Taylor Swift Book Tag

Essa tag aqui foi originalmente criada pelo canal The Book Life e é tão divertida (pra quem gosta das músicas da Taylor, claro), que se espalhou rapidinho pelos canais de literatura do youtube. Ela tá na minha “lista de tags a serem respondidas” já faz um tempo e decidi fazer isso em texto mesmo porque assim eu tenho uma desculpa pra colocar vários gifs da Taylor Swift em um mesmo post haha.

E ah, se você também achar as perguntas legais e quiser respondê-las, pode ficar a vontade! Só não esquece de creditar o canal que a criou, tá?

1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

Eu demorei um tempo pra entender essa pergunta (sou lerda, gente, desculpa), mas até onde compreendi, ela pede que você fale de algum livro ou série que teve um começo muito legal, mas que depois de um tempo só foi ficando pior e pior e pior, até você não querer mais nem olhar pra ele.

Depois de pensar um bocado, cheguei a conclusão de que eu nunca fui “traída por uma história” desse jeito. É claro que já tiveram títulos com os quais eu não concordei em alguma parte ou fiquei sem entender porque raios acontecerem certas coisas no final, mas nada que tenha me feito ficar decepcionada com a história a ponto de largá-la sem nem olhar pra trás. Nas poucas vezes em que eu abandonei um livro, o motivo tinha mais a ver com ler o tal livro na hora errada ou, no máximo, comprovar que um título que eu já não tinha muita expectativa, realmente era bem chato.

Seguindo o raciocínio desse segundo exemplo, lembrei de Crepúsculo, livro do qual eu já não esperava muito e que desde o começo da história não conseguiu me prender. Os personagens não me convenceram, a protagonista tinha zero de empatia e a história toda não fazia sentido. E melhor nem entrarmos em méritos de escrita, porque a questão aqui é bem sofrível. (Me desculpem os fãs de Crepúsculo, mas eu realmente acho o livro ruim.)

Eu ainda cheguei a ler a continuação da história, Lua Nova, mas não consegui ir além disso, o que eu acho triste pra dedéu já que eu odeio abandonar séries tanto quanto odeio abandonar livros – ou seja, muito.

2. Red – escolha um livro com a capa vermelha.

Nessa categoria, o primeiro livro que me vem à cabeça é “Glamour”, da Diana Vreeland. Eu ainda não o li, confesso, mas como ele fica em cima da cômoda do meu quarto e é inteirinho vermelho, de um tom que não tem como não chamar atenção, é impossível não lembrar dele quando se trata de um livro vermelho.

Espero lê-lo ainda esse ano e se isso realmente acontecer, podem contar com resenha aqui no blog!

3. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).

Assim como Harry Potter me lembra muito minha infância e o começo da minha juventude, Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva, foi um divisor de águas na minha adolescência.

Lembro que quando o li, ele me atingiu como um soco na boca do estômago. Foi com ele que eu tive, pela primeira vez, a dimensão do que era “viver o mundo”. Foi com ele que eu vi que eu era uma zé ninguém que não sabia absolutamente nada da vida. E não preciso nem falar que quando a gente é adolescente, descobrir um troço desses acende uma bomba atômica dentro da gente, né? A vontade é a de querer agarrar o mundo nos próximos cinco minutos de existência.

O bom é que hoje, olhando pra trás, eu acho que foi maravilhoso pra mim ter tido esse chacoalhão. Minha vida teria sido muito diferente se isso não tivesse acontecido, já que desde então, eu venho tentando viver tudo que puder pra quebrar essa bolha ao meu redor. E tenho tentado enlouquecer, criar experiências, ser feliz, amar, fazer de tudo um pouco. Porque no final das contas, é só isso que importa.

E ah, pra quem nunca escutou falar do livro, ele é autobiográfico, e foca especialmente no acidente que deixou o escritor tetraplégico.

4. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.

Talvez um dos mais clássicos romances com uma história de amor proibida – por questões óbvias – é Lolita, do Vladimir Nabokov. Sou fascinada tanto pelo livro quanto pelos filmes, o de 1962 e o de 1997. O livro mistura de uma maneira assustadora inocência com sensualidade e me fez ter uma série de reações diferentes ao longo de toda a história: do desprezo ao nojo, da dó a raiva…

5. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.

Belatriz Lestrange de Harry Potter é uma personagem horrível. Porém, horrivelmente maravilhosa. Considero ela uma das melhores vilãs que eu já vi por aí, o que só ficou ainda melhor quando Helena Bonham Carter a interpretou nos cinemas. Pra mim, a personagem dos filmes se assemelha de maneira absurda com a mulher que eu imaginava quando li os livros. Ela cria um medo abismal na gente – com um pé muito perigoso ali na loucura – e tem um magnetismo que poucos personagens “secundários” conseguiram atrair pra si.

6. Innocent (written b/c of Kanye West!) – escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!).

Juro pra vocês que fiquei um tempão pensando em algum livro que me estragaram o final, mas simplesmente não consegui lembrar de nenhum. Claro que eu já cheguei a ler muitos livros em que eu já sabia grande parte da história antes mesmo de ver a primeira página (A Culpa é das Estrelas é um dos casos mais recentes), mas mesmo nessas situações, o final sempre foi uma surpresa pra mim. E peço encarecidamente a todos que continue a ser assim.

7. Everything Has Changed – escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.

Vou ter que falar da série “Millenium” aqui, já que a personagem Lisbeth Salander tem um dos desenvolvimentos literários mais incríveis que já vi. Ao longo da história ela aprende muito – e nem sempre de maneira fácil – e se torna ainda mais madura, inteligente e preparada para administrar os muitos problemas e tretas que surgem na sua vida. A série, aliás, é maravilhosa e você lê os livros num piscar de olhos, de tão fluido e viciante que eles são.

8. You Belong With Me – um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler. 

Sei que vai soar estranho dizer que tô que nem uma doida a espera de Winds of Winter, quinto livro da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” do George R. R. Martin, tendo em vista que eu só li até A Tormenta de Espadas, terceiro livro da série. Acontece que esses livros são tão maravilhosos (vocês já repararam que eu tenho um fraco imenso por séries, né?) que eu fico meio desesperada em pensar que não são todos eles que já foram lançados (serão sete, no total). Imagina se acontece alguma coisa com o escritor (não tô jogando praga de jeito nenhum, hein!) e ele não termina de escrevê-los?  Eu tenho uma síncope!

Fico pensando em quem leu o primeiro livro da série pouco depois dele ter sido lançado, em 1996… São quase 20 anos acompanhando uma das histórias mais épicas, longas, cheias de reviravoltas e incríveis da atualidade! Se eu que ainda tenho dois livros inteirinhos e enormes aqui pra ler antes de Winds of Winter já tô agoniada para o lançamento dele, fico imaginando essas pessoas…

9. Forever and Always – escolha o seu casal literário favorito.

Eu escolhi um casal que nem de longe é um “casal melado, ai céus, eles nasceram um para o outro”. E escolhi eles exatamente por não serem assim. Acho que o que mais me encanta no romance Rony e Hermione de Harry Potter (sim, HP de novo! hihi) é que definitivamente os dois não são um casal muito provável. E o que é mais importante: eles conseguiram transformar a amizade que sentiam um pelo outro em amor, sem fazer com que outros aspectos das suas vidas perdessem importância.

E isso acontece porque J.K. sabe falar de amor (no sentido de romance) sem forçar a barra, sem extrapolar limites e sem precisar criar um casal só “porque toda história precisa de um casal”.

Ps: preciso acrescentar ainda um segundo casal nesse tópico: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy de “Orgulho e Preconceito” da Jane Austen. Socorro, que casal maravilhoso! Eu tenho uma crush eterna por Mr. Darcy e amo o fato deles também não serem um casal provável, que demora muito tempo pra se entender nem tanto por forças externas, mas especialmente pelo que sentem e pensam a respeito um do outro.

10. Come Back, Be Here – escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar.

Tenho muitos livros na minha estante que são queridos e que tenho medinho de emprestar e não voltarem mais, mas acho que “Toda Mafalda”, do Quino, é meu maior xodó nesse quesito. A Mafalda é uma das minhas personagens preferidas e esse livro é um compilado de todas as suas tirinhas, numa edição enorme, hard cover e maravilhosa. Além disso, esse foi o primeiro livro que ganhei do Diego, com direito a cartinha dele escrita na folha de rosto da edição. <3

E vocês, quais livros colocariam em cada uma das categorias acima? Se responderem a tag, deixem o link aqui nos comentários que eu vou querer ver!

Bisous, bisous

Tag: minha história em dez músicas

Eu tenho uma lista de posts pra fazer aqui no blog (falei que ia usar meu novo caderninho pra me organizar, não falei?), mas ontem vi essa tag no blog da Bruna Vieira, o Depois dos Quinze, e não resisti em passá-la na frente. Primeiro porque isso faz eu me sentir de volta ao começo dos anos 2000 e quando eu tive meu primeiro blog (desculpa gente, mas atire a primeira pedra quem nunca teve um blog-diarinho) e segundo porque eu gosto mesmo de responder tags, de cunho pessoal ou não.

Decidi então começar por essa e quando der vontade vou caçar umas tags de assuntos diversos pra trazer pra cá. Tenho até algumas de literatura já em mente pra gravar pro canal e uma outra em que fui marcada (thanks Paola!) pra fazer em texto.

E é isso, gente! Espero que vocês gostem das músicas aqui de baixo e se não conhecem alguma, bora colocar esse youtube pra tocar :)

Ps: fiz uma leve modificação na pergunta 4 e 8, pra casar um pouco mais com a minha vida, mas pra ver a tag original que a Bruna criou é só clicar aqui.

Uma música que te lembre um momento bom: Torn – Natalie Imbruglia

Pra mim é impossível dissociar as lembranças que tenho da minha infância e adolescência sem lembrar da MTV.  Quem assistia o canal no final dos anos 90 e começo dos anos 2000 sabe que as temáticas tratadas por lá iam muito além da música, e por mais clichê que isso possa parecer, a MTV foi uma escola pra mim. Lembro que um dos primeiros clipes que vi por lá foi Torn da Natalie Imbruglia, e além da música ter feito um sucesso imenso na época, ela marcou uma fase super importante da minha vida, que me lembra momentos incríveis.

Uma música que defina sua vida: Legião Urbana – Quase Sem Querer

Apesar da minha música preferida da vida não ser essa (mas calma que ela também tá nessa lista), quando se trata de uma música que retrate minha vida, eu acho que eu poderia colocar aqui uma playlist da Legião Urbana que resumiria tudo muito bem. Escolhi Quase Sem Querer porque talvez ela seja a música que mais tem passagens que me tocam, que toda vez que eu escuto me dão um click e eu penso “é isso que eu tô fazendo” ou “é isso que eu não posso fazer”. Mas, além dela, Tempo Perdido, Por Enquanto, Metal Contra as Nuvens e Teatro Dos Vampiros são músicas que falam o que eu penso, que definem momentos pelos quais eu passei e passo. Uma espécie de vibração que só Legião Urbana e Cazuza tem comigo.

Uma música que te faz dançar na balada: Jessie J. Ariana Grande e Nicki Minaj – Bang Bang

Eu não sou a pessoa mais frequentadora de baladas, digamos assim haha, mas se tem uma música que torna impossível eu ficar parada quando tá tocando, essa música é Bang Bang. Pode ser em casa, na rua (às vezes literalmente), na casa das amigas, não importa o lugar. Tocou Bang Bang, eu encarno a Jessie J (a cantora pop que mais admiro ever) e vou lá dançar loucamente.

Uma música que é tema do seu relacionamento: The Moldy Peaches – Anyone Else But You

Quando tava na fase de amigo-virando-namorado com o Diego, lá nos primórdios de 2009, Anyone Else But You acabou sendo aquela música que nos unia em todas as circunstâncias. A canção acabou virando nossa trilha sonora, e me dá um quentinho bom no peito perceber que o trechinho que na época representava tanto a gente (“You’re a part time lover and a full time friend”), continua tendo o mesmo significado pra nós até hoje.

Uma música que sempre te faz chorar: Led Zeppelin – Stairway to Heaven

Stairway to Heaven é uma das músicas mais maravilhosas que já foram feitas. A letra, os acordes, a mensagem, a forma como ela vai e toca fundo na gente… Tudo está junto na música. Toda vez que a escuto, fico extremamente emocionada e me sinto imersa por cada uma de suas estrofes.

Uma música que seria toque do seu celular: Jessie J – Domino

Pode parecer redundante, mas que culpa tenho eu se Jessie J. é tão importante assim na minha vida? Domino é uma das músicas do seu primeiro álbum, o Who You Are, e como sempre acontece com as letras das suas canções, ela passa uma mensagem bem positiva, algo como ‘dando a volta por cima’. E eu adoro músicas assim! Haha. Além disso, Domino é igual Bang Bang: eu escuto e não consigo não cantar e dançar junto.
“I’m feeling sexy and free like glitter’s raining on me.”

Uma música que você gostaria de tatuar: Tiny Dancer – Elton John

Tiny Dancer é minha música preferida de todos os tempos (ela também é trilha sonora do meu filme preferido de todos os tempos, “Quase Famosos”) e existem dezenas de versões que foram feitas pra ela, desde a que é cantada no filme, até as improvisadas por John Frusciante e Dave Grohl. Apesar de eu adorar essas versões, a original cantada por Elton John, com ele no seu velho piano de guerra, é única pra mim. Foi por ela que eu me apaixonei e é ela até hoje quem me acompanha nos melhores e piores momentos da minha vida. Se eu tivesse que tatuar uma canção, muito provavelmente eu tatuaria “Hold me closer tiny dancer” em uma letra bem pequena, delicada e cursiva.

Uma música que te deixa com vontade de se aconchegar nele: All My Loving – The Beatles

Minha história com o Diego foi construída ao som de Beatles. Eu já amava o quarteto britânico antes disso, mas foi mesmo quando eu o conheci e descobri seu amor pela banda que eu percebi o quão mágica ela de fato era. Lembro até hoje que quando tínhamos acabado de nos conhecer e ele foi entrar no meu blog pela primeira vez, ele conta que tava com And I Love Her aquele dia na cabeça, e que na hora que a primeira foto do site abriu e a música começou a tocar (flogão gente, shame on me), rolou aquele momento de cinco segundos sem ar quando ele percebeu que era essa canção. Depois disso, foram várias as músicas da banda que marcaram momentos do nosso namoro e finalmente em 2010, no Morumbi, pudemos assistir a um show do Paul que foi mágico de um jeito que eu não sei nem botar em palavras.

Uma música que você tá viciada agora: The Hanging Tree – Jennifer Lawrence (The Hunger Games: Mockingjay – part 1)

Fui essa semana no cinema assistir a primeira parte de Jogos Vorazes: A Esperança e além de ter amado o filme e ficado embasbacada em como os produtores conseguiram trabalhar tão bem as cenas do livro (arriscaria dizer que ficou até melhor), The Hanging Tree, trilha sonora do longa, não sai da minha cabeça. Não vou dar spoilers, mas essa música faz parte de uma cena muito importante e absurdamente linda da história, e fez tanto sucesso (e sim, é a nossa amada Jen Lawrence cantando) que já é a mais vendida do iTunes.

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: One Direction – Best Song Ever

Hahaha juro que não tô de brinks, gente. Vocês sabem eu amo One Direction, né, mas como a maioria dos meus amigos não curte a banda, é batata como toda vez que toca alguma música deles ou sai alguma notícia sobre os meninos, sempre rola um “olha lá, Paulinha”. As pessoas sempre associam qualquer coisa que saia na mídia sobre eles comigo e eu acho um barato isso porque acabo ficando informada de tudo haha.

Eu poderia ter trazido qualquer música deles pra cá, mas escolhi “Best Song Ever” porque é meu clipe preferido da banda. Adoro quando ele exploram esse lado mais engraçado nos vídeos, porque acho que ele mandam muito bem nisso.

E por hoje é só, gente. Quem gostou da tag fica a vontade pra responder, lembrando sempre de dar os créditos para o post da Bruna, hein.

Bisous, bisous e boa sexta-feira!