Os três jogos da vez

De vez em quando eu realmente me rendo ao universo dos jogos de videogame, passando por vários estágios de amor.

A primeira fase dessa paixão consiste em ficar completamente presa ao bendito jogo, não querendo levantar a bunda da cadeira enquanto não vejo o fim da história. A segunda já é um pouco menos autocentrada, digamos assim, e consiste em nada mais nada menos do que querer indicá-lo pra todo mundo que eu conheço, fazendo questão de explicar em detalhes porque aquele game realmente vale a pena.

No momento, três jogos têm despertado essa vontade em mim, o que fez com que inevitavelmente eu decidisse fazer esse post pra indicá-los. Quem tiver a curiosidade de jogar algum dos jogos mencionados aqui, conta depois nos comentários o que achou :)

Overcooked

Antes de apresentar Overcooked em detalhes, preciso contar para o mundo que, ainda que na vida real eu não cozinhe praticamente nada, nesse jogo aqui eu preparo sopas de cebola e tomate como ninguém, além de deliciosos sanduíches com variadas combinações. Então se eu consigo esse feito, amigos, acreditem, vocês também conseguem!

Dito isso, vamo ao propósito desse post: Overcooked é um jogo cooperativo onde você é um aspirante a chef de cozinha que precisa provar suas habilidades preparando pedidos feitos pelos fregueses. A cada nova fase, não só as cozinhas vão se tornando mais complicadas de se trabalhar, – desde ratos invadindo o lugar até cozinhas móveis onde você precisa transitar de um espaço para outro – como também os pedidos vão ficando mais complicados. E aqui você faz de tudo, desde o corte dos alimentos, até a fritura de carnes, a montagem dos pratos, as entregas e a limpeza das louças.

A história por trás de Overcooked, no entanto, vai um pouco além da cozinha. Ainda que isso não interfira na jogabilidade das fases, todas as provas pelas quais você e seus amigos passam têm por trás de si um objetivo maior: vocês voltaram no tempo, e através da culinária, têm a chance de salvar o mundo de ser destruído por um espaguete gigante.

Parece bizarro, eu sei, mas é tão divertido jogar Overcooked com o Diego e com mais alguns amigos que eu me sinto na obrigação de recomendar esse jogo pra todo mundo que está a procura de um game cooperativo divertido. E às vezes confuso, mas por isso mesmo ainda mais hilário.

E ah, ele têm o bônus de passadas as fases iniciais você poder jogar no modo versus, vendo quem dentre os seus amigos consegue cozinhar melhor e mais rápido no jogo.

Disponível para: Playstation 4, Xbox One e Microsoft Windows.

Keep talking and nobody explodes

Sim, Keep talkin and nobody explodes, como o próprio nome sugere, tem a ver com explosões, e conversas, e maneiras de não fazer tudo ir pelos ares.

Esse aqui também é um jogo de modo cooperativo (como disse lá em cima ando jogando muito com o Di e mais alguns amigos) só que diferente de Overcooked onde todos os cozinheiros têm os mesmos objetivos, em ‘Keep talking…’ os jogadores podem ter funções diferentes dento da história. Pra ser mais exata, apenas um dos participante fica em frente da tela do game, onde se vê em uma sala com uma bomba que precisa ser desarmada. Cabe a ele então descrevê-la da melhor maneira possível para os outros jogadores que devem descobrir como desativá-la tendo acesso apenas aos manuais do jogo.

Parece até fácil falando assim, mas acontece que para cada bomba ser desarmada, existem vários pequenos-grandes problemas que precisam ser solucionados. Um dos mais clássicos é o de cortar o fio da cor certa em um emaranhado de fios, mas existe ainda o de saber por qual caminho levar uma bolinha por um labirinto e mesmo o de descobrir qual a combinação exata de certas letras.

Tudo isso em um tempo máximo de cinco minutos, se não, é claro, a bomba explode.

Esse jogo é principalmente sobre não se desesperar, sobre ter foco e saber ser ágil. E eu busco tanto isso no meu dia a dia, que acho muito bem-vindo quando um game me estimula a ser mais assim.

Disponível para: Playstation 4, Android, Microsoft Windows, Macintosh

Framed

Além de ser de longe o jogo mais bonito e curioso dos três, Framed tem o mérito de ter sido indicado e ter ganhado uma quantidade respeitável de prêmios desde que foi lançado em 2014. Muito merecidamente, diga-se de passagem.

A ideia aqui é que você acompanhe uma história em quadrinhos onde os quadros podem ser trocados de lugar, fazendo com que novos rumos sejam dados à narrativa. Quando as fases começam a ficar mais complicadas, os quadros podem até ser rotacionados, o que torna a história ainda mais cheia de reviravoltas.

Desenvolvido por um estúdio australiano chamado Loveshack, sua missão ao longo da história é a de basicamente salvar o protagonista de ser pego pelo policiais, – esse não é o jogo mais politicamente correto do mundo, eu sei – enquanto ele atravessa prédios, trens e ruas mal-iluminadas com uma maleta misteriosa.

O jogo é uma delícia e a história vai ficando tão interessante que em pouco mais de uma hora já dá pra terminá-la. E ficar com a vontade de jogar uma continuação, que eu tô torcendo pra ser lançada muito em breve.

Disponível para: dispositivos móveis (Apple Store, Google Play e Amazon Apps).

E vocês, têm jogado o que ultimamente?

Bisous, bisous e boa semana!

Os cinco de março 2014

Todas as fotos desse post são do meu instagram, @paulinhav

Minha coleção de cartões-postais com 100 capas icônicas da Vogue US

No começo do ano passado, como presente de aniversário, ganhei da minha irmã uma coleção de cartões-postais da Penguim com as imagens das 100 capas mais icônicas da Vogue US. É claro que eu pirei muito com esse presente, e desde então guardo essa caixinha como uma relíquia – tenho zero de vontade e coragem de realmente usar as imagens como cartões-postais e sair mandando pros outros #souapegada. Ao mesmo tempo, no entanto, acho triste pra caramba deixar todas essas imagens maravilhosas guardadas em uma caixa. Eu queria tudo isso à vista aqui em casa, mas como deixar as 100 fotos espalhadas pelo apartamento tá fora de cogitação, decidi escolher três pra mandar emoldurar e colocar na sala, fazendo companhia para a fotografia que comprei da Babi. Só que, assim como comentei no instagram, se a expectativa era de escolher três, a realidade é que não consegui eliminar nenhuma depois que escolhi essas 15 capas. Muita gente deu sua opinião sobre quais as três mais legais pra emoldurar, mas eu ainda não me decidi. Alguma sugestão? 😀

And all that jazz!

No jazz, estamos dançando a música You can’t stop the beat do filme Hairspray, e eu sinceramente não sei do que gosto mais: se desse filme, se do clipe, (que é de uma cena do filme) ou se de dançar loucamente essa música.

“I was lost ‘til I heard the drums, then I found my way
‘Cause you can’t stop the beat”

Momento gordice

Tô em uma fase de petit gateaus! haha E claro que tem outras milhares de sobremesas que eu amo,  mas de uns tempos pra cá ando meio viciada nessa combinação maravilhosa de sorvete com bolinho de chocolate (bem recheado, de preferência). Esse daqui da foto é de uma sorveteria super antiga daqui de Bauru chamada “Mônica”, mas o meu preferido mesmo por enquanto é um que provei no Fran’s Café. Se alguém aí tiver alguma outra indicação de restaurante/cafeteria/sorveteria, etc com um petit gateau gostoso, por favor, deixa aqui nos comentários!

Pôr-do-sol no lago

No comecinho do mês passado fui passar o carnaval na minha cidade natal, Leme. Como meus amigos tavam viajando (fuén), e eu não sou de pular Carnaval, – apenas adoro acompanhar os desfiles das escolas de samba pela TV e morroo de vontade de um dia assistir os desfiles do Rio ou de São Paulo pessoalmente – aproveitei pra ficar em casa lendo, comendo, vendo filmes e adiantando alguns freelas. Enfim, fato é que no meio dessa hibernação toda, só saí para ir ao cinema com minha mãe em um programa bem Gilmore Girls (fomos assistir “A Menina que Roubava Livros”) e também fui correr com meus pais em um lago que fica perto de casa. Como tava no finalzinho da tarde, de quebra eu ainda assisti o pôr-do-sol. Parece meio besta falar isso, mas a vontade que deu em mim foi de levantar e bater palmas quando ele terminou, de tão lindo que foi o espetáculo.

Um amor que atende pelo nome de jogos de tabuleiro

Eu sou completamente apaixonada por jogos, em especial os de tabuleiro. Lembro que quando era pequena (e sempre ganhava roupas, bonecas ou algo do tipo nos aniversários e natais), eu quase pirei de alegria quando ganhei um jogo de presente da minha madrinha. Era tudo que eu queria. Hoje em dia, tem alguns jogos de tabuleiro aqui em casa, alguns vários outros na casa de amigos (como esses da foto) e alguns que tão em Mogi, na casa do namorado. São todos “jogos da turma”, que foram sendo adquiridos ao longo desses quase cinco anos e que sempre que a gente se reúne são prontamente jogados.

Bisous, bisous!