Adolescente, muçulmana e super-heroína

A notícia é da semana passada, – então me desculpem pelo delay – mas como eu só fiquei sabendo dela hoje e achei a ideia absurdamente interessante, tá aqui pra quem ainda não sabe: a Marvel Comics anunciou que em fevereiro de 2014 vai lançar uma nova série de quadrinhos, e quem estrelará essa HQ não é nem Homem-Aranha, nem Homem de Ferro. A nova heroína da Marvel é, vejam só vocês que coisa mais incrível, uma adolescente muçulmana.

De cara assim eu já achei a ideia muito legal porque além de ter mais um herói de brinde pra gente torcer – não sei vocês, mas eu amo esse universo de super-heróis – a ideia de usar uma mulher pra esse papel é coisa rara. É uma balança bem desproporcional o que a gente tem de heróis contra heroínas no universo dos quadrinhos. E vale lembrar que quando são as mulheres que ocupam esse cargo, a gente quase sempre tem jovens ou adultas americanas com um universo de referências culturais muito próximo ao nosso. Todas têm é claro problemas pessoais e características únicas, ainda mais sendo super-heroínas, mas afora o universo de poderes que todas elas têm em comum, o mundo que as cerca é muito parecido com o nosso. Colocar uma muçulmana como heroína é um ato de coragem muito grande. As referências de vestuário, culturais e religiosas são muito diferentes do universo da maioria dos leitores e, por isso mesmo, tenho cá pra mim que muito mais interessantes do que outras várias histórias da Marvel.

A família da super-heroína

A família da super-heroína

A ideia pra criar a Kamala Khan, nome da nova heroína, surgiu de uma conversa entre dois editores da Marvel, o Sana Amant e o Steve Wacker. Eles notaram essa lacuna que havia de uma super-heroína que fugisse do mesmo universo cultural dos seus outros personagens e, com isso na cabeça, foram atrás da G. Wilson Wilson, uma autora de quadrinhos americanas que se converteu ao Islã. Juntos eles criaram a Kamala, que é uma garota de 16 anos que pode alterar qualquer parte do seu corpo. Quando está vestida de heroína ela atende pelo nome de Ms. Marvel (ela vai ocupar o lugar da antiga Miss Marvel, agora promovida a capitã Marvel), e pelo que os rascunhos da HQ adiantam, sua roupa é uma combinação de macacão de mangas ¾ com uma blusa por cima estampando um raio dourado e longas botas. E ah, uma echarpe combinando com o macacão, além de uma pequena máscara nos olhos.

Até onde a Marvel liberou, além dos problemas de super-heroína, conflitos que tenham a ver com a religião e cultura da personagem serão abordados, além dos próprios dilemas de uma garota de 16 anos.

Tô bem curiosa mesmo pra ver como é que isso vai funcionar nos quadrinhos, mas só pelo enredo já boto muita fé.

Update: o Pedro, um amigo muito fã de HQ’s, contou que não é a primeira vez que a Marvel cria um personagem assim. Em uma das histórias dos X-Men, a Marvel apresentou ao público uma mutante chamada Dust, uma adolescente muçulmana que tem o poder de se transformar em areia. Achei interessante que, apesar de uma X-men em formação, ela não usa o tradicional uniforme dos heróis e sim o Niqab, aquele véu preto usado por muitos muçulmanos onde todo o rosto fica coberto, apenas revelando os olhos da pessoa. Nessa página aqui tem mais um montão de informações sobre ela.

Bisous, bisous

Quando uma voz te hipnotiza

Esse deve ser o post mais rapidinho da história do blog, mas é por uma ótima causa: compartilhar uma das vozes mais únicas e suaves que já escutei nos últimos tempos. A voz de Holly Henry.

House of the Rising Sun

A Holly foi uma das participantes do The Voice US season 5, que ainda não terminou (os live shows ainda nem começaram!) e que passa aos domingos pela Sony.

Eu já contei aqui no blog como sou fissurada por esse programa, e qual não foi minha surpresa quando já no segundo episódio da temporada a Holly se apresentou nas Blind Auditions. Ela tem 19 anos, mora na cidade de Minneapolis, no estado de Minnesota, e além de ser compositora, toca violão, guitarra havaiana, piano e banjo. Mas, apesar de ter assim tanta versatilidade na música, com certeza o que mais chama a atenção na Holly é a sua voz tão única. Ela é suave, completamente doce e super afinada. Chega até a parecer irreal.

Depois que escutei ela cantando nas Blind Audition essa versão linda de “The Scientist” (e o irmãozinho dela todo emocionado, não é muito fofo?), fui procurar mais músicas dela e encontrei seu canal no youtube. Lá dá pra escutar muitos outros covers que ela faz, e eu peguei alguns dos meus preferidos pra trazer pra cá. Escutem porque eu juro que vocês não vão se arrepender!

Your Song

A Holly não tá mais no programa, o que é uma grande pena, mas eu tô muito na torcida para que alguém reconheça o talento dessa menina e coloque ela numa gravadora. Porque essa voz realmente merece ser mostrada ao mundo.

Seven Nation Army

 

Já é oficialmente a trilha sonora da minha semana.

Bisous, bisous

Super 8!

“É curioso como as cores do mundo real parecem muito mais reais quando vistas no cinema.”

(Laranja Mecânica)


(Uma das cenas mais legais, de um dos filmes mais legais, sob a batuta de um dos diretores mais legais do cinema.)

Conheci o Super 8 bem por acaso, em um dia que tava perambulando por Instagrans aleatórios e uma menina que tava com uma camiseta legal contou nos comentários que tinha comprado ela por lá. O resultado foi que eu caí de amores pelo site.

Eu não sou muito de usar camiseta, o que pode até soar engraçado pra quem se disse apaixonada pelo site, mas diferente do que eu costumo encontrar por aí, as camisetas que o Super 8 vende misturam filmes e séries sem ficar de um jeito caricato ou meio guff. E são uma frases com sacadas ótimas, tipo essa daqui de cima com o “Written and Directed by Woody Allen” (tem de outros diretores também!) e a daqui de baixo com a frase célebre do Clube da Luta “The first rule of fight club is you do not talk about fight club.” A maioria das camisetas tem mais de uma cor pra você escolher e achei legal que no site eles ainda têm uma parte específica de “como medir”, ensinando como tirar todas as medidas certinhas do nosso corpo pra depois ver qual tamanho fica melhor. Tem que prestar bastante atenção nisso porque eles não trocam camiseta se o problema for tamanho. POFT.

“We are infinite” é uma frase que eu queria estampar em todo canto da minha vida.

A vontade de comprar todas as camisetas é enorme haha, mas a primeira da lista é essa da Lolita :)

O Super 8 não tem só camisetas, mas também canecas, almofadas e capas de celular, e é tudo nessa vibe de frases ou imagens minimalistas que remetam a algum filme. Bem gracinha mesmo.

Esse primeiro case é do Mapa do Maroto do Harry Potter <3

Esse primeiro case é do Mapa do Maroto do Harry Potter <3

Se alguém aí já comprou nesse site conta nos comentários (até porque eu tô decidida mesmo a comprar aquela camiseta da Lolita haha). E se tiverem mais links de lojinhas assim com coisas inspiradoras vindas do cinema, me contem, por favor, que eu quero saber :p

Bisous, bisous

Tyra Banks é uma rainha

“Quando alguém diz “Tyra, você é até melhor pessoalmente do que nas fotos!”, eu respondo “Não diga isso, querida! Ganhei a vida tirando fotos”.”

(Tyra Banks em America’s Next Top Model, ciclo 16)

Eu admito: ando a louca do America’s Next Top Model, assistindo as temporadas na velocidade da luz. Acontece que além do programa ser legal porque mostra o “por trás” de gente incrível do mundo da moda (onde mais que eu ia ver uma sessão de fotos do Steven Meisel, uma Franca Sozzani olhando e contando os tipos de books que gosta, o backstage do desfile do Zac Posen e uma Karolina Kurkova ensinando receitas de sucos saudáveis?), o programa tem uma cereja no topo do bolo: Tyra Banks.

E olha que eu odeio esse negócio de definir as pessoas com uma única palavra, mas se a Tyra tivesse que ser explicada pra alguém através de um único termo, eu com certeza usaria a palavra personalidade. O que pra mim, fora é claro essa beleza estonteante que ela tem, é a chave de tudo o que essa mulher já fez, conquistou, arrasou e transformou na indústria da moda.

Tyra na capa da Harper's Bazaar Cingapura de janeiro/2013

Tyra na capa da Harper’s Bazaar Cingapura de janeiro/2013

A Tyra nasceu em 1973, em um ‘bairro negro’ no subúrbio da Califórnia e com 12 anos de idade já era tão alta, mas tão alta que os pais chegaram até a desconfiar que havia algo de errado com a filha haha. A altura fez com que ela sofresse muito bullying na adolescência, o que segundo a próprio Tyra, só deu ainda mais força e ‘dureza’ quando ela entrou pra indústria da moda. Entrar pra esse universo, aliás, não foi fácil. Desde pequena, decidida que queria mesmo ser modelo, Tyra buscava tudo quanto era referência do mundo da moda pra poder estudar, se inspirar e ser igual a uma modelo profissional, só que em todas as agências que ia a resposta era sempre a mesma: “a gente não precisa de mais uma modelo negra”.

As coisas só começaram a mudar quando a revista Seventeen, a primeira grande revista teen dos EUA, chamou a Tyra para um trabalho. Foi o que precisava pra sua carreira acontecer.

As fotos agradaram não só a Seventeen, mas um olheiro de modelos de alta-costura que viu a força que havia ali e a chamou para ir a Paris. Na época Tyra iria começar a faculdade dali há algumas semanas, mas não quis nem saber. Era agora ou nunca. Arrumou suas malas, embarcou para Paris e lá começou a participar de desfiles de alta-costura.

Tyra Banks photographed by Paolo Roversi - Harper’s Bazaar: 1991

Tyra Banks photographed by Paolo Roversi – Harper’s Bazaar: 1991

Ela foi um estouro com sua beleza fresca e marcante, e todos, absolutamente todos, queriam um pouquinho da Tyra pra si. A mãe dela até se mudou para Paris para morar com a filha e trabalhar como sua assessora, e assim pode ver de pertinho o que ela em pouco tempo conseguiu fazer: causar um furor na indústria da moda e provar que as mulheres negras não apenas tinham espaço nesse meio como podiam revolucioná-lo. Ela foi, inclusive a primeira modelo negra americana a aparecer em um capa da revista GQ. 

As comparações com Naomi Campbell foram meio que inevitáveis, afinal, no começo dos anos 90 Tyra aparecia para o mundo como uma promessa de supermodelo, enquanto Naomi já tava estabelecida há alguns anos no mercado. Muito se falou sobre essa grande rivalidade que existia entre as duas, mas até hoje essa história ficou abafada e enterrada no fundo do baú.

Só que adentrar o mundo da moda provando que as modelos negras tinham espaço por ali não tinha sido suficiente pra Tyra. Ela queria mais. E quando foi avisada pelos seus agentes que suas medidas tavam muito voluptuosas pra uma modelo de alta-costura, ela tomou uma decisão: não adiantava querer esconder as suas curvas. Ela assumiria seu corpo e batalharia pra ser aceita assim.

Essa insistência da Tyra em “aceite quem você é e trabalhe com aquilo que você tem de melhor” é muito marcante na sua carreira e nas lições que ela dá para as meninas que participam do programa. Ela sempre enfatiza isso, que a gente tem que aprender a abraçar nosso corpo, seja ele branco ou preto, magro ou cheio de curvas. O importante é ser quem você é.

Tyra banks and Cindy Crawford.1993

Tyra banks and Susan Holmes.1993

Tyra Banks então decidiu dar um giro de 180º na sua profissão e investir em uma carreira mais comercial. A Cover Girl (uma das atuais patrocinadoras do programa e que também oferece seu posto de “garota cover girl” como uma das premiações do show) foi a primeira a assinar um contrato com a modelo. E, mais uma vez, Tyra virou sucesso. Com a Cover Girl ela saiu do reduto da moda e passou a ser conhecida também pela grande massa. Fez uma infinidade de campanhas, virou angel da Victoria’s Secret’s e até escreveu um livro sobre beleza.

Tyra Banks by Peggy Sirota for Mademoiselle 5 US 1993 - 'How the West was Won'

Tyra Banks by Peggy Sirota for Mademoiselle 5 US 1993 – ‘How the West was Won’

Tava tudo muito lindo e incrível na vida Tyra, mas ela sabia que a carreira de modelo é rápida e começou então a se preparar para um novo giro de 180º. Primeiro investiu na carreira de atriz (quem aí já assistiu Show Bar talvez lembre dela como uma das dançarinas da boate!), mas só se encontrou mesmo na profissão de empresária. Junto com um amigo de infância ela formatou um programa chamado “America’s Next Top Model” (a-há!), que seria uma espécie de concurso de modelos. O programa foi ao ar em 2003, foi um estouro de audiência, e hoje, 10 anos depois, já tá na sua 20ª edição.

Tyra Banks no Victoria’s Secret’s Fashion Show

Além de criadora do America’s Next Top Model, a Tyra também é apresentadora e jurada do programa, e acho que se dependesse dela, ela dava um jeito também de ser câmera, figurinista, fotógrafa (aliás, ela sempre se arrisca como fotógrafa em todos os capítulos finais da competição), anyway, faria de tudo um pouco.

Porque Tyra Banks, meus caros, é uma rainha!

Tyra Banks na capa da V Magazine de setembro/2008

Tyra Banks na capa da V Magazine de setembro/2008

Quadrinhos na decoração

Eu amo fotografias & quadros & arte & decoração & insira aqui todas as belezas que possam estar relacionadas a essas coisas. A paixão por arte/quadro eu acredito que tenha vindo da minha mãe, que foi professora de Artes a vida toda (hoje ela é aposentada, mas nem de longe diminuiu seu amor pela área), e que acabou passando muito desse amor pra mim. Já a paixão pela fotografia, olha, não sei dizer, mas sempre fui apaixonada de um tanto por ela. Não que eu bata foto muito bem, que isso fique claro haha, mas sou uma grande, grande mesmo admiradora da área.

Tudo isso pra vocês entenderem o quanto eu acho que quadros de arte, de fotografia, whatever, sempre trazem um toque especial em qualquer decoração. Além de tornar o lugar mais especial, afinal são imagens que de alguma forma nos representam ou tem a ver com algo que a gente gosta, eles também são graciosos, deixam o ambiente mais bonito e mais bem “acabado”.

E como a gente tem que largar a mão de só falar as coisas ao invés de botá-las em prática, resolvi que tava na hora de colocar quadrinhos aqui no apartamento.

O primeiro quadrinho da lista foi uma fotografia linda da Bárbara Carneiro (essa fotógrafa-amiga gênia) que eu comprei no final do ano passado quando fui visitá-la em São Paulo. Mandei emoldurar a a foto numa loja chamada MPB Quadros, que fica na minha cidade natal, Leme (SP). E gente, se eu achei uma loja assim em Leme, certeza que vocês acham alguma na sua cidade também haha.

Na hora de escolher a moldura eu fiquei super na dúvida, porque a variedade de cores, modelos e desenhos é simplesmente gigantesca! E claro que o preço também varia de acordo com a moldura escolhida, por isso se você não quer gastar muito vale a pena cotar os valores antes ou já ir com uma ideia de moldura em mente, pra não cair na tentação de levar aquela cheia de arabescos e que pesa mil toneladas haha.

A minha escolhida foi uma branca bem simples e super charmosa. Preço: R$ 30,00. Não, não é barato, mas achei que o acabamento todo dela valeu a pena. Além do vidro e moldura branca, ela também já veio com aquele ganchinho atrás pra pendurar na parede.

Na hora de colocá-la na parede, bateu a dúvida: qual afinal era o jeito mais prático e bonito?

E aí que pra essa pergunta, eu achei três soluções.

Com o prego

A primeira opção foi a de pendurar o quadro em um prego na parede, até porque ele já vinha com o ganchinho, o que facilitava muito. Só que como eu não queria furar a parede, desisti rápido da ideia. Se você, no entanto, optar por ela, eu acho bem fofo e os custos são quase zero (não sei quanto é um prego, mas acredito que não seja muito caro, né? hehe).

Com a fita

Optei então por comprar uma fita que é “fita dupla-face de espuma – Fixa Forte” da 3M. Ela é indicada exatamente para quadros, espelhos e objetos de decoração que a gente quer por na parede sem pregar nada. E o bom é que dá pra usá-la em paredes, madeiras e azulejos, ou seja, praticamente em todos os cantos da casa. Ela custa mais caro que uma fita normal (siau por R$19,00 no Walmart), mas é um rolo enorme, então dá pra usar várias e várias vezes.

Apoiado

Uma terceira opção pra quem não quer nem furar a parede e nem comprar a fita é usar o quadrinho apoiado em cima de algum móvel. Esses dias tava lendo uma revista de decoração e eles fizeram uma seção só com quadros assim, encostado em móveis, estantes e mesinhas. Fica bem charmoso e o custo é zero!

Esse jeito encostadinho, aliás, é como eu deixo esse quebra-cabeça aqui de cima, Sim, podem acreditar que isso é um quebra-cabeça haha. Aliás, eu sou totalmente viciada neles e esqueço do mundo quando tenho algum pra completar. Daí esse eu ganhei em 2009 do Di, meu namorado, e ele é ~personalizado~ com uma foto nossa. O site que faz isso é o NetUau (lá em 2009 quando eu ganhei o meu, eles chamavam Uau Brinquedos), e eles personalizam milhares de coisas, não só quebra-cabeças. Eu acho a ideia ótima e na real, não precisa ser necessariamente uma foto sua, né, pode apenas ser uma imagem que você gosta muito e vai ficar ainda mais legal se tiver sido montada por você. E o mais legal é que, personalizado ou não, um quebra-cabeça pode ser um baita quadro pra você ter na sua casa! Opção de imagens lindas não faltam.

Esse quebra-cabeça aqui de cima ainda não foi emoldurado (shame on me), mas é o próximo da lista. Por enquanto ele tá só encostado em um vidro em cima da cômoda do quarto, mas logo que ganhar uma moldura linda, vai pra parede também com a fita (como disse acho bem legal ele encostado, mas sou meio estabanada e morro de medo de trombar e derrubar tudo haha).

E é isso! Se alguém tiver alguma dúvida ou tiver uma outra maneira de colocar o quadrinho na parede, conta aqui nos comentários!

Ps:

  • A Babi tem uma lojinha online onde vende suas fotos. Clique, morra de amores e leve uma fotografia linda dessas pra sua casa.
  • As fotos aqui são do meu Instagram (@paulinhav). Me sigam lá! (a pidona haha)

Bisous, Bisous