Os cinco de maio 2014 e umas coisinhas a mais

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Cinco anos desde o primeiro beijo

Todo dia 17 eu e Diego costumamos fazer uma mini comemoração pelo nosso namoro. Pode ser desde um jantar até uma surpresa no meio da tarde ou algo mais caseiro e rapidinho – quando tanto ele quanto eu estamos enrolados com textos pra entregar. Só que dia 17 de maio é ainda mais especial pra gente, porque foi exatamente nessa data que demos o primeiro beijo e começamos a namorar. Em maio agora então, completamos cinco anos de amor todinho maiúsculo, e pra comemorar essa data tão especial, tiramos o dia 17 pra gente, pra fazer um monte de programinhas gostosos que amamos. Curtir um piquenique, passear por jardins de mãos dadas, trocar presentes e ir jantar no meu restaurante preferido foram coisas da listinha de comemorações que realizamos com êxito, e são em pequenos momentos assim que eu percebo o quanto sou feliz de ter alguém tão companheiro e que eu amo tanto ao meu lado.

A foto aqui de cima foi tirada pela amiga-fotógrafa-gênia Babi Carneiro em São Paulo em uma das vezes que fomos visitá-la, e eu amo demais ela. Não parece cena de filme? :)

O livro da vez

O livro da vez

Desde que eu soube que esse livro estava sendo escrito, eu já fiquei louca de vontade de lê-lo, porque além dele ter uma sinopse bonitinha, que já faz a gente de cara se identificar com sua protagonista, ele foi escrito pela Lauren Graham! Ué, não relacionou o nome a pessoa? Bom, talvez você se lembre dela então como a Lorelai de Gilmore Girls. Pois é, Lauren agora tá se arriscando no mundo da literatura, e apenar do livro não ser uma obra-prima (tô mais ou menos na metade dele), é uma delícia de ler. E ah, olha que legal, o canal americano The CW vai transformar a história em série. Tô mega curiosa pelo resultado!

Chocolate quente + leite condensado + licor de cacau <3

Amo que o frio chegou por dois motivos: rola todo aquele processo de tirar casacões, meia-calças grossas e roupas quentinha do armário (e usar tudo isso muito, é claro) e também porque tá liberado tomar caldos e chocolate quente quantas vezes eu quiser. Vejam bem, eu sou a louca dos caldos e sopinhas quando tá frio (nem só quando tá frio, mas enfim), e chocolate quente é outra coisa que eu eu piro só de pensar que o inverno tá se aproximando.  Esse daqui da foto tava especialmente delicioso e foi tomado numa noite tão fria, que foi um bálsamo de alegria.

#terçasemmake

Em uma das terças-feiras de maio participei do projeto maravilhoso do GWS e contribuí com uma fotinho minha para o #terçasemake. Pra quem não sabe do que isso se trata, calma que eu explico: a ideia das meninas do Girls With Style (se não conhece o blog delas, clica já no link e vai ver que coisa linda que é) é que toda terça-feira a gente saia de casa sem maquiagem, deixando não só nossa pele respirar, mas também dando uma chance pra gente se assumir pro mundo, e principalmente pra nós mesmas, do jeitinho que somos.

Pode ser que pra algumas pessoas isso soe meio ‘ai, qual o problema de sair sem maquiagem de casa?’ e juro que eu entendo vocês, meninas. Pra muita gente é super normal isso. Muita gente sabe usar maquiagem como ela deve ser usada: de maneira divertida, gostosa, sem neuras. Não como uma obrigação. Mas também não é novidade pra ninguém que a gente é bombardeadas diariamente com uma ditadura de beleza impiedosa e ridícula. E nessas, a maquiagem que devia servir como uma coisa legal, vira necessidade, vira máscara.Pensando nisso tudo que eu e muitas meninas (é só clicar na hashtag pra acompanhar as fotos), aderimos ao projeto. É uma forma de encorajar a todas nós, mulheres, a nos assumirmos e nos amarmos do jeitinho que somos.

Se você gostou da ideia e quer participar, é só postar uma foto sua terça-feira no Instagram, sem maquiagem e com a hashtag #terçasemmake. Vamos lembrar sempre que juntas somos muito mais fortes!

Amor felino

Amor felino

Há quem diga que cachorros são os melhores amigos do homem. Desculpa aí, mas isso quer dizer então que você não conheceu os meus gatos.

 

 

Os livros de maio

 A Lista Negra – Jennifer Brown
 The Great Gatsby – F. Scott Fitzgerald

Os filmes de maio

 X-Men: Dias de um Futuro Esquecido – Bryan Singer (2014)
 O Virgem de 40 Anos – Judd Apatow (2005)
 A Onda – Dennis Gansel (2008)
 Chamada de Emergência – Brad Anderson (2013)
 Quase Famosos {revisto} – Cameron Crowe (2000)
 O Espetacular Homem-Aranha 2: a ameaça de Electro – Marc Webb (2014)
 Indie Game: the movie – James Swirsky e Lisanne Pajot (2011)
 Possessão – Ole Bornedal (2012)
 O mesmo amor, a mesma chuva – Juan José Campanella (1998)
 Super 8 – J.J. Abrams (2011)

Bisous, bisous

Os cinco de outubro

Agora sou uma jornalista formada! \o/

Outubro foi um mês muito importante pra mim. Entre os vários motivos que explicam isso (um beijo, Di, que completou 26 aninhos nesse mês!), a minha colação de grau, ao lado de toda minha família, amigos e do próprio Diego que pra quem não sabe era da minha turma da faculdade e se formou junto comigo, foi tipo a coisa mais incrível desse mês que passou. Como eu já tinha contado nesse post aqui, eu terminei todas as minhas aulas já no final do ano passado, entreguei o TCC em junho e, teoricamente, deveria ter me formado em jornalismo ainda no meio do ano. A Unesp, no entanto, entrou em uma greve que durou meses (a primeira desde quando eu comecei a estudar lá, em 2009) e só agora as aulas voltaram e a faculdade pode fazer nossa colação de grau. E digo sem pieguices que valeu mesmo cada minuto de espera.

Sei que “é só um papel”, mas o significado que há por trás dele é tão forte, tão importante e tão recompensador na minha vida, pessoal e profissional, que chega a ser difícil colocar tudo isso em palavras. Fora que poder me formar junto com o Diego e viver esse momento de felicidade juntos, é algo que não tem preço.

Lá na cidade dos meus sonhos…

Paris é a cidade que eu mais sonho em conhecer no mundo. Lógico que há uma lista bem grande de lugares, dentro e fora do Brasil, que eu espero (e vou!) um dia colocar meus pés, mas Paris é inigualável. Já faz muito tempo que eu sonho com o dia que eu vou ver a Torre Eiffel toda iluminada durante a noite, com o dia que vou passear pelos jardins do Château de Versailles, com o tão esperado dia que vou conhecer a Champs Elysées, o Arco do Triunfo, a Praça da Concórdia e tantos outros lugares não tão famosos, mas nem de longe menos importantes ou menos belos. Na real, eu espero em breve realizar um sonho que eu e Diego temos de fazer uma grande viagem pela Europa e conhecermos essas cidades e lugares que a gente ama, ainda que através dos livros e filmes. Essa é, com certeza, uma das maiores metas de 2014.

Universo de referências

Cês me perdoem a redundância já que eu falei desse assunto aqui no blog mês passado, mas me sinto muito inspirada toda vez que olho pra estante (e pras mil pilhas espalhadas pelo quarto e sala) e vejo minha coleção de revistas ali à mostra. E nem são só revistas de moda, mas algo bem mais geral mesmo. Tem Piauí, tem Zupi, tem Carta Capital, tem um pouquinho de tudo.

Lógico que tem muitas magazines que a gente acaba se apegando mais porque tem mais a ver com a gente e com nosso universo, mas eu gosto muito de comprar coisas novas na banca – e quando não dá, conseguir ter pelo menos um gostinho dela pela internet ou ler pelo ipad. Nunca se sabe quando a gente vai encontrar uma nova Lula por aí, né? Aliás, falar mais sobre revistas, sua história e sua importância, é algo que quero botar em prática aqui no blog.

O amor pela passarela

Eu conheço muita gente que ama moda, mas que não é muito fascinado assim por esse lance de assistir desfiles. Só que pra mim quando as luzes se apagam, vem aquela voz de fundo anunciando quem vai se apresentar (ou tipo as normas de segurança como é no SPFW), já me dá um friozinho na barriga. Eu gosto MESMO de ver desfile, gosto MESMO de ler release, de querer saber o que as pessoas acharam, de ver os detalhes das roupas. Mexe comigo de uma forma diferente ver as roupas ali em cima da passarela fazendo parte de um contexto ao invés de vê-las simplesmente penduradas em cabides numa arara. Desfile pra mim é mais do que algo que vejo por causa da profissão que quero seguir, mas é principalmente algo que vejo porque me inspira, me enche de ideias, me dá uma sensação boa. É amor e amor é mesmo algo difícil de se explicar.

A foto daqui é do Social Bauru Fashion Show, um evento muito bacana que fui em outubro e de que eu falei aqui.

Dançar como se não houvesse amanhã

“Blue jean baby, L.A lady
Seamstress for the band
Pretty eyed
Pirate smile
You’ll marry a music man
Ballerina, you must’ve seen her
Dancing in the sand
And now she’s in me, always with me
Tiny dancer in my hand”

Em um momento super bobo, mas muito gostoso: brincar de posar pra câmera enquanto dançava uma das músicas mais importantes da minha vida, “Tiny Dancer”.

Todas as fotos do post são do meu instagram, @paulinhav.

Bisous, bisous.