Taylor Swift Book Tag

Essa tag aqui foi originalmente criada pelo canal The Book Life e é tão divertida (pra quem gosta das músicas da Taylor, claro), que se espalhou rapidinho pelos canais de literatura do youtube. Ela tá na minha “lista de tags a serem respondidas” já faz um tempo e decidi fazer isso em texto mesmo porque assim eu tenho uma desculpa pra colocar vários gifs da Taylor Swift em um mesmo post haha.

E ah, se você também achar as perguntas legais e quiser respondê-las, pode ficar a vontade! Só não esquece de creditar o canal que a criou, tá?

1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

Eu demorei um tempo pra entender essa pergunta (sou lerda, gente, desculpa), mas até onde compreendi, ela pede que você fale de algum livro ou série que teve um começo muito legal, mas que depois de um tempo só foi ficando pior e pior e pior, até você não querer mais nem olhar pra ele.

Depois de pensar um bocado, cheguei a conclusão de que eu nunca fui “traída por uma história” desse jeito. É claro que já tiveram títulos com os quais eu não concordei em alguma parte ou fiquei sem entender porque raios acontecerem certas coisas no final, mas nada que tenha me feito ficar decepcionada com a história a ponto de largá-la sem nem olhar pra trás. Nas poucas vezes em que eu abandonei um livro, o motivo tinha mais a ver com ler o tal livro na hora errada ou, no máximo, comprovar que um título que eu já não tinha muita expectativa, realmente era bem chato.

Seguindo o raciocínio desse segundo exemplo, lembrei de Crepúsculo, livro do qual eu já não esperava muito e que desde o começo da história não conseguiu me prender. Os personagens não me convenceram, a protagonista tinha zero de empatia e a história toda não fazia sentido. E melhor nem entrarmos em méritos de escrita, porque a questão aqui é bem sofrível. (Me desculpem os fãs de Crepúsculo, mas eu realmente acho o livro ruim.)

Eu ainda cheguei a ler a continuação da história, Lua Nova, mas não consegui ir além disso, o que eu acho triste pra dedéu já que eu odeio abandonar séries tanto quanto odeio abandonar livros – ou seja, muito.

2. Red – escolha um livro com a capa vermelha.

Nessa categoria, o primeiro livro que me vem à cabeça é “Glamour”, da Diana Vreeland. Eu ainda não o li, confesso, mas como ele fica em cima da cômoda do meu quarto e é inteirinho vermelho, de um tom que não tem como não chamar atenção, é impossível não lembrar dele quando se trata de um livro vermelho.

Espero lê-lo ainda esse ano e se isso realmente acontecer, podem contar com resenha aqui no blog!

3. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).

Assim como Harry Potter me lembra muito minha infância e o começo da minha juventude, Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva, foi um divisor de águas na minha adolescência.

Lembro que quando o li, ele me atingiu como um soco na boca do estômago. Foi com ele que eu tive, pela primeira vez, a dimensão do que era “viver o mundo”. Foi com ele que eu vi que eu era uma zé ninguém que não sabia absolutamente nada da vida. E não preciso nem falar que quando a gente é adolescente, descobrir um troço desses acende uma bomba atômica dentro da gente, né? A vontade é a de querer agarrar o mundo nos próximos cinco minutos de existência.

O bom é que hoje, olhando pra trás, eu acho que foi maravilhoso pra mim ter tido esse chacoalhão. Minha vida teria sido muito diferente se isso não tivesse acontecido, já que desde então, eu venho tentando viver tudo que puder pra quebrar essa bolha ao meu redor. E tenho tentado enlouquecer, criar experiências, ser feliz, amar, fazer de tudo um pouco. Porque no final das contas, é só isso que importa.

E ah, pra quem nunca escutou falar do livro, ele é autobiográfico, e foca especialmente no acidente que deixou o escritor tetraplégico.

4. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.

Talvez um dos mais clássicos romances com uma história de amor proibida – por questões óbvias – é Lolita, do Vladimir Nabokov. Sou fascinada tanto pelo livro quanto pelos filmes, o de 1962 e o de 1997. O livro mistura de uma maneira assustadora inocência com sensualidade e me fez ter uma série de reações diferentes ao longo de toda a história: do desprezo ao nojo, da dó a raiva…

5. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.

Belatriz Lestrange de Harry Potter é uma personagem horrível. Porém, horrivelmente maravilhosa. Considero ela uma das melhores vilãs que eu já vi por aí, o que só ficou ainda melhor quando Helena Bonham Carter a interpretou nos cinemas. Pra mim, a personagem dos filmes se assemelha de maneira absurda com a mulher que eu imaginava quando li os livros. Ela cria um medo abismal na gente – com um pé muito perigoso ali na loucura – e tem um magnetismo que poucos personagens “secundários” conseguiram atrair pra si.

6. Innocent (written b/c of Kanye West!) – escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!).

Juro pra vocês que fiquei um tempão pensando em algum livro que me estragaram o final, mas simplesmente não consegui lembrar de nenhum. Claro que eu já cheguei a ler muitos livros em que eu já sabia grande parte da história antes mesmo de ver a primeira página (A Culpa é das Estrelas é um dos casos mais recentes), mas mesmo nessas situações, o final sempre foi uma surpresa pra mim. E peço encarecidamente a todos que continue a ser assim.

7. Everything Has Changed – escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.

Vou ter que falar da série “Millenium” aqui, já que a personagem Lisbeth Salander tem um dos desenvolvimentos literários mais incríveis que já vi. Ao longo da história ela aprende muito – e nem sempre de maneira fácil – e se torna ainda mais madura, inteligente e preparada para administrar os muitos problemas e tretas que surgem na sua vida. A série, aliás, é maravilhosa e você lê os livros num piscar de olhos, de tão fluido e viciante que eles são.

8. You Belong With Me – um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler. 

Sei que vai soar estranho dizer que tô que nem uma doida a espera de Winds of Winter, quinto livro da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” do George R. R. Martin, tendo em vista que eu só li até A Tormenta de Espadas, terceiro livro da série. Acontece que esses livros são tão maravilhosos (vocês já repararam que eu tenho um fraco imenso por séries, né?) que eu fico meio desesperada em pensar que não são todos eles que já foram lançados (serão sete, no total). Imagina se acontece alguma coisa com o escritor (não tô jogando praga de jeito nenhum, hein!) e ele não termina de escrevê-los?  Eu tenho uma síncope!

Fico pensando em quem leu o primeiro livro da série pouco depois dele ter sido lançado, em 1996… São quase 20 anos acompanhando uma das histórias mais épicas, longas, cheias de reviravoltas e incríveis da atualidade! Se eu que ainda tenho dois livros inteirinhos e enormes aqui pra ler antes de Winds of Winter já tô agoniada para o lançamento dele, fico imaginando essas pessoas…

9. Forever and Always – escolha o seu casal literário favorito.

Eu escolhi um casal que nem de longe é um “casal melado, ai céus, eles nasceram um para o outro”. E escolhi eles exatamente por não serem assim. Acho que o que mais me encanta no romance Rony e Hermione de Harry Potter (sim, HP de novo! hihi) é que definitivamente os dois não são um casal muito provável. E o que é mais importante: eles conseguiram transformar a amizade que sentiam um pelo outro em amor, sem fazer com que outros aspectos das suas vidas perdessem importância.

E isso acontece porque J.K. sabe falar de amor (no sentido de romance) sem forçar a barra, sem extrapolar limites e sem precisar criar um casal só “porque toda história precisa de um casal”.

Ps: preciso acrescentar ainda um segundo casal nesse tópico: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy de “Orgulho e Preconceito” da Jane Austen. Socorro, que casal maravilhoso! Eu tenho uma crush eterna por Mr. Darcy e amo o fato deles também não serem um casal provável, que demora muito tempo pra se entender nem tanto por forças externas, mas especialmente pelo que sentem e pensam a respeito um do outro.

10. Come Back, Be Here – escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar.

Tenho muitos livros na minha estante que são queridos e que tenho medinho de emprestar e não voltarem mais, mas acho que “Toda Mafalda”, do Quino, é meu maior xodó nesse quesito. A Mafalda é uma das minhas personagens preferidas e esse livro é um compilado de todas as suas tirinhas, numa edição enorme, hard cover e maravilhosa. Além disso, esse foi o primeiro livro que ganhei do Diego, com direito a cartinha dele escrita na folha de rosto da edição. <3

E vocês, quais livros colocariam em cada uma das categorias acima? Se responderem a tag, deixem o link aqui nos comentários que eu vou querer ver!

Bisous, bisous

Para atravessar agosto

Tem essa crônica chamado Para Atravessar Agosto (escrita em 1995 e publicada no O Estado de São Paulo), de um dos meus autores favoritos, o Caio Fernando Abreu. Nela o Caio dá algumas ideias de coisas para se fazer, para se inventar, para se amar, para se viver ao longo de agosto. Tudo que ajude a atravessar esse “mês de cachorro louco”, como ele costumava chamar.

(Trecho de “Para Atravessar Agosto” , Caio Fernando Abreu)

Sendo bem sincera, eu não achava que agosto fosse um mês tão complicado assim até viver o agosto desse ano. Que mês difícil, gente! Foi uma bomba atrás da outra e só agora parece que as coisas estão mais calmas. Apesar de tudo isso, eu não quero ser ingrata e reclamar dos últimos acontecimentos (até porque diante de tudo que aconteceu, as coisas se ajeitaram da melhor maneira possível), mas resolvei pegar carona na ideia do Caio e dar algumas sugestões de músicas para se ouvir ao longo do mês.

Acho que música é um negócio que pode mesmo mudar nosso humor, ou no mínimo servir como um abraço quentinho naquele fucking dia em que tudo está dando errado. Por isso,  fiz uma seleção de 10 canções que eu tenho escutado muito (e quando eu digo muito, é MUITO mesmo), que me fazem um bem danado e que eu espero que tenham esse mesmo efeito inspirador em vocês. Depois me contem se funcionou? ;}

“Aos 16, 17 anos quando escrevi “What If”, nunca nem imaginei que um dia ela faria parte da trilha sonora de uma novela. A letra dessa música é na verdade um diálogo entre 2 pessoas que percebem que não funcionam juntas. “What If” é sobre lidar com a perda e a saudade. “

É com essa frase postada em sua página oficial que Bianca, a garota daqui de cima do vídeo, explica um pouquinho do que se trata What If. A música faz parte da trilha sonora de Verdades Secretas, novela incrível da Globo (a primeira, aliás, que eu assisto depois de muitos anos longe da TV), e eu fiquei tão encantada pela música quando a escutei pela primeira vez,  que corri pro shazam pra descobrir o nome da canção e a dona dessa voz tão suave e deliciosa de escutar. O mais maravilhoso de tudo foi quando vi que se tratava de uma cantora brasileira, carioquíssima da gema!

Meu próximo passo é conhecer mais das músicas da Bianca, porque fiquei com essa sensação que ela é o tipo de cantora que eu poderia escutar no repeat sem enjoar.

Worth It da Fifity Harmony com o Kid Ink é a música que eu mais cantei e dancei até agora em agosto – e digo isso já tendo passado pelo menos “fenômeno” no mês de julho. Preciso ser sincera e admitir que não vejo nada de muito especial na letra dessa música. Acho inclusive que a Fifty Hamorny tem letras bem melhores, só que nenhuma que chegue aos pés do ritmo dessa daqui, que é uma coisa assim completamente viciante e lacradora!

Além disso, tô achando super legal ver uma girlband viralizando tanto uma música e amadurecendo o trabalho e a postura que elas sempre tiveram.

Nessa semana, alguém postou lá no facebook o link pra essa matéria aqui, que lista dez momentos em que o Tom Fletcher foi o pai mais fofo do universo. Eu cliquei no link meio sem motivo (na real, fiquei apaixonada pelo thumbnail da matéria que tinha o Buzz, filho do Tom, vestido de Buzz Lightyear) e pronto, passei o resto da madrugada vendo um monte de vídeos do Tom com seu filho e sua esposa, e achando eles a família mais incrível do universo.

Daí que o Tom é vocalista do McFly, – banda que eu lembro de ter escutado falar muito na minha adolescência, mas que em 25 anos de vida eu nunca tinha parado pra escutar uma música sequer – e de tão apaixonadinha que fiquei pela família dele, comecei a ouvir algumas das músicas que ele tinha composto pro grupo. All About You é minha preferida no momento e tô fazendo questão de cantarolar ela o dia todo <3

Nunca fui uma fã muito fervorosa de Ed Sheeran, mas de uns tempos pra cá as músicas dele tem me fisgado de um jeito doido. Photography e Thinking out loud são minhas preferidas, e essa última tem um dos clipes mais belos que eu já vi. Acho maravilhoso que tudo se passa em um mesmo espaço apenas com ele dançando com uma mulher, (o que em teoria seria algo bastante simples para um clipe) mas aí entra essa fotografia maravilhosa, essa direção artística que acertou em cada cena do vídeo, essa dança que tem passos lindos e tantas outras coisas que tornam esse clipe pura poesia.

E fazer um clipe foda com mil efeitos especiais é fácil, né? Quero ver fazer um clipe incrível com “poucos elementos”. Por isso, inclusive, que tô torcendo demais pra que ele ganhe na categoria de melhor clipe do VMA (apesar de achar que o prêmio vai ficar com Bad Blood da Taylor Swift). Dia 30 de agosto a gente vai ficar sabendo!

Vocês lembram quando o primeiro disco da Pitty, o Admirável Mundo Novo, foi lançado? Na época, lembro de ter comprado o CD e ficado obcecada por cada umas das músicas. As letras, o ritmo, as apresentações: tudo nesse CD era muito diferente do que a gente tinha no cenário musical brasileiro. Lembro especialmente de um show sensacional que ela fez para o SESC e passou no programa Bem Brasil da TV Cultura. Era um show que empolgava todo mundo, mesmo quem tava vendo pela TV… Uma vibração muito diferente e maravilhosa.

Corta pra 2015 e temos Pitty lançando CD novo. De lá pra cá muita coisa mudou na carreira dela, claro, mas é engraçado que quando olho pra essa Pitty de agora eu vejo muito da energia, das boas letras, da vibração daquele primeiro disco. Sete Vidas me conquistou completamente e eu tô doida pra ir em um show da nova turnê dela e conferir tudo isso de pertinho.

Sentimental dos Los Hermanos sempre foi uma música que mexeu comigo, só que com a proximidade cada vez maior do show da banda em São Paulo e também com a música tocando incessantemente em Verdades Secretas, ela tem estado ainda mais presente na minha vida. E, céus, como eu acho a letra dessa música maravilhosa! É o tipo de canção que se quando ela começar a tocar eu estiver desprevenida, são altas as chances de eu começar a chorar só de escutá-la.

Se você não for tão manteiga derretida quanto eu, arrisque dar o play aí.

Não é segredo pra ninguém o quanto sou fissurado na Jessie J, né? Já falei muitas vezes dela aqui no blog e ultimamente tenho escutado sem parar a nova música de trabalho dela, Flashlight. A canção é uma delícia de escutar e tá na trilha sonora de Pitch Perfect 2, filme que finalmente chegou nos cinemas aqui do Brasil (lá fora já tá quase saindo em DVD!). Eu havia assistido o primeiro filme da franquia e tinha achado divertidinho, mas nada muito além disso, por isso que acabei ficando surpresa comigo mesma quando percebi o quão animada eu tava pra assistir a sua continuação.

Fiquei pensando cá com meus botões porque eu fiquei tão eufórica com a notícia do segundo filme e cheguei à conclusão de que o longa consegue ser leve, engraçado e com uma pitadinha adolescente na medida, sem pesar muito a mão, sabem? Além disso, ele funciona muito bem graças as atrizes que tem. Um beijo pra Anna Kendrick e pra Rebel Wilson!

Com Jessie na trilha sonora, só me apaixonei ainda mais pela história, que, aliás, aparece um pouquinho no clipe aqui em cima. Tô doida pra ir logo no cinema assistir!

Lembro muito bem a primeira vez que escutei essa música. Eu tinha oito anos de idade e tava fazendo uma das coisas que eu mais amava nessa época: assistir a MTV e descobrir músicas dos mais variados gêneros e tipos. Do alto dos meus oito anos de idade eu achava aquilo uma coisa maravilhosa e tinha uma relação com a música (que ainda preservo, mas que nem de longe é tão forte quanto era nessa época) de deslumbramento. Foi por aí que eu descobri as bandas que eu amo até hoje – de Beatles a Cazuza.

Escutei Heroes pela primeira vez com os The Wallflowers, que a tinham regravado em 1998 pra trilha sonora do filme Godzilla. Só anos mais tarde eu descobrira que essa música que eu achava tão incrível – e que tenho até hoje o clipe gravado em VHS – era na verdade do David Bowie, um dos cara mais maravilhosos da história do rock.

Heroes também faz parte da trilha sonora de “The perks of being a wallflower” um dos meus filmes preferidos da vida, e tem algo nessa música que mexe demais comigo e que resgata um pouco desse encantamento que eu tinha pela música quando era pequena.

Existe uma longa lista de músicas do Metallica que eu gosto, mas ultimamente a que eu mais tenho escutado é Whisky in the jar. Tava tão viciada nela que fui procurar mais informações sobre a música e acabei descobrindo que ela é super antiga e tradicional do povo irlandês, e que acabou ganhando fama mundial porque foi gravada e regravada por diversas bandas, desde Thin Lizzy ao próprio Metallica. E desculpa se isso for informação inútil, mas eu acho essas coisas super interessantes haha.

Pra fechar a conta das dez canções, essa regravação super gracinha de I Love to see you smile que eu descobri recentemente em uma playlist da Melina Souza lá no 8tracks. Eu amo músicas tocadas assim no piano e achei que a voz do Matthieu Boré casou tão, tão bem com a canção! A gente solta um sorrisinho de canto de boca já nos primeiros acordes.

E vocês, quais as canções que os têm ajudado a atravessar agosto?

Bisous, bisous

I adore you

Essa não vai ser a primeira vez que eu falo sobre drag queens aqui no blog. E, com certeza, muito menos a última. Esse é um universo que eu admiro, que me inspira e do qual eu ainda pretendo escrever muito por aqui. Mas enquanto não rola textão sobre a história dessas artistas maravilhosas (vai ser textão mesmo, então isso demanda um pouquinho mais de tempo), eu aproveito pra falar de uma drag em especial que roubou meu coração. Uma drag novinha, de uma personalidade admirável (dessas que a gente queria ter de BFF) e que tem uma voz sensacional.

Com vocês, Adore Delano!

Danny Noriega, o garoto que dá vida a drag Adore, tem 25 anos. Em 2008, ele participou do programa American Idol, mostrando pela primeira vez ao mundo o quanto ele amava cantar e o quanto fazia isso muito bem. Já vi algumas entrevistas do Danny em que ele conta sobre as boas e más lembranças que essa sua passagem pelo programa trouxe. Das boas, ficou o reconhecimento do seu talento (ele chegou até as semi-finais daquela edição) e das más, o fato de não ter assumido, sem amarras, quem de fato ele era. Apesar de já ter certeza da sua orientação sexual e do tipo de artista que queria ser, Danny era novinho demais na época da competição e, a pedido de sua mãe que tinha medo das críticas e das piadas que o filho poderia sofrer, ele preferiu não levantar nenhuma bandeira, fosse sobre a homossexualidade, fosse sobre drag queens.

Sempre que fala sobre esse assunto, dá pra sentir o tom de tristeza na voz de Danny. Lembro de um episódio de RuPaul’s Drag Race em que ele fica bem emocionado ao contar essa história e o quanto teve que segurar a onda no programa, emendando com um “Ela devia ter me deixado ir com o cabelo rosa. Isso sim teria sido legal.”

Foi, aliás, sua participação na sexta temporada de RuPaul’s Drag Race, que fez com que Danny, ou melhor Adore Delano, aparecesse mesmo para o mundo. Foi com sua personagem MARAVILHOSA, com jeito de adolescente desbocada, nada polida, doida, melhor amiga e super do bem, que Adore conquistou meu coração e o de todos que assistiam aquela edição de RPDR. O mais engraçado é que apesar de amar Adore, eu não torcia para ela na época do programa. Não vou dar spoilers se ela ganhou ou não (e se você aí não conhece essa competição incrível, dá uma lidinha nesse texto aqui do blog e depois corre dar o play na primeira temporada), mas o que eu posso dizer é que eu acho Adore uma estrela em ascensão, alguém que ainda tem muito a aprender. Quem assistiu o programa, viu, a cada episódio, ela ganhar um pouquinho mais de experiência. Por isso que, na época, minha torcida ia pra Bianca Del Rio, uma das drags mais performáticas que eu já vi na minha vida, comediante nata e que, recentemente, foi chamada pelo New Work Times de “a Joan Rivers do mundo drag queen”.

Adore pra mim é aquela pessoa que a gente sabe que tem um potencial enorme, um coração maior do que ela mesma e que ganha um pouco mais de maturidade a cada show, cada apresentação, cada música, cada passinho que dá na sua vida e na sua carreira. A gente tá vendo ela crescer bem aqui na nossa frente e isso é uma das coisas mais legais da gente poder acompanhar quando é alguém de quem a gente tanto gosta.

Adore e Bianca, Bianca e Adore <3

Adore e Bianca, Bianca e Adore <3

Eu já havia visto Adore cantar algumas vezes – em vídeos do youtube e mesmo em algumas provas do RuPaul’s Drag Race – e apesar de saber que ela tinha uma voz linda, não conhecia de verdade seu trabalho como cantora. Até então, o que tinha me encantado nela era essas mistura danada de boa que resultava da sua personalidade como Danny e da personagem drag por ele criada. Mas aí, no ano passado, ela lançou seu primeiro álbum chamado “Till Death Do Us Party”. Pronto, tava feito o estrago (bom) na minha vida.

De todas as drags que se lançaram em carreiras musicais após a saída do programa, é incontestável que Adore teve a melhor repercussão. Mesmo Courtney Act, (que até onde eu sei não lançou álbum pós RuPaul, mas que sempre foi admirada pela sua voz, foi finalista do Australian Idol e é uma grande celebridade na Austrália) me parece não ter conseguido essa aceitação mundial no meio musical que Adore vem tendo. A quantidade de clipes – muito bem produzidos, por final – e a agenda de shows que não para, só atestam ainda mais seu sucesso.

Minhas músicas preferidas ficam entre “I Adore You” (não à toa, frase título desse post e um trocadilho maravis pro quanto eu gosto dessa drag), “Party” e “Hello, I love you”, mas confesso que ando escutando ” My Adress is Hollywood” no repeat.

(amo esse clipe aqui de baixo por motivos de: Nina Flowers ♥)

Agora em abril, Adore passou com sua turnê de “Till Death Do Us Party” pelo Brasil e, cheia de simpatia, uma boa voz e seus bordões famosos como “I’m a fucking Libra”e “Party!”, ela fez shows em Curitiba, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife. É incrível como todo mundo que eu conheço e/ou sigo em redes sociais e foi no show dela, amou cada segundinho da sua apresentação. Vi gente fazendo altos discursos de como, além de uma delícia de escutar e dançar, aquele foi um momentinho mágico de total aceitação e diversidade.

Não bastasse tudo isso, Adore postou em seu instagram essa imagem aqui, com direito a hashtag de #oiMiga para uma fã brasileira que foi em vários dos seus meet and greet. Diz se não é alguém que você quer colocar num potinho? <3

Bisous, bisous cheios de poder drag

Update: queria agradecer a Dianety por me lembrar que o termo correto é homossexualidade e não homoessexualismo, já que essa palavra tem uma conotação extremamente errada e negativa vinda do sufixo ismo (que remete a doença). De maneira alguma eu quis ofender alguém com meu erro, mas peço desculpa de coração se alguém se sentiu assim. Infelizmente essa palavra ainda é amplamente usada e tá tão enraixada no nosso vocabulário que acaba sendo dita no automático, sem que a gente perceba o erro que tá cometendo. Tô aqui na batalha pra riscá-la de vez do meu dicionário!

Minhas cenas musicais preferidas #2

Para ver a primeira parte desse post, é só clicar aqui.

Cantando na chuva

“I’m singin’ in the rain
Just singin’ in the rain
What a glorious feeling
and I’m happy again
I’m laughing at clouds
So dark, up above
The sun’s in my heart
And I’m ready for love”

Singin’ in the rain, esse filme maravilhoso de 1952, tem como pano de fundo a transição do cinema mudo para o cinema falado, e é aquele tipo de filme que já nasceu um clássico. Além de ser um musical de primeira, essa cena é daquelas coisas maravilhosas que só mesmo a sétima arte nos proporciona.

Depois de dispensar o carro que o levaria embora são e seco, Gene Kelly (no filme, fazendo o papel principal de Don Lockwood), canta, dança, vibra e declara seu amor e sua felicidade em alto e bom som, debaixo de chuva e em meio a passos coreografados e a famosa imagem dele agarrado no poste de luz. É bonito, é gostoso de ver, é contagiante e principalmente, é mágico mesmo.

As Vantagens de Ser Invisível

As Vantagens de Ser Invisível é um daqueles filmes que conseguem superar o livro. Os personagens têm uma química maravilhosa, a história foi retratada de um jeito delicado e intenso ao mesmo tempo, e a trilha sonora é foda em um grau absurdo. A minha cena preferida do filme é essa de quando Sam e Patrick começam a dançar loucamente na festa do colégio. Eu amo os passinhos coreografados, amo o “tô nem aí para o que os outros vão pensar” deles e amo como eles acolhem o Charlie nesse momento tão libertador e divertido.

Além dessa parte, acho lindas as duas cenas que se passam no túnel ao som de “Heroes” (eu amava essa música quando ela foi lançada como trilha sonora do Godzilla em 98. Tenho até o clipe gravado dela em VHS! haha), quando Sam abre os braços e também quando é a vez de Charlie fazer o mesmo.

Before Sunrise

Essa pra mim não é só uma grande cena musical, mas é também uma grande cena da história do cinema. Ela pode parecer bobinha, mas acho que a mágica dela consiste exatamente no fato de ser tão simples e dizer tanto. Não existem falas na cena principal, e a bem da verdade quase que não existem movimentos dos atores. No entanto, são nas suas sutilezas, como a troca de olhares entre os dois, o embaraço pela situação e a trilha sonora que serve como o diálogo, que faz tudo ser tão bonito.

Essa trilogia de filmes, – Before Sunrise, Before Sunset e Before Midnight – é uma das coisas mais lindas que eu já assisti. Essa cena, tão contrária a todo o resto da história, onde as grandes conversas entre os dois personagens é que ganham destaque, é exatamente o que sobressai como o simples, como o mais apaixonado, como o mais mágico.

Across the Universe

Acho que todas as cenas de Across the Universe poderiam entrar nessa lista, mas a que mais me toca sempre que eu assisto o filme é mesmo “Let it Be”, que é metade interpretada pelo garotinho em meio aos tiros e explosões, e metade interpretada pelo coral em seu enterro. A canção ganha um significado tão maior e mais profundo nessas vozes e diante do que acontece nessa parte do filme, que é impossível não ficarmos emocionados.

Além dessa música, eu ainda colocaria nessa lista a cena em que toca “I want you (she’s so have)” e a que toca “I’ve just seen a face”, essa última de um momento bem mais fofinho e romântico do filme.

Closer

Eu tenho essa mania de sempre olhar os primeiros comentários de todas as coisas que leio e vejo, e quando fui procurar essa cena aqui pra colocar no post, não foi diferente. E tava lá, como primeiro comentário, aquilo que alguém disse, mas eu poderia muito bem ter escrito porque é exatamente o que eu penso. “I have always said, that this movie could be only this 2 minutes and be still wonderfull.”

A cena que abre Closer (um filme que quando eu assisti pela primeira vez, me atingiu como um soco na boca do estômago) é absurdamente linda. Primeiro porque essa música é maravilhosa (qual canção-deprimente de Damien Rice não é?!), segundo porque essa é outra cena que aposta numa troca de olhares que dispensa o diálogo e mesmo assim consegue dizer tanto, e terceiro porque o “Hello, stranger” de Natalie Portman faz qualquer um soltar um sorriso de canto de boca.

A Lot Like Love

Me diz como não amar Ashton Kutcher largando a guitarra, abrindo os braços e gritando a plenos pulmões “I pray to God you give me one more chance, girl!” ? <3

A Lot Like Love é um dos poucos filmes românticos que eu realmente gosto, que eu realmente me animo pra rever várias e várias vezes, dar risada, chorar e ficar emocionada toda vez. Fora que eu amo o casal principal!

Chicago

Essa é uma das minhas cenas mais preferidas mesmo! Ela não é tão dançante quanto as outras (apesar de eu amar cantar a plenos pulmões junto com as detentas), mas eu acho tão legal e inteligente a forma como ela foi pensada, colocando as presas pra contarem umas as outras os  crimes que cometeram dessa forma. É lindo a mistura de vermelho no preto, uma clara referência ao sangue, as grandes que aparecem no final cheias de sombras, o lenço branco da presa que não é culpada, as caras e bocas, a carga dramática da situação… Tudo.

Já assisti uma peça de teatro de Chicago e, essa cena, no palco, tem tanta força quanto no cinema. Ela é pensada em todos os detalhes para ser incrível e é mesmo.

Os Miseráveis

Fui assistir Os Miseráveis no cinema, sozinha e lembro como se fosse hoje o rio de lágrimas que eu derramei nessa cena. Do tipo chorar como um bebê e soluçar alto. E não que você precise estar inserido no contexto do filme pra se emocionar com toda a carga dramática e tristeza que existem nessa cena, mas tendo assistido o que veio antes dela, fica ainda mais impossível não sentir que seu coração tá sendo arrancado quando a atriz termina de cantar.

Anne Hathaway ganhou o Oscar por essa atuação, mas olha, eu acho sinceramente que não existe prêmio a altura do que essa mulher fez com essa personagem!

Pulp Fiction

A dança protagonizada por Uma Thurman e John Travolta em Pulp Fiction é uma das melhores cenas desse filme, daquelas que a gente faz questão de reproduzir depois na sala de casa. Pra mim ela tem tudo a ver com a estética que os diretores quiseram imprimir no longa, que tem um roteiro incrível de doido, e uma ironia e sarcasmo muito refinados que pouquíssimos filmes conseguiram alcançar.

The O.C.

Foi muito difícil escolher apenas uma cena de The O.C. pra esse post! Afinal, essa série tem uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos e são várias as cenas (ou sequências de cenas como a desse caso) que ficaram marcadas na nossa memória associadas a uma música. No final das contas, a grande escolhida acabou sendo mesmo “Hallellujah”, que toca no desfecho da primeira temporada. Isso porque apesar de gostar de cada temporada de The O.C. de um jeito diferente, eu amo o final da primeira, (SPOILERS!) especialmente por causa da fuga de barco do Seth e dessa última imagem que aparece dele perdido na imensidão do mar.

Não posso esquecer também de mencionar a sequência de cenas que acontece na terceira temporada ao som de “Forever Young” do Youth Group. Essa música é linda com ou sem The O.C., mas acabou marcando muito o seriado e se tornando “A” música de Ryan e Marissa.

Menções honrosas: vocês não fazem ideia de como foi difícil fazer uma lista de apenas 20 cenas musicais! Não que eu não tenha dado uma roubadinha e indicado algumas cenas adicionais de filmes e séries que já estavam na lista, mas ainda assim senti que eu tava sendo injusta em deixar de lado alguns outros longas e seriados. Por isso, vão aqui algumas menções honrosas bem rapidinhas: a cena de Laranja Mecânica em que Alex canta sarcasticamente Singin’ in the Rain enquanto ataca o escritor e sua mulher. A sequência de cenas de Gossip Girl em que Blair dança em cima do palco e depois transa com Chuck na limusine. Ainda em Gossip Girl: a cena que Blair e Chuck decidem parar de brigar, brigam e transam (de novo haha) ao som de “Dancing on My Own” da Robyn. A cena de Romeu e Julieta (o filme de 1996) quando começa a festa dos Capuleto e Mercutio de drag canta “Young Hearts Run Free”. A cena de Girls em que Hannah e Marnie dançam ao som de “Dancing on My Own” (sim, de novo!) no quarto. Ainda em Girls: a cena (que eu AMO!) de quando Jessa chorando entra na banheira com Hannah ( que tava cantando Wonderwall” do Oasis) e depois de um momento ~divertido~ entre as duas começa a tocar a música de verdade. E, por fim, a cena de Grey’s Anatomy em que Christina Yang descobre que Burke foi embora antes do casamento dos dois e tem um momento de total desespero, que casa de uma maneira dolorida e comovente com a música de fundo.

E pra vocês quais são as melhores cenas musicais dos filmes e seriados? Contem aí nos comentários!

Bisous, bisous.

Tag: minha história em dez músicas

Eu tenho uma lista de posts pra fazer aqui no blog (falei que ia usar meu novo caderninho pra me organizar, não falei?), mas ontem vi essa tag no blog da Bruna Vieira, o Depois dos Quinze, e não resisti em passá-la na frente. Primeiro porque isso faz eu me sentir de volta ao começo dos anos 2000 e quando eu tive meu primeiro blog (desculpa gente, mas atire a primeira pedra quem nunca teve um blog-diarinho) e segundo porque eu gosto mesmo de responder tags, de cunho pessoal ou não.

Decidi então começar por essa e quando der vontade vou caçar umas tags de assuntos diversos pra trazer pra cá. Tenho até algumas de literatura já em mente pra gravar pro canal e uma outra em que fui marcada (thanks Paola!) pra fazer em texto.

E é isso, gente! Espero que vocês gostem das músicas aqui de baixo e se não conhecem alguma, bora colocar esse youtube pra tocar :)

Ps: fiz uma leve modificação na pergunta 4 e 8, pra casar um pouco mais com a minha vida, mas pra ver a tag original que a Bruna criou é só clicar aqui.

Uma música que te lembre um momento bom: Torn – Natalie Imbruglia

Pra mim é impossível dissociar as lembranças que tenho da minha infância e adolescência sem lembrar da MTV.  Quem assistia o canal no final dos anos 90 e começo dos anos 2000 sabe que as temáticas tratadas por lá iam muito além da música, e por mais clichê que isso possa parecer, a MTV foi uma escola pra mim. Lembro que um dos primeiros clipes que vi por lá foi Torn da Natalie Imbruglia, e além da música ter feito um sucesso imenso na época, ela marcou uma fase super importante da minha vida, que me lembra momentos incríveis.

Uma música que defina sua vida: Legião Urbana – Quase Sem Querer

Apesar da minha música preferida da vida não ser essa (mas calma que ela também tá nessa lista), quando se trata de uma música que retrate minha vida, eu acho que eu poderia colocar aqui uma playlist da Legião Urbana que resumiria tudo muito bem. Escolhi Quase Sem Querer porque talvez ela seja a música que mais tem passagens que me tocam, que toda vez que eu escuto me dão um click e eu penso “é isso que eu tô fazendo” ou “é isso que eu não posso fazer”. Mas, além dela, Tempo Perdido, Por Enquanto, Metal Contra as Nuvens e Teatro Dos Vampiros são músicas que falam o que eu penso, que definem momentos pelos quais eu passei e passo. Uma espécie de vibração que só Legião Urbana e Cazuza tem comigo.

Uma música que te faz dançar na balada: Jessie J. Ariana Grande e Nicki Minaj – Bang Bang

Eu não sou a pessoa mais frequentadora de baladas, digamos assim haha, mas se tem uma música que torna impossível eu ficar parada quando tá tocando, essa música é Bang Bang. Pode ser em casa, na rua (às vezes literalmente), na casa das amigas, não importa o lugar. Tocou Bang Bang, eu encarno a Jessie J (a cantora pop que mais admiro ever) e vou lá dançar loucamente.

Uma música que é tema do seu relacionamento: The Moldy Peaches – Anyone Else But You

Quando tava na fase de amigo-virando-namorado com o Diego, lá nos primórdios de 2009, Anyone Else But You acabou sendo aquela música que nos unia em todas as circunstâncias. A canção acabou virando nossa trilha sonora, e me dá um quentinho bom no peito perceber que o trechinho que na época representava tanto a gente (“You’re a part time lover and a full time friend”), continua tendo o mesmo significado pra nós até hoje.

Uma música que sempre te faz chorar: Led Zeppelin – Stairway to Heaven

Stairway to Heaven é uma das músicas mais maravilhosas que já foram feitas. A letra, os acordes, a mensagem, a forma como ela vai e toca fundo na gente… Tudo está junto na música. Toda vez que a escuto, fico extremamente emocionada e me sinto imersa por cada uma de suas estrofes.

Uma música que seria toque do seu celular: Jessie J – Domino

Pode parecer redundante, mas que culpa tenho eu se Jessie J. é tão importante assim na minha vida? Domino é uma das músicas do seu primeiro álbum, o Who You Are, e como sempre acontece com as letras das suas canções, ela passa uma mensagem bem positiva, algo como ‘dando a volta por cima’. E eu adoro músicas assim! Haha. Além disso, Domino é igual Bang Bang: eu escuto e não consigo não cantar e dançar junto.
“I’m feeling sexy and free like glitter’s raining on me.”

Uma música que você gostaria de tatuar: Tiny Dancer – Elton John

Tiny Dancer é minha música preferida de todos os tempos (ela também é trilha sonora do meu filme preferido de todos os tempos, “Quase Famosos”) e existem dezenas de versões que foram feitas pra ela, desde a que é cantada no filme, até as improvisadas por John Frusciante e Dave Grohl. Apesar de eu adorar essas versões, a original cantada por Elton John, com ele no seu velho piano de guerra, é única pra mim. Foi por ela que eu me apaixonei e é ela até hoje quem me acompanha nos melhores e piores momentos da minha vida. Se eu tivesse que tatuar uma canção, muito provavelmente eu tatuaria “Hold me closer tiny dancer” em uma letra bem pequena, delicada e cursiva.

Uma música que te deixa com vontade de se aconchegar nele: All My Loving – The Beatles

Minha história com o Diego foi construída ao som de Beatles. Eu já amava o quarteto britânico antes disso, mas foi mesmo quando eu o conheci e descobri seu amor pela banda que eu percebi o quão mágica ela de fato era. Lembro até hoje que quando tínhamos acabado de nos conhecer e ele foi entrar no meu blog pela primeira vez, ele conta que tava com And I Love Her aquele dia na cabeça, e que na hora que a primeira foto do site abriu e a música começou a tocar (flogão gente, shame on me), rolou aquele momento de cinco segundos sem ar quando ele percebeu que era essa canção. Depois disso, foram várias as músicas da banda que marcaram momentos do nosso namoro e finalmente em 2010, no Morumbi, pudemos assistir a um show do Paul que foi mágico de um jeito que eu não sei nem botar em palavras.

Uma música que você tá viciada agora: The Hanging Tree – Jennifer Lawrence (The Hunger Games: Mockingjay – part 1)

Fui essa semana no cinema assistir a primeira parte de Jogos Vorazes: A Esperança e além de ter amado o filme e ficado embasbacada em como os produtores conseguiram trabalhar tão bem as cenas do livro (arriscaria dizer que ficou até melhor), The Hanging Tree, trilha sonora do longa, não sai da minha cabeça. Não vou dar spoilers, mas essa música faz parte de uma cena muito importante e absurdamente linda da história, e fez tanto sucesso (e sim, é a nossa amada Jen Lawrence cantando) que já é a mais vendida do iTunes.

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: One Direction – Best Song Ever

Hahaha juro que não tô de brinks, gente. Vocês sabem eu amo One Direction, né, mas como a maioria dos meus amigos não curte a banda, é batata como toda vez que toca alguma música deles ou sai alguma notícia sobre os meninos, sempre rola um “olha lá, Paulinha”. As pessoas sempre associam qualquer coisa que saia na mídia sobre eles comigo e eu acho um barato isso porque acabo ficando informada de tudo haha.

Eu poderia ter trazido qualquer música deles pra cá, mas escolhi “Best Song Ever” porque é meu clipe preferido da banda. Adoro quando ele exploram esse lado mais engraçado nos vídeos, porque acho que ele mandam muito bem nisso.

E por hoje é só, gente. Quem gostou da tag fica a vontade pra responder, lembrando sempre de dar os créditos para o post da Bruna, hein.

Bisous, bisous e boa sexta-feira!