, poderosa, que me deixe meio hipnotizada toda vez que assisto.

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12. Qual livro mais te emocionou?

Harry Potter e o Cálice de Fogo

13. O final de qual personagem você mudaria e como seria?

De cara pensei em responder Sirius Black nessa pergunta, mas pensando um pouquinho melhor, percebi que por mais que eu tenha sofrido horrores com a morte do personagem, ela era necessária para a história naquele momento e para o desenrolar dos fatos em seguida. Pensando assim, acho que pouparia Remo Lupin, outro personagem que eu amo de paixão e que se continuasse vivo poderia servir como uma figura paterna para o Harry. Além disso, isso significaria também fazer com que o pequeno Ted Lupin não ficasse órfão, já que sua mãe (e esposa de Remo) morreu junto com seu pai.

14. Qual posição você jogaria no Quadribol?

Artilheira.

15. Qual personagem que sobreviveu, mas você gostaria que tivesse morrido?

Morrer é uma palavra muito forte, né? O eu queria mesmo era alguma punição pesada para o Lucio Malfoy. Ele é um personagem muito desprezível e teve um final bastante ok, coisa que até hoje eu não entendo direito.

16. Cena preferida de HP e o Cálice de Fogo

Tanto no livro quanto no filme eu amo todas as cenas que envolvem o Torneio Tribuxo, mas acho que a morte de Cedrico Diggory foi uma das mais chocantes de toda a série pra mim. É ali que o tom da história muda, é ali que qualquer partezinha mais cômica e divertida de HP é posta completamente de lado e o enredo se torna cada vez mais sombrio.

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17. Qual filme mais te emocionou?

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II

18. Jogador preferido de Quadribol

Antes de tudo queria dizer que eu amo o Harry e amo quadribol, então espero que vocês não me matem por contar que eu achava que Harry tinha sempre uma sorte descomunal em relação a pegar o pomo de ouro. Acho que por isso sempre gostei mais dos gêmeos Weasley nesse esporte…

19. Qual livro você leu mais vezes?

Harry Potter e a Pedra Filosofal

20. Qual casa Hogwarts você pertenceria?

Grifinória

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21. Cena Preferida de HP e a Ordem da Fênix

Não é a preferida porque é a que mais gosto, mas é a preferida porque é a de maior intensidade e tristeza: a morte de Sirius Black. Eu acho bonita a cena desde o começo, quando a Ordem da Fênix chega para salvar parte da Armada de Dubledore, culminando com a morte de Sirius. E preciso fazer uma menção especial aqui pra dizer que todas as cenas desse filme em que Helena Bonham Carter aparece como Bellatrix Lestrange são apenas sensacionais.

 22. Qual é o seu professor preferido?

Minerva Mcgonagall

23. Que destino você daria a Draco Malfoy?

Pra ser sincera, eu acho que eu não mudaria em nada o fim de Draco na história. Eu gostei da forma como os acontecimentos se desenrolaram e achei bem interessante J. K. fazer questão de mostrar Draco e seu filho anos depois no epílogo da série.

24. Qual filme você assistiu mais vezes?

Harry Potter e a Pedra Filosofal

25. Personagem que poderia não existir que não faria falta nenhuma

A Sibila Trelawney, professora de Adivinhação. Acho até que ela precisaria existir porque isso faz diferença pra história, mas isso não me impede de achá-la uma personagem bem mais ou menos.

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26. Personagem que só aparece nos livros, mas você gostaria de ter visto nos filmes

Vou roubar um pouquinho aqui e responder dois personagens. O primeiro é Carlinhos, o filho da família Weasley que estuda dragões na Romênia, e o segundo é a elfa Winky, que vivia bêbada em Hogwarts e que nem sequer é citada nos filmes – mesmo sendo um dos principais motivos que levou Hermione a criar o Fundo de Apoio à Libertação dos Elfos.

27. Personagem que é exatamente nos filmes como você imaginou nos livros

Dobby

28. Cena preferida de HP e o Enigma do Príncipe

A cena em que Snape mata Dumbledore é uma das mais marcantes de toda a série pra mim. O momento em que Alvo olha pra Snape e diz “Please, Severus” assume um significado tão diferente, tão maior quando entendemos a história dos dois mais adiante, que eu me emociono toda vez que lembro dessa fala.

29. Matéria preferida ensinada em Hogwarts

Defesa Contra as Artes das Trevas

30. Se pudesse possuir uma das Relíquias da Morte, qual seria?

A Capa da Invisibilidade

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31. Qual forma teria seu patrono?

Águia

32. Intérprete favorito

O mestre Alan Rickman

33. Melhor adaptação

Eu acho todos os livros de HP muito bem adaptados para o cinema, mas Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban é o melhor pra mim, especialmente pela forma como os dementadores foram retratados no filme.

34. Cena preferida de HP e as Relíquias da Morte – parte 1

É uma cena meio bobinha, mas que no livro eu sempre achei muito divertida e que no filme ficou ainda mais engraçada: a transformação de sete membros da Ordem da Fênix em Harry, numa tentativa de confundir os comensais da morte sobre qual seria o verdadeiro garoto.

35. Time de Quadribol preferido

Confesso que não conheço muito dos times de Quadribol… Mas se valer,  nos jogos de Hogwarts eu sempre torcia pra Grifinória :p

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36. Qual lembrança você usaria para produzir um patrono?

As lembranças das minhas viagens e a felicidade de conhecer tantos lugares, culturas e pessoas diferentes.

37. Se você pudesse escolher um feitiço, apenas um, para usar sempre que quisesse, qual seria?

Desaparatar! Seria a maneira mais rápida e econômica de conhecer todos os lugares do mundo que tenho vontade.

38. Criatura mágica preferida

Hipogrifo

39. Qual das criaturas que Hagrid teve, mais te dá medo?

Aragogue

40. Cena preferida de HP e as Relíquias da Morte – parte 2

Como é o último da saga, esse filme acaba sendo bastante denso e tendo várias cenas significativas, que além de importantes pra história, foram muito emocionantes. Mas, acho que de fato a que mais me tocou foi a de Harry vendo as memórias de Snape na penseira. O momento em que descobrimos a verdade por trás de tudo o que Snape fez é muito forte e muda (pelo menos em mim mudou) grande parte das coisas que acreditávamos como certas na série. É nesse momento também que uma das falas mais bonitas do filme é mostrada, quando Dumbledore, se referindo a mãe de Harry, pergunta para Snape “After all this time?” e ele responde “Always” <3

41. Se você tomasse a poção polissuco, em qual personagem da saga você gostaria de se transformar?

Alvo Dumbledore, para poder ter acesso a todos os documentos e lugares escondidos de Hogwarts.

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42. Sua loja preferida em Hogsmeade

Se estivermos falando só de lojas eu com certeza fico com a Dedosdemel, mas se for pra pensar em todos os estabelecimentos de Hogsmeade, ainda prefiro o Três Vassouras.

43. Qual dos marotos é o seu preferido?

Eu amo Sirius (acho que já deu pra perceber), mas dentro da história dos marotos, tenho um sentimento muito especial pelo Lupin

44. Personagem que, para você, faz toda a diferença na história

Snape

45. Melhor apanhador: Harry Potter ou Vítor Krum?

Harry Potter

46. Personagem que você não gostaria de ser

Peter Pettigrew

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47. Se Harry Potter não tivesse participado do Torneio Tribuxo, para quem você torceria?

Cedrico Diggory

48. Qual dos comensais da morte é seu preferido?

Bellatrix Lestrange, uma das personagens mais doidas e complexas de toda a série.

49. O Profeta Diário ou O Pasquim?

O Pasquim

50. Qual seria a continuação que você daria a Harry Potter?

Nenhuma! Eu ainda não li Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (e espero mesmo que quando ler, goste bastante), mas acho muito bonita, muito certa a maneira como a série terminou. Apesar de amar a história e sentir muita saudade dela, acho que tá tudo bem ela ter chegado ao seu fim dessa forma.

E é isso. Beijos, beijos e fiquem à vontade pra responder a tag também :)

Wishlist literária

Fazia um tempo que eu não falava das minhas wishlists por aqui, e como junho tá sendo um mês em que vários livros tem me chamado atenção e me deixado com vontade de lê-los em breve, achei que nada mais justo do que falar um pouquinho sobre cada um deles. Então, vamos lá.

Wishlist literária

 

  • Quinze Dias – Vitor Martins

Acompanho o canal do Vitor Martins já faz algum tempo, e por algum motivo que nem eu sei explicar bem o porquê, sinto que vou me identificar muito com esse livro que ele escreveu e que acabou de ser lançado pela Globo Alt.

Eu gosto muito da forma como o Vitor pensa e se expressa, com o tipo de literatura que ele consome e recomenda, e com tudo o que ele faz lá no seu canal. E ainda que escrever um livro não se compare em nada com tudo isso que eu falei, eu acredito que ele é o tipo de pessoa que não tá escrevendo apenas por escrever, mas que tá de fato entregando um trabalho em que investiu tempo, dedicação e uma boa dose de criatividade, sabem? Como eu disse, não sei explicar bem porque acredito tanto nisso, mas o que com certeza sei dizer é que a sinopse da história é bem gracinha e que a capa do livro desenhada pelo próprio Vitor é tão linda que me deixou com ainda mais vontade de ler essa história.

  • Sobre a escrita – Stephen King

No momento estou lendo um outro livro do King, “It – A Coisa”, e acabei parando pra pesquisar um pouco sobre a vida do autor e algumas de suas obras. O fato é que desde então eu não consigo não me surpreender com a quantidade absurda de livros que ele escreveu, especialmente porque grande parte deles tem ótimas críticas, geraram outros vários produtos como filmes e séries e, em alguns casos, chegaram até a se tornar o que chamamos de “clássicos”. Ou seja, um autor que, gostando ou não do tipo de literatura que produz, precisamos aceitar que tem sim algo de especial.

Foi assim que “Sobre a escrita” acabou parando na minha wishlist. O livro é uma mistura de biografia do Stephen King com a importância que a escrita adquiriu na sua vida, e por mais que alguns amigos já tenham me dito que o livro tem lá suas partes egocêntricas, eu continuo muito, muito curiosa sobre o que vou encontrar nele. Não espero nenhuma fórmula pronta de “como sentar a bunda na cadeira e escrever” (até porque isso é meio autoexplicativo), mas espero entender pelo menos um pouco dessa motivação pela escrita fascinante que o King tem.

  • Ninguém vira adulto de verdade – Sarah Andersen

Eu sou fã confessa das tirinhas da Sarah Andersen e desde que folheei esse livro na livraria, não consegui mais desgrudar da cabeça esse pensamento de que preciso sentar, passar um café e ler esses quadrinhos de cabo a rabo.

A Sarah fala (e ilustra) de maneira muito divertida temas pertinentes e reais dessa chamada ~vida adulta~, e a gente fica com aquele sentimento de achar que todas as tirinhas delas foram feitas especialmente pra gente, porque é tudo muito igualzinho a nossa vida, aos nossos dramas, as nossas incertezas. Alguém que entende – muito bem – que crescer não é nem um pouco fácil.

  • As águas vivas não sabem de si – Aline Valek

Já faz um bom tempo que acompanho o trabalho da Aline Valek aqui nesse mundo mágico da internet, tanto em textos soltos que ela escreve por aí, quanto no Bobagens Imperdíveis, uma newsletter linda que ela criou faz três anos e que, agora em 2017, se transformou numa zine que chega todo mês aqui em casa.

Eu adoro a escrita da Aline, além dos assuntos nada convencionais que ela pensa e transporta pro papel, e desde que descobri “As águas vivas não sabem de si”, livro que ela lançou já tem um tempinho, fiquei com vontade de trazer mais esse trabalho dela aqui pra casa. A história do livro é, – como não poderia deixar de ser um trabalho da Aline – maravilhosamente fora da caixinha, apostando em um tipo de ficção que quase não tem espaço aqui no Brasil e que merece muito ser valorizada. Tô doida pra ler!

  • Tetralogia Napolitana

Tá, vou ser sincera. Eu sei bem pouco sobre a sinopse que ronda esses quatro livros da Elena Ferrante. Pra ser ainda mais sincera, eu diria que não sei nada sobre essa história. E, sim, mesmo assim quero ler esses livros, por um motivo muito simples: eu vejo as pessoas lerem Elena Ferrante e se apaixonarem perdidamente pela escrita da autora.

Sabe quando você vê seus amigos – ou mesmo pessoas que você acompanha de longe pela internet – falando com tanta paixão dessas histórias que te dá vontade de fazer parte daquilo?  Quando você vê uma série fazendo sucesso, mas não daquele jeito histérico e às vezes até meio enfadonho, mas de um jeito bonito, de um jeito envolvente, de um jeito que faz você saber que você vai se apaixonar por aquilo também?

Elena Ferrante é assim pra mim, mesmo que a gente não se conheça ainda. Mesmo que eu não saiba quase nada sobre seus livros ou mesmo sobre ela. Só me resta torcer pra que nossos caminhos se cruzem logo.

Beijos e boa noite

Os cinco de novembro

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Com a Gabi, nos 15 anos da Laris

A festa de 15 anos da minha prima rolou em novembro, e além de ter todas as tradições das festas de 15 anos, teve algumas supresas bem divertidas – tô super curiosa pelo álbum de fotos!

Eu sei que parece o maior papo de velha dizer isso, mas é muito doido ver ela completar 15 anos. Especialmente porque eu não moro mais em Leme, então não a vejo sempre, e quando vejo rola aquele choque enorme de perceber o quanto ela cresceu.

E claro que aí, nessas de pensar em transformações e crescimentos, eu já caio em mil loucuras na minha cabeça. Fico aqui lembrando de todas as mudanças que vi minha família passar nesses quase sete anos (!!!) desde que me mudei pra Bauru. E já rolou tanta água por baixo dessa ponte, que enquanto estava lá no aniversário dela só conseguia pensar em como as coisas sempre acabaram se ajeitando no final das contas, e em como continuamos fortes e juntos, ainda que seguindo por caminhos diferentes.

Ps: a foto daqui de cima é com a Gabi, – amiga desde quando eu tava aprendendo a escrever, – porque ainda que ela não seja da família de sangue, é da família do coração.

Laçoes e Lições, da Graphic MSP

Eu fiquei empolgada demais com minhas leituras nesse final de ano e li quatro livros da Grapich MSP, aquele projeto super bacana do Maurício de Souza em que ele convidou alguns autores a fazerem releituras dos seus personagens da Turma da Mônica.

Na foto estão Laços e Lições, livro lindos dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, mas além deles eu li também Astronauta Magnetar e Astronauta Singularidade, ambos do Danilo Beyruth, e que são histórias super tocantes e inteligentes. Já falei um pouquinho sobre cada uma delas no último post do blog, mas precisava deixar registrado aqui esses livros lindos que estiveram comigo em novembro.

Inesperadamente lindo :)

Esses dias, voltando de carro de Leme, Diego fez um caminho diferente e passamos por esse lugar. Eu não sei direito onde ele é e nem como chegamos lá, mas sei que eu achei ele uma lindeza. O bom de fazer road trips assim é que a gente pode ser surpreendidos por paisagens absolutamente lindas em lugares absolutamente inesperados, o que só faz aumentar minha vontade – e meus planos – de viajar muito em 2016.

Dos pratos lindos que eu quero fazer em 2016

O tanto de comidas e bebidas gordas que aparecem no meu instagram e no meu snapchat (@little_blog) não tão escritas no mapa, então achei que era mais do que merecido que pelo menos uma delas aparecesse nesse micro resumo de novembro. Essa daqui é de um lugar chamado Top Açaí daqui de Bauru e é nada mais nada menos do que um crepe maravilhosos, de creme de avelã com morangos e chantily! Quero muito aprender a reproduzir pratos lindos e deliciosos assim aqui em casa . Vai entrar na listinha de 2016.

Nas quartas de final do campeonato masculino

Apesar de ser um desastre pra jogar vôlei, eu gosto muito de assistir campeonatos pela TV. E, mês passado, troquei um pouco o cenário em que costumo ver esses jogos por uma quadra de areia ao vivo e a cores.

O jogo foi aqui em Bauru mesmo, nas quadras de areia que foram construídas na Getúlio Vargas (e que há algum tempo eram abertas pra quem quisesse ir lá jogar uma partida no final da tarde com os amigos). A disputa fazia parte do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Open, principal divisão do vôlei de praia aqui no Brasil, tanto nas categorias feminino quanto masculino.

Eu fui assistir as quartas de final do masculino, e queria muito ter ido nas finais do masc. e fem., mas quando eu cheguei lá as arquibancadas já tavam mega lotadas. Aparentemente não sou só eu que gosto de assistir vôlei por aqui haha.

E o mês de novembro de vocês, como que foi?

Bisous, bisous

O que eu andei lendo nos últimos tempos

http://www.idealbookshelf.com/

Eu sei que faz um tempo que eu não falo das minhas leituras por aqui, mas acontece que essa época de final de ano me animou a ler bastante, e eu mergulhei em histórias tão legais e inteligentes que esqueci de todo o resto.

Com esse saldo de leituras totalmente maravilhoso nas mãos, eu não podia deixar de fazer um compilado aqui no blog falando um pouquinho sobre cada uma delas. Nada técnico, claro. Aliás, as minhas resenhas aqui (tô pensando seriamente em deixar de usar essa palavra) nunca seguem nenhuma regrinha não. Eu falo só sobre o que quero, o que me toca, me inspira e coisas que eu acho interessantes a respeito da obra.

Mas ó, se alguém quiser saber alguma informação sobre esses livros que eu não coloquei aqui no post, é só deixar nos comentários que eu vou ajudar no que souber. E se alguém aí quiser indicar mais leituras legais pra esse final de ano, tô super aberta a listinhas. (:

 

Todo mundo conhece a história de Peter Pan, o menino que não queria crescer, e da Terra do Nunca, lugar habitado por garotos perdidos, fadas e o temível Capitão Gancho.

Eu já assisti vários filmes com versões diferentes dessa história, mas sentia que faltava o principal: ler a obra original e entender o verdadeiro relato que deu origem a tudo isso. Por esse motivo que pirei quando ganhei essa edição maravilhosa da Zahar – ilustrada e comentada! – de Dia dos Namorados do Di. Todos os livros dessa coleção são de cair o queixo (inclusive os de bolso), e isso me deixou ainda mais empolgada, já que essa leitura é muito clássica e edições completas assim tendem a te fazer mergulhar ainda mais fundo na narrativa.

Dito e feito: J. M. Barrie se inspirou em pessoas, lugares e acontecimentos da sua vida para criar uma história de fantasia cheia de lições e ensinamentos importantes. Ninguém possui apenas uma faceta, ninguém é apenas bom ou apenas mau (coisa bastante recorrente em textos infantis) e foi só aqui no livro que eu percebi como alguns personagens, como os pais de Wendy e a próprio Sininho, são muito mais complexos e importantes pra narrativa do que parecem.

Vale ler especialmente nessa edição, que ambienta as condições e motivos que levaram à criação dessa história, e discute à fundo várias passagens maravilhosas do livro.

 

Um dos livros que li no ano passado foi “Bidu – Caminhos”, uma das HQ’s do selo Graphic MSP. Pra quem não conhece, esse é um projeto feito pelo Maurício de Souza em que ele cedeu seus personagens da Turma da Mônica para outros ilustradores brasileiros, deixando que eles criassem suas próprias releituras e histórias da turma da Rua do Limoeiro.

Bidu me conquistou tanto, mas tanto, que resolvi pedir emprestado para o Diego Dias (aka @pretobrasico no instagram) os outros livros da série. Comecei por “Laços” e fiquei muito surpresa com os traços do Vitor e da Lu Cafaggi. O trabalho da Lu eu conhecia um pouquinho por ter visto algumas ilustrações que ela fez pro livro da Bruna Vieira, o Quando Tudo Começou, mas do trabalho do Vitor eu realmente não conhecia nada. Foi uma surpresa muito boa ver o quanto eles deram vida aos personagens de uma maneira completamente original, sem interferência alguma dos quadrinhos do Maurício. Não é só no aspecto físico, mas também no tipo de história (que é fofa, mas muito adulta e sábia) que a gente vê o quanto isso fica evidente.

Nesse livro aqui, aliás, a trama gira em torno do desaparecimento do Floquinho e do plano que Cebolinha, Cascão, Mônica e Magali armam para achar o cachorrinho e trazê-lo de volta pra casa.

O livro não está entre as minhas leituras favoritas da série, mas é indiscutivelmente uma gracinha, e tô muito curiosa pra ver como isso vai ficar nas telonas, já que agora na Comic Con foi anunciado que ele vai virar filme em live-action!

 

Depois de Laços foi a vez de ler Lições, também dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi. Os traços das duas histórias são os mesmos, mas ainda que eu tenha achado Laços uma graça, Lições apertou meu peito.

Acho que o maior mérito desse livro é conseguir mostrar de maneira simples e bonita como são nos momentos mais difíceis e inesperados que aprendemos as maiores lições da vida. Tanto é que nessa HQ nós vamos acompanhando os personagens em histórias diferentes (depois de um incidente em comum) e percebendo como cada um tem seu tempo e sua maneira de aprender sobre o que fez.

É muito apaixonante e me fez ficar pensando um bocado de tempo depois que virei a última página.

 

Eu tava muito curiosa pra ler Astronauta Magnetar porque esse livro foi a primeira HQ que a Graphic MSP fez, porque ele é o preferido de muita gente e porque ele tem uma história que foi super bem criticada. E a real é que depois de ler o livro, eu achei que faz mesmo sentido todo esses holofotes que ele ganhou dentro da coleção.

As outras HQ’s do selo têm histórias bem desenvolvidas e conflitos mais crescidos do que as histórias infantis da Turma da Tômica, isso é fato. Mas ao mesmo tempo todas elas mantém um certo clima “fofo”, inclusive nos traços, que traz sempre uma moral por trás de uma história bonitinha.

Astronauta Magnetar não tem uma história bonitinha. O livro não é sutil, não tem traços sutis e não tem nada de fofo. Isso faz com que a gente se depare com um outro tipo de narrativa, que é mais triste, mais pesada, mais crua.

Chama a atenção porque é uma forma muito diferente de dar vida a um dos personagens da série, e chama a atenção porque tem uma história bem soco na boca do estômago: o astronauta fica perdido, sozinho e vendo seus dias de suprimento e sanidade se esgotarem, depois que uma peça da sua nave quebra e ele não consegue voltar para a Terra.

É um livro bem denso e eu fiquei muito maravilhada em ver como o Danbilo Beyruth conseguiu ilustrar tudo à altura, com uma atenção impressionante para os detalhes do espaço.

 

ast.

Astronauta Singularidade segue a mesma fórmula do livro anterior do personagem, mas, ainda que eu tenha achado a história aqui bem interessante, ele não teve o pra mim o mesmo efeito de Autronauta Magnetar.

É difícil fazer comparações desse tipo, eu sei, mas acho que o primeiro livro mexeu tanto comigo que eu fui ler o segundo com as expectativas lá em cima e fiquei um pouco decepcionada com o que encontrei.

Ainda assim, vale muito a pena a leitura da obra, especialmente por causa das ilustrações incríveis que ela têm. Eu diria até que mesmo que não houvessem plots inteligentes e muito bem desenvolvidos em ambos os livros, ainda assim valeria a pena olhar página por página de cada um deles e admirar as suas imagens maravilhosas.

 

Essa biografia do Steve Jobs foi publicada em 2011 e desde então eu venho alimentando essa vontade de ler o livro. Acabou que demorou quatro anos, mas finalmente eu tomei coragem pra ler as mais de seiscentas páginas que compõem essa história.

Biografias por si só não são fáceis. Pelo menos pra mim, biografias sempre exigiram mais atenção, concentração e pausas entre alguns capítulos do que outros livros em geral. É como se elas sugassem ainda mais de mim e mostrassem que entrar na vida de outra pessoa, sendo ela quem quer que seja, nunca é fácil.

Então se em geral biografias não são fáceis de serem lidas (ainda que eu tenha tido muita sorte com leituras que quase sempre valeram muito a pena), fica até meio difícil classificar uma biografia que fale de Steve Jobs. Se no lado público ele foi uma das mentes mais brilhantes dos últimos tempos, tendo revolucionado a tecnologia, o cinema e a música com suas ideias e invenções, no lado privado ele foi uma das figuras mais complexas e intrigantes sobre as quais eu já li. Alguém que por alguns momentos se mostrava de uma humildade gigantesca, com suas crenças budistas, suas meditações, seu veganismo e sua vontade de transcender, e por outro, se mostrava um escroto, abandonando a própria filha, humilhando os funcionários e sendo o rei dos narcisistas.

Jobs é alguém que tem um cérebro que eu admiro, mas que tem um coração que eu desprezo, e ler a sua biografia nesse ano foi de uma intensidade que eu nem sei botar em palavras.

 

Não é segredo pra ninguém o quanto eu gosto de Legião Urbana, então foi meio que inevitável que assim que eu ficasse sabendo desse livro, já começasse a me dar coceirinha pra comprá-lo.

A leitura dele é um pouco cansativa porque o livro não é um diário como a gente tá acostumados, com pensamentos soltos do seu escritor. A escrita aqui é muito mais organizadinha, já que os textos fazem parte do programa de reabilitação dos alcoólicos anônimos (um dos vícios do qual Renato tentava se livrar), seguindo seus doze passos e resultando em um compilado de listas (faça uma lista com situações em que você se sentiu com medo, por exemplo), melhoras do seu dia e histórias pessoais e da banda.

É um livro que eu gostei porque sabia bem do que ele falava antes de começar a leitura, mas se você não é fã da Legião ou do cantor, acho melhor nem se arriscar nas suas páginas.

E vocês, o que andaram lendo nos últimos tempos?

Bisous, bisous

Taylor Swift Book Tag

Essa tag aqui foi originalmente criada pelo canal The Book Life e é tão divertida (pra quem gosta das músicas da Taylor, claro), que se espalhou rapidinho pelos canais de literatura do youtube. Ela tá na minha “lista de tags a serem respondidas” já faz um tempo e decidi fazer isso em texto mesmo porque assim eu tenho uma desculpa pra colocar vários gifs da Taylor Swift em um mesmo post haha.

E ah, se você também achar as perguntas legais e quiser respondê-las, pode ficar a vontade! Só não esquece de creditar o canal que a criou, tá?

1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

Eu demorei um tempo pra entender essa pergunta (sou lerda, gente, desculpa), mas até onde compreendi, ela pede que você fale de algum livro ou série que teve um começo muito legal, mas que depois de um tempo só foi ficando pior e pior e pior, até você não querer mais nem olhar pra ele.

Depois de pensar um bocado, cheguei a conclusão de que eu nunca fui “traída por uma história” desse jeito. É claro que já tiveram títulos com os quais eu não concordei em alguma parte ou fiquei sem entender porque raios acontecerem certas coisas no final, mas nada que tenha me feito ficar decepcionada com a história a ponto de largá-la sem nem olhar pra trás. Nas poucas vezes em que eu abandonei um livro, o motivo tinha mais a ver com ler o tal livro na hora errada ou, no máximo, comprovar que um título que eu já não tinha muita expectativa, realmente era bem chato.

Seguindo o raciocínio desse segundo exemplo, lembrei de Crepúsculo, livro do qual eu já não esperava muito e que desde o começo da história não conseguiu me prender. Os personagens não me convenceram, a protagonista tinha zero de empatia e a história toda não fazia sentido. E melhor nem entrarmos em méritos de escrita, porque a questão aqui é bem sofrível. (Me desculpem os fãs de Crepúsculo, mas eu realmente acho o livro ruim.)

Eu ainda cheguei a ler a continuação da história, Lua Nova, mas não consegui ir além disso, o que eu acho triste pra dedéu já que eu odeio abandonar séries tanto quanto odeio abandonar livros – ou seja, muito.

2. Red – escolha um livro com a capa vermelha.

Nessa categoria, o primeiro livro que me vem à cabeça é “Glamour”, da Diana Vreeland. Eu ainda não o li, confesso, mas como ele fica em cima da cômoda do meu quarto e é inteirinho vermelho, de um tom que não tem como não chamar atenção, é impossível não lembrar dele quando se trata de um livro vermelho.

Espero lê-lo ainda esse ano e se isso realmente acontecer, podem contar com resenha aqui no blog!

3. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).

Assim como Harry Potter me lembra muito minha infância e o começo da minha juventude, Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva, foi um divisor de águas na minha adolescência.

Lembro que quando o li, ele me atingiu como um soco na boca do estômago. Foi com ele que eu tive, pela primeira vez, a dimensão do que era “viver o mundo”. Foi com ele que eu vi que eu era uma zé ninguém que não sabia absolutamente nada da vida. E não preciso nem falar que quando a gente é adolescente, descobrir um troço desses acende uma bomba atômica dentro da gente, né? A vontade é a de querer agarrar o mundo nos próximos cinco minutos de existência.

O bom é que hoje, olhando pra trás, eu acho que foi maravilhoso pra mim ter tido esse chacoalhão. Minha vida teria sido muito diferente se isso não tivesse acontecido, já que desde então, eu venho tentando viver tudo que puder pra quebrar essa bolha ao meu redor. E tenho tentado enlouquecer, criar experiências, ser feliz, amar, fazer de tudo um pouco. Porque no final das contas, é só isso que importa.

E ah, pra quem nunca escutou falar do livro, ele é autobiográfico, e foca especialmente no acidente que deixou o escritor tetraplégico.

4. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.

Talvez um dos mais clássicos romances com uma história de amor proibida – por questões óbvias – é Lolita, do Vladimir Nabokov. Sou fascinada tanto pelo livro quanto pelos filmes, o de 1962 e o de 1997. O livro mistura de uma maneira assustadora inocência com sensualidade e me fez ter uma série de reações diferentes ao longo de toda a história: do desprezo ao nojo, da dó a raiva…

5. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.

Belatriz Lestrange de Harry Potter é uma personagem horrível. Porém, horrivelmente maravilhosa. Considero ela uma das melhores vilãs que eu já vi por aí, o que só ficou ainda melhor quando Helena Bonham Carter a interpretou nos cinemas. Pra mim, a personagem dos filmes se assemelha de maneira absurda com a mulher que eu imaginava quando li os livros. Ela cria um medo abismal na gente – com um pé muito perigoso ali na loucura – e tem um magnetismo que poucos personagens “secundários” conseguiram atrair pra si.

6. Innocent (written b/c of Kanye West!) – escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!).

Juro pra vocês que fiquei um tempão pensando em algum livro que me estragaram o final, mas simplesmente não consegui lembrar de nenhum. Claro que eu já cheguei a ler muitos livros em que eu já sabia grande parte da história antes mesmo de ver a primeira página (A Culpa é das Estrelas é um dos casos mais recentes), mas mesmo nessas situações, o final sempre foi uma surpresa pra mim. E peço encarecidamente a todos que continue a ser assim.

7. Everything Has Changed – escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.

Vou ter que falar da série “Millenium” aqui, já que a personagem Lisbeth Salander tem um dos desenvolvimentos literários mais incríveis que já vi. Ao longo da história ela aprende muito – e nem sempre de maneira fácil – e se torna ainda mais madura, inteligente e preparada para administrar os muitos problemas e tretas que surgem na sua vida. A série, aliás, é maravilhosa e você lê os livros num piscar de olhos, de tão fluido e viciante que eles são.

8. You Belong With Me – um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler. 

Sei que vai soar estranho dizer que tô que nem uma doida a espera de Winds of Winter, quinto livro da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” do George R. R. Martin, tendo em vista que eu só li até A Tormenta de Espadas, terceiro livro da série. Acontece que esses livros são tão maravilhosos (vocês já repararam que eu tenho um fraco imenso por séries, né?) que eu fico meio desesperada em pensar que não são todos eles que já foram lançados (serão sete, no total). Imagina se acontece alguma coisa com o escritor (não tô jogando praga de jeito nenhum, hein!) e ele não termina de escrevê-los?  Eu tenho uma síncope!

Fico pensando em quem leu o primeiro livro da série pouco depois dele ter sido lançado, em 1996… São quase 20 anos acompanhando uma das histórias mais épicas, longas, cheias de reviravoltas e incríveis da atualidade! Se eu que ainda tenho dois livros inteirinhos e enormes aqui pra ler antes de Winds of Winter já tô agoniada para o lançamento dele, fico imaginando essas pessoas…

9. Forever and Always – escolha o seu casal literário favorito.

Eu escolhi um casal que nem de longe é um “casal melado, ai céus, eles nasceram um para o outro”. E escolhi eles exatamente por não serem assim. Acho que o que mais me encanta no romance Rony e Hermione de Harry Potter (sim, HP de novo! hihi) é que definitivamente os dois não são um casal muito provável. E o que é mais importante: eles conseguiram transformar a amizade que sentiam um pelo outro em amor, sem fazer com que outros aspectos das suas vidas perdessem importância.

E isso acontece porque J.K. sabe falar de amor (no sentido de romance) sem forçar a barra, sem extrapolar limites e sem precisar criar um casal só “porque toda história precisa de um casal”.

Ps: preciso acrescentar ainda um segundo casal nesse tópico: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy de “Orgulho e Preconceito” da Jane Austen. Socorro, que casal maravilhoso! Eu tenho uma crush eterna por Mr. Darcy e amo o fato deles também não serem um casal provável, que demora muito tempo pra se entender nem tanto por forças externas, mas especialmente pelo que sentem e pensam a respeito um do outro.

10. Come Back, Be Here – escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar.

Tenho muitos livros na minha estante que são queridos e que tenho medinho de emprestar e não voltarem mais, mas acho que “Toda Mafalda”, do Quino, é meu maior xodó nesse quesito. A Mafalda é uma das minhas personagens preferidas e esse livro é um compilado de todas as suas tirinhas, numa edição enorme, hard cover e maravilhosa. Além disso, esse foi o primeiro livro que ganhei do Diego, com direito a cartinha dele escrita na folha de rosto da edição. <3

E vocês, quais livros colocariam em cada uma das categorias acima? Se responderem a tag, deixem o link aqui nos comentários que eu vou querer ver!

Bisous, bisous