Os cinco de março

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Faz um tempinho descobri os desenhos maravilhoso da ilustradora Giovana Medeiros, que tem um traço lindo e super delicado. Pra quem ficou curioso, no site da Giovana e na sua lojinha online dá pra ver os vários tipos de trabalhos que ela realiza com essas ilustras, como cartões-postais, zines e marca-páginas todos decoradinhos. Acreditem quando eu digo que é de chorar de lindo!

Em março comprei dois cartões-postais dela, esse da Mary Poppins e do Edward Mãos de Tesoura daqui de cima. Eles são ainda mais incríveis pessoalmente e vieram em um pacotinho muito fofo, que mostra o cuidado que a Giovana tem em todo o processo, desde a criação das imagens até o envio da compra.

Os dois agora estão decorando a minha mesinha do computador e confesso que é muito gostoso ter essas imagens aqui perto quando estou escrevendo post pro blog. Me sinto ainda mais inspirada.

O Bangkok é um restaurante daqui de Bauru especializado em comida tailandesa, mas que tem no seu cardápio algumas opções de outras nacionalidades também. Eu amo ir lá pra comer Bloomin Onion, aquele prato de cebola que parece uma flor, sabem? O deles é maravilhoso!

No mês passado eles mudaram de endereço e reabriram com uma decoração e proposta bastante diferente. Além do clima todo soturno do lugar, com uma luz bastante baixa e vários pontos de luz com objetos em neon, mais a noitinha eles começam a ter música ao vivo e o ambiente vira algo no estilo de uma baladinha. Achei bem legal e no que depender de mim, Bangkok que me aguarde que vou sempre voltar!

Quem me acompanha nas redes sociais ou lê o blog sabe que em março eu mudei bastante meu visual e cortei esse tantão de cabelo aí de cima. Como eu contei aqui nesse post eu tô muito feliz com essa mudança, especialmente por ela ter acontecido nesse momento e por ter parido de uma decisão e vontade minhas – e não de mais ninguém.

Ainda tenho errado bastante na quantidade de shampoo que coloco na mão quando tô lavando o cabelo e de vez em quando esqueço completamente do novo corte e passo a mão na parte de trás da cabeça, esperando encontrar aquele cabelão. Mas toda hora que faço isso, acabo sorrindo e pensando no quanto foi maravilhoso mudar.

Em um dos domingo de março fiz um programa que sempre amo repetir: ir ao brunch do Alameda e me deliciar com as comidas maravilhosas que eles têm lá.

O Alameda é uma galeria daqui de Bauru que todos os domingos faz esse brunch recheado de pães, bolos, doces, omelete, tapioca, frios, frutas, sucos, danones, cafés e mais um monte de comidas muito, muito boas. Começa as oito e vai até o meio-dia, então é uma delícia pra ir com alguém e ficar longas horas comendo e batendo um papo.

Eu e o Di já fomos algumas vezes e em todas as situações, é sempre a mesma história: nunca sei por onde começo a comer de tanta comida boa e bonita que tem hehe.

Ainda não temos nada concreto em vista, mas eu e Diego estamos pensando seriamente em mudar de apartamento. Nesse meio tempo, qualquer coisa relacionada a decoração tem feito meu coração bater um pouquinho mais acelerado, já que fico pensando nas mil possibilidades que essa fictícia e futura casa pode me dar em termos de decorismos.

Se eu pisar em lojas de decoração como essa daqui de cima, aí então é que não param de brotar ideias na minha cabeça. Acho que até o final desse mês, compartilho inclusive algumas delas aqui no blog.

POSTS DE MARÇO

Pois é, março foi um mês bastante parado aqui no blog, mas em abril tô compensado! Caso vocês não tenham reparado, eu fiquei muito animada com o VEDA que anda rolando no Youtube e acabei trazendo a ideia pra cá, adaptada em textos. Portanto, estamos tendo posts TODOS OS DIAS em abril aqui no blog. Isso faz parte das minhas metas pra ter mais foco em 2016 – lembram que escrevi sobre isso lá no comecinho do ano? – e devo falar disso mais pra frente em outro post.

FILMES DE MARÇO

  • Thelma & Louise | Ridley Scott {1991}
  • Zootopia | Byron Howard e Rich Moore {2016}
  • Ex Machina | Alex Garland {2015}
  • Batman vs Superman: A Origem da Justiça | Zack Snyder {2016}

Bisous, bisous e até amanhã!

A hora de mudar

No início da minha adolescência eu descobri que meu nível de ansiedade era muito acima do que poderia ser considerado normal. Por menor que fosse o problema eu me afligia demais e sofria com uma preocupação e um nervoso fora do comum.

Foi nessa época também que eu descobri que toda essa ansiedade que eu sentia (e que infelizmente até hoje me acompanha, ainda que agora de forma muito mais controlada), sempre dava um jeito de “ganhar um corpo” e se refletir em algum problema mais palpável na minha vida. Se hoje, por exemplo, ela aparece em forma de enxaqueca, um problema bem presente e sério que eu enfrento, na época todo o meu stress acabava se refletindo numa queda de cabelo descontrolada.

Parecia que tudo que eu sentia no meu lado emocional se canalizava nos meus fios: era frizz, era perda de cabelo, era opacidade, era falta de vitaminas… Era um problema que puxava outro.

Levou muito tempo e muitas horas de atenção e cuidado da minha tia, que é cabeleireira e sempre cuidou dos meus cabelos, pra que eu conseguisse controlar a situação e voltasse a ter um cabelo saudável e que dispensava um cuidado “normal”.

Portanto, foi só quando eu já tava terminando o ensino médio e cheguei ao fim do meu tratamento capilar, depois de muito tempo e muita dedicação investidos, que eu descobri que eu não só tava contente com o resultado, mas que eu tava verdadeiramente apaixonada pelos meus fios.

Eu amava que eles fossem longos, enormes, nada certinhos. Amava que o loiro dele era uma das características mais marcantes da minha família e que a cor não era chapada e criava várias nuances divertidas, que se iluminavam de jeitos diferentes dependendo de como o sol batia. Amava o meu cabelo porque ele era meu, com uma personalidade e jeitão rebelde que eram só dele.

Em 2011, numa época capilar já saudável, mas bastante rebelde. A foto é da Babi Carneiro, no meio da Avenida Paulista.

Em 2011, no meio da Avenida Paulista, numa época capilar já saudável, mas bastante rebelde. A foto é da Babi Carneiro (www.thecactustree.blogspot.com).

Foram ao menos oito anos dele enorme assim. Por mais que eu cortasse os fios, repicasse as pontas, cortasse franja, fizesse uma mudancinha aqui ou outra ali, o comprimento nunca se alterou consideravelmente. A verdade é que no fundo eu gostava dele assim. Achava divertido poder fazer mil penteados diferentes ou simplesmente deixar o cabelo soltão sem nada, fazendo com que ele tivesse vida própria.

Mas é engraçado como depois de um tempo, e depois das pessoas te verem com o mesmo cabelo repetidas vezes, começa a rolar um sentimento geral de que tem algo de errado com você por não querer mudar. E não que elas fizessem por mal. Eu sei que eram conselhos queridos, vindos de gente querida de verdade. Mas parece que rola uma cultura na nossa sociedade de que o normal é sempre estar insatisfeito com alguma coisa da nossa aparência. Tem alguma coisa errada aí se você não reclama pelo menos um pouquinho do seu corpo.

Outro clique da Babi, agora na Pinacoteca de São Paulo, mostrando uma das coisas que eu mais gosto do meu cabelo: o reflexo que o sol faz nele.

Outro clique da Babi, agora em 2012, na Pinacoteca de São Paulo, mostrando uma das coisas que eu mais gosto do meu cabelo: o reflexo que o sol faz nele.

Mas ué, a ideia não é a gente aprender a se amar?!

Era impressionante como todo mundo falava que achava meu cabelo lindo, mas ao mesmo tempo botava uma pressãozinha sobre o fato de eu não querer cortá-lo, como se fosse ruim não estar disposta a mudar. E é engraçado como, de certa forma, eu me sentia culpada por isso. Eu dizia pras pessoas que só não fazia porque não tinha coragem, como se aquilo fosse um pedido de desculpas, como se eu precisasse realmente achar uma justificativa para o fato de não querer ter um novo visual.

Em 2015, de frente pra London Bridge, com um cabelão sendo sacudido pelo vento. A foto é do Di.

Em 2015, de frente pra London Bridge, com um cabelão sendo sacudido pelo vento. A foto é do Di.

No final do ano passado, depois de oito anos, pela primeira vez eu comecei a achar que meu cabelo não tava mais me fazendo feliz. E por vontade própria, decidi que em breve seria a hora de mudar.

Agora em março, quando cortei e vi o resultado, acabei lembrando de todo esse histórico capilar que começou lááá no início da adolescência. E percebi, contente, que o que eu sentia antes não era falta de coragem de mudar, como eu costumava dizer para os outros. Era falta de vontade mesmo.

Eu não tinha motivo pra querer mudar algo na minha vida que me fazia feliz, que me deixava confortável. A partir do momento que aquilo começou a me incomodar, eu fui lá e fiz. Apenas por mim e não por mais ninguém.

Um novo cabelo pra me fazer feliz.

Em 2016, com um novo cabelo pra me fazer feliz.

Fico aqui pensando: se eu tivesse feito esse corte antes, apenas pra agradar os outros, será que eu teria gostado tanto dele quanto gostei? Muito provavelmente não, né. Por menor que seja uma determinada mudança na nossa vida, a gente tem que mudar pela gente, por aquilo que a gente quer e nos faz bem. Se não é pela gente, não funciona do mesmo jeito. É aquela peça do quebra-cabeça que de longe até parece encaixar, mas que quando a gente olha bem de perto, fica sobrando um pouquinho nas bordas.

O resultado desse novo cabelo, por ter sido feito agora e porque eu realmente queria, tá sendo incrível. Tá me fazendo feliz e me deixando com uma sensação de liberdade. E melhor ainda, vai poder ajudar alguém também, já que espero ainda essa semana mandar o rabinho de cabelo que cortei para a Rapunzel Solidária, uma ONG que realiza um trabalho super maneiro confeccionando perucas para pessoas necessitadas.

Mais um pouquinho de felicidade em uma história que por ter sido do jeitinho que foi, sem tirar nem por, me fez ver algo muito maior e muito além do que um simples corte de cabelo.

Bisous, bisous e até amanha!

Os cinco de dezembro 2014

Todas as fotos desse post são do meu instagram: @paulinhav.

Cortei um pouco do cabelo e enrolei as pontas. Meu sonho era manter essa cabelo assim pra sempre.

Cortei um pouco do cabelo e enrolei as pontas. Meu sonho era manter essa cabelo assim pra sempre

Às vezes eu acho que alguém prega uma peça em mim e troca todos os copos de Coca-cola que eu tomo por chá de bambu. Assim, sem eu perceber. Porque só isso pra explicar o quão rápido meu cabelo tem crescido.

Eu ainda quero fazer um post aqui no blog contando sobre o problema grave de queda de cabelo que eu tive na adolescência, e como nos últimos cinco anos ele mudou completamente por causa dos tratamentos que fiz. Foi uma mudança decisiva na minha vida capilar, porque foi graças a ela que hoje meu cabelo tá crescendo dessa maneira louca. E que eu amo, claro, mas que me deixa um pouquinho incomodada porque com todo esse “peso”, meu cabelo acaba ficando muito liso. E eu sou louca por um movimento nos cabelos! Amo ondulações, amo cachos, amo essa vida mais tortinha e menos reta haha.

Por isso que uma das coisas que eu mais curto fazer no salão (nas raras vezes que eu vou, porque tenho preguiça) é babyliss. Como no dia dessa foto aí. Saio de lá me achando Gisele, Carrie e Jessie, todas misturadas, e com uma sensação boa de empoderamento. É a força do ondulado <3

Um mês cheio de boas companhias

Um mês cheio de boas companhias

Dezembro é sempre o melhor mês pra nos reunirmos com as pessoas que nos fazem um bem danado, porque além de Natal e Ano Novo, tem as revelações de amigo secreto, tem as despedidas de final de ano, tem os happy hours… E foi exatamente assim que foi meu último mês de 2014. Cheio de gente linda que me faz bem, que me faz rir e que topa se vestir de branco e pegar mico juntos.

Tenho 25 anos e amo My Little Pony!

Tenho 25 anos e amo My Little Pony!

É Natal e você pede o que de presente? Um batom, uma viagem, um vestido, o ingresso de um show? Eu até poderia pedir alguma dessas coisas, mas preferi pedir pro Diego a Princess Twilight Sparkle, a cavala-unicórnia mais linda do mundo e que tem a crina mais colorida e maravilhosa de todos os tempos.

Natal: a melhor época do ano <3

Natal: a melhor época do ano <3

Eu amo o Natal por vários motivos e um deles é que nessa época do ano até as coisas mais simples do dia a dia acabam pegando emprestadas um pouquinho da sua magia, das suas cores, do seu espírito natalino. Como por exemplo as embalagens especiais de comidas e bebidas que algumas empresas fazem e as imagens de rena, Papai Noel, árvore de Natal e estrela cadente que se espalham por todo lugar.

Essa garrafinha da Coca eu encontrei sem querer no supermercado e foi amor à primeira vista. Eu amo tanto essas edições especiais que você não fazem ideiam e logo botei ela aqui na mesa do computador pra me trazer um pouquinho de espírito de natal todos os dias haha. Já o cupcake foi presente da minha editora-chefe e só posso dizer que não casou apenas visualmente com a garrafinha, mas também deliciosamente no sabor haha.

Sou assim, a tradução da brasilidade e da cor do verão. Só que não.

Sou assim, a tradução da brasilidade e da cor do verão. Só que não

Aproveitei o recesso de final de ano pra fazer uma coisa que há muito tempo eu queria e não conseguia: passar uma tarde na piscina. Com toda essa brasilidade e cor de verão que Deus me deu, só que não, passei toneladas de filtro solar antes de ma arriscar a fazer isso, porque se não as consequências podem ser desastrosas, indo desde uma vermelhidão absurda até a pele descascando loucamente. No final deu tudo certo e além de conseguir nadar (porque eu nado mesmo, gente, não ligo muito pra ficar tomando sol ou ficar queitinha na piscina, sou dessas que fica que nem uma barata tonta nadando de um lado pro outro, planta bananeira e fica treinando segurar a respiração embaixo d’água haha), ainda tirei um tempinho pra ficar lendo na beira da piscina, que é uma das coisas que eu mais amo fazer.

E o mês de dezembro de vocês, como é que foi?

Bisous, bisous!

Os cinco de agosto 2014

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Mais volume :)

Agosto foi mês de mudar um pouco o visual. Digo pouco, porque eu não cortei tanto assim os cabelos (segundo o pessoal da redação, o que eu fiz não foi cortar, mas sim aparar haha). Ainda assim, achei que eles ficaram bem diferentes, já que além de ter repicado super os fios, o cabelereiro conseguiu realizar meu desejo e deixou minhas madeixas com mais volume. Na foto eu tô em uma super produção com babyliss, mas mesmo no dia a dia eles estão com muito mais movimento e eu fiquei muito contente com o resultado final.

A tão sonhada máquina de waffles

Eu amo waffles e já faz um tempão que eu tava com vontade de comprar uma máquina pra fazer essa massa sempre que me desse vontade. Resolvi o problema quando encontrei uma máquina da Philco Gourmet que além de fazer waffles também funciona como grill, já que ela vem com um conjuntinho de grelhas que você pode trocar de acordo com o que vai cozinhar. Achei muito mais proveitoso comprar uma assim, já que eu não tinha grill ainda, e assim que pude já a estreei com todas as gordices que eu tinha direito. Essa foto tá aí pra provar :p

Alguma coisa acontece no meu coração…

Agosto também foi mês de ir pra São Paulo, passear um pouco na cidade e ir na Bienal do Livro. Pra quem não viu, teve até vídeo sobre isso aqui no blog. E entre os programas que fiz nessa minha última passagem pela capital paulista, risquei da minha lista de lugares pra conhecer o encontro da Avenida São João com a Ipiranga, tão famosa por lá e eternizada nos versos de Sampa do Caetano Veloso. De quebra, eu e Diego ainda almoçamos no Bar Brahma, que é daqueles lugares que têm muitas histórias pra contar, e vocês sabem como eu sou apaixonada por lugares que contam histórias, né? Falei sobre todos esses passeios no post Desbravando São Paulo #3. Corre lá pra ver!

Babi e Irena :)

A Bienal do Livro desse ano foi muuuito legal, mas melhor até do que os livros novos foram as companhias que estiverem comigo nesse dia: Diego, namorado e melhor amigo; Babi Carneiro, amiga querida e fotógrafa-gênia e Irena Freitas, ilustradora de mão cheia e uma das pessoas mais fofas que já conheci. Essa, aliás, foi a primeira vez que eu vi a Irena ao vivo e a cores, já que ela é de Manaus e deu certo de nós duas irmos visitar a Bienal no mesmo dia.

Alguém aí também foi na Bienal desse ano? Vocês gostaram?

Naked cake dos deuses

Minha irmã casa no mês que vem (vou ser madrinha de casamento pela primeira vez na vida!) e agora em agosto aconteceu seu “chá de panela”, “chá bar” ou como você preferir chamar. Eu ajudei com tudo desde o comecinho, inclusive fazendo os convites, as etiquetas e as lembrancinhas, mas foi só no dia mesmo do chá que a gente conseguiu ter uma proporção de tudo que foi organizado e planejado pra essa festa. E, olha, foi até melhor do que o esperado!

A decoração ficou linda e tanto a mesa de doces quanto a de salgados tava incrível. Em meio a tanta coisa deliciosa pra comer haha, eu fiquei muito apaixonada pelo visual e pela delícia que tava esse naked cake. Pra comer já querendo mais um pedaço :p

Bisous, bisous

Os cinco de agosto

Já faz um tempo que eu quero compartilhar um pouco mais da minha vida pessoal aqui no blog. Uma ou outra vez eu até falo um pouco mais de mim por aqui, mas eu pensei que seria legal fazer no começo de todo mês dois tipos de posts mais rapidinhos, mas que também mostrem um pouco de quem eu sou pra vocês. Porque né, conhecer as pessoas, sua vida, vontades e desejos pode ser um ótimo exercício também pra entender como a moda se encaixa ali, como tá presente no dia-a-dia dela.

Então é isso! A partir de hoje o blog ganha dois posts fixos todo mês na categoria Minha Vida. O primeiro é esse daqui, “Os 5 de (insira aqui o mês que acabou de terminar)”, onde eu conto, e mostro em fotos do meu instagram (aka @paulinhav), cinco coisas legais que aconteceram no meu último mês. O segundo é “Wishlist de (insira aqui o mês que estamos)”, com todos os meus desejos de consumo, não só de roupas e sapatos, claro, do mês que tá começando.

E é isso hehe. Espero mesmo que vocês curtam e também deem seus pitacos nos comentários!

Elle Brasil de agosto e "Dormindo com o Inimigo - A Guerra Secreta de Coco Chanel"

Elle Brasil de agosto e “Dormindo com o Inimigo – A Guerra Secreta de Coco Chanel”

No comecinho de agosto eu fui passar uns dias com os meus pais e minha irmã lá na minha cidade natal, Leme, interior de São Paulo. O bom de ir pra lá é que quase sempre eu acabo tendo dias muito quietinhos, dedicados a rever amigos queridos em programas caseiros ou programas tipo ir tomar café e pegar um cineminha, e a me entregar de corpo e alma pras minhas revistas e livros. E eu não to exagerando nessa parte não haha. Sempre que vou pra Leme levo quase que metade da mala com roupas, acessórios e o que mais eu for precisar pra aquelas dias, e a outra metade vai toda abarrotada de revistas e livros :p Juro que já tentei ser mais contida, mas não adianta, sempre acho melhor me precaver e levar milhões de livros e revistas porque “vai que eu acabo tudo e não tenho mais nada pra ler?” haha.

A foto aqui foi em um momento onde eu dividia minha leitura com a Elle Brasil de agosto (essa é a capa pra assinante, mas a capa que tava nas bancas era tão linda quanto) e o livro “Dormindo com o Inimigo – A Guerra Secreta de Coco Chanel”, que já teve até resenha aqui no blog.

Cabelo novo, vida nova!

Cabelo novo, vida nova!

Agosto também foi mês de cortar o cabelo e fazer uma grande mudança no visual!
Mas antes de explicar essa minha mudança, vamos voltar um pouco no tempo lá em 2006/2007. Na época eu tinha 16, 17 anos e sofria com um sério problema capilar. Foi uma época em que eu passei por vários problemas pessoais e acabou que quem sofreu com todo esse stress foram meus cabelos. A queda dos fios era tão intensa, mas tão intensa que eu passei vários anos da minha vida entrando e saindo de tratamentos, testando produtos, fazendo tudo que era possível e imaginável pra poder mantê-los bem. Ou seja, nessa época o que eu mais sonhava era poder mantê-los compridos e saudáveis, uma coisa meio impossível pra quem via seu cabelo caindo aos montes todo dia.

Em 2009 eu vim então pra Bauru e as coisas começaram a mudar. Foi uma grande transformação na minha vida e acho que a felicidade de dentro começou a se refletir também por fora. Meus cabelos ganharam vida, os tratamentos pararam e eu finalmente pude aproveitar minhas longas madeixas, só que como eu já tinha sofrido tanto antes pra poder mantê-lo assim, acabei mantendo o mesmo comprimento durante anos, só cortando as pontinhas pra dar força, sabem?

Bom, tava na hora de mudar então né haha? Ganhei uma leve franja e cortei o cabelo numa altura média!

No início eu até estranhei, mas agora to tirando de letra deixá-lo assim!

Jantar a luz de velas no dia 17

Jantar a luz de velas no dia 17

Eu e Diego começamos a namorar no dia 17 de maio de 2009, e além dos aniversários que comemoramos todo ano quando essa data se repete, a gente mantém o dia 17 de todo mês como um dia especial. Às vezes a gente só faz uma comida mais caprichada aqui no apartamento ou faz um programa não comum na nossa rotina, porque depende do quanto aquele dia tá sendo agitado ou não, mas dessa vez conseguimos ir em um jantar bem romântico. Decidimos então jantar em um restaurante de comida asiática chamado Bangkok, que além de ter uma decoração deslumbrante, um clima super intimista e uma comida deliciosa, fica todo ao ar livre, em um jardim lindo e com uma iluminação feita toda a luz de velas. Lindo, lindo!

O melhor quiche da história dos quiches

O melhor quiche da história dos quiches

Não sei se eu já contei isso aqui no blog, mas eu sou fã número um de cafeterias. Tenho até uma listinha no listography com as cafeterias que já fui e qual foi a minha impressão sobre elas a respeito da comida, atendimento e decoração.

O Lokma Café é um bistrô e cafeteria aqui de Bauru que eu já tinha ido antes, mas que na época não tinha experimentado o quiche mediterrâneo deles. Só que agora eu to trabalhando perto de lá (aliás, em breve vou falar aqui no blog sobre o meu trabalho novo hihi) e depois que experimentei essa delícia, não quero saber de mais nada. É divino e super levinho. E pela foto já dá pra vocês verem o quanto é graciosa a decoração que eles fazem também no prato, né? Comida bonita e gostosa = puro amor.

Palestra de beleza no Top Chic 2013

Palestra de beleza no Top Chic 2013

E pra fechar agosto com chave de ouro, participei de um evento chamado Top Chic que já tá na sua quarta edição e serve como um painel de tendências pra próxima estação. Esse evento sempre foca em três áreas que mudam de ano pra ano e dessa vez as contempladas foram a moda, a beleza e o visual merchandising.

A palestra de beleza foi legal à beça! Quem ministrou foi a maquiadora Cinthia Sganzella e o hairstylist Edu Oliveira, e além de trazerem tendências de cortes e cores de cabelo tanto pro público feminino quanto pro público masculino, eles ainda falaram sobre as academias internacionais de beleza e o Edu compartilhou as suas preferidas com a gente (:

E fim. O post não ficou nem parecido com o “rapidinho” que eu havia planejado, mas tudo bem hehe.

Bisous, bisous.