Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav ?

Eu já contei meio que por alto aqui no blog que até o final do ano quero mudar do apartamento em que tô. E isso por um monte de motivos, que vão desde ter mais espaço, até a questão da facilidade de locomoção pro trabalho e, claro, o bom e velho conforto.

Apesar de eu e o Di já termos visitado uma quantidade razoável de casas, ainda não achamos a ideal, aquela que a gente achou que valia a pena bater o martelo – o que obviamente não me impede de fazer alguns bons planos pra quando essa mudança acontecer. Contei sobre eles nesse post aqui, mas, de lá pra cá é engraçado como a ideia do cantinho de flores ganhou ainda mais força na minha lista de desejos.

Flores andam me fazendo mais bem do que de costume, nem que seja do jeito como elas aparecem na foto aqui de cima: em uma estampa de vestido que eu amo (e que daqui a pouco vai andar sozinho de tanto que eu uso) ou em uma rosa pink linda que ganhei como convite de um evento em que chamaram o blog.

Quero muito embelezar a casa nova com flores de tipos, cheiros e cores diferentes porque a sensação que eu tenho é que elas me abraçam assim que chego perto delas.

Em julho decidi ler o livro que a Shonda Rhimes lançou no ano passado, o The Year of Yes, e que chegou agora em 2016 no Brasil sob o título de “O ano em que disse sim”. O livro é uma espécie de biografia da Shonda onde ela conta sobre como foi seu ano de 2014, também conhecido como o ano em que decidiu dizer sim pra toda e qualquer oportunidade que pudesse surgir de interessante na sua vida pessoal e profissional.

De uma aparição no programa do Jimmy Kimmel até uma palestra na sua ex-universidade, ela decidiu topar o desafio de estar em todos esses eventos que sempre lhe soaram aterrorizantes, mas que agora serviam como uma forma de provar a si mesma que ela podia quebrar essa barreira.

Não é auto-ajuda (nada contra, claro, mas eu particularmente não sou uma pessoa que gosta de livros do gênero) e nem o tipo de livro cheio de autoelogios constantes. Mas é extraordinariamente bom. Bom de um jeito que me fez ficar mandando mensagens pras minhas amigas com pequenos trechos dele.

Sinto que especialmente quem é fã de Greys Anatomy vai amar a leitura (caso você não saiba, Shonda é a criadora da GA, Scandal e Private Practice, além de produtora executiva de How to get away with murder) e se apaixonar anda mais por essa mulher, que é um tipo um Midas da TV americana, transformando em ouro tudo que toca.

Dois amigos de Mogi vieram pra Bauru passar o final de semana e fazendo jus ao que todo mundo dessa foto aí gosta, fomos em um bar-gamer daqui, onde em cada mesa há um tipo de videogame diferente pras pessoas se divertirem. Mais do que uma simples reunião de amigos, esse fim de semana foi também a despedida do Pato, um desses amigos de Mogi, que agora em setembro tá se mudando pra Tóquio (!) sem previsão alguma de volta.

A mudança é gigante, claro, mas como ninguém quis dar um clima de adeus a esses dias, procuramos nos divertir do jeito que sempre fazemos: com muito jogos, o barzinho de que já falei, um cafezinho gostoso no meio da tarde, muita conversa jogada fora e uma mesa de bar.

Apesar da viagem pra Gramado ter sido em junho, algumas coisas de lá continuam muito presentes na minha vida. Uma delas é esse chocolate quente da Prawer que tem me acompanhado em muitos finais de semana, especialmente naqueles sábados preguiçosos quando o Diego acorda antes de mim e prepara duas boas xícaras dele pra gente tomar na cama, ainda debaixo das cobertas.

E ai, acordar assim é tão bom! É um jeito todo quentinho, acolhedor e gostoso de começar o dia, E eu sei que pode parecer bobo, mas isso faz uma diferença real na minha rotina, me dando muito mais disposição e força pra fazer as coisas.

Eu acho que já deu pra perceber que todas as minhas saidinhas com amigos quase sempre envolvem comida, né? A foto daqui de cima é só mais uma prova disso, já que eu, Ari, Bruna, Inaiá e Lucas fomos jogar conversa fora e comer um bocado em um lugar daqui de Bauru chamado Esquina do Pão de Queijo. O encontro foi uma delícia, especialmente porque se antes a gente se via quase todo dia, agora tá bem mais difícil reunir todo mundo em um mesmo lugar.O que me faz desejar ter em breve uma outra noite como essa.

 POSTS DE JULHO

Passeando por Gramado e Canela

Coleção Audrey Hepburn: Um Clarão nas Trevas

Os cinco de maio e junho

FILMES DE JULHO

  • O Homem de Palha | Robin Hardy {1973}
  • Conta Comigo {revisto} | Rob Reiner {1986}
  • Um Clarão nas Trevas | Terence Young {1967}
  • Sala Verde | Jeremy Saulnier {2015}

LIVROS DE JULHO

  • O Ano em Que Disse Sim | Shonda Rhimes
  • A Herdeira | Kiera Cass

TEXTOS MEUS EM OUTROS LUGARES

Cinco livros de história da moda para ler já!

As mulheres nas séries: cinco personagens cheias de estilo

Bisous, bisous