TAG: com que filme eu vou

Desde que eu descobri a newsletter da Anna, fiquei completamente viciada em todos os lugares que ela escreve, incluindo o seu blog, o So Contagious, de onde eu descaradamente roubei essa tag aqui. Ela é uma tag de filmes e vocês sabem como eu amo falar sobre isso (ainda que meu desafio do “1001 filmes para ver antes de morrer” esteja estacionado há milênios no vídeo de apresentação).

Pois bem, quero voltar em breve aqui pra indicar decentemente a newsletter dela e de algumas outras meninas maravilhosas que venho acompanhando, mas, por ora, vamos falar de filmes pra assistir nas mais diferentes situações, fechado? Já aviso que eu fiz uma pequena misturinha e respondi algumas categorias de forma mais geral e algumas de forma bem pessoal. Espero que não tenha ficado confuso.

1. Um filme para assistir sozinha: 

Noah Baumbach (2012)

Eu não sei nem como classificar um filme como Frances Ha. Ele é leve, mas tem momentos de tensão também. É engraçado, mas me fez sentir um aperto no peito em vários cenas. É sobre uma história quase que banal, mas que ganha uma profundidade gigante ao longo da seu desenrolar. Definitivamente, algo difícil de classificar.

O que dá pra dizer é que Frances Ha é um filme que te faz mergulhar dentro dele e experimentar diversos sentimentos diferentes. E acho que filmes assim, quando vistos sozinhos, tornam a experiência ainda mais intensa, mais transformadora. Vale a pena ver aproveitando cada cena, cada momentinho de beleza que ele tem.

Sei que vocês não vão se arrepender.

2. Um filme para assistir quando está chovendo: 

Giuseppe Tornatore (1988)

Cinema Paradiso, além de ser um dos meus filmes preferidos da vida, tem aquele tipo de história impossível de não emocionar o mais duro dos corações. Tenho pra mim que a melhor forma de assistir a esse filme é em um dia chuvoso, debaixo das cobertas, comendo muita pipoca e chorando e rindo sem pudores em cada uma das suas cenas maravilhosas.

Ele foi o vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 1990 e, no fundo, ele nada mais é do que uma grande ode ao cinema, a todas as suas histórias e a toda a sua importância na vida das pessoas.

De uma delicadeza e inocência gigantes, tem aqui o trailer do filme pra quem quiser dar uma olhadinha.

3, Um filme para te fazer dormir: 

Ti West (2012)

Eu sou fã assumida de histórias de terror/suspense. Assisto tudo que vocês possam imaginar de filmes nessa categoria, indo dos clássicos aos blockbusters e passando ainda por aqueles filmes lado B mega trashs que quase ninguém nunca escutou falar.

Tem muita porcaria no meio? Claro que tem. Mas é uma alegria muito grande (meio creep isso, eu sei haha) quando a gente acha um bom filme na categoria, desses que tem uma história sólida, um enredo bem amarrado e que não menospreza a inteligência do espectador. E sim, era exatamente tudo isso que eu tava esperando quando fui assistir esse filme aqui.

Além de Hotel da Morte ser do Ti West, um dos diretores de terror mais aclamados dos últimos anos, os elogios ao longa foram bastante impressionantes. A crítica especializada amou o filme e eu fui com as minhas expectativas lá em cima pra assistir aos seus 90 minutos de história. Bom, vocês já podem imaginar que eu tive um tombo daqueles, né? Aliás, não só eu, mas praticamente todo mundo que foi assistir, já que esse é um daqueles clássicos filmes que agrada muito ao pofissionais de cinema, mas que deixa nós, meros mortais, sem entender o porquê de tanto alvoroço.

Pra piorar a situação o filme tem um ritmo extremamente lento, mas assim, extremamente lento mesmo. E não de um jeito interessante, que cria um terror psicológico na gente. Na real é de um jeito que faz todo mundo morrer de sono e nem se importar em saber o que vai acontecer no final da história.

4. Um filme para assistir bêbada:

Seth Rogen e Evan Goldberg (2013)

Esse filme tem tantas coisas bizarras acontecendo ao mesmo tempo que deve ser muito maravilhoso assisti-lo estando bêbada. A bem da verdade, o roteiro dele é tão doido que pode muito bem ter saído de uma noite de porre do Jay Baruchel e do Seth Rogen. Posso até imaginar eles muito loucos, contando um para o outro sobre um monte de histórias doidas sobre o fim do mundo, até que de repente alguém fala “imagina se isso virasse um filme!”.

Pronto, tava aí a chance desses caras (e mais James Franco e toda essa turminha de sempre) usarem um pouquinho do dinheiro que eles tem pra fazerem um filme doido, sem compromisso algum, mas que no fundo é uma zoeira com eles mesmos e com todos os filmes que eles já fizeram. E tudo isso com participações de um monte de gente famosa, como Rihanna e Emma Watson.

5. Um filme para passar enquanto você está fazendo outra coisa:

Gil Junger (1999)

Vejam bem, 10 coisas que eu odeio em você é um filme adorável. Além de ser um dos melhores romances teenagers já produzidos, ele tem uma cena musical impagável, com Heath Ledger cantando e dançando Can’t Take My Eyes Off You. Só que como esse é um filme que todo mundo já viu incontáveis vezes, seja por vontade própria ou por ele sempre passar na TV, a gente praticamente já decorou as cenas, as falas e toda a sequência da história (tudo bem, essa parte eu devo estar falando apenas por mim haha).

Anyway, o filme é ótimo pra quando a gente tá arrumando a casa, ou cozinhando ou fazendo qualquer outra coisa do tipo. Quando rola um tempinho, é só olhar pra tela que a gente ainda sabe o que tá acontecendo.

6. Dois filmes para serem assistidos em sequência:

William Wyler (1953)

Blake Edwards (1961)

A escolha mais óbvia pra essa categoria seria é claro a de colocar uma sequência de filmes, tipo “Meu primeiro amor” e “Meu primeiro amor – parte 2”. Mas, assim como a Anna fez, preferi optar por dois filmes que não tem relação direta entre si, mas que ainda assim tem um vínculo bastante forte. No caso, um vínculo chamado Audrey Hepburn.

O filme A Princesa e o Plebeu, de William Wyler, foi responsável pela estreia de Audrey nas telonas. Na verdade, ela até já tinha feito outros filmes antes, mas em papéis muito menores, o que tornava a princesa Ann de fato sua primeira protagonista. E a sua estreia foi tão triunfal que de cara Audrey conquistou um Oscar de melhor atriz. Além disso o filme é uma graça, cheio de delicadezas e cenas lindas de Roma, e a química entre Audrey e Gregory Peck é tão boa que você torce o tempo todo para que o dia de plebéia da princesa nunca mais termine.

Bonequinha de Luxo, em contrapartida, mostra um outro lado da atriz. O filme foi a consagração da carreira de Audrey e transformou a sua personagem em uma referência atemporal para diversas garotas que se apaixonavam por seu tubinho preto e seu colar de pérolas.

Assistir os dois filmes em sequência, além de ser delicioso, mostra a evolução de uma das atrizes mais incríveis que Hollywood já teve, em dois momentos chaves que fizeram a imagem de Audrey perdurar como um ícone ate hoje. É legal ver essas diferenças e, claro, aproveitar dois filmes tão lindos e com histórias tão envolventes.

7. Um filme para (não) assistir com o namorado:

Tom Hooper (2012)

Foi bem difícil pensar em um filme pra essa categoria, especialmente porque nos meus quase sete anos de namoro com o Di, a gente já assistiu filmes de tudo quanto foi tipo, desde os que eu morri de rir, morri de chorar ou morri de tanto tomar susto.

Sendo bem pessoal nessa resposta, acho que o único filme que eu não veria (e de fato não vi, já que nem ele e nem nenhum dos meus amigos quis assistir ao filme comigo e eu acabei indo ao cinema sozinha) é Os Miseráveis do Tom Hooper. Nem tanto por ele não se interessar pela história, mas pura e simplesmente pelo fato de que Os Miseráveis é um musical e Diego tem zero de paciência com musicais (na verdade só os de cinema, os de teatro ele gosta).

Eu, em compensação, indico fortemente esse filme haha. Ele é maravilhoso do começo ao fim, tem cenas super fortes e conta uma das histórias mais maravilhosas que eu já vi, que se passa ao longo da Revolução Francesa. Sou doida pra ler o livro também, que é do escritor francês Victor Hugo.

8. Um filme para assistir com amigos:

Christopher Smith (2009)

Eu falei que sou a doida dos filmes de terror/suspense, né? O que talvez eu não tenha falado é que eu tenho uma turma de amigos tão louca quanto eu por filmes desse tipo. E Triângulo do Medo foi um dos melhores longas que a gente já viu juntos!

No começo ele até parece ter uma história de suspense qualquer, mas conforme o filme vai se desenrolando a gente vai percebendo que as coisas não são bem assim, e que existem diversas teorias e caminhos malucos que ele toma e que contradizem tudo aquilo que a gente imaginava que era certo.

Sério, se você tem amigos que também gostam de longas de suspense, vocês precisam assistir esse filme aqui juntos! Tenho certeza que vocês também vão ficar discutindo sobre todas as possibilidades malucas que vão surgindo (durante e mesmo depois do filme acabar) e debatendo qualquer detalhezinho que aparece na tela – e que pode mudar a história toda.

9. Um filme para assistir com a sua mãe:

Brian Percival (2014)

Mais uma resposta pessoal hehe. Talvez A Menina que Roubava Livro não seja o filme mais indicado pra essa categoria, mas como eu assisti ele no cinema com a minha mãe e nós duas gostamos do filme e ficamos um tempão conversando sobre tudo que aconteceu, foi inevitável que ele fosse o primeiro longa a aparecer na minha cabeça.

O filme é inspirado no livro homônimo escrito por Markus Zusak e é contado do ponto de vista da Morte, que observa os passos dados pela garota Liesel Meminger durante a Segunda Guerra Mundial. Eu já o tinha lido muito antes do filme, o que me fez ir preparada emocionalmente para o cinema. E, claro, não adiantou nada. Ainda que o filme não tenha a mesma profundidade do livro, ele é bastante triste e poético, e mexeu muito com a gente. Sabe filme que faz você ficar pensando nele um tempão mesmo depois que a sessão terminou? Esse daqui é um deles.

10. Um filme para assistir com o seu pai:

Steven Soderbergh (2001)

Eu tenho bastante certeza que Onze Homens e um Segredo é o típico filme que meu pai adoraria assistir. Ele tem todos os pontos fortes dos filmes de ação, tem bons atores no elenco e tem uma história bastante interessante, que prende a gente do começo ao fim.

Ainda que eu não seja fã dos filmes do gênero, esse é um dos poucos que eu adoro. Acho o máximo esses filmes de ação que têm planos inteligentíssimos por trás (na história, 11 ladrões especialistas em diferentes áreas arquitetam um plano para assaltar três grandes cassinos de Las Vegas na mesma noite).

O filme, aliás, teve duas continuações: o Doze Homens e Outro Segredo, lançado em 2004, e o Treze Homens e Um Novo Segredo, de 2007, ambos também do Steven Soderbergh.

 

E vocês, o que indicariam em cada uma dessas categorias?

Bisous, bisous e até amanhã!

Sobre os últimos e os próximos dias

http://charlottedaydesign.com/

Como vocês devem ter notado, durante esse mês tem rolado post quase todos os dias aqui no blog. Digo quase porque nos finais de semana eu me permiti ficar longe da internet (exceto no primeiro final de semana do mês, em que falei sobre minha mudança de visual e fiz a resenha de Precisamos falar sobre o Kevin) e também porque houveram dois dias ~normais~ em que também não postei, já que precisava entregar alguns freelas.

A minha vontade de escrever mais por aqui vem de dois motivos: o primeiro é que eu sentia que tava muito displicente com a minha escrita, e ainda que o blog seja apenas um hobby, eu gosto de o levar bastante a sério. E o segundo é que sentar na frente do computador e escrever todo dia tem me ajudado muito no projeto-mor desse ano – e de que eu falei nesse post aqui. Ter mais foco é a minha grande meta de 2016 e ainda que a internet seja uma das minhas maiores aliadas nesse processo, ela também é uma das minhas maiores inimigas. Louco, não?

Quando eu preciso sentar aqui e fazer algo rápido e sério e que na maioria das vezes envolve escrita, eu acabo demorando muito mais tempo do que deveria porque me distraio facilmente. E não dá pra ser assim. Se eu não sou assim no trabalho, por que raios vou ser assim na minha casa?

Foi por tudo isso que decidi que iria tentar postar todos os dias esse mês e, hoje, 20 dias depois, venho aqui contar que tenho conseguido fazer isso com bastante sucesso. 😀

http://charlottedaydesign.com/

Como eu não deixo os posts agendados, todo dia depois do trabalho (em que, aliás, eu já tava escrevendo, só que pra revistas), eu tenho que vir aqui na frente do computador e escrever sobre o tema do dia.

Tenho que admitir que tá sendo mega cansativo. Mas tá valendo a pena. Eu tenho conseguido focar muito mais nos textos, indo lá e fazendo o que tem de ser feito, sem muita distração. E isso tá me ajudando muito, inclusive em freelas que eu tenho conseguido fazer com mais rapidez.

Por outro lado, existem alguns dias em que eu fico completamente sem ideia do que postar. Eu sou muito movida a inspiração e o blog tem essa função de ser o lugar onde eu deposito tudo isso, além das minhas dúvidas, meu dia a dia, meus gostos, minha visão da moda… E se não tem algo que eu ache verdadeiramente legal e interessante pra escrever, eu deixo quieto e espero surgir um novo tópico na minha vida. Postar ~qualquer coisa~ só por postar não rola e deturpa completamente a ideia que eu faço da blogosfera.

Portanto, encerro esse post com duas considerações. A primeira é que de tão positiva que tá sendo a experiência desse mês, eu quero leva-la – ainda que de forma muito menos rigorosa – pra frente, ou seja, que mesmo depois que abril acabar, a ideia é postar ainda com bastante assiduidade aqui no blog. Não vai ter post todo dia, mas vai ter muito mais post do que tinha antes.

A segunda é que tanto agora em abril quanto depois que o mês terminar, eu já imagino que vão rolar alguns dias de “falta de inspiração” de temas. Normal, né. E aí queria pedir a ajuda de vocês pra me ajudarem com sugestões. Vale TAG, bate papo, resenha, história de algum estilista, o que vocês acharem interessante. Se for algo que me inspire, que me faça pensar, que me chame a atenção, certeza que eu vou escrever sobre o assunto aqui. E mesmo que não role de fazer exatamente aquilo que foi sugerido, às vezes uma ideia dada me ascende outra na cabeça  e isso acaba virando post também.

Então, é isso. Espero muito contar com a ajuda de você! E podem deixar ideias aqui ou em qualquer outra rede social, mandar email, etc, que eu vou olhar tudo. Qualquer sugestão é mais do que bem-vinda!

Bisous, bisous e até amanhã.

– As ilustras desse post fazem parte de uma série linda, linda da ilustradora Charlotte Day. Aqui o link do site dela, cheinho de imagens maravilhosas.

Links para toda hora #10

Deixa eu contar pra vocês uma história…

Há pouco mais de cinco anos nasceu uma revista digital feita por colaboradores de todo canto do país. Essa revista se chamava aLagarta e era feita por jornalistas, designers, stylists, modelos e gente das mais variadas áreas que apostaram na sua proposta (de levar arte e beleza para as pessoas) e que, com MUITA dedicação, fizeram a revista se transformar no projeto tão bacana que ela é hoje.

Há três anos me juntei a esse time e pude ver de perto todo o empenho que rola em cada edição, que sempre aposta em um tema central e se desenvolve em torno dele. Aprendi muito em todo esse tempo e tenho um orgulho danado de contar pra todo mundo que tenho um pezinho de participação nessa história toda.

Bom, tudo isso foi pra contar que nós da aLagarta estamos agora dando um novo rumo à revista. É um desafio enorme e complicado, mas que tem nos deixado muito, muito empolgados e felizes: a gente vai virar uma revista impressa!

E pra isso a gente conta com você que acompanha nosso trabalho já há algum tempo ou com você que acabou de nos conhecer, mas que se interessou pelo projeto. Lá no catarse, dá pra contribuir com diferentes valores (com uma recompensa bem massa pra cada um) e assim nos apoiar. E mesmo que você não possa colaborar, ajudar a divulgar o nosso crowdfunding já é super válido.

Vamos lá, hein, estamos contando com vocês. Segue o link http://bit.ly/aL-CrowdFunding

Eu já falei desse texto do Leo Aversa no último post do blog, mas não tinha como montar uma lista com indicações de links e deixá-lo de fora. Ele é leve, divertido, bem escrito e o tipo de texto que a gente lê e fica com um sorriso no canto da boca quando chega na última linha.

Deixem o dia de vocês mais gostoso e o leiam também :)

Pra quem não conhece, o Vlogbrothers  é um canal no youtube feito por dois caras, o John Green (autor de A Culpa é das Estrelas, Cidades de Papel e muitos outros sucessos literários) e o seu irmão, Hank Green. O canal é maravilhoso e conseguiu reunir em torno de si muitos seguidores dedicados e apaixonados pelas conversas e debates dos dois irmão, criando uma comunidade gigante e super entrosada, o Nerdfighters. Ps: pra quem se interessar, existe a comunidade brasileira do Nerdfighters no facebook. Procurem lá! Fui admitida na semana passada e tô adorando acompanhar as discussões.

Tem um texto do GWS que explica muito bem todo esse universo paralelo dos irmãos Green, mas o que eu queria mesmo indicar aqui é um dos últimos vídeos do canal deles, o “Brazil’s Government is Falling Apart… and it’s Good News?”. Ainda que muita coisa já tenha acontecido na política brasileira desde que ele foi lançado, ele é muito interessante pra entendermos todos os passos que foram dados para chegarmos até aqui.

Hank Green dá uma verdadeira aula de história e política brasileira explicando como se deu a ascensão do PT ao poder, a oposição, os escândalos políticos que aconteceram, o esquema da Lava Jato, a imagem que se criou do juiz Moro e muito mais. O mais interessante é que é uma visão totalmente apartidária da situação e uma forma bastante didática de explicar os últimos acontecimentos políticos do país.

E tá tudo legendado, pra facilitar ainda mais as nossas vidas.

De 12/04 a 15/04 rolou a 39ª edição da Casa de Criadores, um dos eventos das modas que eu mais tenho vontade de um dia acompanhar in loco. Eu acho bárbara a ideia da Casa e tenho um respeito muito grande não apenas pela proposta, mas por todos os novos e conhecidos nomes que por lá se apresentam.

Nessa última edição, a Lilian Pacce fez uma bela cobertura do evento, que dá pra ser conferida nesse link aqui. Um dos maiores destaques foi a estreia do brasileiro Lui Iarocheski (a foto daqui de cima é do designer com algumas das suas criações) e tem, inclusive, uma entrevista muito interessante com ele lá no site da Lilian.

Prontas para uma overdose de Taylor Swift?

Pra começar que a Taylor é a covergirl da edição de maio da Vogue e na foto a cantora tá muito diferente do que estamos acostumados a vê-la. Eu ainda não sei dizer se gostei ou não da capa, mas que é diferente e faz a gente perder uns bons minutinhos olhando com mais atenção, isso faz. E pra deixar as coisas mais interessantes, Tay respondeu um dos quadros do canal da Vogue que eu mais amo, o “73 questions with”. O vídeo faz um pequeno tour na sua casa e é uma delícia (como sempre) de acompanhar.

Não bastasse tudo isso, menina Taylor ainda é a garota propaganda da nova campanha da Apple Music e já teve liberados dois vídeos dessa sua empreitada. No primeiro, enquanto escuta uma playlist especial para correr e se exercita em uma esteira, ela toma um tombaço daqueles homéricos, de ficar estatelada no chão morrendo de dor. Já no segundo, ao som de “The Middle” do Jimmy Eat World, ela dança loucamente enquanto se arruma para sair – e faz a gente ter vontade de sair dançando por aí também.

Pois é, quando a gente acha que Tay deu uma sossegada, aí é que ela vem e PÁ, causa todo um rebuliço maravilhoso. Aah<3

Bisous, bisous e até amanhã!

Eu escrevo, tu escreves

Eu admiro pessoas que conseguem escrever com leveza. Gente que consegue transformar um tema quase considerado bobo, como, sei lá, o brinquedo novo que comprou para o cachorro, em algo que a gente tem um prazer gigantesco de ler. E com a mesma maestria, de um jeito descomplicado que é de dar inveja, vai lá e fala também sobre a viagem que mudou a sua vida, sobre como é ter o emprego dos sonhos, sobre uma história de amor que já viveu, e sobre qualquer outro tema enorme e profundo, de um jeito descolado de quem tá contando um causo para um amigo no bar.

Ainda que eu não seja nenhuma especialista em técnicas de escrita, nesses muitos anos de ávida leitora e nesses outros tantos como jornalista, eu aprendi a ver e apreciar diferentes estilos de texto. Só que muito raramente, quando menos eu espero, alguém assim aparece. Alguém que escreve de um jeito que eu paro e penso: é isso. Essa pessoa conseguiu.

Vejam bem, eu amo escrever matérias. Pesquisar, selecionar informações, responder ao lead e desenvolver o texto de um jeito que informe, que envolva, que cutuque o leitor. E amo escrever ficção. Taí algo que talvez vocês não saibam sobre mim, mas eu sempre tive um apreço especial por textos em que eu podia criar a minha própria história. Tanto que foram por causa desses textos que eu decidi cursar a universidade que cursei. Mas o fato é que eu tenho esse amor escrachado, desbundado, sem o mínimo pudor por textos que tenham um pé ali entre a crônica e a carta, entre a conversa de portão e o bilhetinho deixado correndo na geladeira.

Textos que falem sobre a vida, ou sobre parte dela, sobre um dia, ou sobre morrer de amor. Textos de gente com o Caio Fernando Abreu (um dos meus escritores preferidos), que falam com a mesma intensidade e loucura sobre conviver com uma doença como o HIV ou sobre as previsões do horóscopo.

Textos como esse que li essa semana, do Leo Aversa. Tão corriqueiro, tão divertido e leve. Uma gostosura de ler.

Ou textos ainda como os que o Gian Lucca escrevia para o GWS. Sempre sobre umas paradas doidas que passavam pela cabeça dele e que eram maravilhosamente alucinantes de acompanhar.

Me encham de textos assim na vida, por favor. Me deixem ir ali mergulhar neles. De corpo, cabeça, alma e inspiração.

Bisous, bisous e até amanhã!

Time of the season

{para escutar durante o post} ?

A loja Rosegal, que é parceira do blog e de quem eu já falei aqui e fotografei algumas peças aqui, me mandou mais um item para ser resenhado. E confesso que quando fiz a solicitação do vestido no site, a tentativa (muito bem-sucedida, diga-se de passagem) era de colocar um pouco mais de estampas belas na minha arara de roupas.

No final das contas, além de flores supercoloridas, minha arara ganhou também mais um vestido em A lindo – um dos meus shapes preferidos. E assim como o vestido em A preto e branco deles de que eu já falei aqui no blog, esse vestido do post também tem um tecido mais encorpado, o que eu acho essencial para dar volume e movimento à uma silhueta dessas.

O vestido faz parte da categoria Print Dresses do site, tá por R$49,40 e além das estampas florais e de chaves (as da gola são as mais fofas!), o tecido dele é todo texturizado. Vocês me perdoem se eu estiver usando o termo errado, mas pra mim é como se tanto na parte de cima quanto na de baixo ele fosse todo quiltado em formato de flores. O que de longe pode até passar despercebido, mas de perto se torna um tipo de detalhe que torna a peça ainda mais incrível.

Além disso, preciso falar que todas as peças da Rosegal que recebi até hoje nesse formato, vieram com pregas muito bem feitas na parte de baixo. Acabamento que eu, particularmente, acho essencial em vestidos assim.

As outras peças que compõem o meu look não são da loja, mas acredito que sirvam como um ideia inicial pra gente pensar em vários outros tipos de combinações que podem ser feitas com esse vestido. Eu particularmente ainda quero muito usá-lo com sapatilha, um casaquinho ou blazer se esfriar um pouco, brincar com chapéus de abas maiores e apostar em outros modelos de bolsas que ajudem a acender a estampa. Mas aí, é claro, vai do estilo e gosto de cada um pra combinar como bem entender.

Preciso agradecer MUITO a Ariane pela paciência e ajuda com o shooting. Todas as fotos daqui do post são dela, e olha que essa foi a nossa segunda sessão, já que na primeira vez, a câmera fez o favor de zoar com todas as fotos que a gente tinha feito. Ari, obrigada mesmo, cê arrasa <3

Bisous, bisous eaté amanhã! o/