Little Vlog – Riachuelo Fashion Five!

Tinha prometido na semana passada que faria um post giga sobre a coleção Fashion Five da Riachuelo, contando todas as minhas impressões e falando um pouco mais sobre o que rolou no dia 27. Sei que tô um pouco atrasada com a minha promessa haha, mas além do fato de que dezembro tá sendo uma l-o-u-c-u-r-a de freelas,  eu queria mostrar os detalhes das peças que comprei, e por isso acabei gravando um vídeo (sim, comigo falando, sim, eu tava morrendo de vergonha). Como já ia gravar pra mostrar as coisas na arara, decidi falar tudo em vídeo mesmo, o que acabou adiando mais um pouco essa postagem, já que queria ele bem bonitinho pra colocar aqui. E aproveitando o momento, OBRIGADA mesmo ao Diego (aka melhor namorado do mundo) que editou o vídeo pra mim, já que eu sou leiga no assunto. Então, dessa vez não tem texto giga, mas sim vídeo comigo fazendo caras e bocas esquisitas \o/ (desculpa, gente, não tenho mesmo intimidade com a câmera). Espero que vocês curtam e fiquem a vonts pra falar o que quiserem nos comentários.

Todas as fotos são da Natália Dian. Obrigada, chérie, pela ajuda :)

Ps: depois que o vídeo tava pronto, reparei que eu falo “gesticular com as mãos” logo no comecinho e fiquei com uma pulga atrás da orelha. Alguém sabe se tá errado? Primeiro achei que o que eu falei era redundante, mas depois fiquei pensando que gesticular vem de gesto e gesto não é feito necessariamente com as mãos. Tipo, mostrar a língua pode ser um gesto, não? Ai, não sei. Sério, se alguém souber, me avisa porque eu fiquei muito encucada com isso hehe. Bisous, bisous

Conhecendo a coleção Fashion Five da Riachuelo

Quem acompanhou meu instagram na noite de ontem (tô postando isso quase a uma da manhã, então já estamos oficialmente na quinta-feira), viu que eu participei de uma ação bem, bem legal desenvolvida pela Riachuelo.

Eu e mais três amigas fomos convidadas por eles a conhecer com exclusividade a sua nova coleção, a Fashion Five, que chega oficialmente nessa quinta-feira, 28/11, nas lojas. A coleção foi desenvolvida por 10 personalidade da moda no Brasil, desde estilistas a blogueiros, e é bacana ver que mesmo em áreas tão diferentes, todos eles ali são personalidades que inspiram pessoas dentro e fora do país com seu estilo, suas ideias e seu jeito de entender a moda.

Ainda essa semana farei um post bem massa com maiores detalhes sobre a Fashion Five, imagens das 50 peças que estão nas lojas, um vídeo que gravamos ontem durante a ação e um pouco sobre a história que essa coleção conta. Por enquanto, fiquem com umas fotos da nossa diversão de ontem (:

Esse blazer lindeza da Claudia Leitte (as outras peças não são da coleção não, gente, são roupas minhas mesmo) ficou grande pra mim, mas depois consegui achar uma numeração menor e ele veio alegrar minha estante do quarto (:

As fotos daqui do post são todas dela!

Esse vestido da Thássia Naves é super estruturado e eu amei esse decote das costas que deixa charmoso feat sexy.

Já deu pra perceber que a coleção da Thássia é inteira com estampa de azulejo português, né? Tá bem bela!

Na foto, ali atrás escondidinha, tá a Mariana, gerente da loja, e essa na frente é a Nat Dian, uma amiga muito querida que entende super sobre tecidos e modelagens.  Foi legal que tivemos um bate-papo ótimo com a Mariana, que queria saber tim tim por tim tim das nossas opiniões sobre as peças.

A parte de acessórios da coleção tá bem recheada e quem gosta de ear cuff então vai pirar!

As estampas das peças da Adriana Degreas são de chorar de emoção. Esse vestido da ponta foi a peça mais amada por todo mundo (uma pena ele ser tão longo e não rolar pra mim) e o maiô desenvolvido por ela segue uma estampa tao linda quanto.

O que eu trouxe pra casa!

Então, é isso! Aguardem que em breve vai ter aqui no blog um post giga com maiores detalhes sobre essa coleção.

Espero que vocês já tenham gostado desse preview e tenham ótimas compras amanhã! E ah, me contem o que vocês acharam das peças nos comentários.

Bisous, bisous

Dicionário de chapéus #1

Em um passado não tão distante assim do blog, fiz uma série de posts chamados “Dicionário de sapatos”. Um nome, aliás, bem autoexplicativo para aquilo de que se tratavam os textos.

Acabou que uma curiosidade minha de entender de verdade as diferenças entre esse gigantesco mar de opções de calçados, – e que tinha despertado quando eu encontrei aquela foto que usei para todos os posts – se transformou em horas de pesquisas pra poder escrever (e conhecer) cada um desses sapatos com a devida atenção que eles mereciam.

Pois bem, essa história de dicionário me ajudou muito, de verdade. Afinal, não é todo dia que a gente sai pela web pesquisando sobre um Dockside ou um Cone Heel. E como pesquisar e estudar é a intenção número um desse blog, decidi que os dicionários podiam continuar. Por isso agora é a vez de falar de chapéus, ou de forma mais genérica de tudo aquilo que podemos colocar sobre a cabeça (?) haha. Os posts vão aparecer aqui aos poucos, sem pressa, e se alguém tiver alguma informação, sugestão, complemento ou crítica pra fazer, me conta nos comentários! Vou adorar saber.

Então, sem mais delongas. Com vocês, o dicionário de chapéus do Little Blog!

Panamá

Eu sei que aqui no Brasil a gente não tem uma cultura muito forte de usar chapéus (principalmente os mais quentinhos), mas se existe um chapéu que a gente pode dizer que é popular por essas bandas, com certeza ele é o panamá.

Gosto dele principalmente por ter um plus: ele é democrático (e lindinho) na medida, sem essa história de “acessório masculino ou feminino”. Além disso, ele é ótimo para usar durante o dia a dia porque inspira mesmo um estilo mais casual, mas cê sabem que eu acho essas coisas totalmente relativas, né? Então, manda ver se você achou que ele combina com sua roupitcha de noite. Odeio essas regras de estilo.

O original mesmo vem do Equador, feito da palha  de uma planta que é muto comum em cidades como Cuenca. Isso é algo importante de entender não só porque aqui no blog eu gosto de contar as histórias das peças haha, mas também porque o fato dele ser feito de palha com trama fechada é aquilo que o distingue (principalmente) do fedora. Aliás, nesse quesito de curiosidades o panamá é um prato cheio: você sabia que o seu nome só foi adotado no começo do século XX quando o então presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, usou-o durante uma visita no Canal do Panamá?

Chapéu clássico e de modelagem bem simples, possui abas na horizontal, uma leve depressão no topo da cabeça e essa faixa que faz toda a volta no chapéu. E sim, ele é amor de muita gente. Apareceu lindamente na campanha da Louis Vuitton estrelada pelo Sean Connery, na cabecinha da Alexa Chung e em um editorial da Charlie Magazine.

Boina

Não acho boina muito fácil de se usar (ainda mais aqui no Brasil onde as temperaturas são pra lá de altas), mas em geral elas são bem fofas, e dão um ar meio ‘vivo nos anos 20 em Paris, um beijo’ que eu amo. Para os homens eu acho extremamente elegante, e ia inclusive dar o exemplo do Brad Pitt que sempre desfile suas boininhas por aí, mas well, nada fica ruim nesse homem, né? haha.

A origem da boina é um pouco incerta, mas seu uso desde sempre foi muito ligado aos movimentos militares. De símbolo de luta ela acabou sendo adotada em outros locais e culturas, ora como referência artística (lembram das boinas usadas por Claude Monet?) ora até como símbolo social (na Escócia é um acessório típico).

Formada por uma base arredondada e mole que se fixa no topo da cabeça, a boina é feita de lã e usada mais caidinha, para trás ou para os lados. Já apareceu incontáveis vezes na cabeça da nossa amada franga Taylor Swift, da maravilhosa Blair Waldorf (aliás, todos os personagens de Gossip Girl dão uma verdadeira aula de como usar diferentes tipos de chapéus) e de dona Bruna Vieira, que usa e abusa dela como acessório.

Fedora

Lembram que eu falei pra vocês guardarem que o Panamá era feito de palha? Então, isso é importante pra poder diferenciá-lo do fedora, que tem um estilo bem, bem parecido, mas que é feito de feltro e nasceu na Áustria. E olha que legal, igual o seu irmão Panamá ele também tem uma história bem curiosa a respeito de como ganhou esse nome: lá no final do século XIX, a estrela Sarah Bernhardt usou esse modelo de chapéu na apresentação da peça “Fédora”, e voilá, estava cunhado o nome dessa belezinha.

Muitos de seus modelos têm um lacinho – que varia de tamanho, mas fica junto a faixa que dá volta na sua base – sempre na lateral do chapéu. Além disso, suas abas costumam ser ligeiramente viradas para cima, ainda mais acentuadamente na sua parte de trás. Ele é extremamente charmoso e deve ter sido um dos acessórios mais usados nos filmes de Hollywood dos anos 40 e 50, especialmente os noir.

Todo esse charme já esteve na cabeça de Indiana Jones, na fantástica personagem Annie Hall, do filme de mesmo nome, e da maravilhosa Camila Pitanga.  

Floppy

O floppy é meu preferido, não posso negar. Amo o jeitão molengão dele haha, e esse ar meio diva dramática que ele passa. Aliás, acho que exatamente por ter esse estilo drama queen é que ele é um chapéu muito comum de aparecer em editoriais de moda.

O floppy tem essas abas longas, bem maleáveis e que formas ondas ao redor da sua base. Herança da década de 60 e 70 ele acabou sendo muito adotado em locais praianos e beiras de piscina (também, pudera, com umas abas desse tamanho, se proteger do sol é fácil!), mas fica a coisa mais deslumbrante quando usado no dia a dia. Ele pode ser de feltro ou de palha e tem uma imensidão de tamanhos e estampas.

Ele já embelezou ainda mais a atriz Faye Dunaway, uma capa da Vogue Coréia  e a maravilhosa da Emma Watson.

Continua…

Dicionário de sapatos – parte 4

Aqui vai a última (uhul!) parte do dicionário de sapatos. Pra ver todas as outras partes que já foram postadas, é só clicar nesse link aqui. Enjoy e contem aqui nos comentários se vocês gostaram ;}

Dicionário de Sapatos

Stiletto: pense em sapatos altíssimos com bases ultras finas. Pois é, os stilettos se encaixam nessa categoria e podem chegar nas alturas (com saltos de 20cm!) e terem uma base tão pequenininha quanto 1cm. Eles podem aparecer em diversos tipos de sapatos, indo das botas até as sandálias.

Kitten Heel: os saltos gatinhos tiveram seu boom lá na década de 50 e 60 com a musa de todas as musas Audrey Hepburn, só que com a adesão dos saltos altos no dia a dia, eles acabaram ficando um pouco esquecidos na sapateira das mulheres. Então chegou 2010 e PÁ, houve uma invasão de saltos gatinhos em tudo quanto foi desfile de moda internacional. Pra reconhecer um salto desse tipo, é fácil: eles tem uma altura média, que pode ir de 3,5cm a 4,75cm, e possuem uma pequena curvinha no solado do sapato em direção ao calcanhar. No Chic tem uma matéria bem legal mostrando várias famosas que já aderiram ao modelo.

Platform: os famosos sapatos plataformas são aqueles com um solado bem grosso, que nos deixam mais altinhas. Há quem ame e quem odeie por acharem eles não tão femininos, mas na real eu acho que essa tal feminilidade (assim como o conforto) varia muito do modelo, porque existem plataforma super girlies.

Peep Toe: pra usar esse sapato é preciso estar disposta a mostrar os dedinhos dos pés, afinal a regra número um de um peep toe é ter uma abertura na sua frente. Além das sandálias, eles são também muito comuns em botas.

Pump: os pumps são um primo distante do scarpin e tem três características muito bem reconhecíveis; tem um salto alto pra ninguém botar defeito, uma meia pata e um bico arredondadinho que dá um toque de delicadeza.

Scarpin: ando mais apaixonada do que o normal por eles. Eles são clássicos, têm em inúmeros modelos e cores e combinam com praticamente tudo. São sapatos com salto (de médio pra alto), fechados e muito elegantes.

Mary Janes: são sapatos fechados com uma tira que atravessa o peito do pé. Os originais são rasteiros e de ponta arredondada, mas hoje dá pra encontrar mary jane em saltos poderosos e com a frente pontuda. Os que mais amo – e são os clássicos dos sapatos infantis – são usados tanto por meninos quanto por meninas e são feitos de couro. Ah, tem um post do Just Lia que conta a história (que é uma graça) da origem do nome desse sapatinho de boneca.

Flip flops: (uma pausa pra ler de novo o nome desse sapato. Desculpa, mas não tem como não rir haha) Em português nós poderíamos chamar esse modelo de “chinelo”. Sim, os famosos chinelos, mais conhecidos aqui no Brasil pela sua versão em borracha, a la Havaianas. Pra quem quer fugir do óbvio, há algumas versões em couro.

O je ne sais quoi da Comtesse Sofia

Em 2009, logo que vim morar em Bauru, eu tive essa fase lenços. Pra mim eles eram tão importantes quanto o meu vestido de todo dia e eu amava ficar xeretando horas na internet pra aprender diferentes formas de usá-los.

Quatro anos depois meu vício deu uma aquietada, mas o amor por lenços jamais. E esse foi um dos dois motivos que me fez ficar muito (mas muito mesmo) animada quando há uns dias recebi um e-mail de divulgação da marca parisiense Comtesse Sofia.

O outro motivo foi o de conhecer uma marca especializada em lenços (coisa rara) que tem toda uma história graciosa por trás de si.

Eu acho bacana que a Comtesse é uma marca parisiense, bem com aquele je ne sais quoi tão característico da cidade, mas que tem uma influência russa muio forte. Tudo isso porque a fundadora da marca, a Alexandra Rousselot, ama o requinte do Império Russo. Tipo junção infalível, sabe?

Ela sempre gostou muito da Condessa de Ségur, que nasceu na Rússia mas mudou-se ainda jovem para a França. E apesar da condessa ter tido um casamento que só lhe trouxe infelicidade, ela teve oito filhos e quando completou 58 anos escreveu seu primeiro conto, da onde se sucederiam vários outros. E qual a importância de tudo isso? Bom, os contos de Sophie – seu verdadeiro nome – se tornaram alguns dos maiores clássicos da literatura infantil francesa. Daí que tudo isso somado a descendência que a Alexandra tinha – sua avó era da Sibéria – fizeram ela emprestar toda essa influência russa para os seus lenços de Paris.

E essa parceria vai tão a fundo que os lenços são primeiro confeccionados em Moscou, todos com lã russa, e só depois vão para a França, em um ateliê onde suas franjas de seda são colocadas a mão.

Eu achei tão inusitada e bonita essa mistura de nacionalidades da marca, além de, claro, toda essa qualidade que eles aparentam ter com cada uma das suas peças, que achei que valia muito a pena compartilhar aqui. Alguém já visitou a loja deles ou comprou algum produto da marca? Se sim, compartilha suas impressões aqui nos comentários!

E ah, os lenços da nova coleção são, cada um, inspirados em um lugar diferente. Daí a ideia é que cada um conte uma história, um sonho, uma viagem… De fazer suspirar, né não?

Comtesse Sofia
84 Rue Saint-Louis en l’Île
75004 Paris

Blog brasileiro: http://lencos.comtesse-sofia.com/

Site em português: https://www.comtesse-sofia.com/br/

Bisous!

Ps: esse não é um publipost!