Campanhas criativas – Parte 2

Pra quem não tá entendendo nada sobre esse post a primeira parte dele é essa aqui, onde explico direitinho porquê quis falar disso e qual critério foi usado pras escolha das campanhas, ok?

Bora agora pras internacionais?

As internacionais

“Como você julga um livro?”

Esse vídeo é da Dermablend, aquela marca top de maquiagem corretiva que é queridinha da turma da beleza – e de muito médico também porque funciona pra queimaduras, cicatrizes… O modelo da campanha é o canadense Zombie Boy, descoberto em 2010 por Nicola Formichetti. Rick Genest, seu nome verdadeiro, tem praticamente o corpo inteiro tatuado imitando um cadáver e nem tinha como não chamar a atenção da mídia depois que apareceu no clipe de Born this way da Lady Gaga (em 2011 ele esteve no Brasil e desfilou no Fashion Rio pela Auslander).

A ideia de mostrar o poder dos produtos corretivos da Dermabled ‘apagando’ as tatuagens do modelo fica tão chocante no vídeo que a gente chega a desconfiar que não pode ser realmente verdade. Pra quem duvida, tem esse vídeo aqui com as cenas de bastidores e, à título de curiosidade, os produtos usados na campanha foram o Leg and Body Tattoo Primer, o Leg and Body Cover SPF 15 e o Setting Powder.

Como eu falei no outro post também, acho todos os vídeos da campanha “Dove pela Real Beleza” de extremo bom gosto. Eles tocam em temas que mesmo já tendo sido falados a torto e a direito são colocados no vídeo de uma maneira que choquem/emocionem e, principalmente, façam a gente pensar, mas sem serem apelativos ou bobos. É uma dose inteligente.

L’Odyssée de Cartier mais do que uma campanha extremamente inteligente com o intuito de colocar a Cartier em sintonia com os países emergentes é também esteticamente maravilhosa. Não dá pra não ficar extasiada (muito mesmo!) com as imagens incríveis que vão passando ao longo de todo o vídeo. Com direção de Bruno Aveillan – um craque em ganhar premiações publicitárias – a campanha é uma comemoração aos 165 anos da joalheria.

Essa campanha mundial da Seda tem como pano de fundo a ideia de que existem milhares de mulheres dentro de nós com vontades e gostos diferentes (qualquer semelhança com a  realidade né, não é mera coincidência) e traz tudo isso num vídeo super engraçado e gostoso de assistir. E a música gracinha que toda de fundo é original dos The Everly Brotherse e chama Bye Bye Love.

E por fim, mas nem de longe menos importante, esse vídeo da Dior que eu adoro! Ele mistura duas paixões: beleza e games – ainda mais os dos anos 80 que tem um cantinho especial no meu coração. Daí que na campanha da Dior, eles transformam os produtos da marca nos jogos mais populares dessa década como Tetris, Pac-man, Pong, Super Mario Bros…

E assim como pedido no outro post, esse aqui aceita sugestões de outras campanhas criativas, sejam de moda ou de beleza. Aliás, acabei descobrindo tantas campanhas nacionais tão, mas tão criativa que fiz um update lá na primeira parte. Confiram! haha. Bisous.

Campanhas criativas – Parte 1

Eu adoro campanhas de moda e beleza, assim muito mesmo. No little stuffs aqui do blog tem até uma categoria de vídeos inspiradores – que sempre dão uma carinha mais gostosa para o meu dia – com muitas dessas campanhas. Mas aí, há alguns dias, conversando com uma amiga sobre isso, comecei a perceber que não conhecia tantas campanhas assim que saíssem da fórmula pronta de ‘essas são as roupas da nossa nova coleção’, ‘essas são nossas maquiagens/produtos e eles resultam nessa make ou nesse cabelo’. É claro que tem um milhão de campanhas das quais sou fã, seja pela estética, seja pela gostosura de assistir o vídeo, seja pelas modelos/diretores/marcas envolvidos, mas campanhas criativas que façam algo totalmente novo nem são tantas assim, ou pelo menos não tantas que me viessem instantaneamente à cabeça.

Daí que curiosa que sou fui atrás de campanhas brasileiras (as internacionais serão do próximo post!) que saíssem dessa fórmula básica e trouxessem algo novo para o vídeo. Às vezes o produto ficava até em segundo plano, mas a ideia por trás do vídeo, seu viral ou simplesmente essa sacada de fazer algo diferente já mudava tudo.

Além de algumas campanhas que eu lembrava fui pesquisar outras através da Meio & Mensagem, e a seleção final é essa aí – e ela ficaria superfeliz se recebesse mais links nos comentários haha.

 

As nacionais

A gente vai fazer compras sozinha e falta algo muito importante: a opinião de alguém que nos ajude a escolher a roupa ideal ou apenas dê um toque se aquela peça tá valendo o investimento. A famosa mão amiga da segunda opinião, sabem? Mas aí a C&A resolveu esse problema. Dez peças da coleção do dia das mães foram escolhidas pra ficarem nas araras da loja no shopping Iguatemi e também terem suas imagens veiculadas no facebook da marca. Assim que a pessoa desse um like em alguma das imagens, um aparelhinho instalado na roupa da loja mostrava o quanto aquela roupa já havia sido curtida, assim como uma segunda opinião do quanto ela era querida.

A campanha foi feita por uma agência brasileira chamada DM9DDB, ganhou ouro na premiação Worl Retail Awards pela categoria de “Innovation Concept” e prata, pela categoria “Outdoor”, e bronze, por “Media e “Direct”, no Festival Cannes Lions.

“Se nós podemos ver a beleza nos outros, por que não vê-la em nós mesmas?”

A campanha “Dove pela real beleza” tem uma série de vídeos que fazem a gente repensar mesmo como a gente enxerga a beleza em nós mesmas e nos outros. A maioria desses vídeos são da Dove estadunidense e ganharam uma versão brasileira traduzida, mas até onde pesquisei – gente, se estiver falando besteira, please, alguém me avisa nos comentários – esse aqui é totalmente made in Brasil.

Vou confessar que não conheço nada dessa marca, a Niely, mas achei a campanha super diferente. É engraçadinha essa ideia de “se a gente pode alisar o calçadão de Copacabana, imagina então o que não podemos fazer pelos seus cabelos?” O vídeo é da agência Artplan e, assim como dá pra ver aqui em cima, ganhou uma baita repercussão na mídia nacional. E né, afora o fato de que essa trilha sonora e estilo carioca deixa a campanha ainda mais bonita de se ver!

“Quem disse que maquiagem tem que ter regra?”

Eu simplesmente amo a proposta da “Quem disse, Berenice?” O vídeo da campanha podia ser apenas mais um como qualquer outro mostrando todos os produtos que a marca têm – apenas algo em torno de 500 itens – mas não. O slogan usado dentro e fora do vídeo é sempre o mesmo: não existe certo nem errado nesse mundo da maquiagem. E a campanha traduz isso muito bem.

Além de ter ter esse começo ‘desmitificando regras’, o vídeo tem como trilha sonora “Dancin Days’ das Frenéticas e vai mostrando meninas se divertindo e experimentando tudo aquilo que elas querem de make para se sentirem ainda mais bonitas. Dá vontade de ir lá e se juntar a elas.

E a minha preferida de todas: a campanha da Natura Plant. Juro que quando o vídeo terminou eu tava bem emocionadinha e fiz questão de mostrar pro namorado e pras amigas. Sinal de que se era pra campanha chamar a atenção, eles realmente conseguiram, né? E não é só isso, lá no Meio & Mensagem, na votação de final de ano em que os leitores decidem qual a melhor campanha do ano, advinha quem ganhou em 2011? Exatamente! A melhor campanha brasileira de 2011 foi da Natura – criada pela agência DVTBWA – que tem essa proposta tão bonita de fazer uma surpresa para as mulheres falando porquê o cabelo delas ser tão lindo. Assim, num lugar e momento tão inesperados e vindo de pessoas que elas tanto amam.

Vocês conhecem mais campanhas criativas de moda e beleza? Compartilhem nos comentários! 😉

Update: Gente, to descobrindo tantas campanhas nacionais criativas que fiquei até triste de ter feito esse post só com cinco. Mas, antes tarde do que nunca, certo? Então aí vão duas campanhas que achei que seria um erro deixar de fora daqui. A primeira é bem recente e é da Reserva, que teve a brilhante iniciativa de ver que até as coisas mais ruins podem reverter em algo bom, ou como eles mesmo dizem: se a vida te der limões, porquê não fazer uma limonada?

A marca aproveitou as gravações do assalto ocorrido em sua loja nos Jardins (algo em torno de 40 mil reais em mercadorias foram levados) e fez sua nova campanha que tem como slogan “Não precisa quebrar a vitrine. É só entrar.”

A campanha de dia das mães da Renner (aliás gente, como tem campanha de dia das mães inteligentes! Dá pra ficar umas boas horas assistindo tudo no youtube hahaha) é de uma beleza ímpar. A ideia de todo a campanha – tem que assistir até o final mesmo pra entender – é linda e vai sendo colocada no vídeo de uma maneira tão, mas tão bonita. Não só visualmente falando, mas nessa beleza da passagem do tempo e da relação da mãe com o filho. Lindo, lindo!

A Miss Wu chegou!

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Não é segredo pra ninguém que dessa safra de novos talentos da moda, Jason Wu tá entre os mais queridos da minha lista. E se eu já amava sua forma de pensar e como isso era refletido nas suas roupas, no ano passado foi anunciada uma nova linha do estilista, a Miss Wu (olha que fofura de nome!) e eu virei ainda mais fã.

Logo de cara que a Miss Wu foi anunciada ela me conquistou (na época fiz até um post sobre isso e vou tentar transferi-lo depois pra cá, pra contextualizar), porque além de ser inspirada nos anos 60, uma década linda que tem uma bossa toda especial, ela ainda queria trazer para as ‘menininhas de plantão’ roupas que pudessem manter esse lado girlie, mas sem ser infantil ou bobo. A proposta da linha era fazer roupas bem femininas e que brincavam com esse nosso lado de meninices, mas que não ficassem estereotipadas ou com cara de ‘garota de 20/30 anos que usa roupas de 10’.

E a boa nova é que agora em janeiro a Miss Wu finalmente chegou em algumas lojas Nordstrom, único lugar físico em que será vendida, e na sua loja online  que sim, entrega no Brasil! Apesar de ela ter um preço mais acessível do que a linha principal do Jason Wu, não é nada muito próximo da minha realidade, infelizmente. De qualquer forma, já vale de baita inspiração pro nosso guarda-roupa e pra gente que gosta desse lado bem menininha, né?

Junto com o lançamento da marca foi feito também um vídeo que além de mostrar algumas das peças da coleção, explora bastante esse lado divertido que a linha quer passar.

A coleção tem 40 peças e conta com muitas saias plissadas, vestidos estampados, uso de muito chiffon, suéteres de cashmere, trech coats e pra mim o principal ingrediente de todos: o toque de Jason Wu.

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De aquecer o coração!

Petit pois e rock’n’roll

Música escolhida pela Isa pra escutar enquanto se lê esse texto 😉

Rocks off – The Rolling Stones

No post passado eu acabei fazendo um desabafo tão grande sobre sobre essas mil facetas que a gente tem na nossa vida e que consequentemente também são refletidas na nossa roupa, que me deu uma vontade enorme de resgatar a categoria de Estilo do antigo blog de moda que eu tinha. Mas mais do que mostrar “como fulano de tal costuma se vestir” (seja nos seus dias mais Holly Golightly ou mais Elizabeth Bennet), eu queria mostrar como personalidade e roupa podem estar interligadas. Em linhas gerais eu queria fazer um ‘look do dia’ que tivesse mais cara de ‘look da vida’, que mostrasse não só a roupa do dia da pessoa, mas quem ela é, do que ela gosta, o que lê, ouve, sente… As tais das mil facetas que a gente têm.

Pra estrear a categoria aqui no blog chamei a queridíssima (e digna!) Isabelly Lima, do Refletindo Moda. Apesar da Isabelly ser da área de moda, essa categoria não se restringe a pessoas que trabalham/estudam com ela. Ela tá aberta para as mais diversas profissões e pessoas, tendo como única prerrogativa que elas mostrem esse look da vida daquele jeito que ele deve ser – já que representa a própria pessoa: de maneira singular.

Abaixo uma mini entrevista com a Isa, links em que você descobre um pouquinho mais sobre ela e, claro, as fotos que mostram como a Isa se mostra para o mundo.

Enjoy!

Entrevistinha

Nome: Isabelly Lima

Idade: 24 anos

Profissão/Pretensões profissionais: Designer de Moda, atualmente cursando Jornalismo. O meu intuito é ser jornalista de moda.

Moda é… possuir o seu estilo e personalidade, adotar as tendências que combinam com você sem se preocupar em querer tudo que a indústria joga pra gente :)

Estilista preferido: Pierre Cardin, com aquelas coleções em 60 com pegada futurista, ai!

Ícone Fashion: Gosto em demasia da baterista Tennessee Thomas que tem um estilo vintage e da modelo Agyness Deyn que faz a linha mais rebelde “grrrrl”.

Curiosidades: Sou viciada em revista, sonho com milhões de livros, já vi o meu beatle favorito (o Ringo, oi?), implicam comigo porque uso muita estampa de bolinhas e amo batom vermelho.

Twitter: @refletindomoda

Instagram: isabellylima

Blog: http://www.refletindomoda.com

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Andei lendo: “História da Moda no Brasil”

Uma das coisas que eu mais amo nessa vida é ler. E não é uma coisa da boca pra fora ou uma coisa que faço ‘quando sobra um tempinho’. Não, eu amo mesmo poder passar horas e mais horas lendo, aumentando minha biblioteca (da caixola e da vida real) com livros e mais livros. E entre as minhas últimas aquisições e leituras tá o livro “História da Moda no Brasil – das influências às autorreferências” de Luís André do Prado e João Braga.

Como eu precisava pesquisar mais sobre moda nacional para algo que estava escrevendo – e percebi como livros de moda nacional eram a) ou muito raros ou b) ou muito rasos – perguntei no twitter/facebook alguma indicação. A Márcia Mesquita do queridíssimo Bainha de Fita Crepe me indicou então essa leitura. E lá fui eu atrás do meu exemplar.

Não foi um livro lá muito fácil de ler, mas não porque tenha uma linguagem muito rebuscada ou algo assim, ao contrário, ele é bem fluido, com uma linguagem fácil e gostosa de acompanhar. O problema maior é que são 640 páginas em um tamanho não muito convencional de livro, aqueles de centro de mesa, sabe? Então a primeira dificuldade e acho que a mais perceptível é em como segurá-lo. Depois de um tempinho fica difícil achar uma posição confortável suficiente pra você não precisar levantar, dar uma espreguiçada e voltar só depois que os músculos relaxarem. Pra mim então que adora levar livro na bolsa em todo lugar que vai, foi bem triste, porque eu só conseguia ler em casa em algum lugar bem confortável – nem pensar ficar deitada na cama lendo, por exemplo. O tamanho dele (em quantidade de páginas, eu digo) nem chega a ser um empecilho, mas como é um livro essencialmente de pesquisa acaba ficando um pouco cansativo o tanto de nomes e datas que vão aparecendo.

Imagem: http://www.fontedesign.com.br/para-ler/historia-da-moda-brasil/

Imagem: http://www.fontedesign.com.br/para-ler/historia-da-moda-brasil/

Desse jeito que eu to falando até parece que não gostei do livro, mas gente, juro que não é nada disso! haha O livro é ótimo, o trabalho de pesquisa empreendido é incrível, mas acho que foi um erro meu mesmo de querer lê-lo como um livro convencional, tipo abrir na primeira página e seguir daí em diante. Então todas essas coisas aí de cima são, na verdade, ‘dicas’ de como lê-lo de maneira mais proveitosa do que propriamente uma crítica. Nada impede que você queira ler um capítulo todo só de uma vez, mas acho que é um livro pra ser descoberto aos poucos, com cuidado.

Ele foi feito pensando nisso, inclusive, tanto que cada capítulo corresponde a uma época específica, tipo dos anos 1961 aos anos 1975 (capítulo cinco), e isso permite com que você possa fazer uma busca mais selecionada de acordo com aquilo que você estiver procurando. Além disso, não precisa ficar com medo de ‘perder o fio da meada’ porque – exatamente por ser um livro de pesquisa – todos os nomes, datas, enfim, tudo é resgatado o tempo inteiro pelos autores, fazendo com que você não se sinta perdida por não saber quem é pessoa x ou y.

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Eu fiquei muito surpresa do quanto os autores foram precisos na sua pesquisa histórica. A história da moda brasileira é mesmo resgatada desde lá do seu comecinho, com a chegada dos portugueses no Brasil e o encontro com nossos indígenas, até meados de 2010, ano em que o livro foi lançado. Todos os momentos importantes da moda brasileira são lembrados, passando primeiro pela nossa moda copiada da França, depois por nomes da moda brasileira no famoso ‘Agulha de Ouro’ – onde a imagem profissional ficava de lado muitas vezes em prol da imagem pessoal, do ‘vamos causar’ – e chegando até as semanas de moda que realmente deram uma guinada sem precedentes na indústria brasileira de moda.

Pra mim, em especial, foi uma delícia entender um pouco mais sobre a importância do jeans no nosso país. Eu, que não sou muito fã de jeans e o evito sempre o máximo possível – um dia talvez eu fale disso aqui – achei interessante entender o porquê, e sim existe um porquê, o brasileiro é tão ligado ao jeans, tendo ele como nossa roupa básica pra qualquer ocasião. Nada me marcou tanto como o slogan usado pela US Top: ‘A liberdade é uma calça velha, azul e desbotada.” Essa frase é o resumo de tudo aquilo que as marcas de jeans representaram em seus primeiros tempos: a libertação daquela moda certinha que vinha de pai pra filho. Mais do que uma calça jeans, aquela ‘calça velha e desbotada’ era um símbolo de juventude, de contestação.

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“Histórias da moda no Brasil” pode ser encontrado na Saraiva por R$148,00 e é um livro importante pra se ter em uma biblioteca – não só daqueles que se interessam por moda, mas pra qualquer um que se interesse pela história de nosso país. Além de trazer as mudanças do setor têxtil e de vestuário brasileiro ao longo dos anos, o livro faz um paralelo com as transformações do próprios país – social, política e econômica – contextualizando com cada momento de nossa moda.

E como cereja no topo do bolo tem imagens lindíssimas, como as desse post que estão nas páginas do livro.

Pra informar e inspirar.