Eles indicam: séries de TV!

Para ver todos os “Eles indicam” que já rolaram aqui no blog, é só clicar nesse link aqui!

“Quem convive comigo por mais de vinte minutos rapidamente descobre que eu amo séries para adolescentes (mídia para adolescentes em geral, sejamos honestos). Entre todas as que vejo e adoro, minhas favoritas são, provavelmente(/com certeza), Gossip Girl e Pretty Little Liars.

Explicar meu amor por Gossip Girl é simples: é em NY (mais precisamente, no Upper East Side), é sobre jovens estupidamente ricos fazendo coisas terríveis e inconsequentes, é praticamente um desfile ambulante de Valentino e Louboutins… e, claro, tem a Blair Waldorf.

Para quem não acompanhou nada sobre séries adolescentes nos últimos muitos anos, Blair é a involuntária protagonista de Gossip Girl – digo involuntária porque, no início, fica claro que devíamos nos preocupar mais com sua melhor amiga, Serena Van Der Woodsen, mas Serena não tem nem metade da complexidade de sua original coadjuvante. Enquanto Serena é a típica pobre-menina-rica, destilando dores e sofrimentos existenciais enquanto tudo que deseja simplesmente cai aos seus pés, Blair, mesmo enfurnada em sua torre de privilégio, é um pilar de ambição e esforço: ela trabalha insistentemente até conseguir o que deseja, seja uma roupa, um emprego, um cara ou (principalmente) uma vingança. Blair sabe que existem regras, pressões e expectativas no seu mundo, e que usar essas expectativas a seu favor exige determinação, inteligência e cuidado.

Gossip Girl é, no fundo (e na superfície), um constante estudo sobre poder, privilégio, e as dinâmicas de desequilíbrio que mantém esse aparentemente frágil sistema funcionando. Confesso: a partir da terceira temporada, a qualidade cai consideravelmente, e tem certas coisas no final que eu prefiro fingir que nunca aconteceram, mas as duas primeiras temporadas são gloriosas, e depois delas é difícil largar.”

“Pretty Little Liars é um pouco mais complexa, porque tem um enredo mirabolante, aparentemente sem pé nem cabeça, e se entender quando estou assistindo já exige concentração, explicar para alguém que não assiste é uma tarefa hercúlea. Então me contentarei com uma explicação breve: Alison, Aria, Emily, Hannah e Spencer são melhores amigas, inseparáveis até que Alison – definitivamente a líder do grupo – desaparece. Um ano depois – quando a série começa – Alison é encontrada morta, enterrada em seu próprio quintal, e as outras quatro se veem reunidas novamente por mensagens de texto de uma fonte anônima que só assina “A”, com chantagens e ameaças de revelar todos os seus segredos. A partir daí, a história toma dimensões inimagináveis: aos poucos, descobrimos que a cidade inteira está, de alguma forma, envolvida em algo escuso que tem a ver ou com Alison ou com o misterioso “A”, e as quatro protagonistas descobrem que não se pode confiar em ninguém, a não ser umas nas outras.

Pretty Little Liars, por trás de todos os plot twists aterrorizantes e inesperados, é principalmente uma série sobre as dificuldades de ser uma garota adolescente (bem, especialmente se uma entidade anônima está te perseguindo e sua melhor amiga foi assassinada), e sobre a importância de confiar em suas amigas durante esse processo.”

Sofia é escritora, revisora e tradutora, além de cofundadora e coeditora da revista Capitolina. Você a encontra também no seu blog pessoal, o Sofia Soter.

“Série ativa, no momento, é Grimm que eu acompanho junto com os EUA. Eu e minha namorada separamos um dia da semana para assistir o novo episódio do Grimm e eu sofro muito quando acaba porque tem que esperar uma semana toda de novo pelo próximo! Esses dias mesmo eles entraram em hiato e foi muito complicado. Foi muito difícil pra mim. Acho que eles ficaram em hiato durante um mês e nossa senhora, parecia que se estendia. Todo domingo eu chegava e “ai, hoje tem Grimm!”  Mas aí eu lembrava que não, não tinha porque tava em hiato.

Essa é a única série ativa que efetivamente eu amo. Eu sou fã de Game of Thrones, mas ainda gosto muito mais de Grimm. E eu sofro porque Gilmore Girls já acabou, eu já assisti todos os episódios, todas as temporadas – eu fico reassistindo loucamente! – e Desesperate Housewives também já acabou. Eu estou assistindo, mas eu sei que uma hora vai chegar ao final. Mas Grimm eu não sei quando vai acabar porque eu estou junto com a série lá fora. Eu sigo os atores no twitter, eu fico sofrendo loucamente com tudo o que eles falam e eu fico procurando fãs de Grimm no mundo porque é muito raro. E quando eu acho, eu dou um abraçinho, porque eu fico muito feliz de encontrar alguém que também gosta de Grimm.”

Desesperate Housewives foi uma das maiores descobertas que eu tive nos últimos tempos e, basicamente, eu tô meio maluca por causa dela. É uma série que já acabou e que eu assisti no Netflix muito sem querer, porque como eu sempre assisto todas as minhas séries com a minha noiva, eu tava procurando por alguma série que ela não gostasse pra que eu pudesse ver quando ela não estivesse. Só que no final das contas eu viciei ela também, porque é um seriado absurdamente viciante!

A série mostra um pouquinho da loucura das pessoas e eu até compartilhei isso quando assisti o primeiro episódio, porque assim, como a gente consegue confiar no mundo depois de Desesperate Housewives? É muito bizarro! Como é aquele núcleo de vizinhança onde você não sabe o segredo de cada vizinho, você fica pensando e aplicando isso na sua vida real. Você fica pensando: será que o meu vizinho tem um segredo desses também? A gente não conhece as pessoas. Todo mundo pode fazer alguma maldade, todo mundo pode ser ruim, todo mundo que você achava que era bom pode ficar ruim, todo mundo que você achava que era ruim pode ficar bom. É muito humano, muito real! Eu fiquei desconfiadaça do mundo depois desse seriado, e eu olho para os meus vizinhos com outra cara agora. Além disso, as personagens são muito bem feitas, muito fortes. Todo mundo tem um preferido.

E eu também fico procurando pessoas que gostam dessa série e eu fico imaginando as pessoas que assistiram essa série enquanto ela estava sendo lançada, porque na real, é muito bizarro. A temporada acaba de um jeito que olha… Ainda bem que tem uma próxima no Netflix porque senão eu ia comer todos os meus dedos da mão e do pé haha.”

Tatiany Leite é jornalista, criadora do blog de literatura “Vá Ler um Livro”, e booktuber no Cabine Literária e Radioactive Unicornes.

“Quando a Paulinha me chamou para falar sobre minhas séries favoritas aqui, além de ficar muito feliz pelo convite, já tive um mini-ataque de pânico, por motivos de: como escolher a série que eu mais amo de todos os tempos entre tantas séries que eu amo? Usei o critério “o que vier primeiro ganha”, hahaha!

Gilmore Girls: queria ser descolada e indicar uma série que ninguém nunca ouviu falar, mas como não amar Gilmore Girls? A premissa, todo mundo deve conhecer: mãe e filha, vivendo em uma cidade fictícia, mas que poderia muito bem ser qualquer cidade pequena. A série é sobre relacionamentos: da família, dos amigos, dos namorados e casamentos. Rory e Lorelai têm os melhores diálogos ever, e a trilha sonora, e os figurinos, e os livros. Sou completamente apaixonada por Gilmore Girls, e já perdi as contas de quantas vezes assisti.

Twin Peaks: quando comecei a minha fase mais interessada por cinema, claro que assisti a alguns filmes do David Lynch, e fui parar, obviamente, em Twin Peaks: série curtinha, do início da décade de 90 e olha só, também em uma cidade fictícia. #mistérios

A série é sobre a investigação do agente da FBI, Dale Coober, sobre o assassinato de uma estudante colegial, Laura Palmer. A premissa é boba e manjada, mas meus amigos, para a época foi considerada uma série revolucionária, pois além de um enredo complexo, nunca visto nesse formato, ela possui personagens estranhos, drama, humor, surrealismo (Lynch, né?), terror psicológico… E eu bem gosto de umas coisas meio estranhas, assim.

Reprodução

True Detective: essa também uma série policial, mas dessa vez a história narra a busca de dois detetives por um assassino em série na Lousiana. A série passou a pouco tempo atrás na HBO, e é incrível! A primeira temporada tem apenas 8 episódios e estão produzindo a segunda, mas a série será em formato de antologia: cada temporada terá uma história e personagens completamente diferentes.

A primeira conta com o lindo Matthew McConaughey que está sensacional. A história te prende do começo ao fim e é daquelas séries que você até fica sem ar.”

Larissa faz parte do trio de garotas por trás do blog Lomogracinha e é uma fotógrafa de mão cheia, que sempre está compartilhando seus registros em seu flickr.

Como eu sempre aproveito pra também dar meus pitacos aqui nessa categoria, dessa vez não foi diferente, mas confesso que indicar uma série não foi uma tarefa fácil, porque se tem uma coisa na minha vida que daria uma lista gigantesca, essa coisa são as séries que eu já assisti e assisto. Como não dá pra indicar todas que eu quero e Gilmore Girls já foi aqui muito bem falado pela Larissa e citado pela Tati (tão percebendo como essa série é incrível, né?), eu decidi falar de Grey’s Anatomy,  que já está na sua décima primeira temporada e  é um verdadeiro xodó na minha vida.

Vocês tem ideia do que é acompanhar uma série por tanto tempo? Nos últimos sete anos eu praticamente acompanhei em tempo real cada temporada e episódio novo que saía de GA, e eu fico maravilhada até hoje quando me dou conta de quanta coisa aconteceu em todo esse tempo e como foi legal ter acompanhado tudo isso juntinho, tim tim por tim tim. Foram muitos personagens que já entraram e saíram da série (Shonda Rimes, a criadora de Grey’s, fez escola com George R. R. Martin nesse quesito de matar personagens), muitas reviravoltas e finais de temporada absurdamente chocantes.

Em resumo, essa série trata da vida de residentes (que, né, depois de 11 anos já não mais residentes haha) do Seattle Grace Hospital, e mostra o dia a dia do lugar, os casos mirabolantes dos pacientes que chegam, os dramas vividos pelos médicos e suas famílias e muito mais do que eu poderia colocar aqui nesse texto. Eu já chorei, ri e soltei sorrisos com Grey’s Anatomy por diversos motivos e por diversas cenas que, entre a comédia, o drama e o romance, fazem dessa série um potinho de ouro. Além dos ótimos personagens e histórias, Shonda sabe conduzir a série com uma mãe de ferro e uma maestria inquestionáveis. Por mais que eu morra de raiva dela em alguns momentos, é impossível não admitir o quão foda a série se tornou nesses 11 anos graças a essa mulher.

Bisous, bisous e bom final de semana pra todo mundo!

Eles indicam: séries de livros do coração

Não conhece o “Eles indicam” do blog? Calma, eu explico então como funciona!

Essa categoria é assim: um trio de pessoas incríveis vem aqui falar sobre qual é o seu “insira aqui o tema da edição” preferido e pode ser algo a ver com moda, beleza, gastronomia, turismo ou o que der na telha haha. O intuito desse espaço é falar de coisas bem variadas mesmo, pra inspirar todo mundo nas mais diferentes áreas.

Se você quer ver então quem já passou por aqui e o que eles indicaram nas categorias de perfumes, shows inesquecíveis, batons e livros de fantasia, é só clicar nos respectivos links. E no post de hoje, você confere o que a Ana, a Stephanie e a Irena indicaram como séries de livros do coração, ou seja, aquelas séries que elas amam e acham que todo mundo deveria dar uma chance. Bora então começar? 😉

“Depois de aceitar o convite da Paulinha parei pra pensar que não tenho uma série (pra mim precisa ter 5 livros ou mais) do coração, com exceção de Harry Potter,  Percy Jackson e Guia do Mochileiro das Galáxias, as quais vocês estão cansados de ouvir sobre.  Sendo assim vou trapacear um pouco (pode Paulinha?) e indicar duas trilogias que amo demais, vamos lá:

Trilogia Mara Dyer: sim, ela ainda não está completa, mas pra mim o primeiro e o segundo livro já valem como a trilogia completa; mesmo que o 3º livro me decepcione ficarei com os dois como uma lembrança boa.  A trilogia é um misto de drama, suspense, romance, doses de comédia e um pouco de paranormal. Conta-se a história de Mara Dyer, que começa com ela jogando o famoso jogo do copo com mais duas amigas (aliás, a melhor amiga e aquela amiga dela que você odeia), uma delas pergunta como elas irão morrer, o copo “escreve”: MARA… 6 meses depois Mara Dyer acorda no hospital não se lembrando de nada que aconteceu, e é ai que o livro começa MUAUAHAHAHAHA.

Trilogia Belo Desastre: se como eu você ama romances com bad boys e ainda não leu esse livro… Vem cá, vamos ter uma conversa séria. O livro é consideravelmente grande, mas eu consegui lê-lo em uma tarde (cof cof na livraria cof cof) por que a historia te envolve de tal maneira que você não consegue simplesmente fechá-lo e deixar pra ler depois. Se tratando do enredo, pra variar o livro conta a história da menina que vai pra faculdade com a melhor amiga e lá se apaixona pelo bad boy, só que o problema dos dois está exatamente no “ficarem juntos” e você vai ter que ler pra saber porque se não soltarei um belo de um spoiler.

Espero que a minha ideia tenha sido válida porque eu queria muito compartilhar com vocês alguns dos livros que eu amo. Obrigada Paulinha pelo convite, foi realmente uma honra e espero que eu tenha ido de acordo com suas expectativas pois sou uma negação pra por no papel meus sentimentos por livros.

Beeijo grande!”

Ana do Olhos de Ressaca 
(pra saber mais da Ana: link do canal do youtube do Olhos de Ressaca (que eu sou fã de carteirinha))

“Vocês hão de concordar que a série “Crônicas de Gelo e Fogo”, do George R. R. Martin, já é um ícone no gênero de fantasias épicas. Minha história de amor com ela começou depois que assisti a primeira temporada da série televisiva Game of Thrones. Me veio a curiosidade em conhecer os livros, e acreditem ou não, percebi que lê-los foi até melhor que assistir a série – minha humilde opinião, é claro.

Os livros têm tudo: drama, espadas, romance, sexo, traições e intrigas. São muitas as viradas de jogo, e de novo, muito drama. Uma história envolvendo reis, rainhas, lordes e damas, soldados, e assassinos. Há ainda magia, dragões, mortos-vivos, e tudo que a criatividade é capaz de alcançar. O centro do conflito é a busca do Trono de Ferro, o maior nível de poder alcançável durante a trama.

“A Guerra dos Tronos” é o primeiro livro da sequência, seguida de “A Fúria dos Reis”, “A Tormenta de Espadas”, “O Festim dos Corvos”, “A Dança dos Dragões” e “O Cavaleiro  dos Sete Reinos”. Difícil indicar todos os livros já que ainda não li todos eles (são livros longos, puxa vida); Mas vou descrever o que senti ao começar o primeiro da sequência.

Já nas primeiras páginas a impressão que tive é que esperei a vida inteira para ler algo como aquilo. Sem exageros. Confesso que nunca fui uma grande fã de livros fantásticos, e o mais perto que cheguei disso foi me divertir nas páginas da série Harry Potter, e tentar, sem sucesso, ler a saga “Hobbit”. Nunca me interessei por batalhas de exércitos, ou por entender quais estratégias foram usadas para conquistar territórios. Game of Thrones, porém, conseguiu me entreter nesse aspecto.

Como a maioria dos romances, me encontrei pedindo por mais horas no dia para que eu pudesse preenchê-las com a leitura. Eu lia ao acordar, durante o dia, e até cair no sono. Enquanto escovava os dentes, enquanto parava para algum lanche, e  durante os trajetos de ônibus. Paixão é o nome disso.

Sobre os livros, você vai notar que a história é narrada através do ponto de vista de cada personagem a cada capítulo. Os textos são muito bem escritos, o que faz com que aumentemos nosso vocabulário de maneira absurda. Os livros são longos, mas não são entediantes, e a melhor dica que posso deixar aqui é: não tenha um personagem preferido, e pratique o desapego. Você nunca sabe quando ele deixará de ser herói, ou quando algo pior pode acontecer…”

Stephanie do Primeiras Conversas 
(pra saber mais da Stephanie: link do portfólio incri dessa jornalista e blogueira)

Vampire Academy, da autora Richelle Mead, é uma série de livros que vez ou outra causa um burburinho no mundo YA há um tempinho, mas eu nunca tinha tido vontade de ler até ano passado por motivos de:

1. a primeira vez que ouvi falar dessa série foi quando teve aquele BOOM de livros de vampiro graças da Twilight. Na época fiquei tão saturada de Edward e Bella que só de ouvir a palavra vampiro já corria na direção oposta.
2. as capas dessa série são pavorosas. Muito feias mesmo, coisa que a gente não vê nem em romance de banca e como eu julgo livro pela capa…

Mas aí ano passado começaram a ser divulgados trailers do filme de Vampire Academy e foi amor a primeira vista. EU PRECISAVA LER O LIVRO! Nem que fosse só o primeiro livro pra entrar no espírito da história e ir pro cinema empolgada.

Ai li o primeiro livro. E o segundo, e o terceiro… E quando me dei conta tinha sido sugada por um vortex que atende pelo nome de The Vampire Academy. Li todos os seis livros da série em, mais ou menos, um mês e ainda engatei a leitura de um spin-off da série, Bloodlines.

A autora tem um senso humor muito bom e consegue balancear bem todos os elementos da história. A trama high school é ótima, mas a mitologia do universo da série também é desenvolvida. Tem romance, mas o relacionamento da protagonista, Rose, com sua melhor amiga também é super importante no desenvolver da história, assim como tem personagens secundários que a gente se apega muito e também queria poder chamar de amigo.

Ao longo dos livros a Rose ganhou o espaço no meu coração de protagonista YA favorita! Ela é super engraçada, boa de briga e não fica se afogando em falsa modéstia. Ok, que ela é meio biscate, mas ela é a aquela biscate do coração que sempre ajuda os amigos sem se importar com as consequências.

Vampire Academy é uma série super divertida. Não divertida porque é trash, é divertida mesmo. É um livro que eu recomendo pra qualquer pessoa que se interesse em adolescentes sobrenaturais.”

Irena Freitas do Irena Freitas 
(pra saber mais da Irena: link do portfólio-inspiração dessa ilustradora maravilhosa).

Em respeito a Irena que tem pavor da capa desses livros, achei melhor não colocá-los aqui hehe

Em respeito a Irena que tem pavor da capa desses livros, achei melhor não colocá-los aqui hehe

Só pra variar não resisti em dar meus pitacos também e quis falar um pouco sobre a série “Millenium”, escrita pelo jornalista sueco Stieg Larsson. Ao todo são três livros que a compõe: “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”. 

Na Suécia a série foi um verdadeiro sucesso e acabou levando a história de Lisbeth Salander (uma das protagonistas mais incríveis e poderosas que eu já vi) também para os cinemas, com os três livros ganhando adaptações nas telonas.  Em 2012 foi a vez de Hollywood se render a Millenium e lançar o primeiro filme da franquia, provando que a série é mesmo poderosa em qualquer país, língua ou formato.

O enredo da trilogia tem como foco principal a já citada Lisbeth Salander, – uma super hacker – e o jornalista investigativo Mikael Blomkvist. Em “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” eles acabam tendo suas histórias cruzadas ao tentarem resolver um caso de desaparecimento que aconteceu quarenta anos antes e, ao longo dos outros livros, a história pessoal de Lisbeth acaba ganhando força.

Millenium tem suspense, ação, romantismo e, acima de tudo, uma heroína maravilhosa que é extremamente inteligente, perspicaz e foge de todos os estereótipos de protagonistas que já conheci.

Já adianto que algumas passagens do livro são meio fortes (então é bom se preparar psicologicamente), mas é uma trilogia que vale muito a pena mesmo e tem uma leitura super gostosa. É o tipo de livro que você não para de ler enquanto não vê as últimas páginas se aproximarem.

E vocês, qual a série de livros que você recomendam pra todo mundo?

Bisous, bisous

Eles indicam: livros de fantasia

Trilogia Fronteiras do Universo - Philip Pullman

“Comecei a ler a trilogia esse ano mesmo, um por mês desde outubro; não sabia o que esperar, mas quando terminei o primeiro livro, A Bússola de Ouro, fiquei totalmente sem fôlego, querendo saber o que ia acontecer em seguida. O que me encanta na história de Philip Pullman é a criatividade e sabedoria para criar um mundo totalmente diferente do nosso sem ficar cansativo. É uma obra rica, bem escrita, mas acessível. O único, porém é que você tem que ter cabeça aberta para poder emergir nos mundos criados por ele, já que ele coloca muita coisa de religião e ateísmo juntos, criticando o catolicismo. Mas embora esse motivo deixe algumas pessoas sem vontade de ler, eu recomendo fortemente.

Por ser fantasia, um livro que critica não é algo comum e tem sim algo a ensinar. Podemos ficar horas pensando no porquê de algumas coisas e teorias que Pullman coloca em sua obra. O primeiro livro é excelente, o segundo não perde a mão, contudo acho que é menos elaborado. E o terceiro é um bom encerramento, mesmo que tenha mais páginas do que realmente precisava.

E mesmo que você termine de ler e não goste, acho que vale a leitura para que você possa dizer os motivos por não ter gostado, sem ficar julgando só por sinopses ou resenhas. É uma obra que merece ser lida por todos que apreciam algo inteligente e bem escrito.” – Autora do Mundo de Morfeu.

Mudando de assunto...

Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll

“Não havia nada de muito especial nisso, também Alice não achou muito fora do normal ouvir o Coelho dizer para si mesmo “Oh puxa! Oh puxa! Eu devo estar muito atrasado!” (quando ela pensou nisso depois, ocorreu-lhe que deveria ter achado estranho, mas na hora tudo parecia muito natural); mas, quando o Coelho tirou um relógio do bolso do colete, e olhou para ele, apressando-se a seguir, Alice pôs-se em pé e lhe passou a idéia pela mente como um relâmpago, que ela nunca vira antes um coelho com um bolso no colete e menos ainda com um relógio para tirar dele. Ardendo de curiosidade, ela correu pelo campo atrás dele, a tempo de vê-lo saltar para dentro de uma grande toca de coelho embaixo da cerca. “ […] – Trecho da Alice.

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Alice no País das Maravilhas é um dos textos fantásticos mais famosos e importantes da literatura, que rompe as fronteiras do enquadramento e gênero literário, porque todo mundo conhece Alice e na maioria dos casos, nem lhes ocorre que é um texto da literatura fantástica&maravilhosa.

O texto da Alice é onírico, descomplicado sem ser simplório, é capaz de entreter desde a criança que já lê, até o adulto mais exigente sim, basta que a criança ou mesmo o adulto se permitam cair na toca do coelho.

O livro que aparece na imagem é um sonho de consumo que realizei este ano, uma edição com todos os trabalhos do Lewis Caroll, com muitas imagens, e uma capa dura lindalindalinda. Também tenho as edições da L&PM, capinha com os desenhos clássicos da Alice. No meu trabalho como ilustradora fiz uma série inspirada na Alice, Alicices.

Enfim, recomendo Alice, porque Alice é praticamente uma metáfora do que a escrita fantástica é, e uma das estórias da minha vida de amor aos livros e a literatura.” – Autora do La Coloriste e do Solilóquio.

Mudando de assunto...

O Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman

“Se tem uma coisa que eu gosto, é indicar livros. Quando leio algo que gosto muito, muito, na hora quero repassar e mostrar para todo mundo o que o livro tem de tão bom. Fico ansiosa querendo saber o que a outra pessoa pensou, conversar sobre a trama e discutir personagens. É quase tão bom quanto ler pela primeira vez. Escolher o que indicar para vocês, então, é tarefa fácil: “O Oceano no fim do caminho”, do Neil Gaiman, foi um dos favoritos de 2013 (quiçá de todos os tempos de Mimis).
O complicado mesmo é colocar em palavras o que esse livro fez comigo e porque ele é muito mais do que um simples livro de fantasia. De forma bem resumida, é quase uma fábula: um adulto sem nome volta à casa onde passou sua infância e começa a relembrar suas memórias de infância. Como toda memória, está enevoada e nem mesmo o protagonista sabe até que ponto é verdade ou fruto da imaginação de uma criança… Aos 40 anos e com o olhar de “gente grande”, ele vai se lembrando do que aconteceu quando um inquilino morreu e de como ele conheceu sua amiga Lettie Hempstock, além da mãe e avó da menina.
O livro dá algumas cutucadas bem sutis que, se você tiver sensibilidade, podem ser ponto de partida para questionamentos mais profundos. Sobre quem somos, o que temos de melhor e pior dentro da gente e quem queremos ser. É um livro delicado e comovente, que me deu uma saudade daquelas das minhas aventuras de infância e amigos imaginários. Não é exagero quando digo que ao terminar de ler, passei alguns minutos deitada na cama, sem nem saber como reagir. E depois chorei como uma garotinha, até soluçar. Como todas as obras que já tive contato do Neil Gaiman, “O Oceano no fim do caminho” carrega algo de único em suas páginas.” – Autora do Quase Inédita.

Foto: Editora Intrínseca

Mudando de assunto...

Harry Potter - J. K. Rowling

Harry Potter é uma série de livros escrito pela autora J. K. Rowling e lançados ao longo de dez anos, 1997 a 2007. Eu fiz uma pausa na leitura dos livros durante alguns anos, mas quando voltei para terminar a série, percebi – e acredito que isso é sentido por muitos que tão na casa dos vinte e poucos anos e que literalmente cresceram junto com essa história – o quanto a escrita, a história e os personagens de Harry Potter amadureceram junto com nossa geração.

Para quem não conhece (sei que é difícil, mas vai que, né?), a coleção é composta por sete livros que contam a história do menino Harry Potter, um órfão que mora com os tios e que descobre ser um bruxo no seu aniversário de 11 anos. Mandado para a escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Harry descobre não apenas todo o universo bruxo do qual foi privado nesses 11 anos de vida, mas também a história de seus pais e o porquê dele ser um bruxo tão importante (isso é só a pontinha do iceberg, tá, gente? Tem MUITA coisa depois disso).

Eu indico essa série porque Harry Potter me marcou em vários sentidos, e me ensinou – sem pieguices – muitas coisas. A complexidade da história e dos seus personagens aumenta tanto no decorrer da série que a gente sente ver uma pessoa crescendo bem ali na nossa frente. E da mesma forma que a gente acompanha uma pessoa de carne e osso numa jornada longa, complexa e de forma íntima, a gente se sente parte daquilo, daquele universo, daqueles personagens. É um sentimento difícil de botar em palavras, mas Harry Potter pra mim tem a ver com isso, identificação. Não apenas pelo Harry ou pela Hermione ou pelo Rony ou por por qualquer outro personagem de hp, mas também com situações, com sentimentos, com muitas coisas da história. E pra quem quer ler um texto lindo, lindo sobre a série, indico esse aqui da Bárbara Carneiro que é de fazer qualquer fã soltar um suspiro de nostalgia.

Beijos e bom final de semana o/

Eles indicam: batons

Heart Hangover - MAC

“Eu comprei esse batom pra uma ocasião bem especial: o casamento da minha amiga Bruna. Na verdade, a ideia era encontrar um tom bem parecido com o vestido e do esmalte também. Acho que funcionou bem. Depois disso, já usei umas mil vezes, principalmente com roupas clarinhas – acho que dá um contraste bonito com o cabelo e a pele claros. Dizem que tons puxados para o roxo destacam olhos verdes, mais um motivo para o Heart Hangover da MAC ser meu eleito. Mas, como nem tudo é perfeito, apesar de ser da linha Pro Longwear, ele sai bem rapidinho, ou seja, impossível não carregar na bolsa.” – Autora do Trapo.

 

Heart HangoverO Heart Hangover faz parte da coleção incrível da Beth Ditto para a MAC, lançada aqui no Brasil em agosto do ano passado. Além dele, a coleção ainda tem mais uma seara enorme de produtos de beleza, mas os batons irmãos do Heart Hangover são especialmente lindos: Dear Diary, Booyah, You’re perfect already (olha esse nome!) e Love Long Distance formam uma paleta de cores muito colorida e animada, a cara da Beth. Nesse vídeo aqui dá pra conferir os bastidores da campanha, que contou também com a participação especialíssima da mãe da cantora.

Ps: a Pri, fofa que só ela, bateu essa foto aqui de cima usando o batom especialmente para o Little Blog <3

Mudando de assunto...

Russian Red - MAC

“Eu vivia com medo de usar batom com cor. Sempre fui do time dos nudes, gloss incolor (lembram daquele da Avon, roll on? Quem nunca, né?) e etc. Mas quando comecei a blogar e me ligar mais em maquiagem, fiquei com vontade de experimentar um batom vermelho e trazer mais cor pra minha vida. Aí fui fazer uma viagem e escolhi o Russian Red sem nem experimentar (aloca). Quando usei a primeira vez, me apaixonei. A cor fica linda na minha pele, que é muito clara, o batom é super matte e fixa muito na boca. Depois disso não parei mais de usar e amo. É o meu predileto da vida!” – Autora no GWS – Girls With Style

 

Russian Red

 

O Russian Red é um batom muito querido porque apesar de ter aquela aparência matte que todo mundo gosta, é cremoso na hora de passar. Tem muita gente que adora compará-lo com o Ruby Woo (que no site da MAC consta como o batom mais vendido da marca), mas apesar dos dois estarem ali bem próximos na tonalidade, o Russian Red é um pouco mais fechado. Ou seja, tem que anotar esse nome correndo, porque batom vermelho bem pigmentado e com acabamento lindo tá raro no mercado.

 

Mudando de assunto...

Tangerina Intenso Cremoso - Contém 1g e MAC Red Satin - MAC

“Não pensei duas vezes na hora de escolher meus batons favoritos (porque um só, realmente, é puxado! rs). Felizmente, minha pele consegue pegar um bronze bacana no verão, mas também fica mais branquinha no inverno. Então, em ambas as ocasiões tem aquele batom querido que mais uso: na primeira, o Tangerina intenso cremoso, da Contém 1g. Na segunda, o Satin, da MAC.

O tom coral do Tangerina é difícil de acostumar de primeira, mas sempre que eu uso, todo mundo elogia e diz que cai bem em mim, da avó aos amigos homens (o que é uma raridade!). É um tom lindo pro verão e não fica tão chamativo quanto um batom rosa, que também curto, mas acredito que é ainda mais difícil de usar e combinar com as roupas. Costumo mistura-lo também com outros tons. Fica uma graça com um batom nude por baixo, ou com um rosinha por cima.

Toda menina tem aquele batom vermelho do coração, né? Eu sempre fui meio do contra… Encontrei o Satin pela primeira vez quando fui procurar o clássico Ruby Woo. Só de ouvir “está em falta” já fiquei com preguiça, sabe? rs Então, enquanto todo mundo ama o Ruby Woo, resolvi ir para uma textura mais cremosa, brilhante e fácil de achar! rs O Satin é perfeito! Como minha boca é seca, ele dá uma textura bacana — além de ser aquele vermelho poderoso, bem diva!” – Diretora criativa da aLagarta e blogueira do Meia Ponta.

 

O Tangerina Intenso Cremoso da Contém 1g faz parte da linha Collor Effect e como o próprio nome diz é bem cremosinho. Ele tem FPS 8 e uma alta pigmentação e assim como a Carol já tinha dado a dica aqui, é um tom que fica ainda mais divino quando misturado com outras cores (eu adoro fazer essas misturinhas e os resultados são incríveis!). Já o MAC Red Satin é descrito pela marca como um “vermelho vivo de base azulada”, o que seria uma coisa ali próximo ao tom cereja. Uma coisa desse batom – e de todos os que possuem esse mesmo acabamento – que gera bastante dúvida é: afinal o que é o acabamento satin? Numa explicação bem simples a gente pode entender que o satin é um “semi opaco”, um batom que tem um pezinho ali no matte, – é sequinho, mas não é tão difícil de passar quanto os mattes de verdade – mas que também tem um tico de brilho.

Foto 1: Carol com o Tangerina Intenso Cremoso | Foto 2: oi dois batons lindões escolhidos | Foto 3: Carol com o MAC Red Satin.

Foto 1: Tangerina Intenso Cremoso | Foto 2: os dois batons lindões escolhidos | Foto 3: MAC Red Satin.

Mudando de assunto...

Melancia Shock - Eudora

Eu tenho fases de batons: até pouco tempo atrás andava a louca do batom vermelho, depois foi a vez do rosa e agora to numa época de melancia. E se tem um batom muito lindo nessa cor – e que é baratinho de tudo – é o Melancia Shock da Eudora. Pra quem não conhece, a Eudora é uma marca do grupo O Boticário que tem uns belos achados no quesito batons (eu já usei também o esfoliante da marca, e como contei lá na wishlist do começo do mês, foi meio decepcionante). Esse batom aqui faz parte da linha Soul deles e tem esse tom melancia lindo, que fica no meio termo entre o rosa e o vermelho. Ele é bem fácil de passar, cremoso (sem ser melequento haha) e mega pigmentado. To amando muito!

 

Eles indicam: shows inesquecíveis!

Sempre tem algum show que marca a gente de uma maneira inexplicável e nem sempre precisa ser daquela banda que a gente esperou meses pelo dia da apresentação ou daquele álbum que a gente ama desde o lançamento.

Daí que por tudo isso – e pelo VMA de ontem que vai ficar eternizado na minha memória pelos gifs fantásticos que gerou haha –  a edição do eles indicam de hoje é sobre shows inesquecíveis! Então, com vocês, Bárbara Carneiro, João Magagnin e Soraia Alves contando aqui os shows inesquecíveis das suas vidas. Aqueles que vale colocar na wishlist pra um dia também ir ;}Mudando de assunto...

Mika - Planeta Terra Festival 2010

  “Poucas coisas são mais fáceis na minha vida do que escolher um show inesquecível. Em razão de não ser uma assídua frequentadora desses eventos, de viver desatualizada de música e de fazer incursões constantes a playlists com artistas mortos, foram poucos os shows a que fui e de um deles, em especial, eu tive uma perspectiva de visão muito favorável. Em 2010, fui ao Planeta Terra Festival por causa do Mika e tivemos, eu e meus amigos, a felicidade de ficarmos bem próximos ao palco. Em determinado momento, no intervalo entre um show e o do Mika, pessoas da produção começaram a chamar meninas da platéia para entrar no palco. Com uma trajetória caótica, acabei sendo uma das escolhidas para dançar a última música com o cantor. Não é todo dia que a pessoa sobe no palco com um dos seus artistas favoritos e ainda dança com um vestido-de-noiva e uma máscara de coelho para uma multidão de pessoas. Apesar de ter as fotos e o autógrafo, a lembrança mesmo é superior a qualquer recordação material.” | Autora do The Cactus Tree.

O Mika é libanês, mas ainda novinho foi morar na França e logo em seguida em Londres, onde se naturalizou britânico. Desde 2007 quando apareceu para o grande público (foi difícil achar uma gravadora que investisse naquele cara de voz tão aguda e letras muitas vezes irônicas), ele lançou três álbuns:  “Life in Cartoon Motion” (2007), “The Boy Who Knew Too Much” (2009) e “The Origin of Love”  (2012).  Pra quem quiser conhecer um pouco mais do trabalho dele, seguem os clipes de “Lollipop”, “We are Golden” e “Origin of Love”, respectivamente de cada um dos seus álbuns.

Mudando de assunto...

Ivete Sangalo - Réveillon 2011/2012

 

“O show mais-mais inesquecível da minha vida foi durante o Réveillon de 2011/2012 em Fortaleza – CE. Cidade lotada, gente maravilhosa e uma turma fantástica. Tudo decidido de última hora, conseguimos pegar um ônibus e chegar a tempo da festa começar. Showzaço da musa baiana Ivete Sangalo, que mesmo a uma penca de metros de distância da gente, encantava e nos seduzia daquele jeitinho nordestino de ser. Não tem pra ninguém, Veveta é tudo!” | Autor do Come on John.

 

 

Apenas que eu amei a escolha do João! Primeiro por ele ter escolhido uma cantora brasileira, mega arretada e de uma personalidade sem igual, e segundo porque apesar de eu nunca ter ido a um show da Ivete, posso imaginar que deve ser daqueles em que é impossível ficar com o pé no chão!

Bom, acho difícil ninguém conhecer Veveta, mas vamos lá… Ela é uma cantora baiana (mas também é produtora, atriz, compositora, instrumentista e insira aqui milhares de outras habilidades) que do alto dos seus 41 anos tem corpinho e vitalidade de 20. Ivete Sangalo começou na Banda Eva e depois seguiu carreira solo, quando lançou seu primeiro álbum em 1999. De lá pra cá já foram 10 álbuns, entre os de estúdio e ao vivo. E além de toda essa beleza por fora, Ivete é linda também por dentro: ela é a embaixadora da ONU no Brasil na luta contra o tráfico de pessoas (:

Mudando de assunto...

Foo Fighters - Lollapalooza 2011

  

“Apesar de achar que alguns outros shows tomarão o lugar de inesquecível (Bruce Springsteen mês que vem, Mumford & Sons talvez em 2014), das apresentações que vi até hoje a mais marcante, com certeza, foi a do Foo Fighters como headliner no primeiro dia do Lollapalooza 2011, em São Paulo. Foram pouco mais de duas horas e meia de show, com um Dave Grohl extremamente carismático, um Taylor Hawkins incansável e uma energia incrível, que me fez pular sem cansar em meio à 75 mil pessoas. O show do Pearl Jam esse ano também foi demais! Kings of Leon, The Killers… todos incríveis. Mas ouvir o FF tocando minha faixa favorita (Hey, Johnny Park) e que não estava na setlist há tempos foi realmente especial.” | Autora no Rock’n’Beats.

O Foo Fighters começou sua carreira em 1995 e tem um ~pequeno~ resquício de uma outra banda que eu adoro: seu vocalista, Dave Grohl, já foi baterista do Nirvana! Ao álbum de estreia se seguiram mais outros seis álbuns, que transformaram essa banda de rock numa mais famosas dos anos 2000. Na pequena lista de sucessos dos cinco integrantes do Foo Fighters, há canções como “Learn to fly”, “My hero”, “Best of you” e “All my Life”.

Foto Estadão/ Marcelo Justo

Foto Estadão/ Marcelo Justo

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Paul McCartney - Up and Coming Tour 2010

Eu nem titubeio quando me perguntam qual meu show inesquecível da vida. Acho que o que eu vivi – e senti – no dia 22 de novembro de 2010, em um Morumbi lotado ao som de Paul McCartney, é uma experiência quase impossível de descrever. Eu cresci escutando Beatles por causa do meu pai, e em 2009, quando comecei a namorar o Diego, descobri um garoto ainda mais fã de Beatles do que eu, que fez eu me apaixonar ainda mais por esses garotos de Liverpool. Escutar Paul ao vivo, cantando “All my loving”, “Let it be”, “Yesterday” e tantas outras músicas que funcionam como trilha sonora de vários momentos da minha vida, foi um momento mágico.

Sir Paul é de uma simpatia que olha, gente, dá vontade de apertar as bochechas (a Bárbara Carneiro daqui do post pode confirmar minha teoria, porque nós cantamos, gritamos e choramos juntas nesse dia haha). Durante o show não foram poucas às vezes em que ele se esforçou ao máximo pra conversar com a plateia em português, pra fazer piadinhas sobre o tempo (que tava de uma chuva tremenda aquele dia) e pra manter a vitalidade e energia nas quase duas horas de apresentação. Isso com 71 anos!! Na sua turnê atual, “Out there”, Paul voltou ao Brasil e dessa vez foi lá pra BH, dando a chance pra mais brasileiros assistirem uma das maiores lendas vivas do rock.

Fotos tiradas pela Bárbara Carneiro

Fotos tiradas pela Bárbara Carneiro