Começos de ano, aniversários e tudo no meio do caminho

Faz alguns dias fiz 27 anos.

Lembro que quando era pequena, não achava nada legal essa coisa de fazer aniversário no começo de janeiro, logo quando eram férias e a maioria dos meus amigos tinha ido viajar. As fotos que tenho dessa época tão aí pra provar que não minto: nunca consegui reunir todo mundo que queria nas minhas comemorações, já que sempre tinha algum amiguinho ou amiguinha que a família tinha decidido ir pra praia e voltar só no começo das aulas.

Como uma criança que amava fazer aniversários, eu nunca conseguia esconder minha chateação quando alguém vinha me dizer que não podia ir na minha festa, especialmente porque eu era uma criança com poucos, porém bons amigos – e achava o máximo poder reunir todo mundo na minha casa em um mesmo dia, com bolo, refrigerante, salgadinho e um monte de brincadeiras que não faziam o menor sentido, mas que a gente amava.

Só que aí, conforme eu fui crescendo – e percebendo que mudar a data do meu aniversário era algo meio que impossível – a minha relação com o dia 10 de janeiro também começou a ser outra. Primeiro porque percebi que isso de ter amigos faltando nas minhas comemorações era algo que com que eu teria de me acostumar: se não fossem as férias da escola, seriam as férias do trabalho, o recesso de fim de ano e até mesmo a distância geográfica. E segundo porque percebi também que fazer aniversário logo no começo de janeiro tinha uma grande vantagem – especialmente pra mim que tenho esse sentimento inexplicável com finais/começos de ano e tudo que eles significam em termos de mudanças de vida.

Demorou um tempo pra eu entender que o universo tava esfregando na minha cara que sim, começos de ano são mesmo meu momento. Aqueles em que não só faço um monte de listas (religiosamente), mas também paro para pensar na minha vida, no que tô fazendo de certo, no que tô fazendo de errado e também no que não tô fazendo. E, correndo o risco de soar clichê: me propor a ser alguém melhor. Ou ao menos tentar, mesmo que nos pequenos atos, nas pequenas coisinhas do dia a dia.

Não vou mentir e dizer que é fácil. Ou que eu consigo fazer tudo que quero. Ou que é só querer basta conseguir. (A vida é bem mais dura do que isso, Xuxa). Mas isso de me renovar a cada Natal, a cada virada de ano, a cada aniversário (e nunca me cansar do processo) me faz mesmo mais alegre, mais otimista, mais valente. Alguém que acredita que essa jornada toda vale a pena por si só e que é ainda mais importante do que a linha de chegada. Porque eu não quero ser feliz só lá no fim, eu quero ser feliz no caminho todo.

Que 2017 e esses 27 recém chegados anos me proporcionem muito disso. Eu boto muita fé.

Beijos e boa semana

Os cinco de dezembro e janeiro

Eu demorei tanto tempo pra escrever “os cinco de dezembro” aqui no blog que acabou sendo melhor esperar o final de janeiro e finalmente fazer os dois resumos mensais juntos. E como é um novo ano e em 2016 eu quero mudar bastante coisa por aqui, eu decidi que agora, junto com as fotos, também vou colocar os links pra todos os posts que rolaram no blog durante o o mês. Pra quem perdeu algum dos textos, fica muito mais fácil de achar! É só clicar e ler :)

Janeiro

Yes, I wanna hold your hand

Yes, I wanna hold your hand

No primeiro dia do ano, Diego me pediu em casamento e eu comecei 2016 me sentindo numa bolha de amor e felicidade.

A gente sempre pensou em, algum dia, oficializar nossa relação e casar de papel passado, mas tornar isso mais real com as alianças de noivado ganhou um significado ainda mais bonito pra mim – ainda que a gente pense em se casar de fato só mais pra frente, daqui uns dois anos.

Um dia ainda faço um post sobre isso no blog, mas quem me conhece sabe que eu não idealizo e nem quero um “casamento tradicional”. Nossa ideia sempre foi a de casar no civil e fazer um almoço pequenininho pras nossas famílias e amigos íntimos, com no máximo, uma troca de votos (estilo casamento americano) entre a gente. Nem eu nem Diego queremos igreja, festa e muito menos aqueles mil preparativos que começam mais de um ano antes e deixam todo mundo louco. Fora, é claro, o dinheiro absurdo investido.

Entendo quem sonhe com isso (tenho amigas que consideram essa data muito importante e sonham com o vestido, a igreja, a festa e tudo mais), mas eu sempre pensei no meu casamento como algo muito diferente. Acho que o que ele vai representar pra mim e pro Diego não tem nada a ver com isso. É difícil explicar, mas acho que nosso comprometimento, nosso amor, nossa lealdade podem ser celebrados de outras formas. Formas que têm muito mais a ver com a gente, com nosso jeito e aquilo que acreditamos. E assim vai ser.

Das fotos do aniversário

Das fotos do aniversário

Completei 26 anos e decidi comemorar meu aniversário com festa, bolo, brigadeiro, piscina com bexigas de corações e família e amigos por perto. Cheguei a fazer um post aqui no blog sobre como foi esse sábado (aqui o link da playlist maravilhosa que tocou na festa), mas como lá só usei as fotos que bati na Instax Mini 8, achei que nada mais justo do que postar nesse resumo mensal uma foto batida com a minha outra câmera e que tem duas pessoas que eu gosto muito. Marisa e Diego, – que por coincidência também tem o sobrenome Melo, assim como o Di – são dois amigos maravilhosos, inteligentes e criativos. Gente que eu admiro muito e quero botar em um potinho, sabe?

No coquetel de inauguração do novo estúdio do Johnny Tattoo

O novo estúdio do Johnny Tattoo agora tem uma barbearia vintage!

Não sei se já falei sobre isso aqui, mas há algum tempo comecei a escrever uma coluna quinzenal sobre moda lá no blog do Johnny Tattoo. Eu já contei a história do estúdio em um vídeo lá no youtube e como tenho um grande respeito pelo trabalho deles, fiquei muito feliz quando rolou esse convite.

Em janeiro aconteceu o coquetel de inauguração de mais uma unidade deles, agora no Boulevard Shopping, e além do estúdio de tatuagem e da loja de roupas que já tinham na primeira loja, esse novo espaço tem também uma barbearia vintage, daquelas de barbear à navalha. Fiz um post especial pro blog deles contando como foi a inauguração e todas essas novidades do lugar, e no dia mostrei lá no snap tudo que rolou na festa. Se ainda não me segue, eu tô lá como 👻 little_blog.

Delícia de prato e lindeza de decoração

Delícia de prato e lindeza de decoração

Há pouco tempo abriu um lugar em Bauru chamado Armazém Santo Expedito que funciona como um grande mercadão. São vários alimentos de fabricação própria e outros vendidos lá dentro que dão água na boca só de olhar, tipo queijos de diversos tipos e tamanhos que são uma verdadeira perdição pra mim. Além disso, eles têm também uma adega muito bem servida e vários pratos a la carte servidos em um restaurante super bonitinho.

Lá pelo metade do mês, eu e Diego fomos jantar no Armazém e confesso que além de ter amado esse escondidinho com carne seca da foto, eu fique apaixonada pelo desenho do meu prato que, aliás, varia de prato pra prato, deixando a decoração das mesas ainda mais bonita.

Minha atual leitura

Minha atual leitura

No final de janeiro comecei a ler “Precisamos falar sobre o Kevin” de Lionel Shriver e nesse momento me encontro lá pela metade do livro. O filme eu já havia visto há algum tempo e adorado, mas confesso que a escrita do livro é mais envolvente porque todos os acontecimentos são narrados em forma de cartas do ponto de vista da mãe do garoto. Assim, ficamos sabendo absolutamente tudo que ela pensava, sentia e queria (ou não) antes e depois do incidente que é o mote principal do enredo.

Essa forma do livro de ser construído (no caso, todo por cartas) me lembrou muito a estrutura de “As Vantagens de Ser Invisível”, que por coincidência também tem Ezra Miller – que faz o Kevin na versão dessa minha leitura feita para os cinemas – como parte do trio de personagens principais de The perks of being a wallflower.

Tô bem envolvida pelo livro e feliz porque entre o final do ano passado e começo desse ano tenho conseguido me dedicar mais as minhas leituras mesmo com a correria do dia a dia.

POSTS DE JANEIRO

Dezembro

O inimigo secreto da equipe

Quando chega dezembro e eu vejo as reclamações que o pessoal faz na timeline sobre a festa de final de ano e sobre o tão clássico amigo secreto da firma, eu penso que eu sou muito sortuda de gostar de fato do lugar onde trabalho e amar as pessoas que estão lá todos os dias comigo. Aquele lance de “colega de empresa” nunca deu certo por aqui e eu conheci pessoas e fiz amigos na redação que são muito importantes pra mim de diferentes maneiras.

Pois bem, esse ano minha equipe decidiu dar uma inovada nesses eventos e deixar as coisas mais engraçadas, e acabou que a gente fez um inimigo secreto ao invés de amigo. O resultado foi muito, muito, muito engraçado e me mostrou que a) as pessoas que trabalham comigo são muito criativas e b) elas me conhecem melhor do que eu imaginava.

#girlpower

Girls just want to have fun

Um dos meus presentes de 2015 foram essas meninas aí da foto. A gente tem um monte de diferenças, gosta de coisas completamente opostas, mas não é que essa mistura toda deu certo? Tô muito feliz por saber que elas vão continuar por perto em 2016, – em alguns casos até mais perto já que a Bruna tá vindo morar em Bauru – e que a gente vai poder fazer programas legais, com gordice, músicas e conversas sobre BBB.

May the force be with you

May the force be with you

Foi preciso uma maratona grande, com seis filmes no total (três de cada trilogia), pra que eu finalmente me sentisse pronta pra ir ao cinema ver Star Wars: episódio VII – O Despertar da Força. Eu nunca tinha assistido a nenhum filme da saga, mas além de ter muito curiosidade pela história, a primeira trilogia todinha faz parte do desafio “1001 filmes para ver antes de morrer” (que eu anunciei no ano passado lá no canal do blog e que agora em 2016 eu pretendo de fato botar em prática).

Com ingressos na mão pra estreia, balde de pipoca e um senhor copo de coca (os dois faziam parte de um combo onde você ganhava de brinde uma almofada do filme), lá fui eu, Diego, Pedro e Ariane para o cinema. E fazendo jus ao que foi a primeira trilogia da saga, o episódio VII chegou arrebentando.

Além de resgatar os personagens mais adorados da série, o filme continua com a fórmula da primeira trilogia, e traz protagonistas interpretados por atores/atrizes completamente desconhecidos do grande público e que conseguem convencer no papel que estão.

Fez valer a espera e a ansiedade, e terminou com a expectativa de trazer um episódio VIII ainda mais maravilhoso.

Can I get an amen?

Can I get an amen?

Mesmo antes da ceia, meu Natal de 2015 já começou maravilhoso por causa do presente que ganhei do Diego: uma camiseta da Pelican Fly estampada com a foto de mama Ru e o nome das drags de RuPaul’s Drag Race (programa que eu amo e de que já falei aqui no blog). Eu gostei muito da qualidade da camiseta e tenho visto tantas coisas lindas nessa loja que tô muito tentada a comprar outras coisinhas. Quando isso acontecer, faço um post aqui contando mais detalhes dos produtos.

A sensação maravilhosa de ler com os pés na água

A sensação maravilhosa de ler com os pés na água

Não é super frequente eu ir pra casa dos meus pais em Leme, então quando vou, faço sempre questão de aproveitar o tempo com minha família, minhas amigas e a piscina lá do fundo de casa. E quando eu digo aproveitar o tempo na piscina eu digo de fato nadar, porque eu não gosto de tomar sol – até porque, na certa, isso pra mim significa vermelhidão na pele, seja lá quantas vezes eu tenha repassado o filtro solar.

Pra mim piscina foi feita pra nadar mesmo e nos dias mais friozinhos ou quando eu não tô afim de entrar, fico lendo com os pés na água gelada e tomando um ventinho na cara. É uma coisinha pequena, eu sei, mas que me provoca uma sensação muito maravilhosa.

POSTS DE DEZEMBRO

Bisous, bisous

Pois toda idade tem prazer e medo

Como contei no último vídeo do blog, eu amo comemorar aniversários. E quando digo isso eu tô me referindo a todas as possibilidades de comemorações que existem. De uma ida a um barzinho, passando por um bolinho no meio da tarde ou mesmo uma festa pensada nos mínimos detalhes. Eu topo qualquer uma dessas opções, desde que a data nunca passe em branco.

Só que nos últimos anos, por causa dessa vida de morar em um lugar, ter família em outro e amigos espalhados por um monte de cidades lindas desse Brasil, eu comemorava meu aniversário em doses homeopáticas: um bolinho em Leme, uma saidinha com os amigos de todo dia, um sorvete de comemoração-atrasada com a amiga de longe… E mais um monte de coisas pequenininhas que eram sim maravilhosas, mas que sempre “separavam as turmas”. Eu sempre pensava que não ia nunca conseguir reunir todo mundo em um mesmo dia, em um mesmo local e comemorar meu aniversário com festa, bexiga, bolo, brigadeiro e tudo mais que eu tivesse direito.

Pensava. No passado.

Esse ano eu vi que as coisas podiam sim ser diferentes.

Eu decidi que eu ia dar um jeito de reunir todo mundo aqui, do meu ladinho. E ainda que eu soubesse que pra muita gente seria dificílimo vir pra cá, – obrigada mesmo Isa por considerar a possibilidade de vir de outro estado, Lets e Marina por terem mandado mensagens tão lindas e Nat que mesmo passeando por Versailles demonstrou tristeza de não estar na minha festa haha – eu ia tentar.

Foi assim que no último dia 09, eu consegui reunir (quase) todo mundo que eu queria em uma chácara aqui de Bauru. Com uma playlist cheia de músicas boas, salgadinhos, docinhos, um bolo delicioso de brigadeiro com leite ninho, e uma piscina que acabou não sendo usada por causa da chuva, – mas que serviu de cais pras bexigas de coração – eu comemorei a chegada dos meus 26 anos.

Eu cantei, ri, conversei, comi demais, abracei um monte de gente querida, joguei sinuca e vi – mais uma vez – que chegar ao final de uma idade e começar outra acaba sendo sempre só um passo a mais numa corda bamba.

É claro que tem um monte de experiências acumuladas no meio do caminho, é claro que têm erros, têm tombos, têm acertos, têm vitórias, têm felicidades, têm tristezas, tem um pouquinho de tudo que a gente vai somando no meio do caminho até chegar aí. Mas tem também aquela incerteza, aquele tiro no escuro, aquele desconhecido que é sempre assustador, mas também sempre maravilhoso. E a gente tem que pagar pra ver e descobrir, afinal, como é que vai ser o próximo capítulo.


As fotos com os amigos e a família que ilustram esse post foram todas batidas com a minha câmera polaroid nova, a Instax Mini 8 (tô pensando em fazer um post sobre ela aqui no blog. Vocês acham que vale a pena?). Sei que dá pra sentir um pouco do clima de felicidade que foi a festa através delas. Particularmente, me dá um quentinho bom no peito toda vez que olho esses retratos e essas pessoas, e percebo que esse tiro no escuro que vai ser essa nova idade (já tem sido, na real), tá muito bem assegurado com eles do meu lado.

Bisous, bisous

Os cinco de novembro

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Com a Gabi, nos 15 anos da Laris

A festa de 15 anos da minha prima rolou em novembro, e além de ter todas as tradições das festas de 15 anos, teve algumas supresas bem divertidas – tô super curiosa pelo álbum de fotos!

Eu sei que parece o maior papo de velha dizer isso, mas é muito doido ver ela completar 15 anos. Especialmente porque eu não moro mais em Leme, então não a vejo sempre, e quando vejo rola aquele choque enorme de perceber o quanto ela cresceu.

E claro que aí, nessas de pensar em transformações e crescimentos, eu já caio em mil loucuras na minha cabeça. Fico aqui lembrando de todas as mudanças que vi minha família passar nesses quase sete anos (!!!) desde que me mudei pra Bauru. E já rolou tanta água por baixo dessa ponte, que enquanto estava lá no aniversário dela só conseguia pensar em como as coisas sempre acabaram se ajeitando no final das contas, e em como continuamos fortes e juntos, ainda que seguindo por caminhos diferentes.

Ps: a foto daqui de cima é com a Gabi, – amiga desde quando eu tava aprendendo a escrever, – porque ainda que ela não seja da família de sangue, é da família do coração.

Laçoes e Lições, da Graphic MSP

Eu fiquei empolgada demais com minhas leituras nesse final de ano e li quatro livros da Grapich MSP, aquele projeto super bacana do Maurício de Souza em que ele convidou alguns autores a fazerem releituras dos seus personagens da Turma da Mônica.

Na foto estão Laços e Lições, livro lindos dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, mas além deles eu li também Astronauta Magnetar e Astronauta Singularidade, ambos do Danilo Beyruth, e que são histórias super tocantes e inteligentes. Já falei um pouquinho sobre cada uma delas no último post do blog, mas precisava deixar registrado aqui esses livros lindos que estiveram comigo em novembro.

Inesperadamente lindo :)

Esses dias, voltando de carro de Leme, Diego fez um caminho diferente e passamos por esse lugar. Eu não sei direito onde ele é e nem como chegamos lá, mas sei que eu achei ele uma lindeza. O bom de fazer road trips assim é que a gente pode ser surpreendidos por paisagens absolutamente lindas em lugares absolutamente inesperados, o que só faz aumentar minha vontade – e meus planos – de viajar muito em 2016.

Dos pratos lindos que eu quero fazer em 2016

O tanto de comidas e bebidas gordas que aparecem no meu instagram e no meu snapchat (@little_blog) não tão escritas no mapa, então achei que era mais do que merecido que pelo menos uma delas aparecesse nesse micro resumo de novembro. Essa daqui é de um lugar chamado Top Açaí daqui de Bauru e é nada mais nada menos do que um crepe maravilhosos, de creme de avelã com morangos e chantily! Quero muito aprender a reproduzir pratos lindos e deliciosos assim aqui em casa . Vai entrar na listinha de 2016.

Nas quartas de final do campeonato masculino

Apesar de ser um desastre pra jogar vôlei, eu gosto muito de assistir campeonatos pela TV. E, mês passado, troquei um pouco o cenário em que costumo ver esses jogos por uma quadra de areia ao vivo e a cores.

O jogo foi aqui em Bauru mesmo, nas quadras de areia que foram construídas na Getúlio Vargas (e que há algum tempo eram abertas pra quem quisesse ir lá jogar uma partida no final da tarde com os amigos). A disputa fazia parte do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Open, principal divisão do vôlei de praia aqui no Brasil, tanto nas categorias feminino quanto masculino.

Eu fui assistir as quartas de final do masculino, e queria muito ter ido nas finais do masc. e fem., mas quando eu cheguei lá as arquibancadas já tavam mega lotadas. Aparentemente não sou só eu que gosto de assistir vôlei por aqui haha.

E o mês de novembro de vocês, como que foi?

Bisous, bisous

Os cinco de setembro e outubro 2015

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

Setembro

A saga do vestido

A saga do vestido

Contei no snapchat (me sigam lá, sou little_blog) a história desse vestido/blusa, mas pra quem não acompanhou, vamos aos fatos: há milênios encontrei esses vestido em um brechó e fiquei completamente encantada por ele. Assim, do tipo amor à primeira vista mesmo. E nem o fato dele ser umas cinco vezes maior do que eu me desanimou: eu comprei o dito cujo prometendo pra mim mesma que ia dar um jeito de arrumá-lo pra caber em mim.

Eis que uma infinidade de meses depois, arrumando minha gaveta, encontrei o tal vestido perdido no meio das minhas roupas. Sério, gente, eu me senti completamente frustada por isso. Vocês não fazem ideia do quanto eu acho horrível comprar uma roupa e não usá-la! Eu não sou assim, não curto esse tipo de consumo e fiquei me cobrando pra dar um jeito nessa situação.

O resultado foi que o vestido recebeu uma reforma absurda – caíram mangas, diminuiu-se o comprimento, afinou-se cavas – e voilà… Tanta coisa mudou que de gigante ele acabou ficando muito curto! hihi. Ainda assim, não poderia estar usando ele mais do que já tô: como blusa em dias mais quentes e como vestido em dias mais frios, junto com meia-calça.

E se você esperou uma moral dessa história toda, ela não existe. Só o fato mesmo de que quando eu realmente quero algo, sou muito insistente!! hahaha.

20 anos de SPFW

O FFW Fashion Tour é um projeto da Luminosidade que celebra a moda, a inovação e a criatividade de diferentes maneiras, e nesse ano, o projeto passou aqui por Bauru, com direito a palestra do Reinaldo Lourenço e Arlindo Grund (e mediação do Paulo Borges!) e uma exposição maravilhosa de 20 roupas que marcaram a história do SPFW.  Eu tive o prazer de trabalhar na montagem da exposição com o Lu, meu ex-chefe, e também assisti a palestra, que foi super interessante e passeou por diversos tópicos.

Contei sobre tudo isso em um post aqui do blog, e só posso dizer que eu desejo do fundo do coração que mais projetos e iniciativas desse tipo venham pra Bauru. A gente tem espaço, mão-de-obra, muita gente interessada e vontade de sobra de investir na área de moda.

O poder das garotas

Eu já falei sobre a Capitolina uma vez aqui no blog, mas de lá pra cá meu amor por essa revista online só aumentou. As meninas tão fazendo textos cada vez mais maravilhosos, inteligentes e com temas que saem do senso comum, e é inspirador ver meninas escrevendo para outras meninas em um exercício de sororidade constante.

Em setembro elas lançaram seu primeiro livro e eu corri comprar o meu exemplar. Fiquei tristinha de não poder ir ao lançamento em São Paulo (acabei indo pra lá só uma semana depois), mas já fico feliz de, ainda que de longe, poder prestigiar o trabalho dessas garotas tão maravilhosas.

Um quarto de século

Gabi fez 25 anos e decidiu comemorar em grande estilo, com festão, muita música, amigos, risadas, comidas gordas e tudo que ela tivesse direito. E foi incrível chegar na festa e me deparar com vários murais de fotos – cada um de uma época diferente da vida dela – e perceber que eu e a Má estávamos em todos, comemorando e ajudando umas às outras em todos os momentos.

Fevereiro de 93

Em setembro, eu e Diego fizemos uma senhora faxina no apartamento e jogamos milhares de tranqueiras fora, doamos algumas coisas e mudamos o espaço de alguns cômodos. Isso fez um bem danado pro apartamento, tanto que a sala depois da mudança, acabou ficando muito mais espaçosa e aconchegante.

E aí que no meio da arrumação, encontrei uma pilhinha de fotos antigas numa velha caixa da estante. Essas fotos não foram embora não, claro, e acabaram só reavivando um monte de memórias na minha cabeça…

Outubro

Assim como o Batman dos quadrinhos

Outubro começou triste e pesado: o Batman, um dos meus gatinhos, foi atropelado aqui na frente do apartamento e atingido em cheio na coluna vertebral. Levamos ele para o hospital escola de Jaboticabal e depois de um batalhão de exames e uma cirurgia numa clínica local, Batman sobreviveu, mas ficou paralítico.

Assim como o herói dos quadrinhos que perdeu o movimento das pernas, o meu Batman não mexe mais as patinhas de trás, mas vem aprendendo a se virar todo dia um pouquinho mais. Ele precisa de cuidados constantes, é claro, já que perdeu o controle da bexiga e não tem mais a mesma rapidez ou locomoção de antes, mas um passinho por vez, as coisas têm melhorado.

Agora que a medicação finalmente acabou, vou começar algumas sessões de fisioterapia e acupuntura (nem a medicina sabe explicar, mas a técnica vem dando resultados maravilhosos no tratamento de felinos) e torcer pra que ele possa ter alguma melhora.

E pra todo mundo que me ajudou ao longo desse mês ou simplesmente se preocupou com o estado dele, meu muito, muito obrigada. Vocês são maravilhosos.

28 primaveras

Uma das datas mais maravilhosas do ano é comemorada em outubro, e juro que não tô falando de Halloween ou do Dia das Crianças. O aniversário do Diego é dia 20, e apesar dele não gostar de festejar loucamente ou nem de nada do tipo, a gente sempre comemora esse dia de um jeitinho especial.

Nesse ano, ele completou 28 primaveras, e lá no instagram eu resgatei essa foto batida pela Babi em uma passagem nossa por São Paulo e fiz textão, porque gosto mesmo de falar em alto e bom som pras pessoas que eu amo o quanto elas são importantes na minha vida.

Tudo junto & misturado

Tudo junto & misturado

Teve mais um aniversário maravilhoso em outubro: o da Ju. E todo mundo foi pra chácara passar o dia todo lá, com os pés na piscina, muita disputa pela música a ser tocada, amor envolvido e litros de gargalhadas. E teve até chapeuzinho de festa, dear lord!

Princesa do cabelo pink

Princesa do cabelo pink

Fui pra São Paulo pra assistir o último dia de SPFW (contei aqui sobre isso), ir ao show dos Los Hermanos e ver a Babi, a amiga-fotógrafa-gênia e princesa do cabelo pink que bateu minha foto com o Di que tem nesse post. Passei o sábado todinho com a Bá e a gente fez alguns rolês muito maneiros por São Paulo. Ainda essa semana eles vão virar post aqui no blog em mais um Desbravando São Paulo!

Apesar de eu falar o tempo inteiro com a Babi por whatsapp, tava morrendo de saudade da minha amiga. É muito, muito, muito bom revê-la pessoalmente e conversar sobre assuntos doidos, mas que a ele entende direitinho, melhor do que ninguém.

Esse é só o começo do fim da nossa vida

Esse é só o começo do fim da nossa vida

O show dos Los Hermanos foi um acontecimento maravilhoso do mês passado. Virou post aqui no blog, onde eu contei minha história de amor pela banda. Apesar de tudo isso, eu ainda não consegui achar um jeito de explicar a sensação deliciosa que foi entrar naquela arena com mais 30 mil pessoas e ver um filme passar na minha cabeça a cada música deles que tocava.

Foi inspirador, foi apaixonante, foi libertador. Quero mais shows, por favor!

Bisous, bisous