Os cinco de agosto

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

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Logo no comecinho do mês, eu e a Amanda Araújo nos reunimos para o primeiro encontro do Clube de Discussão de Gilmore Girls. Acompanhadas de bolo de abacaxi e café preto, nós discutimos sobre a primeira e a segunda temporada da série, e decidimos focar essa primeira conversa nas impressões que tivemos de Lorelai, Rory e cia, já que são essas duas primeiras temporadas as responsáveis por nos reapresentarem as personagens.

É muito curioso mesmo rever Gilmore Girls tantos anos depois. São muitas coisas que nunca havíamos reparado ou que na primeira vez que vimos tínhamos enxergado de uma maneira completamente oposta, acho que especialmente por estarmos em uma fase diferente das nossas vidas. Falamos sobre tudo isso nessa nossa primeira conversa, que inclusive já ganhou post aqui no blog.

E ah, nosso segundo encontro – onde iremos falar da terceira e da quarta temporada – já é semana que vem! Então se preparem, porque agora que já “conhecemos” cada uma das personagens, vamos focar mesmo na história e no que cada uma de nós vem achando dos episódios. Tô muito, muito ansiosa por essa conversa!!

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Faz bem mais de um ano que eu comprei o box de Percy Jackson e os Olimpianos, e, desde então, venho passando vários outros livros na frente dele com a desculpa de que pra dar conta dos cinco livros, teria que fazer uma maratona das boas. Dessas de parar e fazer ‘só isso’ da vida. O problema obviamente é que eu nunca tinha tempo pra fazer algo assim, o que me fez chegar a conclusão de que com tempo ou sem tempo, eu ia ter que dar um jeito na situação se quisesse conhecer essa história.

Em agosto então comecei “O Ladrão de Raios”, primeiro livro da série, e nesse momento já estou na metade do quarto, “A Batalha do Labirinto”, provando pra mim mesma que quando uma série realmente é boa, a gente dá um jeitinho de lê-la sem enrolar muito.

Tenho gostado tanto dos livros e criado uma identificação tão forte com as personagens, que a única coisa que de fato me arrependo é não ter lido o livro ainda adolescente. Tenho certeza de que ele teria sido muito importante na minha formação literária.

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A Carol Guido é uma dessas pessoas que eu sigo nas redes sociais já faz muitos e muitos anos, e alguém que eu passei a admirar ainda mais depois que ela postou uma série de textos lá no GWS chamados de “A viagem que mudou a minha vida”. Na época cheguei a mandar uma mensagem pra ela falando o quanto aqueles textos tinham me impactado, e acho que até hoje, por mais que eu nunca tenha morado fora do país, um pouco das coisas que estavam escritas naquele post só aumentaram ainda mais esse meu amor por viagens, e por conhecer novos lugares e pessoas.

Bom, mas aonde mesmo eu queria chegar nisso tudo é que hoje em dia a Carol mora em Londres (acompanhem ela lá no snap @guidocarol pra verem várias coisas maneiras da cidade!) e no mês de agosto ela teve a brilhante ideia de mandar um postal da cidade pra todo mundo do twitter que quisesse. O resultado foi que eu e outras várias pessoas sortudas (e ligadas no twitter haha) ganhamos um cartão londrino muito gracinha, com mensagens especiais escritas pela Carol pra cada um.

O cartão é a coisa mais lindinha e agora fica guardado numa gaveta cheia de outras coisas legais e especiais pra mim :)

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Eu não sei se eu já contei isso aqui, mas desde que Pokémon Go foi lançado no Brasil eu ando irremediavelmente apaixonada pelo jogo. Durante a semana fica um pouco complicado dar continuidade a minha jornada para ser a maior treinadora Pokémon de todas os tempos (a não ser é claro que apareça um Jigglypuff perto de onde eu tô almoçando ou enquanto eu fico esperando no ponto de ônibus), mas nos finais de semana sempre tiro uma meia horinha pra ir até a praça ou o bosque ou qualquer outro lugar em que eu possa me divertir um pouco aumentando minha pokédex. E isso vale tanto pra Bauru quanto pra Leme, como bem prova a foto daqui de cima, quando fui no lago municipal caminhar e jogar um pouco também.

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Sei que eu já escrevi sobre livros aqui nesse post, mas eu precisava muito falar sobre “A vida invisível de Eurídice Gusmão” da Martha Batalha antes do colocar o último ponto final nesse texto.

Eu tô com esse projeto pessoal de ler mais autores nacionais contemporâneos, ainda que eu faça isso aos poucos, conhecendo um pouquinho aqui de um e um pouquinho ali de outro. Acho importante fazer isso. Acho importante valorizar brasileiros desta geração que escrevem bem, que têm coisas importantes pra falar, que têm histórias verdadeiras pra contar. A gente reclama tanto dos problemas do mercado editoral, como a desvalorização de autores, o valor abusivo dos livros, a falta de espaço para alguns gêneros, e aí quando podemos fazer alguma coisa mesmo pra mudar isso, como ler mais autores brasileiros atuais, acabamos não fazendo.

E esse livro aqui é a prova viva de que existem coisas muitas boas sendo produzidas no país. “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” é um livro sobre mulheres que tiveram suas vidas pautadas e anuladas em função de outras pessoas, de valores sociais distorcidos e de um monte de convenções opressoras. E ainda que ele se passe na Rio de Janeiro dos anos 40, ele continua ainda assim muito atual e importante. Portanto só posso dizer o seguinte:  façam esse favor a vocês mesmos e leiam esse livro :)

Bisous, bisous e bom final de semana!

Os cinco de novembro

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Com a Gabi, nos 15 anos da Laris

A festa de 15 anos da minha prima rolou em novembro, e além de ter todas as tradições das festas de 15 anos, teve algumas supresas bem divertidas – tô super curiosa pelo álbum de fotos!

Eu sei que parece o maior papo de velha dizer isso, mas é muito doido ver ela completar 15 anos. Especialmente porque eu não moro mais em Leme, então não a vejo sempre, e quando vejo rola aquele choque enorme de perceber o quanto ela cresceu.

E claro que aí, nessas de pensar em transformações e crescimentos, eu já caio em mil loucuras na minha cabeça. Fico aqui lembrando de todas as mudanças que vi minha família passar nesses quase sete anos (!!!) desde que me mudei pra Bauru. E já rolou tanta água por baixo dessa ponte, que enquanto estava lá no aniversário dela só conseguia pensar em como as coisas sempre acabaram se ajeitando no final das contas, e em como continuamos fortes e juntos, ainda que seguindo por caminhos diferentes.

Ps: a foto daqui de cima é com a Gabi, – amiga desde quando eu tava aprendendo a escrever, – porque ainda que ela não seja da família de sangue, é da família do coração.

Laçoes e Lições, da Graphic MSP

Eu fiquei empolgada demais com minhas leituras nesse final de ano e li quatro livros da Grapich MSP, aquele projeto super bacana do Maurício de Souza em que ele convidou alguns autores a fazerem releituras dos seus personagens da Turma da Mônica.

Na foto estão Laços e Lições, livro lindos dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, mas além deles eu li também Astronauta Magnetar e Astronauta Singularidade, ambos do Danilo Beyruth, e que são histórias super tocantes e inteligentes. Já falei um pouquinho sobre cada uma delas no último post do blog, mas precisava deixar registrado aqui esses livros lindos que estiveram comigo em novembro.

Inesperadamente lindo :)

Esses dias, voltando de carro de Leme, Diego fez um caminho diferente e passamos por esse lugar. Eu não sei direito onde ele é e nem como chegamos lá, mas sei que eu achei ele uma lindeza. O bom de fazer road trips assim é que a gente pode ser surpreendidos por paisagens absolutamente lindas em lugares absolutamente inesperados, o que só faz aumentar minha vontade – e meus planos – de viajar muito em 2016.

Dos pratos lindos que eu quero fazer em 2016

O tanto de comidas e bebidas gordas que aparecem no meu instagram e no meu snapchat (@little_blog) não tão escritas no mapa, então achei que era mais do que merecido que pelo menos uma delas aparecesse nesse micro resumo de novembro. Essa daqui é de um lugar chamado Top Açaí daqui de Bauru e é nada mais nada menos do que um crepe maravilhosos, de creme de avelã com morangos e chantily! Quero muito aprender a reproduzir pratos lindos e deliciosos assim aqui em casa . Vai entrar na listinha de 2016.

Nas quartas de final do campeonato masculino

Apesar de ser um desastre pra jogar vôlei, eu gosto muito de assistir campeonatos pela TV. E, mês passado, troquei um pouco o cenário em que costumo ver esses jogos por uma quadra de areia ao vivo e a cores.

O jogo foi aqui em Bauru mesmo, nas quadras de areia que foram construídas na Getúlio Vargas (e que há algum tempo eram abertas pra quem quisesse ir lá jogar uma partida no final da tarde com os amigos). A disputa fazia parte do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Open, principal divisão do vôlei de praia aqui no Brasil, tanto nas categorias feminino quanto masculino.

Eu fui assistir as quartas de final do masculino, e queria muito ter ido nas finais do masc. e fem., mas quando eu cheguei lá as arquibancadas já tavam mega lotadas. Aparentemente não sou só eu que gosto de assistir vôlei por aqui haha.

E o mês de novembro de vocês, como que foi?

Bisous, bisous

Os cinco de agosto 2015

* Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Eu não sou o tipo de garota que costuma reclamar das coisas, mas assim como aconteceu com muita gente, o bichinho do “agosto mês do cão” me pegou. Tiveram coisas bem pesadas rolando durante esses 31 dias; todas acompanhadas de muito choro e stress, me deixando bastante desesperada em alguns momentos. Por fim, tudo se ajeitou (e não é que foi mesmo da melhor maneira possível?)  e setembro começou muito mais calmo e cheio de expectativas.

Mas, apesar dos pesares, agosto até teve seus momentos bons – alguns incríveis, pra ser sincera – e como eu não gosto de deixar essas coisas passarem em branco, resolvi colocar uma partezinha deles aqui embaixo pra vocês verem (:

Em agosto, em uma das rápidas visitas que a Natalia Dian fez aqui em Bauru, a gente conseguiu se encontrar pra tomar um café e fazer um shooting pro blog. Nosso trajeto começou na livraria, continuou na cafeteria, depois foi pra floricultura e terminou na feirinha da praça, com tudo isso sendo registrado pelas lentes da Nat.

As fotos vieram parar nesse post aqui, junto com uma entrevista que fiz com ela, mas tem mais um montão que estão no seu tumblr mostrando que delícia que foi o nosso dia. Visitem o lnk pra verem o ensaio completo e pra conferirem o trabalho incrível dessa amiga tão querida.

Maitê mora em Sorocaba, eu em Bauru, e Gabi em Leme – com um pezinho em Limeira, onde vive o seu namorado. Ou seja, é uma raridade quando calha de nós três estarmos na nossa cidade natal e conseguirmos nos encontrar. Dias assim merecem ser comemorados, e foi isso que aconteceu em agosto, quando a gente finalmente se reuniu e pôde sair pra beber, comer e conversar muito.

O melhor de tudo é que agora em setembro é aniversário de 25 anos da Gabi e depois de muitos anos passando aniversários umas longe das outras, a gente vai comemorar o dela juntinhas, com direito a muita festa, danças loucas e risadas. Mal posso esperar.

Durante os dias que fiquei em Leme, aproveitei o fato de morar pertinho do lago municipal, esse lugar pouco maravilhoso, e fui caminhar. Não sei nem colocar em palavras o quanto é inspirador caminhar em um lugar assim, bem de frente pra uma paisagem maravilhosa, muito verde, um lago lindo e um cheirinho de terra molhada.

Me dei conta de que é muito desperdício eu estar tão perto de um cantinho tão incrível assim e quase nunca ir aí. Por isso, coloquei na minha cabeça que vou dar um jeito de caminhar nesse lugar sempre que for pra casa dos meus pais, e que aqui em Bauru vou tentar achar um lugar que também me inspire e me motive a sair de casa pra andar.

Em agosto minha irmã foi pra Miami e eu aproveitei e pedi que ela comprasse pra mim alguns produtos de beauté que tava afim de experimentar fazia um tempão: a máscara Aussie 3 minutes Miracle Strong, o Eos lip balm, o primer The POREfessional da Benefit e o batom Heroine da MAC.

Não quero falar muito sobre esses produtos nesse post porque alguns deles devem entrar no meu próximo vídeo de produtos que estou amando, (e daí lá vou contar mais direitinho o que eu achei de cada um) mas posso adiantar que dar uma renovada nas minhas coisas de beleza me fez muito bem. Eu amo testar produtos novos, e me empolgo a usar mais maquiagem e a tentar umas coisas diferentes. Me dá uma chacoalhada a sair da rotina, sabem?

E ah, a revista da foto também foi comprada na viagem (na verdade minha irmã comprou ela na volta, no aeroporto), e eu fiquei mega feliz de ter essa edição maravilhosas da Vanity Fair pra ler com calma aqui em casa. Acho inspiradora a história da Caitlyn Jenner, e amei a capa e o recheio dessa revista.

A edição da número 20 da aLagarta saiu do forno com um gostinho ainda mais especial do que de costume: comemoramos 5 anos de revista! Por isso mesmo voltamos às nossas origens e, nessa edição, mergulhamos na história da menina Alice mais uma vez.

A minha coluna da nº20 e chama Mary’s Adventure in Wonderland, e conta a história da ilustradora Mary Blair, responsável pela indentidade visual de vários filmes da Disney – inclusive de Alice no País das Maravilhas. Além disso, fiquei super feliz porque minha matéria contou com fotos lindas da Carol Lancelloti, editora da publicação.

Pra mim é uma honra fazer parte desse projeto tão lindo, tão acolhedor e que me deixa livre pra criar e falar sobre assuntos diversos. Tô na lagartinha desde a sua oitava edição e só vejo ela ganhar cada vez mais força e conquistar voos cada vez mais altos.

E o mês de agosto de vocês, como que foi? Contem nos comentários!

Bisous, bisous

Os cinco de novembro

Amo passar horas e mais horas nesse lugar

Acho que quem acompanha o blog já tá careca de saber o quanto eu amo livros, mas quando vou para a casa dos meus pais e fico na beirada da piscina acompanhada de um bom romance, a leitura fica ainda mais gostosa. É uma mistura de vento batendo no rosto, com a delícia de deixar os pés naquela água geladinha e a companhia de um bom livro que deixam a tarde perfeita. Pode soar um exagero, mas eu realmente amo passar umas boras horas ali, desligada do resto do mundo e apenas aproveitando aquele momento.

Dia de beauté!

Tô numa fase muito forte de produtos de beleza, experimentando um pouquinho de tudo desse universo mágico.

Eu já contei por aqui que passei muitos anos da minha vida me privando de usar produtos de beauté. Isso porque, além de me incomodar o fato de usar óculos, eu sentia uma séria dificuldade de enxergar direito (haha) quando eu tava passando maquiagem. Dei um chega pra lá nesse medo já faz um tempo e tô vivendo uma fase de vamos testar e ser feliz. O que consequentemente tem me levado a investir em produtos de beleza mais do que o normal.

Na foto aqui de cima tem a máscara de cílios Noir Couture da Givenchy, o duo de sombras Glacee Shine da Make B., o B. B. Cream da L’óréal (que eu amo de paixão!), o batom cor 28 (não tenho certeza, gente, haha, porque uso tanto que ele até tá meio apagadinho) da Natura Aquarela e o Dahlia Noir Eau de Parfum da Givenchy. Também recomendo fortemente a base Perfection Lumière da Chanel, que já virou uma das minhas preferidas desde que experimentei.

Pretendo fazer posts sobre esses produtos – e uns outros que andei comprando – pra dar mais detalhes sobre cada um deles e também pra contar como eles têm me ajudado nesse processo de deixar a beleza entrar na minha vida. Aguardem!

Menina Paulista

Em novembro passei uns dias em São Paulo – fiz um post aqui contando dos lugares legais que eu fui – e, como de praxe, reservei um tempinho para passear na Paulista.

Olha, pode ser clichê, brega, caipira, o que for, mas não tô nem aí: a Paulista é a menina dos meus olhos, e sempre que vou pra São Paulo gosto de caminhar por lá, entrar na Livraria Cultura, dar uma bisbilhotada na Fnac, me deslumbrar pela milésima vez com a escadaria da Cásper, tomar um Mocha Branco no Starbucks… Eu amo a mistura de pessoas que passam pela Paulista, amo a imensidão da Avenida, os prédios enormes, os casarões ali por perto e todas as suas particularidades. Me faz um bem danado.

Matando a saudade

São Paulo pra mim também é sinônimo de matar a saudade da Babi.

Eu sei que a Babi meio que dispensa apresentações, afinal ela já apareceu em diversos posts por aqui, mas não sei se eu já comentei em algum momento desse blog que nós moramos em cidades diferentes (eu em Bauru e ela em São Paulo) e a gente costuma passar uns 360 dias do ano conversando por gtalk e nos outros cinco passeando juntas por lá ou por aqui. E Diego, claro, sempre nos acompanha, afinal (e acho que eu nunca contei isso aqui também), eu só conheci a Babi por causa dele. Lá em 2004 (!) os dois se conheceram pela internet, viraram amigos e em 2009 quando começamos a namorar, ele me apresentou ela.

Depois disso, Babi entrou na minha vida pra nunca mais sair <3

 

Cada uma com uma peça da coleção

Cada uma com uma peça da coleção

Já falei sobre a coleção Fashion Five da Riachuelo aqui e aqui (viram que criei coragem e gravei um vlog?!), e esse dia aí realmente foi uma delícia por causa principalmente da companhia dessas três amigas incríveis da foto. Ainda que tenha faltado mais gente querida no dia, fiquei felizona por ter reunido as três e conseguido essa imagem de recordação :)