Os cinco de maio 2015

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Something pink

Fiz umas fotos no instagram brincando com as cores do meu quarto (devo postar mais algumas imagens dessa “série” esse mês) e gostei bastante dessa, onde tem um punhadinho de coisas rosas inspiradoras que sempre ficam à minha vista. A cor não é minha preferida (apesar de gostar muito de alguns tons específicos), mas todas essas coisas aqui de cima são bastante importantes pra mim e fazem parte da minha história. Desde esse livro maravilhoso e gigantesco que é o “100 anos de moda”, até o meu perfume preferido de todos os tempos, o Chloé Eau de Parfum.

Pra quem quiser ver as inspirações em vermelho, é só clicar nesse link.

Comemorando os seis anos de namoro

Em maio, eu e Di completamos seis anos de namoro (fiz um post contando sobre a nossa história – de amor, música e amizade – bem aqui) e, dentre as nossas comemorações, rolou um jantarzinho no Grão 3, um restaurante daqui de Bauru que já fazia algum tempo que eu queria visitar.

Não é segredo pra ninguém que eu amo provar novos pratos e amo ir em restaurantes diferentes sempre que posso. É de verdade uma das coisas que mais gosto de fazer, e tenho até duas listas lá no listography onde coloco algumas impressões sobre restaurantes e cafeterias que já fui. Elas tão bem desatualizadas (vou colocar minha listas em ordem nessa semana), mas eu curto muito essa parte de botar no papel – ou, no caso, no listography – as impressões que tive desses lugares que fui.

O Grão 3 aqui da foto se mostrou ser uma delícia de restaurante, não só pelo atendimento (fomos atendidos por um garçom muito simpático!), mas também pelo ambiente e pela comida. O prato que escolhi foi um bombom de alcatra de angus com molho de pimenta verde e risoto de queijos, e pra acompanhar tomei champagne (junto de alguma coisa que eu não lembro mais, mas que tava muito boa hahaha). De sobremesa, pedi uma Pavlova, essa sobremesa maravilhosa aqui que tem creme, suspiro e frutas vermelhas.

Teve show do Roupa Nova em maio

85 anos ou mais. Na real, é difícil precisar minha idade verdadeira, mas o fato é que eu gosto (muito) de Roupa Nova. Eu não era nascida quando eles lançaram a maior parte das suas músicas, – praticamente todas as que foram temas de novelas da Globo nos anos 80 – mas faz alguns anos eu ganhei do meu pai o DVD em que eles comemoravam 30 anos de banda, e pronto, tava feito o estrago (do bem) na minha vida.

Eu sei que as músicas deles são as da pior espécie de água com açúcar, mas o que eu posso fazer se eu adoro cada uma delas? As minhas preferidas são Sapato Velho, A Viagem, Dona, Volta pra Mim e qualquer música que o Serginho, baterista da banda, cante.

Fui em um show deles agora em maio e adorei cada segundo. Deu pra entender como eles conseguiram essa proeza de se manterem juntos por tanto tempo. O segredo, ao que parece, é que o Roupa Nova é uma banda que dá espaço pra cada um dos seus músicos criarem e se apresentarem em cima do palco. Todos cantam e todos tocam uma infinidade de instrumentos. Da bateria ao sax, do violão a guitarra, do piano ao baixo. Todos eles parecem participar do processo criativo, do desenvolvimento e de cada pedacinho da apresentação. E se isso é uma coisa tão linda se ver, imagine então de fazer parte?!

Café, um bom livro e meias quentinhas

Agora que eu embarquei nessa nova rotina de acordar cedo e dormir seis horas todos os dias, eu ando acordando de manhãzinha mesmo nos dias em que não preciso ir trabalhar. Assim, quando fui pra Leme no mês passado, aproveitei o café bem quentinho que minha mãe faz todas as manhãs e fiquei lendo e tomando café na cama até criar coragem de levantar pra trocar de roupa. Gosto de fazer isso no meu quarto de lá porque a casa dos meus pais é mega iluminada e eu consigo aproveitar a luz natural e o sol da janela pra ficar lendo. É tão, tão bom!

Ps: vou postar a resenha de Funny Girl, o livro aqui da foto,  ainda essa semana.

Entardecer rosado

Eu amo entardeceres. Especialmente quando está frio, o céu tá azulzinho e o rosa do fim de tarde vai se desintegrando lá no horizonte até sumir completamente. Tem dias que o rosa é tão vívido que o céu fica parecendo uma pintura e essa imagem me deixa tão calma, tão perdida dentro da minha própria cabeça, que eu preciso sentar e ficar um pouquinho quieta olhando tudo isso. Eu sou apaixonada por dias assim e essa sensação é uma das coisas mais lindas que a gente pode sentir.

E o mês de maio de vocês, como é que foi?

Bisous, bisous e bom restinho de terça-feira.

Maus | Art Spiegelman

Sei que tô atrasadona nas resenhas aqui do blog (lembram que eu contei que em 2015 eu queria falar sobre todos – ou pelo menos quase todos – os livros que eu lesse?), mas tô tentando me organizar, e hoje é a vez de falar de “Maus”, do Art Spiegelman, uma das graphic novels que eu mais tinha vontade de ler por causa do sem fim de bons comentários, prêmios ganhos e leituras favoritas alheias que possui.

Fiquem mesmo a vontade pra falar nos comentários se resenhas assim são legais, se eu falei muito rápido ou devagar no vídeo, se alguma coisa ficou faltando… Enfim, fiquem a vonts! E ah, não deixem de falar também o que vocês acham desse livro (e quem ainda não leu, já adianto que eu indico super a leitura!).

Minha pontuação pra Maus (e não tinha como ser diferente) é de cinco estrelinhas.

Bisous, bisous

Resultado do sorteio: A Moda | Erika Palomino

E o(a) vencedor(a) é… Que rufem os tambores: Mayra Adalith! Parabéns, chèrie!

O sorteio foi realizado pelo random.org e a Mayra cumpriu todos os requisitos pedidos, curtindo a página do blog e preenchendo as informações da planilha.

Mayra, se você estiver lendo isso, fica de olho no seu email que ainda hoje entro em contato com você!

E quem não ganhou, não desanime, porque terão mais sorteios e concursos aqui no blog com certeza :)

Bisou, bisous e até logo mais, porque ainda hoje sobe post novo.

SORTEIO | A Moda, Erika Palomino

Ontem andando pela livraria encontrei o livro “A Moda”, um dos títulos que habitam a minha lista de leitura há um tempão. Sempre escutei críticas muito positivas sobre ele e o fato dele ter sido escrito pela Erika Palomino, uma jornalista que eu admiro muito, só contribuía ainda mais pra essa vontade.
No final das contas, acabei não só comprando o livro pra mim, como também trazendo mais um exemplar pra sortear aqui no blog! Espero que vocês se animem por essa leitura tanto quanto eu e participem do sorteio :)

Você pode se inscrever no sorteio do dia 02/02/2015 até o dia 01/03/2015 e precisa seguir duas regrinhas:

1. Curtir a página do blog no facebook >> https://www.facebook.com/littleblogfashion
2. Ter endereço de entrega no Brasil e preencher todas as informações da ficha abaixo.

Só vale se inscrever uma vez e o resultado do sorteio vai ser publicado aqui no blog no dia 02/03/2015. Eu vou avisar o vencedor por email também e a pessoa vai ter um prazo de 72 horas pra me responder. Passado esse tempo, se a pessoa não me contatar, eu irei fazer um novo sorteio.

“A Moda” faz parte de uma coleção chamada Folha Explica e como consta no próprio site da editora

 

…apresenta o universo da alta-costura, do prêt-à-porter ao streetwear, explicando o funcionamento das engrenagens do Planeta Fashion – Paris, Milão, Londres e Nova York. O livro analisa a cadeia têxtil e o ponto de partida das tendências, além de esclarecer os principais conceitos e correntes no estudo da moda. A obra inclui um histórico sobre a moda brasileira e serve como paradidático para os cursos de Moda. 

 

Não deixem de participar!

Bisous, bisous

Não Sou Uma Dessas | Lena Dunham

Uma das coisas que eu queria ter feito em 2014 era resenhar todos os livros que eu lesse no ano, mas acabou que eu não cheguei nem perto disso. Só que como eu sou brasileira e não desisto nunca, 2015 tá aí pra eu tentar de novo e dessa vez conseguir haha.

Pra deixar mais legal e dinâmico esses pitacos sobre livros, decidi intercalar vídeos e textos sobre as minhas leituras. E em qualquer um dos dois formatos que eu fizer, no post aqui do blog eu vou colocar fotos dos livro, alguns dos meus trechos preferidos e também uma “notinha” de avaliação da leitura – sempre variando de 0 a cinco estrelinhas.

Pra estrear esse formatinho então, gravei um vídeo sobre o “Não Sou Uma Dessas”, livro da Lena Dunham. Aproveitei que tinha acabado de terminá-lo e tava com tudo bem fresco na cabeça pra falar dele em vídeo, mas logo eu volto aqui e resenho em texto o “O Oceano no Fim do Caminho”, livro que eu li antes desse e foi o meu primeiro do ano.

Tomara que vocês gostem!

Ps: como eu sou uma pessoa bem louca, eu corrigi em texto uma coisa que eu falei certa no vídeo – a Lena é sim diretora de Girls! Relevem essa minha cabeça avoada =P


Pontuação de três estrelinhas para o “Não Sou Uma Dessas”!

“Não há nada mais corajoso para mim do que uma pessoa anunciar que sua história merece ser contada, sobretudo se essa pessoa é uma mulher. Por mais que tenhamos trabalhado muito e por mais longe que tenhamos chegado, ainda existem muitas forças que conspiram para dizer às mulheres que nossas preocuoações são fúteis, que nossas opiniões não são relevantes, que não dispomos do grau de seriedade necessário para que nossas histórias tenham importância. Que a escrita pessoal feminina não passa de vaidade e que nós mulheres deveríamos apreciar esse novo mundo para mulheres, sentar e calar a boca.
Mas eu quero contar minhas histórias e, mais do que isso, preciso fazê-lo para manter minha sanidade mental…”

“A vida é longa, as pessoas mudam, eu nunca seria tão boba a ponto de achar o contrário. Mas, de qualquer forma, nada pode ser do jeito que já foi um dia. Tudo mudou de uma forma que parece trivial e quase ofensiva quando descrevo numa conversa casual. Nunca poderei ser quem fui. Posso simplesmente observá-la com compaixão, compreensão e, em certa medida, espanto. Lá vai ela, mochila nas costas, rumo ao metrô ou ao aeroporto. Ela fez o melhor que pôde com o delineador. Ela aprendeu uma nova palavras que quer experimentar com você. Ela anda devegar. Ela está numa busca.”

“Se eu viver por tempo suficiente e tiver a chance de ler este texto quando estiver velha, talvez fique estarrecida pela minha audácia de pensar que tenho alguma ideia do que a morte significa, do que ela revela, do que é viver sabendo que ela se aproxima. Como alguém cujo maior problema de saúde foi uma infecção intestinal causada por café sabe como será o fim da vida? Como alguém que nunca perdeu um dos pais, um amante ou um melhor amigo tem alguma noção do que tudo isso signifca?
Meu pai que está muito bem para alguém com 64 anos, gosta de dizer: “Você não imagina nem por um caralho, Lena.” Ele é daqueles que vê a morte de longe (apesar de sua crença na robótica) e diz coisas como “Manda ver. A essa altura, estou curioso pra cacete.” Entendo: eu não sei de nada. Mas também espero que meu eu futuro tenha orgulho do meu eu presente por tentar entender as grandes ideias e também por tentar fazer vocês sentirem que estamos todos no mesmo barco.”

“Outra pergunta que me fazem sempre é como consigo ter “coragem” suficiente para expor meu corpo na tela. A questão, subentendida nesses casos, é definitivamente como tenho coragem suficiente para expor meu corpo imperfeito, pois duvido que a mesma pergunta fosse feita a Blake Lively. (…) Minha resposta é: não é corajoso fazer algo de que você não tem medo. Eu seria corajosa se saltasse de paraquedas. Visitasse uma colônia de leprosos. Defendesse uma causa na Suprema Corte dos Estados Unidos ou fosse a uma academia de treinamento intensivo. Fazer cenas de sexo que eu mesm dirijo, expor um pouco os meus mamilos inchados meio estranhos: essas coisas não estão na minha zona de terror.”

Bisous, bisous