Emma Watson na Vanity Fair de março

Já faz mais de um ano desde que Emma Watson anunciou uma espécie de recesso de Hollywood. Na época, quando questionada sobre esse afastamento, Emma foi bem enfática sobre o quanto precisava desse período para se dedicar a uma outra grande prioridade da sua vida: a causa feminista.

Embaixadora pela boa vontade da ONU Mulheres, Emma esteve nesse tempo divulgando pelos quatro cantos do mundo o projeto HeForShe, uma campanha internacional do órgão que busca a igualdade de gênero e o empoderamento feminino. Com um discurso muito belo, forte e corajoso, – e que ela fez questão de levar para a sua vida pública, fosse em suas redes sociais ou mesmo nas aparições que fazia – Emma mostrou um outro lado de si que muitas das pessoas que apenas a conheciam como “a garotinha de Harry Potter”, jamais imaginariam.

Terminado esse um ano, e sem colocar de lado, é claro, tudo que foi conquistado nesse período, a atriz decidiu voltar aos cinemas. E voltar em grande estilo, é importante dizer, já que Emma é a protagonista do live-action de A Bela e A Fera, um dos filmes mais comentados pela imprensa nos últimos tempos.

O longa estreia esse mês e se já não bastasse eu estar muito, muito ansiosa pra ver Emma como protagonista do meu filme preferido da Disney dos anos 90, a atriz ainda me deixou mais empolgada ao aparecer na capa e no recheio da Vanity Fair desse mês falando sobre o longa, sobre seu relacionamento com os fãs, sobre intimidade e, claro, sobre feminismo.

A entrevista na íntegra tá aqui pra quem quiser dar uma olhadinha e eu arriscaria dizer que se você não tem opinião formada sobre a atriz, vai passar a gostar muito mais dela e a entender bem melhor as ações que ela tomou nos últimos anos em relação a sua carreira e a sua vida pessoal.

Além disso, as fotos estão incríveis e tem aquele quê artístico e maravilhosamente maluco do Tim Walker, um fotógrafo que sempre extrapola o mundo real e faz de cada imagem que fotografa um sonho, um acontecimento onírico.

Uma coisa curiosa desse ensaio é que uma de suas fotos gerou uma pequena polêmica no Twitter, trazendo ainda mais à tona a importância de se debater o poder de escolha que nós, mulheres, temos sobre o nosso corpo.

Tudo porque em uma das fotos daqui de baixo, Emma usou apenas um bolero sobre os ombros, deixando parte dos seios à mostra. Isso bastou pra que algumas pessoas começassem a criticar a atriz, apontando a imagem como uma atitude hipócrita vinda de alguém que defende o feminismo.

Bizarro, eu sei.

Só que em tempos assim, onde movimentos sociais tão necessários de existirem ganham distorções absurdas, nossa eterna Hermione Granger soube ser simples e muito sábia na sua resposta “Isso sempre me mostra quantos equívocos e mal-entendidos existem sobre o que é o feminismo. Feminismo significa dar escolhas às mulheres. Feminismo não é um bastão que você usa para bater em outras mulheres. É sobre liberdade, libertação, igualdade. Realmente não sei o que os meus seios têm a ver com isso.”

Emma Watson na Vanity Fair de março

Emma Watson na Vanity Fair de março

Emma Watson na Vanity Fair de março

Emma Watson na Vanity Fair de março

Emma Watson na Vanity Fair de março

E pra quem terminou de ver essas imagens e, assim como eu, acha que tá pouco de Emma Watson, pode mandar mais, fica a dica pra acompanhar o novo perfil que a atriz criou no Instagram pra mostrar os looks que ela têm usado na divulgação de A Bela e a Fera. A ideia é falar sobre os estilistas que estão por trás de cada peça e, assim, ajudar a divulgar o trabalho de pessoas quer possuem um trabalho eco-friendly, e acreditam na sustentabilidade e no comércio justo.

Ou seja, como não amar essa mulher?

Bisous, bisous

Gigi Hadid, a nova geração de modelos e um pouco da W de setembro

Não sei se já aconteceu com vocês esse tipo de situação, mas ela funciona mais ou menos do seguinte jeito: em uma bela manhã você “descobre” a existência de uma pessoa e pronto, do dia pra noite, ela coincidentemente começa a aparecer em todos os lugares por onde você vai, todos os livros e revistas que você lê e em todas as conversas que você se mete. O que te leva logo a pensar se a pessoa em questão sempre esteve por lá e você que nunca havia notado, ou se é só a vida mesmo brincando um pouquinho com a sua cara.

Eu não sei em qual dos dois casos eu me encaixo, mas sei que há alguns meses eu resolvi ler uma matéria sobre a Gigi Hadid, modelo que desde o ano passado vem tendo uma projeção meteórica na moda, e de repente começou a rolar uma profusão de fotos, notícias, imagens, curiosidades e tudo mais sobre essa mulher na minha vida. E sim, eu sei que é normal esse assédio louco da imprensa em cima dela por causa do momento da sua carreira, mas acreditem quando eu digo que comigo, em especial, tá rolando uma perseguição haha

Eu decidi então que seria melhor não nadar contra a corrente dessa conspiração e, ao contrário, olhar com mais atenção pra essa modelo que chegou de voadora na moda conquistando todo mundo e que, de quebra, ainda entrou pra gangue de amigas da Taylor Swift!

A Gigi Hadid vem dessa geração de modelos que transformou as redes sociais, especialmente o Instagram, em um veículo tão importante quanto as capas de revistas que faz. A gente já tinha visto esse fenômeno com outras (lembram quando Cara Delavigne estourou?) e Gigi entrou pra esse clubinho, que parece crescer cada vez mais e ditar um novo panorama no mercado: o das modelos que fazem sucesso porque são um sucesso, quase num fenômeno a la Kim Kardashian. E por falar em Kardashians, não dá pra esquecer de citar a irmã mais nova da família, Kylie Jenner, que também é um bom exemplo desse time.

Ainda que o estereótipo das supermodelos não tenho mudado em quase nada, o jeito de se fazer publicidade com ela e sobre elas, tem. E muito.  Por exemplo: ainda que eu acredite de fato que a gangue da Taylor é só feita de amigas, não é coincidência demais o fato de todas elas serem fenômenos no Instagram? E de Bad Blood ter sido gravado com todas juntas, gerando um buzz absurdo em cima da sua produção? E de elas fazerem uma aparição maravilhosa em um show da turnê de 1989, gerando notícias em todos os sites e revistas?

Eu acho que não e, na real, nem acho isso ruim. Acho apenas um novo jeito de se jogar o jogo.

A Gigi Hadid é uma das modelos que mais exemplificam esse cenário e é exatamente esse o assunto da W de setembro, que traz a modelo na capa, bem bombshell, e também no miolo, com um texto que tenta “desvendar o fenômeno Gigi” e com as fotos que ilustram esse post.

Fotografado por Steven Meisel e maquiada por Pat McGrath, nesse ensaio Gigi me lembra mais do que nunca Brigitte Bardot. Eu já havia notado a semelhança antes, mas nessas fotos, além da própria modelo, tem também o cenário, as fotos preto e brancas, os efeitos borrados e a atmosfera retrô e elegante que me transportam diretamente para as fotos e imagens de BB. E Gigi arrasa muito no editorial com seu jeito atrevido, ar glamouroso e roupas e lingeries sensuais.

Eu vejo as fotos e fico com vontade de usar uma lingerie bem linda, uns lenços poderosos na cabeça, um perfume bem cheiroso (daqueles que parece que abraçam a gente, sabem?) e ficar bem bonita pra mim mesma. Porque é assim que eu vejo esse ensaio: uma mulher agradando a si mesma, se dando o direito de ser linda e sensual pra ela e mais ninguém.

As fotos tão maravilhosas demais e vale lembrar que as revistas de moda de setembro são sempre mais especiais, o que só prova como Gigi Hadid é mesmo a garota da vez.

Fotos | Steven Meisel
Make up | Pat McGrath
Hair | Guido Palau
Styled | Edward Enninful

Bisous, bisous

As maquiagens surreais de Mathu Andersen

Depois de assistir sete temporadas de RuPaul’s Drag Race (algumas até mais de uma vez), foi obviamente impossível eu não ter ficado interessada em saber mais sobre a história do Mathu Andersen. Além de produtor criativo do programa desde a primeira temporada, Mathu dirige pessoalmente algumas provas da disputa (como sessões de fotos e testes de câmera) orientando as drags em suas apresentações. E, claro, é uma das pessoas mais artísticas e inspiradoras que eu já vi na TV, não apenas porque é amigo e maquiador oficial de Mama Ru há muitos anos, mas também porque Mathu trata da beleza e da maquiagem como arte em seu mais bruto estado.

Diante de um currículo como esse, não dá pra negar a importância do trabalho de Mathu em parceria com outras pessoas e veículos, mas, – e aqui chegamos ao motivo que me levou a escrever esse post – o que mais me chama a atenção de fato nesse maquiador é o trabalho que ele realiza sozinho, usando de seu corpo como uma espécie de tela em branco para suas criações.

As suas famosas selfies artísticas – como ficaram conhecidas na internet – são retratos em que Mathu brinca com seu próprio corpo usando maquiagens, perucas, cílios, tintas, figurinos e tudo que estiver ao seu alcance para se transformar. A ideia de gênero se perde nas suas fotos e existe espaço apenas para o surreal, em um processo artístico maravilhoso e inspirador.

Mathu pode ter cabelos e barba rosa, pode ter olhos profundos e enigmáticos, pode ter metade da cabeça se desfazendo de tinta em uma ilusão de ótica, pode usar terno e salto alto, pode “ganhar chifres e ossos aparentes”; todas as transformações que ele quiser fazer em seu corpo ganham vida e o resultado pode ser belo, dramático, aterrorizante ou chocante (mas sempre inspirador).

Toda a beleza do trabalho de Mathu pode ser conferida em seu Instagram, onde o artista posta suas criações mirabolantes. Apesar de sua conta ser privada, o maquiador tem milhares de seguidores e por conta de tanto frisson virou até tema de exposição! Em novembro do ano passado, a mostra “The Instagram Art of Mathu Andersen” aconteceu na World of Wonder Storefront Gallery e foi um sucesso.

Eu fico completamente admirada com as transformações que o Mathu consegue fazer porque parece que ele suga todas as possibilidades que a moda e a beleza oferecem e brinca de viver cada dia como um personagem diferente. É tudo tão bem executado e pensado nos mínimos detalhes, que a imagem final carrega atrás de si muito mais do que “apenas uma maquiagem” ou “apenas uma roupa”. Ela conta uma história que faz a gente acreditar num ser fantástico cheio de cores e roupas absurdas, e que vive em um mundo surreal e maravilhoso.

Aqui em cima tem uma entrevista maravilhosa que o RuPaul fez com o Mathu em que ele conta como funciona seu processo criativo, o porquê da mudança para Los Angeles e o que ele acha de seu sucesso na internet. Uma inspiração sem fim pra todo nós.

E ah, Mathu Andersen foi recentemente indicado ao Emmy Awards 2015 pela maquiagem que fez em RuPaul no terceiro episódio da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race. Tô torcendo demais pra que ele ganhe!

Bisous, bisous

Os cinco de maio 2015

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Something pink

Fiz umas fotos no instagram brincando com as cores do meu quarto (devo postar mais algumas imagens dessa “série” esse mês) e gostei bastante dessa, onde tem um punhadinho de coisas rosas inspiradoras que sempre ficam à minha vista. A cor não é minha preferida (apesar de gostar muito de alguns tons específicos), mas todas essas coisas aqui de cima são bastante importantes pra mim e fazem parte da minha história. Desde esse livro maravilhoso e gigantesco que é o “100 anos de moda”, até o meu perfume preferido de todos os tempos, o Chloé Eau de Parfum.

Pra quem quiser ver as inspirações em vermelho, é só clicar nesse link.

Comemorando os seis anos de namoro

Em maio, eu e Di completamos seis anos de namoro (fiz um post contando sobre a nossa história – de amor, música e amizade – bem aqui) e, dentre as nossas comemorações, rolou um jantarzinho no Grão 3, um restaurante daqui de Bauru que já fazia algum tempo que eu queria visitar.

Não é segredo pra ninguém que eu amo provar novos pratos e amo ir em restaurantes diferentes sempre que posso. É de verdade uma das coisas que mais gosto de fazer, e tenho até duas listas lá no listography onde coloco algumas impressões sobre restaurantes e cafeterias que já fui. Elas tão bem desatualizadas (vou colocar minha listas em ordem nessa semana), mas eu curto muito essa parte de botar no papel – ou, no caso, no listography – as impressões que tive desses lugares que fui.

O Grão 3 aqui da foto se mostrou ser uma delícia de restaurante, não só pelo atendimento (fomos atendidos por um garçom muito simpático!), mas também pelo ambiente e pela comida. O prato que escolhi foi um bombom de alcatra de angus com molho de pimenta verde e risoto de queijos, e pra acompanhar tomei champagne (junto de alguma coisa que eu não lembro mais, mas que tava muito boa hahaha). De sobremesa, pedi uma Pavlova, essa sobremesa maravilhosa aqui que tem creme, suspiro e frutas vermelhas.

Teve show do Roupa Nova em maio

85 anos ou mais. Na real, é difícil precisar minha idade verdadeira, mas o fato é que eu gosto (muito) de Roupa Nova. Eu não era nascida quando eles lançaram a maior parte das suas músicas, – praticamente todas as que foram temas de novelas da Globo nos anos 80 – mas faz alguns anos eu ganhei do meu pai o DVD em que eles comemoravam 30 anos de banda, e pronto, tava feito o estrago (do bem) na minha vida.

Eu sei que as músicas deles são as da pior espécie de água com açúcar, mas o que eu posso fazer se eu adoro cada uma delas? As minhas preferidas são Sapato Velho, A Viagem, Dona, Volta pra Mim e qualquer música que o Serginho, baterista da banda, cante.

Fui em um show deles agora em maio e adorei cada segundo. Deu pra entender como eles conseguiram essa proeza de se manterem juntos por tanto tempo. O segredo, ao que parece, é que o Roupa Nova é uma banda que dá espaço pra cada um dos seus músicos criarem e se apresentarem em cima do palco. Todos cantam e todos tocam uma infinidade de instrumentos. Da bateria ao sax, do violão a guitarra, do piano ao baixo. Todos eles parecem participar do processo criativo, do desenvolvimento e de cada pedacinho da apresentação. E se isso é uma coisa tão linda se ver, imagine então de fazer parte?!

Café, um bom livro e meias quentinhas

Agora que eu embarquei nessa nova rotina de acordar cedo e dormir seis horas todos os dias, eu ando acordando de manhãzinha mesmo nos dias em que não preciso ir trabalhar. Assim, quando fui pra Leme no mês passado, aproveitei o café bem quentinho que minha mãe faz todas as manhãs e fiquei lendo e tomando café na cama até criar coragem de levantar pra trocar de roupa. Gosto de fazer isso no meu quarto de lá porque a casa dos meus pais é mega iluminada e eu consigo aproveitar a luz natural e o sol da janela pra ficar lendo. É tão, tão bom!

Ps: vou postar a resenha de Funny Girl, o livro aqui da foto,  ainda essa semana.

Entardecer rosado

Eu amo entardeceres. Especialmente quando está frio, o céu tá azulzinho e o rosa do fim de tarde vai se desintegrando lá no horizonte até sumir completamente. Tem dias que o rosa é tão vívido que o céu fica parecendo uma pintura e essa imagem me deixa tão calma, tão perdida dentro da minha própria cabeça, que eu preciso sentar e ficar um pouquinho quieta olhando tudo isso. Eu sou apaixonada por dias assim e essa sensação é uma das coisas mais lindas que a gente pode sentir.

E o mês de maio de vocês, como é que foi?

Bisous, bisous e bom restinho de terça-feira.

Meus instagrams preferidos e seus olhares sobre a vida, o universo e tudo mais

Demorei, mas voltei, e agora em fevereiro quero recuperar o tempo perdido e atualizar muito mais o blog. Aponta pra fé e rema que eu chego lá 😉

Então, pra reinaugurar as coisas por aqui, fiz uma listinha (desde que abri essa categoria aqui no blog tô meio descontrolada com isso haha) de instagrams em que eu ando vidrada. Eles são muito diferentes entre si, mas todos, de alguma forma, me enlouquecem por terem fotos lindas, poéticas, surreais ou até tão reais que fazem a gente chorar. Não são apenas arrobas a ver com moda ou de pessoas relacionadas a indústria, são arrobas que falam (ou, no caso, fotografam) um pouco de tudo. Um olhar sobre a vida, o universo e tudo mais.

E ah, tô fazendo esse post agora (fevereiro de 2014) com oito instagrams que no momento são os que mais tem mexido comigo, mas como sempre tem contas novas e lindas aparecendo, mais para frente é possível que esse post aqui ganhe a parte 2, 3, 4 e… vocês entenderam, né? 😛

A moça por trás do @thestyley é a Kate  Seward, uma fotógrafa e escritora que combina esses seus dois talentos muito bem e joga toda essa beleza no instagram pra gente ver. As fotos dela podem ser definidas por uma frase que tem no seu blog (e que eu adoro) que diz assim: “A picture may be worth a thousand words, but if you add 1,000 words to that picture, you have 2,000 words with which to express yourself”, que seria algo como “Uma imagem pode valer mais que mil palavras, mas se você adicionar 1.000 palavras para essa imagem, você tem 2.000 palavras para se expressar.” Isso porque a Kate, que é especialista em retratos, posta fotos que não são apenas belas, mas que também trazem uma frase que ilustre aquela situação ou momento. Uma coisa bem poética.

Stefany Alves tem 22 anos, é portuguesa, mora em Londres e me lembra muito a Tavi Gevinson. Descobri o instagram dela por indicação da amiga-fotógrafa-gênia Babi Carneiro, e desde que botei meu olhos pela primeira vez nas suas fotos, foi paixão à primeira vista.
As fotos da @stefannyallves retratam um clima londrino muito belo, seja através das paisagens, das roupas ou do outono tão intenso da cidade. Apesar de tudo isso, ela não nega suas raízes e vire e mexe algumas coisas muito próximas da gente – como seu álbum do Chico Buarque – acaba aparecendo em suas fotos. Tenho um carinho ainda mais especial pelas fotos que ela posta dos seus cafés, sempre simples, de dar água na boca e acompanhados por uma flor, folha ou um bom livro.
Ah, além do instagram, ela tem um blog, um tumblr e um flickr que são das coisas mais lindas que eu já vi. Só fotos belíssimas!

Lucas Landau é fotógrafo e como bom carioca que é, faz retratos maravilhosos do Rio de Janeiro. Mas é claro também que seu instagram vai muito além disso, até porque ele tá sempre viajando e trabalhando em vários cantos do mundo – e fotografando tudo de um jeito surreal. Eu tenho impressão que as fotos do Landau traduzem muito fielmente aquela ideia de “aprisionar um momento em uma imagem”. Você olha pra foto e parece que você não tá vendo só aquilo ali, mas todo o contexto, todo o sentimento, toda a beleza que tá por trás daquilo.

O Landau trabalha também com fotojornalismo de moda – ele é figurinha carimbada sem semanas de moda como Fashion Rio e SPFW – e pra conhecer mais sobre o seu trabalho, vale ler essa matéria aqui do FFW.

Carrie Herwood é provavelmente um nome conhecido pra muita gente, afinal essa moça que tem 23 anos e mora em Londres, tem um dos blogs gringos de meninices mais bonitos e inspiradores que existem. O Wish Wish Wish é das antigas e tem um público fiel que acompanha as viagens, looks, comidas (tudo gordo e delicioso haha), ideias de beleza e muito mais da Carrie. Seu instagram, o @wishwishwish, é também um reflexo de tudo isso e tem umas fotos muito belas pra gente apreciar. Entre as coisas que mais me chamam atenção nas fotos da Carrie estão os lugares maravilhosos que ela fotografa, desde os mais simples aos mais majestosos, e esse olhar lindo que ela tem sobre pequenos detalhes do dia a dia. Tipo fotografar uma bicicleta parada em um canto da rua, ou as mesinhas da frente de um restaurante milimetricamente arrumadas esperando os clientes chegarem. E ela sempre usa uns filtros vintages na suas fotos que deixam tudo com cara de antiguinho e ainda mais bonito.

Ivania Carpo tem 25 anos é holandesa e fez uma coisa meio impossível de se pensar (pelo menos não com a elegância e beleza com que ela faz): adotou o branco, tão minimalista – mas que né, é a grande mistura de todas as cores – como única cor das suas roupas. Tá, tudo bem, ela até deixa um preto ou um cinza aparecem também, mas o branco é a cor que ela adotou em 90% dos casos para usar. Eu conheci ela por causa dessa matéria aqui da L’officiel, que falava sobre o quanto o blog dela pode ser um respiro de ar puro em meio a tanta blogueira que só segue tendência e acaba montando um exército de meninas que se vestem iguaizinhas. Depois disso comecei a segui-la também no instagram e como por lá fica mais fácil de acompanhar suas fotos, o @love_aesthetics entrou definitivamente para o meu hall de arrobas inspiradoras.

Eu já falei da Betty Magazine aqui no blog, mas o seu instagram tem conseguido chamar tanto minha atenção quanto a revista. As fotos são leves, engraçadas e coloridas. O foco não é só na revista, – apesar de muita coisa dela aparecer por lá também –  mas o que mais a gente encontra na @bettymagazine são imagens “inspiradoras”, com muitas fotos de lugares, detalhes e cenas arrebatadoras.

Daniel Santiago é, como ele mesmo se descreve, um cara que gosta de “design, bicicletas, fotografia, cinema e cultura sueca.” Mas não é só isso. Daniel é também daqueles caras que tem um olho clínico pra tudo que é belo. E o belo não precisa ser necessariamente bonito ou arrebatador, mas também um belo trágico, um belo simples, um belo quase apagado. Ele mora em São Paulo, mas atualmente tá com um pezinho também na Suécia, e nessa mistura bonita de fotos de Estocolmo e do Ibirapuera a gente vai amando cada nova imagem feita por ele.

Pra conhecer mais sobre seu trabalho de fotógrafo, vale  a pena o clique.

Comecei a seguir a @idafrosk faz pouco tempo, mas as suas fotos de comidas são tão divertidas e cheias de imaginação que fica difícil a gente não criar simpatia logo de cara pela moça.

Ida Skivenes mora em Oslo na Noruega e tem também um blog onde mostra seu trabalho como “artista de comidas”. “Eu acredito que a comida deve ser divertida, saborosa e, em sua maior parte, saudável”, ela diz no seu blog – e as fotos do seu instagram provam completamente isso. Tudo forma historinhas, imagens fofas, temáticas e cheias de criatividade. Dá até vontade de comer comidas que a gente não gosta só porque fica bonito no prato hahaha.

Bisous, bisous