Os 100 anos do All Star

{para escutar durante o post} ?

A Converse Inc., empresa que hoje em dia é subsidiária da Nike, foi fundada lá no longínquo ano de 1908, em Boston, Massachusetts. Só que a história que a gente vai contar aqui nesse post começou um pouquinho depois disso, em 1917, época em que a Converse ainda era uma modesta produtora de borracha e resolveu adentrar o mercado calçadista. Para isso, eles lançaram um tênis bastante especial, diferente de tudo o que havia no mercado e que se chamava All Star Chuck Taylor. O primeiro modelo de All Star da história.

Os 100 anos do All Star

Quando o Chuck Taylor foi lançado, o público-alvo que a Converse queria atingir eram os jogadores de basquete norte-americanos. O motivo principal é que esse esporte era um dos que mais crescia e ganhava prestígio no país, o que, por consequência, demandava cada vez mais roupas, calçados e acessórios específicos para sua prática. Assim, o Chuck Taylor nasceu com “tudo” o que era preciso para agradar a esses atletas: era feito de lona, tinha um solado mais grosso do que os tênis normais e possuía ainda uma biqueira de borracha, detalhes que garantiam mais flexibilidade dentro das quadras.

O nome Chuck Taylor, inclusive, não nasceu junto com o tênis. Ele foi batizado assim apenas em 1934, depois que o jogador de basquete Charlie Hollis Taylor, o “Chuck Taylor”, como era conhecido, virou uma espécie de garoto-propaganda da marca de maneira não proposital.

Chuck era um verdadeiro fã do All Star e a Converse, por sua vez, não perdeu tempo em integrá-lo ao seu time. Graças a ele, o impacto causado na divulgação do tênis foi gigantesco, e o modelo acabou não apenas ganhando seu nome, como ainda o próprio Chuck foi responsável por desenvolver melhorias no calçado ao longo dos anos.

Juntos, assim, jogador e tênis viraram uma verdadeira febre nos EUA.

Os 100 anos do All Star

O All Star Chuck Taylor nasceu em versão única, preta e branca, e só foi ganhar um modelo inteiro branco já na década de 40. Já os modelos sneakers (esses com cano baixo, igual ao que eu estou usando nas fotos) só surgiu nos anos 60, junto de diversas modificações de materiais que a Converse resolveu implementar no calçado.

Foi a partir daí, principalmente, que o “tênis do basquete” começou a sair das quadras e ganhar outros pés, indo para dentro das casas, para as ruas e até para o trabalho.

Ao longo dos anos, esse novo mercado foi se tornando cada vez maior e mais apaixonado pelo All Star, especialmente por essa ideia que se criou em torno do tênis de que ele é um item descolado, cool, quase underground. James Dean, Joey Ramone e mais tarde Kurt Cobain, – que nunca tiravam seus All Star dos pés – ajudaram a construir essa imagem de juventude e rebeldia do calçado. Imagem que, inclusive, continua a repercutir mesmo com as novas gerações.

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Para comemorar os 100 anos do lançamento do Chuck Taylor, a Converse lançou uma campanha em março chamada “Forever Chuck”, com três vídeos sobre a história e importância do All Star.

Aqui dá para conferir o primeiro, o segundo e o terceiro vídeo da série.

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Todas as fotos desse post foram batidas na última manhã de domingo pela querida Ariane Silva, que também fez as fotos do último shooting daqui do blog. Aos poucos tô perdendo mesmo a vergonha de fotografar e espero que rolem mais alguns ensaios ainda esse ano. Vocês tão gostando?

Beijos e até a próxima

There is too much love to go around these days

{para escutar durante o post} ?

Fevereiro já vai quase pela metade, mas o primeiro shooting de 2017 finalmente aconteceu.

No último domingo, depois de ter dormido quase nada porque fui em uma festa de drag queens no sábado (sim, de drag queens <3), eu e a Ari aproveitamos o sol da manhã para irmos fotografar. E deixando a modéstia de lado, preciso contar que eu amei as fotos e fiquei bem feliz do primeiro ensaio de 2017 ter acontecido assim: ao som dessa música, numa manhã de sol, rodeada de ar puro e com esse balão tão bonitinho, que ainda tá cheio e enfeitando o quarto ao lado.

Espero que vocês curtam as fotos tanto quanto eu :)

Beijos e até logo mais.

Time of the season

{para escutar durante o post} ?

A loja Rosegal, que é parceira do blog e de quem eu já falei aqui e fotografei algumas peças aqui, me mandou mais um item para ser resenhado. E confesso que quando fiz a solicitação do vestido no site, a tentativa (muito bem-sucedida, diga-se de passagem) era de colocar um pouco mais de estampas belas na minha arara de roupas.

No final das contas, além de flores supercoloridas, minha arara ganhou também mais um vestido em A lindo – um dos meus shapes preferidos. E assim como o vestido em A preto e branco deles de que eu já falei aqui no blog, esse vestido do post também tem um tecido mais encorpado, o que eu acho essencial para dar volume e movimento à uma silhueta dessas.

O vestido faz parte da categoria Print Dresses do site, tá por R$49,40 e além das estampas florais e de chaves (as da gola são as mais fofas!), o tecido dele é todo texturizado. Vocês me perdoem se eu estiver usando o termo errado, mas pra mim é como se tanto na parte de cima quanto na de baixo ele fosse todo quiltado em formato de flores. O que de longe pode até passar despercebido, mas de perto se torna um tipo de detalhe que torna a peça ainda mais incrível.

Além disso, preciso falar que todas as peças da Rosegal que recebi até hoje nesse formato, vieram com pregas muito bem feitas na parte de baixo. Acabamento que eu, particularmente, acho essencial em vestidos assim.

As outras peças que compõem o meu look não são da loja, mas acredito que sirvam como um ideia inicial pra gente pensar em vários outros tipos de combinações que podem ser feitas com esse vestido. Eu particularmente ainda quero muito usá-lo com sapatilha, um casaquinho ou blazer se esfriar um pouco, brincar com chapéus de abas maiores e apostar em outros modelos de bolsas que ajudem a acender a estampa. Mas aí, é claro, vai do estilo e gosto de cada um pra combinar como bem entender.

Preciso agradecer MUITO a Ariane pela paciência e ajuda com o shooting. Todas as fotos daqui do post são dela, e olha que essa foi a nossa segunda sessão, já que na primeira vez, a câmera fez o favor de zoar com todas as fotos que a gente tinha feito. Ari, obrigada mesmo, cê arrasa <3

Bisous, bisous eaté amanhã! o/

Shooting: conjunto p&b e acessórios

Vocês lembram que há um tempinho eu contei que o blog tinha feito uma parceria com a Rosegal, uma loja online cheia de peças diferentes, de boa qualidade e com um preço camarada? Na época cheguei até a fazer um post contando mais infos da loja e um review de um vestido que eu tinha pedido do catálogo deles.

Pois bem, a parceria entre a gente continua firme e forte, e recentemente eu pedi que eles me enviassem um conjunto que eu havia visto na loja e tinha ficado apaixonada, além de um anel e um colar lindos e bem fáceis de combinar, que me conquistaram assim, no primeiro olhar. As peças chegaram no finalzinho da semana passada e como eu tô mais do que nunca nessa onda de fotografia, resolvi fazer um novo shooting pro blog mostrando um pouquinho mais delas.

Acho que esse é um jeito legal de falar sobre produtos, porque é uma maneira de vocês verem de fato o caimento da peça no corpo e enxergarem mais de pertinho alguns detalhes que às vezes são difícieis de serem vistos na loja.

Mas olha, queria também que vocês contassem depois nos comentários se gostam de reviews assim ou preferem de outro jeito, ok? Vai ajudar muito, de verdade.

{Tiny Dancer – Elton John}

Você já devem ter reparado que eu uso muito preto e branco nas minhas roupas. A real é que eu amo estampas e cores vibrantes, mas acho que roupas pretas e brancas, além de serem mais fáceis de combinar, são super clássicas e elegantes. Por isso que quando vi esse conjunto ($20,27), sabia que tinha rolado química entre a gente.

A parte de cima dele é uma regata branca lisa facílima de combinar com outras peças, além de ser super fresquinha e confortável, o que eu tenho prezado mais do que nunca diante desse calor absurdo que tem feito. Ela é um pouco mais curtinha do que eu achei que seria, mas acho que exatamente por isso ela dá tão certo com partes de baixo que tem cintura mais alta.

A saia tem silhueta em A e é bem lady like, uma graça. Uma das coisas que mais amei nela – e que eu já tinha notado também no vestido que ganhei deles – é que essas peças mais armadinhas do catálogo da loja têm um tecido bastante encorpado, difícil de amassar e que consegue dar o volume prometido na foto. Eu acho isso fundamental, porque de que adianta uma silhueta legal, se o tecido não é poderoso o suficiente pra acompanhá-la?

O colar é enorme e veio junto com o conjunto. Eu gostei ainda mais do acessório depois que vi que ele não é preso por corrente e sim por um cordão de couro sintético (bijuteria que oxida rápido não é uma realidade legal, gente), o que além de tudo combina mais ainda com a ideia “pesada” que a pedra dele tem.

Aliás, por falar em pedraria… Ando meio epolgada com peças em formato triangular, e acabei pedindo também um anel dourado de pedra triangular preta ($1,79). Achei ele lindo, e fiquei especialmente feliz de ter conseguido comprar um anel online, já que isso é uma proeza que até ao vivo é difícil pra mim. Como tenho dedos muitos pequenos e finos, praticamente todo tipo de anel fica enorme na minha mão. Daí acho vantajoso demais aneis como esse daqui, que são reguláveis e fazem feliz qualquer um que quiser ser seu dono.

Em resumo, o que posso dizer pra vocês é que amei mesmo minhas roupas e acessórios. Sem demagogias.

Eu sei que muita gente ainda tem medo de comprar em loja online, não só pela questão de achar que o produto pode ser completamente diferente daquilo que tá na foto, mas também por rolar aquele medinho da peça não chegar, não caber, não ser legal…

Das compras que eu já fiz com a Rosegal e do trabalho que conheci deles nesse tempo, o que eu posso dizer é que minha experiência com a loja sempre foi benéfica. As peças são tão bonitas quanto na foto, os materiais tem uma durabilidade boa, as roupas fazem jus aos tamanhos mostrados no site e o que não falta são roupas inspiradoras pra gente querer levar pra nossa arara.

Se vocês tiverem alguma dúvida sobre como comprar na loja ou sobre alguma das peças que falei aqui, fiquem a vontade pra perguntarem nos comentários. Se eu não souber responder, tento conversar com a loja e explico depois por aqui, combinado?

E antes de terminar, preciso agradecer o Diego Melo, melhor namorado e amigo do mundo, que bateu as fotos desse post num bosque super simpático daqui de Bauru onde tem essa belezinha de maria fumaça.

Bisous, bisous e boas compras (:

Uma tarde de shooting, café e conversinhas com Natalia Dian

Conheci a Nat em uma tarde ensolarada de 2010, quando cursava meu segundo ano de faculdade e queria cada vez mais juntar o jornalismo que eu aprendia em sala de aula com as muitas coisas de moda que eu lia e via por aí.

Na época, a Nat havia montado um grupo de estudos de moda com outras meninas e meninos de Design, e de alguma maneira eu fiquei sabendo desse grupo e na cara de pau, resolvi ir lá me apresentar. Por mais estranho que possa aparecer, eu lembro muito bem desse dia. Lembro bem porque nessa tarde não apenas tive certeza de que queria conversar e aprender ainda mais sobre moda com aquelas pessoas, mas também porque foi aí que conheci a Natália e a Mônica Moura, duas pessoas que me acompanhariam e me ajudariam demais ao longo de toda a minha graduação – e muito depois dela também.

Pos isso que na semana passada, quando a Nat me avisou que estaria em Bauru, a gente decidiu se encontrar pra colocar a conversa em dia e tomar um café. Alguns dias antes nós já tínhamos conversado sobre a possibilidade de fazer um shooting aqui pro blog, uma categoria que eu tinha acabado de estrear e tava morrendo de vontade de fazer mais posts. Com a vinda da Nat pra cá, pronto, tava criado o momento ideal.

As fotos foram feitas em vários lugares daqui de Bauru, de livrarias a floriculturas, de ruazinhas escondidas a feirinhas de frutas, e o resultado não podia ter sido mais incrível. Eu tô verdadeiramente honrada de ter sido fotografada pela Nat, porque sei o quão talentosa ela é e como o trabalho que ela faz precisa ser conhecido – e reconhecido – pelo mundo. Pra que vocês possam conhecer um pouco mais sobre a Nat e seu trabalho como fotógrafa, fiz uma entrevistinha com ela contando um pouco sobre as suas inspirações, lembranças e vontades. E ah, não deixem de conferir o shooting todo (são mais de quarenta fotos!) lá no flickr dela.

“Eu sou designer gráfico por graduação da Unesp de Bauru, fotógrafa freelancer por amor, costureira por hobby, artista por paixão e produtora de moda em projetos variados. Crio e produzo tudo o que se pode ter a ver com imagens: design, fotografia e arte. Hoje eu moro em Araraquara/SP, mas viajo bastante pra todos os lados.
Apesar da minha graduação ser em design, acabei pendendo para a fotografia. Acho que ter tido esse embasamento teórico me ajudou muito a desenvolver um repertório estético mais evoluído e a ter a minha própria identidade artística. A fotografia tem muito a ver com desenho, sabe. Temos que estudar as linhas e as cores da imagem da mesma forma e isso torna o processo geral de criação bem semelhante.
Sempre gostei de foto, comecei a me dedicar a ela mais profissionalmente depois da criação do Coletivo Contos em Retrato (que também foi meu trabalho de Conclusão de Curso). Com o coletivo eu aprendi muito da parte técnica e criativa – dificilmente eu conseguiria ir tão longe sozinha.
Desde então eu me dediquei mais a fotografia autoral – artística – e estou nesse processo de auto-descoberta: o trabalho criativo nunca para, ele evolui com você e com tudo o que acontece ao seu redor. É complicado, difícil e apaixonante.”
(Natalia Dian)

Comparando a Natalia de antes da faculdade e a Natalia de depois, o que você acha que mudou na visão que você tem da sua profissão?

Hoje eu me vejo muito mais madura pro mercado em si. Na faculdade a gente aprende muita coisa, faz muita coisa e às vezes parece que não dá tempo de assimilar. Depois que voltei pra casa experimentei vários cargos diferentes, desde desenvolvimento de produto à secretária de uma consultora de imagem empresarial. Tudo foi muito válido e aprendi demais.
Passei um bom tempo naquela crise de identidade pós universidade, mas foi pondo a mão na massa e conhecendo um pouco de tudo que eu consegui me conhecer também. Ainda tenho muito pra evoluir, mas (por enquanto) me encontrei na fotografia e nela eu quero ficar.
Passar esse tempo saltitando de um lado pro outro também me fez ver que o mundo não é tão fácil e que tem que saber muito bem onde pisar e como pisar. O mercado profissional é feito de sutilezas e arranhões, tem que saber agarrar o osso e andar com cuidado pra não tropeçar e deixar ele cair. Infelizmente, a concorrência é brava, às vezes desonesta, e você tem que encontrar um meio justo de crescer e se sobressair.

Eu sei o quanto você gosta de moda, mas queria saber qual a lembrança mais distante que você tem dela na sua vida.

Eu não lembro exatamente de onde veio essa minha paixão aguda pelo mundo da moda (talvez seja uma boa pergunta pra fazer pra minha mãe na próxima reunião de família), mas eu sempre gostei de desenhar. Eu desenhava o tempo todo: tinha uma lousa branca de canetão exclusiva – chiquérrima! – na qual eu criava histórias. Com o tempo acho que fui pegando gosto pelo desenho mais delicado, feminino e fantasioso (croquis, talvez?!) e toda história precisa de um figurino apropriado, certo?!
Durante o colegial eu tinha certeza que seria estilista, depois designer (isso eu consegui!), hoje acho que estou mais pra artista visual buscando um lado “fashion fine art photography” dentro mim.

Me conta sobre alguém que te inspira (e porquê).

Falar de um alguém que me inspira é uma coisa complicada porque eu sou na verdade uma mistureba de referências com uma pitada de loucura própria! Eu tenho como referência e inspiração desde histórias em quadrinhos à livros, celebridades, os próprios fotógrafos em si e pessoas próximas de mim. O que eu posso fazer é um agregadinho de paixões, pode ser?
Em quadrinhos: Habib, de Craig Thompson, pelo trabalho extremamente detalhista, real e delicado e por trabalhar o tema que eu mais gosto: Amor. Dez pãezinhos de Moon e Bá: cores lindas, quadros lindos e textos cotidianos pra vida.
No cinema: os Clássicos Disney (precisa explicar?! rs). Orgulho e Preconceito, de Joe Wright; Maria Antonieta, de Sofia Coppola; Tarantino; Lars Von Trier; e essa galera mais conceitual que brinca sem medo com os quadros e as cores do filme. Filmes são sempre um banho de inspiração na alma.
Na música: Lady Gaga e Florence Welch pelos estilos impecáveis e pelo caráter etéreo e artsy dos figurinos e músicas.
Na fotografia: Annie Leibovitz, quando faz seus retratos fantasiosos. David LaChapelle, por ser arte e cor puras. Maria Emilia Dinat, araraquarense que trouxe um pouco de luz, mesmo que sem querer, pra minha escolha profissional e pra fotografia autoral nessa cidade do interior. E minha imensa lista de favoritos no Flickr.
No dia a dia: Meus pais pelo esforço diário, exemplos de vida e conselhos eternos. O André por me ensinar alguns macetes de ilustração e profissão de criação – eu acho ele lindo e por isso fotografo ele o tempo todo. A RomeuMag, uma revista exclusiva de fotografias autorais masculinas que eu acompanho, e os ensaios maravilhosos da Elle. Os feeds do Instagram e do Pinterest também me ajudam muito quando a questão é inspiração: o povo aí fora faz cada imagem linda!

Por que você decidiu seguir pela área de fotografia? O que ela desperta em você?

Desde bem nova, eu sempre busquei criar mundos coloridos através de ilustrações, brincadeiras, imagens, roupas, e claro, na minha imaginação. E para criá-los, as pessoas sempre foram minha principal fonte de inspiração.
Todo toque, olhar e gesto são para mim únicos e sensacionais. Diria merecedores da eternidade. E só a fotografia consegue captar e gravar essas coisas que são tão importantes pra todos nós.
É através dela que consigo me expressar da forma que mais me agrada. É um pouco clichê dizer, mas ela me completa. Dessa maneira vou “desenhando” momentos exclusivos, como se desvendasse o que existe dentro de cada pessoa que registro, além de suas histórias.

Se você pudesse escolher apenas uma pessoa, um lugar ou um evento para fotografar, qual seria?

Provavelmente meus possíveis futuros filhos/sobrinhos: ia querer guardar cada passinho deles. Eu gosto de acompanhar o crescimento das crianças, quando forem as minhas vai ser melhor ainda! Vou poder criar um monte de coisas e eles serão minhas “cobainhas”… Hahaha.

O que você leva da moda para a fotografia e vice-versa?

Tudo! A moda me ajuda na produção das minhas imagens, no uso das cores e do que fica bom em cada pessoa. Editoriais de moda são pra mim um livro de estudos, uma fonte de referências e pesquisa. A fotografia de moda permite uma criação e ousadia combinada com a beleza estética que os outros campos da arte talvez ainda não consigam alcançar.

O que seria uma foto perfeita para você?

Sinceramente, eu vejo muito o sentimento de cada imagem. O olhar é importantíssimo! Tem muita foto que a gente vê e não expressa nada, falta um je-ne-sais-quoi. O sentimento conta muito. Se através de minhas fotos conseguir tocar pessoas, trazer alguma diferença em suas vidas e fazer com que se orgulhem de suas trajetórias, estarei mais que satisfeita.

Para entrar em contato com a Nat, conhecer mais so seu trabalho e segui-la nas redes sociais >>

E-mail: nataliacdian@gmail.com
Facebook: /NataliaDianND
Flickr: /Natedian
Pinterest: /NateDian
Site: www.nataliadian.com.br
Contos em Retrato: www.contosemretrato.46graus.com

Bisous, bisous