Os cinco de novembro

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Com a Gabi, nos 15 anos da Laris

A festa de 15 anos da minha prima rolou em novembro, e além de ter todas as tradições das festas de 15 anos, teve algumas supresas bem divertidas – tô super curiosa pelo álbum de fotos!

Eu sei que parece o maior papo de velha dizer isso, mas é muito doido ver ela completar 15 anos. Especialmente porque eu não moro mais em Leme, então não a vejo sempre, e quando vejo rola aquele choque enorme de perceber o quanto ela cresceu.

E claro que aí, nessas de pensar em transformações e crescimentos, eu já caio em mil loucuras na minha cabeça. Fico aqui lembrando de todas as mudanças que vi minha família passar nesses quase sete anos (!!!) desde que me mudei pra Bauru. E já rolou tanta água por baixo dessa ponte, que enquanto estava lá no aniversário dela só conseguia pensar em como as coisas sempre acabaram se ajeitando no final das contas, e em como continuamos fortes e juntos, ainda que seguindo por caminhos diferentes.

Ps: a foto daqui de cima é com a Gabi, – amiga desde quando eu tava aprendendo a escrever, – porque ainda que ela não seja da família de sangue, é da família do coração.

Laçoes e Lições, da Graphic MSP

Eu fiquei empolgada demais com minhas leituras nesse final de ano e li quatro livros da Grapich MSP, aquele projeto super bacana do Maurício de Souza em que ele convidou alguns autores a fazerem releituras dos seus personagens da Turma da Mônica.

Na foto estão Laços e Lições, livro lindos dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, mas além deles eu li também Astronauta Magnetar e Astronauta Singularidade, ambos do Danilo Beyruth, e que são histórias super tocantes e inteligentes. Já falei um pouquinho sobre cada uma delas no último post do blog, mas precisava deixar registrado aqui esses livros lindos que estiveram comigo em novembro.

Inesperadamente lindo :)

Esses dias, voltando de carro de Leme, Diego fez um caminho diferente e passamos por esse lugar. Eu não sei direito onde ele é e nem como chegamos lá, mas sei que eu achei ele uma lindeza. O bom de fazer road trips assim é que a gente pode ser surpreendidos por paisagens absolutamente lindas em lugares absolutamente inesperados, o que só faz aumentar minha vontade – e meus planos – de viajar muito em 2016.

Dos pratos lindos que eu quero fazer em 2016

O tanto de comidas e bebidas gordas que aparecem no meu instagram e no meu snapchat (@little_blog) não tão escritas no mapa, então achei que era mais do que merecido que pelo menos uma delas aparecesse nesse micro resumo de novembro. Essa daqui é de um lugar chamado Top Açaí daqui de Bauru e é nada mais nada menos do que um crepe maravilhosos, de creme de avelã com morangos e chantily! Quero muito aprender a reproduzir pratos lindos e deliciosos assim aqui em casa . Vai entrar na listinha de 2016.

Nas quartas de final do campeonato masculino

Apesar de ser um desastre pra jogar vôlei, eu gosto muito de assistir campeonatos pela TV. E, mês passado, troquei um pouco o cenário em que costumo ver esses jogos por uma quadra de areia ao vivo e a cores.

O jogo foi aqui em Bauru mesmo, nas quadras de areia que foram construídas na Getúlio Vargas (e que há algum tempo eram abertas pra quem quisesse ir lá jogar uma partida no final da tarde com os amigos). A disputa fazia parte do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Open, principal divisão do vôlei de praia aqui no Brasil, tanto nas categorias feminino quanto masculino.

Eu fui assistir as quartas de final do masculino, e queria muito ter ido nas finais do masc. e fem., mas quando eu cheguei lá as arquibancadas já tavam mega lotadas. Aparentemente não sou só eu que gosto de assistir vôlei por aqui haha.

E o mês de novembro de vocês, como que foi?

Bisous, bisous

Hora do chá & boas lembranças

Quero começar esse post já dizendo algo muito importante: eu não sou fotógrafa. Nem de formação e nem de estudo por conta própria. Mas isso também não quer dizer que eu não goste de fotografia, ou ainda que eu não goste de me arriscar de vez em quando em bater algumas fotos.

Foi exatamente isso que aconteceu no mês passado, no chá de panela da minha irmã, quando eu levei minha câmera pra chácara e ela pediu pra eu registrar o que pudesse da festa e da decoração. No final das contas, as fotos desse dia, – que por si só já tinha sido lindo e divertido – acabaram ganhando um significado ainda maior pra mim. Muito mais intenso e emotivo: foi nessa ocasião que eu vi pela última vez minha vó, que faleceu há poucos dias.

O que era pra ter ficado apenas na lembrança e no coração, acabou ficando também na fotografia, e por mais clichê que isso possa parecer, eu percebi que mais do que beleza, a fotografia tem esse poder de guardar memórias, de reconfortar uma dor, de servir de consolo. Eu olho para as fotos dessa festa e em meio a tanta dor e tristeza, consigo sorrir.

Por isso mesmo, achei que essas fotos eram ideais pra abrir uma categoria de fotografia aqui no blog. Porque elas têm um significado muito forte e muito especial pra mim. Porque elas me fazem querer fotografar ainda mais, me fazem querer captar momentos que não voltam.

Eu prefiro guardar as fotos da minha avó e da minha família aqui comigo, porque ainda não tô pronta pra expor esse momento tão íntimo e importante pro mundo, mas quis dividir aqui com vocês a decoração da festa, que tava linda e que foi tão elogiada por ela.

Cada detalhe foi pensado e executado pela minha irmã (com um pouquinho de ajuda de todo mundo) e o resultado é esse aqui de baixo.

Espero que vocês gostem e que sintam nem que seja um terça da beleza, paz e quentinho no coração que essas fotos me dão.

Bisous, bisous