Uma das matérias mais interessantes e diferentes sobre moda que vi pulando na minha timeline recentemente foi essa daqui do FFW, em que eles listam 10 fatos curiosos esquecidos pelo mundo da moda. Tem de tudo um pouco, desde o relacionamento não muito amigável de Naomi Campbell e Kate Moss com o estilista Alexander McQueen no começo de sua carreira, até a amiga brasileira de Coco Chanel.

E pra quem achou interessante a curiosidade sobre Hubert de Givenchy e Audrey Hepburn, vale saber que essa parceria entre os dois – que foi uma das mais valiosas para a moda e para Hollywood – é contada de forma ainda mais detalhada no livro “Quinta Avenida, 5 da manhã”, que já ganhou resenha aqui no blog.

Pra mim, uma das coisas mais marcantes do filme Edward Mãos de Tesoura é o cenário de subúrbio norte-americano onde se passa a história. Aquelas casinhas com jardins enormes na frente, aquelas esculturas maravilhosas feitas nas plantas por Edward, e aquele castelo gigantesco no fim da rua onde ele se escondia são detalhes extremamente importantes pra história. Não consigo imaginar o filme se passando em outro lugar que não seja ali, naqueles tons pastel tão característicos do lugar.

Por isso que quando vi essa matéria do mashable, sorri de orelha a orelha. Ela mostra as fotos feitas por Andrew Cremeans, – americano que morava quando pequeno no bairro onde o filme foi rodado – 25 anos depois das gravações de Edward Mãos de Tesoura. As imagens comparam o antes e depois de vários cantos da vizinhança e ainda que o lugar tenha mudado muito ao longo desses anos, tenho certeza de que os que amam o filme tanto quanto eu vão sentir um quentinho muito bom no peito com essas fotos.

A entrevista não é recente, mas a Carla Lemos compartilhou ela hoje no facebook e eu fiquei ainda mais apaixonada pelo Ricardo Darín, esse ator maravilhoso, mexicano, de uma alma elevada e que já interpretou papeis arrebatadores no cinema como Roberto de Um conto chinês e Marcos de Nove Rainhas.

Nessa entrevista Darin conta porque não aceitou um papel que lhe ofereceram para atuar em Hollywood e ainda dá uma das respostas mais lindas e puras que já vi na televisão. E ah, já aviso de antemão que esse vídeo contém pausas extremamente constrangedoras vindas do repórter.

Ontem, enquanto postava o Taylor Swift Book Tag, alguém colocou esse texto do The Huffington Post em um grupo do facebook que eu participo, e apesar de eu não concordar totalmente com ele e achar que especialmente na parte que fala das ações de caridade da Taylor rolar um exagero por parte do colunista, tem umas boas verdades aí contidas.

Eu adoro a Taylor, suas músicas e amigas, mas também tenho consciência de que a carreira e imagem dela nos últimos tempos vem sendo muto bem arquitetada. Não dá pra ser inocente a ponto de achar que por trás dessa “nova Taylor” não há uma grande dose de publicidade. Vocês não concordam?

Bisous, bisous e fiquem a vontade pra deixar mais links legais aqui nos comentários!