Os cinco de maio e junho

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Maio

Os cinco de maio e junho

Comecei meu mês de maio na terra da garoa, sendo recebida de braços abertos pela Babi e seus dois roomies, Lucas e Naína, no novo apartamento dos três. Foi uma delícia conhecer o lugar, ser acolhida tão bem e ver que existe sim muito amor em São Paulo.

Além disso, junto da Babi e do Lucas, eu tive uma das tardes mais recheadas de programações culturais de toda a minha vida! Começamos indo ao Caixa Belas Artes assistir ao filme da Nise da Silveira, o “Nise – O coração da Loucura”, fizemos uma parada no Urbe pra matar a fome e de lá fomos para o Sesc Ipiranga ver a “Fora da Moda – uma exposição em construção”.

Por coincidência, nesse mesmo dia estava rolando uma performance do Fause Haten na mostra, e além de assistirmos a ela, vimos também uma apresentação de dança que…. Bem, não era de dança, deixou a gente sem entender nada do que tava acontecendo e de tão ruim que foi, fez a gente se divertir muito.

E pra encerrar um dia maravilhoso assim, apresentei oficialmente Rupaul’s Drag Race para os dois, que se viciaram de uma tal maneira que eu sinto como se tivesse cumprido com 100% de aproveitamento minha missão na cidade grande.

A volta pra Bauru não foi nada monótona porque eu tinha em minha companhia a nova Entertainment Weekly, e que como vocês podem ver pela foto daqui de cima, tinha ninguém mais ninguém menos que as meninas Gilmore na capa. Foi um parto achar essa revista, mas com a ajuda da Babi e do Lucas (sim, eles de novo hehe) consegui encontrar uma única edição na Cultura da Paulista, a qual eu me agarrei com unhas e dentes como se disso dependesse a minha vida.

E olha, valeu muito a pena, porque a matéria de capa é um presente maravilhoso para os fãs do programa! Além de adiantar algumas novidades sobre a próxima temporada, ela faz um balanço das sete seasons da série que fez meu coração ficar mais quentinho.

E ah, fica aqui registrado aqui caso vocês ainda não saibam que eu eu estou fazendo uma maratona de GG no Netflix, e que a cada duas temporadas eu e a Amanda vamos nos encontrar para tomar café e discutir tudo o que assistimos até então. Esses encontros vão virar uma série de posts aqui no blog chamados de “O Grupo de Discussão de Gilmore Girls” e o primeiro já vai ao ar na metade de agosto. Acompanhem aí porque acho que isso vai ser muito divertido!

Em maio eu e esse menino lindo da foto completamos sete anos de namoro. É muito tempo, eu sei, mas é maravilhoso de verdade perceber que quando a gente está apaixonadinha e tem uma pessoa tão incrível ao nosso lado, esse tempo enorme está longe de pesar e é apenas o começo de muitos outros dias, e meses, e anos juntos <3

Ainda dentro das comemorações dos sete anos de namoro, decidimos jantar no La Terrasse Café & Bistrô, um restaurante daqui de Bauru que fazia anos que eu não ia e que me surpreendeu demais! O cardápio tá muito maior e mais gostoso, e o lugar (que já era lindo) tá ainda mais belo, com um atendimento impecável.

Achei uma graça o clima intimista do jantar, com uma luz bem baixa em todo o bistrô e velas espalhadas pelas mesas. A noite que já tinha todos os motivos pra ser linda, – ainda que a gente não tivesse feito nada demais e apenas comemorado nossos seven years com uns beijinhos e uma comida simples em casa – ficou ainda mais gostosa, mais romântica e mais memorável por causa desse restaurante.

Em maio falei no Instagram e aqui no blog sobre o crowdfunding que tava rolando pra aLagarta, publicação na qual eu escrevo há alguns anos.

Pra quem não conhece a revista, que é online e existe desde 2010, aLagarta é uma publicação que trata de um tema novo a cada edição, com matérias, colunas, editoriais e vídeos sobre o assunto. E confesso, é sempre muito maravilhoso e recompensador ver o resultado final da revista, fruto do trabalho de muitos profissionais que fazem tudo na base da colaboração.

O crowdfunding de que falei ali em cima surgiu porque há muito tempo queríamos migrar para o impresso,(coisa que exigia um investimento alto pra ser feita), mas infelizmente não alcançou o valor necessário. Mas é aquilo né, pra (quase) tudo nessa vida se dá um jeito e como a gente é da turma do “não deixa o samba morrer, não deixa o samba acabar”, muitas novidades ainda estão por vir.

Tenham um pouquinho de paciência que logo nós voltamos com notícias, e enquanto isso vocês podem ir vendo as fotos de preview da publicação, como essa maravilhosa daqui de cima. Modéstia à parte tá tudo muito lindo!

POSTS DE MAIO

FILMES DE MAIO

  • Nise: o coração da loucura | Roberto Berliner {2015}
  • Spoorloos | George Sluizer {1988}
  • The Spectacular Now | James Ponsoldt {2013}
  • Hoje eu quero voltar sozinho | Daniel Ribeiro {2014}
  • The Den | Zachary Donohue {2014}
  • Capitão América: Guerra Civil | Anthony Russo e Joe Russo {2016}
  • Southbound | David Bruckner, Patrick Horvath e Roxanne Benjamin {2016}

LIVROS DE MAIO

  • A Escolha | Kiera Cass

Junho

Como eu contei e mostrei aqui no blog, em junho tirei férias da editora e fui com o Diego passar uns dias em Gramado, cidadezinha do Rio Grande do Sul que parece cenário de filme. A escolha do destino não poderia ter sido melhor, e os poucos porém ótimos dias que passamos lá me fizeram recarregar as energias, especialmente para enfrentar esse mês que tem sido muito turbulento.

Na hora de fazer as malas da viagem, decidi não levar a máquina fotográfica que uso no dia a dia e sim a Intax Mini 8, uma polaroid linda que é meu xodó. Haviam sobrado algumas fotos do filme que comprei pra minha festa de aniversário e fiz questão de aproveitá-los pra registrar alguns momentos em que eu e o Di visitamos lugares lindos de Gramado.

Agora existe um bolinho de fotos cheio de boas recordações em cima da minha cômoda do quarto, e eu estou pensando seriamente em fazer aquele inspiration board que tinha comentado aqui e dar um novo lar para elas.

A volta da viagem foi um pouco complicada. Meu pai, que estava esperando a data de confirmação de uma cirurgia que achávamos que ia demorar um pouco mais pra acontecer, foi chamado para a sua operação no dia da minha volta de Gramado. Por causa disso, desembarquei em Guarulhos, me despedi do Diego e fiquei direto em São Paulo pra acompanhá-lo no pós-operatório.

Eu e minha mãe ficamos alguns dias por lá, naquele entra e sai de hospital e cheiro de remédio no ar, ajudando ele na sua recuperação. Correu tudo bem nesse meio tempo e assim que ele teve alta fomos pra Leme, onde fiquei mais uns dias antes de voltar definitivamente pra Bauru.

E acontece que durante todo esse tempo, quer em São Paulo ou quer em Leme, eu estava acompanhada desse livro maravilhoso daqui de cima: Misto-Quente do Charles Bukowski. Em um período em que as coisas estavam tão estranhamente fora da rotina e que eu estava tão submersa nas coisas que aconteciam com meu pai, preferi meio que me isolar do mundo e escolher só esse livro pra me acompanhar no processo. E isso foi muito bom.

A leitura é pesada, envolvente, te atinge em cheio, e acho que calhou de aparecer em um momento da minha vida em que ainda que de forma muito diferente, eu também precisava ser uma pessoa “durona” e fria, algo que me foi de certa forma emprestado da personalidade do protagonista da história. O resultado é que agora quero ler mutos mais livros do Bukowski.

Em junho inaugurou uma nova cafeteria aqui em Bauru, a Hoss, e como vocês bem sabem do meu amor por esse tipo de lugar, é claro que eu fiz questão de ir até lá no seu primeiro dia de funcionamento. Eu amei muito o lugar, especialmente porque o cardápio deles de café não é brincadeira não e são muitas as variedades da bebida. Além disso, você pode escolher o tipo de grão e a forma como o café vai ser preparado, e eu fiquei com tanta vontade de experimentar tudo que, desde então, já voltei lá uma quantidade incalculável de vezes.

As comidas também são muito boas, e o cardápio abrange algumas refeições como massas e risotos. Os doces são uma maravilha à parte, vide essa panna cotta com calda de framboesa daqui de cima.

Pra encerrar o mês, fui ao show da Maria Gadú no SESC.

É verdade que eu não conheço muito do trabalho dela, mas existem algumas das suas canções que eu gosto tanto de cantar no repeat que achei que seria legal dar uma chance a todo o resto. E eu sei que vocês não querem saber, mas a título de curiosidade, queria contar quais são essas músicas: Dona Cila, que eu tenho vontade de chorar toda vez que escuto, Linda Rosa, que é original da Playmobille e tanto nessa versão quanto no arranjo da Maria Gadú parecem me abraçar toda vez que escuto, e Shimbalaiê, que é fofinha, gostosa de escutar, a cara da FAAC haha.

O resultado da minha noite foi que curti um show incrível, que me deixou super respeitosa de todo o trabalho que a Maria Gadú faz. É legal perceber, por exemplo, que ela tem uma relação de total parceria com os músicos da sua banda e faz questão de apresentá-los como um grupo. Até as posições no palco demonstram isso, já que ao invés de ficar na frente e deixar a banda atrás, como normalmente acontece em shows de cantores e cantoras solo, ela e os seus três músicos ficam todos juntos na boca do palco.

Além disso, seu show é muito legal mesmo pra quem não conhece tanto do seu repertório, porque é um show pra se apreciar música: ele é totalmente instrumental, é totalmente sobre sensações, sobre o momento, sobre se pegar de olhos fechados ouvindo cada palavra da letra da canção.

Parece meio esquisito falando assim, eu sei, mas podem ir por mim, vale muito a pena.

POSTS DE JUNHO

FILMES DE JUNHO

  • Enquanto você dorme | Jaume Balagueró {2011}

LIVROS DE JUNHO

  • Misto-Quente | Charles Bukowiski

E o mês de maio e junho de vocês, como foi?

Bisous, bisous

Os cinco de junho 2015

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12 de junho, também conhecido como dia dos namorados, foi o dia que Diego me deu de presente uma edição de Peter Pan que eu estava cobiçando há dias. Ela faz parte de uma coleção chamada clássicos Zahar e vocês precisam acreditar quando eu digo que essa coleção só tem livros maravilhosos! Não apenas porque eles são clássicos que influenciaram gerações e que foram importantíssimos para a história da literatura internacional ou nacional, mas também porque os títulos dessa coleção são muito caprichados. Além de alguns possuírem edições de bolso (eu tenho Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho), as edições grandes são todas em capa dura, comentadas e ilustradas. Lindas de morrer.

Como vocês podem ver pela foto, além do livro ganhei também um buquê de rosas pinks do Di. Eu gosto mais de rosas pinks do que de rosas vermelhas (acho elas ainda mais vibrantes e diferentes) e fiquei muito chocada com o tanto de tempo que elas aguentaram firmes e fortes sem murchar. E ah, pra quem não viu, nesse dia ainda rolou post aqui no blog contando sobre a história do nosso namoro.

Em junho rolou minha primeira festa junina do ano, em Leme, na casa da minha irmã. Foi uma festa com todos os amigos e amigas dela, e todo mundo levou comidinhas típicas pra comemorar. Teve quentão, pipoca, maçã do amor, bolo de fubá, cuscuz e mais um monte de delícias. E repararam nessa decoração gracinha? Achei que ficou muito, muito caprichada!

Depois de uma infinidade de meses longe uma da outra, eu e Maitê finalmente conseguimos nos reencontrar. Tomamos café juntas e aproveitamos pra colocar pelo menos uma parte das novidades em dia. A verdade é que não importa quanto tempo passe, sempre é difícil ficar longe assim dos nossos amigos. Esse negócio de distância nunca se torna fácil, a gente apenas aprende a lidar com ele na medida do possível.

Eu não sou uma pessoa muito consumista, mas nas poucas vezes em que compro roupa, eu tenho vontade de sair da loja, brechó ou qualquer lugar em que eu tenha adquirido o tal item, já com ele no corpo. Sei que é meio doido dizer isso, mas eu gosto de comprar uma roupa e já usá-la o mais rápido possível. Confesso pra vocês que dependendo da roupa (se eu comprar um vestido de festa e a festa ainda for demorar uns dias, não dá pra usar o tal vestido na rua, né?), eu boto a roupa em casa mesmo e fico um pouquinho com ela até passar esse primeiro comichão de vontade de usá-la haha. Sou doida, eu sei.

Com a blusa daqui da foto não foi diferente. Tinha comprado ela de manhã em um bazar aqui em Bauru e já tratei de usá-la à tarde mesmo. E o du jour registrado me animou também a botar em prática uma vontade de que eu tinha já há algum tempo, mas que sempre me deixava receosa: abrir uma categoria de shooting aqui no blog. Pra quem ainda não viu, o primeiro ‘ensaio’ já até aconteceu e foi em parceria com a loja Rosegal, nova parceria do blog.

Tenho conseguido ir até que bastante no cinema esse ano e um dos últimos filmes que assisti na telona foi Inside Out (“Divertida Mente” aqui no Brasil). Não acho que seja o melhor filme da Pixar, mas com certeza está entre os melhores que eles já fizeram (e arrisco dizer que tá ali no meu top cinco de filmes preferidos deles). É uma animação muito inteligente, muito bonita, muito “a Pixar sendo a Pixar”.

Minha personagem preferida é de longe a Sadness (essa da foto) e ultimamente ando meio obcecada por tudo que tenha a ver com ela. Tô até considerando a possibilidade de comprar um funko da personagem, mas dá uma tristeza quando penso que ele tá saindo por mais de oitenta reais aqui no Brasil… Nada legal ver como brinquedos custam tão caro por aqui :{

E o mês de junho de vocês, como é que foi?

Bisous, bisous

Os cinco de junho 2014

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav

Blazer vintage

Blazer vintage

Descobri um universo chamado brechós e só posso dizer que tô maravilhada!

Eu sempre curti o conceito que existe por trás desses lugares, mas de uns tempos pra cá descobri que existem por aí mais brechós bons e incríveis do que eu supunha. Se a gente procurar bem, dá sim pra encontrar brechós que realmente fazem um trabalho bacana de higienização das peças, além de tratarem cada artigo de um jeito único, reformando e/ou customizando esses itens. Pra quem curte peças vintage então, tá aí um prato cheia de inspirações! Dá pra garimpar roupas que seriam improváveis de encontrar em uma loja perto e/ou por um preço acessível.

Essa foto aqui de cima é de um blazer que comprei em um brechó assim, bom, bonito e barato haha e que além de estar num estado de conservação de dar inveja, era bem do jeitinho que eu queria. Foi amor à primeira vista. E já adianto que além dele, achei um vestido, tipo O vestido, nesse mesmo brechó. Tava tão decidida que trouxe ele pra casa mesmo ele tendo ficado enorme em mim. Não faz mal, porque eu já tenho em mente todas as partes que vou mandar tirar/reformar pra deixar ele do jeito que eu quero. Assim que o costureiro terminar, mostro ele aqui pra vocês verem como ficou :)

Brunch time!

Brunch time!

Já contei aqui que amo brunchs (na real eu amo comidas gordas haha) e esse que tem no Alameda, uma espécie de galeria daqui de Bauru, é de pirar de maravilhoso! O único problema que encontro quando vou nesses lugares é que sempre sofro porque quero comer tudo haha. Sou meio sem limites quando o assunto é comida :/

Dia de jogo do Brasil é assim na redação

Dia de jogo do Brasil é assim na redação

Sei que o jogo do Brasil ontem foi triste, muito, muito triste, mas não quero falar disso. Quero lembrar que a Copa ainda não acabou e que, aos trancos e barrancos, a gente tem se divertido horrores com ela. Ok que não vai ser dessa vez que a gente vai conquistar o hexa, mas só pela zuera que essa Copa tá sendo e pelos jogos insanos que tão rolando – eu (e a redação toda) fiquei em pânico na disputa de pênaltis da Costa Rica com a Holanda – já valeu a pena.

A foto aqui foi tirada no dia da abertura da Copa e também da estreia do Brasil e, fora a piada interna que só os fortes entenderão, já escancara a animação que uma parte da redação tava.

Olha, preciso confessar que vou sentir falta desse clima.

Pai e mãe, ouro de mina…

Esse ano, – mais até do que nos quatro últimos anos, desde quando me mudei pra Bauru – não tá fácil calhar de ter feriados em que eu pudesse ir visitar meus pais e aproveitar um tempinho maior em Leme. Por isso mesmo, como já fazia esse tempão que eu não ia pra lá, foi a vez deles me visitarem na cidade lanche. A visita na real foi bem rápida, mas, pelo menos, deu pra almoçarmos juntos e pra eu matar um pouco da saudade <3

Audrey <3

“I believe in pink. I believe that laughing is the best calorie burner. I believe in kissing, kissing a lot. I believe in being strong when everything seems to be going wrong. I believe that happy girls are the prettiest girls. I believe that tomorrow is another day and I believe in miracles.”  – Audrey Hepburn

 

Quem sabe um dia – Lauren Graham

Os 13 porquês – Jay Asher

Uma Noite Alucinante 2 – Sam Raimi (1987)

Somos Tão Jovens – Antônio Carlos da Fontoura (2013)

O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias – Cao Hamburger (2006)

Confissões de Adolescente – Cris D’amato e Daniel Filho (2014)

10 coisas que eu odeio em você {revisto} – Gil Junger (1999)

Oculus – Mike Flanagan (2014)

13 Sins – Daniel Stamm (2014)

Orange is the new black {2ª temporada}

RuPaul’s Drag Race {4ª temporada}

 RuPaul’s Drag Race {5ª temporada}