Compras de beleza (e algumas impressões)

Já contei aqui no blog porque minha afinidade com o mundo da beleza não é assim das maiores. Vejam bem, eu gosto do assunto (não tanto quanto moda, claro, mas gosto um bocado) e aos pouquinhos tô pegando umas dicas e estudando mais e mais sobre o assunto. E no meio de todo esse processo, testar alguns produtos também tá entrando nessa “pesquisa” e se mostrando algo bem divertido de se fazer.

Essa foto aqui de cima então, mostra alguns produtos que tavam mesmo em falta na minha necéssaire, e que depois que eu comprei, testei e senti qualéqué de cada um deles, achei que seria legal compartilhar com vocês. São apenas algumas impressões sobre cada um deles, sem nada técnico, mas que talvez possa ajudar alguém que também esteja pensando em comprá-los. Espero que vocês gostem :)

E ah, ainda nessa vibe de “o que eu achei” de determinado produto, já teve aqui no blog post sobre a máscara de cílios Noir Couture da Givenchy e o perfume Daisy do Marc Jacobs.

Blush Ideal Luminous - Avon

Eu gostei muito do tamanho desse blush (bem prático pra levar na bolsa) e também da travinha dele que deixa o produto realmente fechado, sem risco de abrir sem querer. Digo isso porque já tive experiências bem ruins com produtos de beleza que abriram sozinhos e… Bem, vocês podem imaginar a meleca que foi ¬¬

Outro ponto positivo é que ele vem com espelho e isso me salvou em várias situações – tipo quando eu troquei de bolsa e esqueci de trazer o espelho redondinho que tava na que deixei em casa.

Dentro da sua caixinha vem ainda um pincel bem bonitinho, mas que eu sinceramente não curti. Achei as cerdas muito grossas e estranhas, e nas vezes em que tentei passar com ele, ficou uma super concentração de blush no pincel. Não tem jeito, aqueles pincéis grandões e próprios pra blush são imbatíveis (já coloquei o da Quem Disse, Berenice? na wishlist de beleza de agosto).

A cor do meu é pêssego, mas existem ainda as versões pink, bronze, malva, rosa e amora. Eu escolhi essa cor porque sempre tive blush rosa e tava querendo experimentar algo diferente. E gostei! Ele é bem levinho, tem uma leve cintilância (bem leve mesmo) e dá apenas um ar de saudável pra pele, sem ficar forçado demais.

Lápis para esfumar olhos Ultra Cor - Avon

Eu comprei esse lápis lá pelo dia 20 de julho e já perdi a conta de quantas vezes o usei. Ele é uma delícia de passar, é mega macio e tem uma pigmentação ótima, fora que não é nem um pouco escorregadio de segurar e, até hoje, foi um dos produtos que comprei que mais me passou segurança. Usei ele correndo várias vezes porque tava atrasada e o efeito foi super satisfatório.

E olha, o esfumado dele é incrível! É uma pena eu não ter batido uma foto no dia que testei, mas posso garantir que o esfumador fez o trabalho direitinho e eu consegui fazer um olhão preto bem do jeito que queria.

O meu, como disse aqui em cima é o preto intenso, mas além dele você pode encontrar esse lápis nas cores violeta intenso, marinho, marrom intenso e nude luminoso.

Caneta delineadora - Avon

Fuén, fuén, fuén. Pode soar exagero, mas pra mim a compra desse delineador foi dinheiro jogado fora :/

Desde que eu comecei a usar delineador (alô, olho gatinho!), eu sempre usei o produto na versão líquida, mas todo mundo me falava pra eu testar a caneta, já que ela era muito mais prática e ia me ajudar a deixar o traço mais certinho (e eu, craque no assunto). Pois bem, resolvi seguir o conselho de todo mundo e escolhi essa daqui. Meu grande erro: não ter procurado informações na internet sobre ela antes de comprá-la. Se eu tivesse feito isso, ia ver as inúmeras resenhas que falam dessa caneta (e que, claro, eu só fui olhar depois que eu usei a bendita a primeira vez e fiquei com cara de paisagem) e que mostram que ela não agrada quase ninguém.

Canetas podem sim serem mais práticas (tô tentando não julgar o coletivo haha), mas essa daqui definitivamente não deu certo pra mim. Tive uma dificuldade monstruosa pra passá-la! A pigmentação é terrível (meio que sai tinta quando quer), o traço fica totalmente desigual e borra com uma facilidade impressionante.

Resumo da ópera: toda vez que tentava passar a caneta, desistia, tirava o pouco que tinha sido passado e acaba fazendo o trabalho três vezes melhor com o lápis de olho.

Loção para remover maquiagem dos olhos - Avon

Eu (e minha pele) tenho que agradecer imensamente a esse demaquilante! Afinal, é graças a ele, e o tanto que nós dois nos damos bem, que eu não pulei a parte de “tirar a maquiagem antes de dormir” nenhum dia depois dessa compra. Explico: ele é bem gostosinho de passar, com uma textura super hidratante, e tira incrivelmente bem a maquiagem. Não me deu um pingo de irritação e eu fiquei satisfeita mesmo com o resultado. Além disso, achei a embalagem prática e de um tamanho ótimo pra quando a eu quiser carregar por aí. Ah, o produto promete retirar maquiagem a prova d’água, mas eu preciso confessar que ainda não testei essa faceta dele (só uso maquiagem a prova d’água em casos muito extremos, porque tenho um pouco de preguiça haha), mas se alguém aí já fez o teste, conta aqui, por favor!

Foto do meu instagram, @paulinhav, usando o lápis de olho amado desse post. Ah, o esmalte é o Rio Doce da Impala.

Bisous, bisous

Para abrir o olhar

Como em 2012/2013 resolvi me jogar sem medo nesse mundo da beleza, experimentando um pouco de tudo e aprendendo todo dia algum truquezinho novo de beauté, foi meio que natural que alguns produtos se destacassem como meus preferidos, desses que nunca mais quero largar. Nessa lista de melhores produtos da minha curta, porém intensa experiência, a máscara de cílios Noir Couture da Givenchy se mostrou um item maravilhoso, desses que literalmente fazem o olho brilhar.

O mais engraçado é que essa máscara veio parar na minha vida de um jeito muito inusitado! Tava rolando um concurso cultural da Vogue Brasil no twitter, eu resolvi participar e o resultado foi que contra todas as expectativas  – já que eu nunca ganho essas coisas -, minha frase foi uma das escolhidas, e eu ganhei a dita cuja (nas versões preta e marrom) e os perfumes Dahlia Noir Eau de Toilette e Dahlia Noir Eau de Parfum.

E sim, os perfumes são sensacionais, mas tiveram algumas coisas diferentes nessa máscara – e que eu nunca tinha visto em outras máscaras que usei – que me fizeram elegê-la como preferida. E antes que alguém fale qualquer coisa, não é só uma questão “de marca”. Se teve uma coisa que eu aprendi nessas tentativas e erros de beleza é que apesar de marcas mais famosas, respeitadas e etc sempre terem muito mais chande de, de fato, entregarem um produto de qualidade para o consumidor, tem muito produto de marca desconhecida e baratinha que pra gente funciona melhor – e beleza tem muito disso de funcionar para uma pessoa de um jeito e para outra de outra maneira.

Do mesmo jeito que uma mesma marca pode ter um produto que a gente ama muito e outro que não nos agrada – tipo a Eudora que tem o batom melancia shock que eu adoro, mas que tem um esfoliante que pra minha pele não dá certo – a gente vai aprendendo que testar é, no final das contas, sempre mesmo a melhor maneira de achar o produto “ideal” que a gente quer.

 

O que mais me agrada nessa máscara da Givenchy é, na verdade, não apenas uma, mas várias coisas, porque os quatro benefícios que ela promete na sua descrição pra mim deram certo de fato.  Volume, tratamento, alongamento e curvatura são funcionalidades que, conforme a gente passa mais e mais dela nos cílios, dá pra perceber que tão de fato surtindo efeito. E é legal também que pra quem tem a máscara na duas versões, a preta (Black Satin) e a marrom (Brown Satin), poder brincar de destacar mais a cor e formato dos olhos com a primeira ou abrir o olhar com a segunda.

Como a máscara tem três bolinhas (os tais ouriços) isso facilita muito na hora de passar porque deixa a distribuição mais uniforme. Além deles ajudarem a alongar os cílios, as bolinhas também ajudam a impedir que a máscara se acumule em determinadas áreas. Fica algo mais natural, sabe? Sem aquela impressão de olho carregado de rímel.

E pode parecer uma coisa meio desimportante, mas como eu adoro um produto de beleza que além de bom tenha também uma embalagem bonita, pra mim essa máscara aqui ganha ainda mais pontos por isso. O tubinho dela é enorme, com um design lindo e tem uma parte de cima, – onde a gente segura para passar o rímel – bem maior do que o normal, dando mais firmeza na hora de passar.

Enfim, é amor eterno, amor verdadeiro nos meus produtos de beleza.

E me contem agora vocês quem aí já usou essa máscara e o que achou.

Bisous, bisous e até o próximo post!

As divas e as transformações do RuPaul’s Drag Race

RuPaul’s Drag Race, – ou minha descoberta televisiva de 2013 – é um programa que começou lá em 2009 e já caminha para sua sexta temporada. O formato dele é bem conhecido de todo mundo, aliás, se você já assistiu The America’s Next Top Model, vai achar que as semelhanças aqui são grandes. E até certo ponto elas são mesmo: o reality show funciona como uma competição onde, programa a programa, a competidora que for pior no desafio do dia sai eliminada. No final, apenas uma é a grande vencedora, levando para casa as premiações oferecidas e a grande nomeação da competição.

Até aí, nada de surpreendente.

O que muda tudo em RuPaul’s Drag Race é que no lugar das modelos longilíneas e que buscam seu lugar ao sol nas passarelas e editorias mundo a fora, entram drags fabulosas e divertidíssimas, que na sua maioria tem histórias de vidas sofridas por terem se assumido gays ainda muito cedo e enfrentado um mundo repleto de preconceito.

Eu quis falar sobre RuPaul’s Drag Race aqui por diversos motivos. Primeiro que assistindo o programa, que é hilário e por si só já valeria muito a pena acompanhar, você acaba aprendendo muito sobre algumas diferenças gigantescas sobre transgeneridade. O mundo das drags, em particular, apesar de ser levado com leveza e diversão durante o programa, é muito discutido e especulado.

Enquanto a gente acompanha o programa, a gente vai catando que drag é uma profissão, um personagem de fato. É até engraçado o quanto as competidoras deixam claro a todo momento que ninguém ali quer ser uma mulher. Como drag, na verdade, elas prestam uma homenagem às mulheres, a concepção de feminilidade e a grandes divas que elas admiram. Muitas fazem ou fizeram teatro, tem uma pegada cômica super aparente e encarnam mesmo uma nova pessoa quando maquiadas, em cima de um salto e com roupas femininas. Quando chegam em casa e se desmontam, voltam a ser o mesmo garoto de sempre.

Algumas competidoras chegaram a comentar diversas vezes durante o programa que quando se assumiram como gays o mundo ao seu redor pareceu desabar. As famílias não as aceitavam, na escola riam delas, o mundo parecia apontar um dedo na cara de cada uma. Como drags elas descobriram um lugar onde tudo era mais colorido e glamouroso. Foi tipo o que fez elas se encontrarem no mundo.

No dia a dia elas (e uso do feminino aqui é porque no programa elas assumem somente seu nome de drag, então a gente fica no hábito de tratar todo mundo como “ela”) são garotos tão normais como the boy next door. Como Nina Flowers, – que deve ser a competidora mais amada até hoje de todas as temporadas e é minhas musa eterna – que é um cara todo tatuado, que adora preto e que assume até uma pose meio bad boy, mas que quando vira drag se torna a personagem mais “loca” (quem acompanha o programa vai me entender) e mais incrível de todas as temporadas. Aqui vai uma fotinho com o antes da make e o depois dela pra vocês entenderem do que eu tô falando.

O próprio RuPaul, apresentador do programa, tem uma história muito incrível. Vou confessar que eu não o conhecia antes de assistir o reality, mas é notório – e senhor Google tá aí pra comprovar – que o RuPaul é um cara de muita história e muito sucesso nos EUA. Ele “apareceu” para o mundo na década de 90 e desde então conseguiu fazer uma carreira de sucesso como drag, cantora, atriz e modelo. Ela foi, inclusive, a primeira garota propaganda da linha Viva Glam da MAC!

E por falar em maquiagem, chegamos em outro ponto do RuPaul’s Drag Race que eu queria falar.

Se você tem qualquer dúvida que uma maquiagem pode transformar uma pessoa, então, por favor, assiste esse programa pra gente mudar logo essa sua opinião haha. É claro que como drags as participantes são muito mais do que maquiagem: existe um trabalho enorme de figurino, de interpretação, apresentação e até de “incrementos” (algumas usam enchimentos para poderem formar curvas nos vestidos, mas tem aquelas que nem precisam desses truquezinhos). Mas que a maquiagem é um dos principais “acessórios” de uma drag isso não há como negar. A transformação é assombrosa. E é bacana perceber que drag não precisa ser necessariamente sinônimo de maquiagem ultra mega forte. A Nina Flowers, por exemplo tem esse estilão pesado de tudo, mas a Tyra Sanchez, competidora da segunda temporada, e mesmo o RuPaul, vire e mexe aparecem com uma maquiagem mais discreta. A gente sabe que tem quilos de pó ali, mas é um visual menos forte, mais delicado.

O que eu mais adoro no programa é ver essas transformações das participantes bem ali diante dos nossos olhos. Desde as roupas que, em várias das provas, são elas mesmas que costuram, até a maquiagem, a imagem muito bem bolada, a voz e os trejeitos que mudam. E ainda que o programa tenha essa pegada meio kitsch, tudo é feito com uma leveza que surpreende. Não existem estereótipos, não existe essa ideia geral tão limitante entre gêneros.

Pra quem ficou curioso e com vontade de assistir o programa, tem até a 5ª temporada completa no Netflix, e lá nos EUA ele é transmitido pelo canal Logo. E ah, se alguém aqui já assistiu, conta nos comentários o que acha da competição :)

Ps: esse links espalhados pelo texto abrem uma janelinha com a foto sobre o assunto aqui no post mesmo. Pra fechar é só clicar fora da janela. Fácil, prático e sem aquela coisa chata de ser redirecionado pra outra página só pra ver uma imagem \o/

Bisosu, bisous

Eles indicam: batons

Heart Hangover - MAC

“Eu comprei esse batom pra uma ocasião bem especial: o casamento da minha amiga Bruna. Na verdade, a ideia era encontrar um tom bem parecido com o vestido e do esmalte também. Acho que funcionou bem. Depois disso, já usei umas mil vezes, principalmente com roupas clarinhas – acho que dá um contraste bonito com o cabelo e a pele claros. Dizem que tons puxados para o roxo destacam olhos verdes, mais um motivo para o Heart Hangover da MAC ser meu eleito. Mas, como nem tudo é perfeito, apesar de ser da linha Pro Longwear, ele sai bem rapidinho, ou seja, impossível não carregar na bolsa.” – Autora do Trapo.

 

Heart HangoverO Heart Hangover faz parte da coleção incrível da Beth Ditto para a MAC, lançada aqui no Brasil em agosto do ano passado. Além dele, a coleção ainda tem mais uma seara enorme de produtos de beleza, mas os batons irmãos do Heart Hangover são especialmente lindos: Dear Diary, Booyah, You’re perfect already (olha esse nome!) e Love Long Distance formam uma paleta de cores muito colorida e animada, a cara da Beth. Nesse vídeo aqui dá pra conferir os bastidores da campanha, que contou também com a participação especialíssima da mãe da cantora.

Ps: a Pri, fofa que só ela, bateu essa foto aqui de cima usando o batom especialmente para o Little Blog <3

Mudando de assunto...

Russian Red - MAC

“Eu vivia com medo de usar batom com cor. Sempre fui do time dos nudes, gloss incolor (lembram daquele da Avon, roll on? Quem nunca, né?) e etc. Mas quando comecei a blogar e me ligar mais em maquiagem, fiquei com vontade de experimentar um batom vermelho e trazer mais cor pra minha vida. Aí fui fazer uma viagem e escolhi o Russian Red sem nem experimentar (aloca). Quando usei a primeira vez, me apaixonei. A cor fica linda na minha pele, que é muito clara, o batom é super matte e fixa muito na boca. Depois disso não parei mais de usar e amo. É o meu predileto da vida!” – Autora no GWS – Girls With Style

 

Russian Red

 

O Russian Red é um batom muito querido porque apesar de ter aquela aparência matte que todo mundo gosta, é cremoso na hora de passar. Tem muita gente que adora compará-lo com o Ruby Woo (que no site da MAC consta como o batom mais vendido da marca), mas apesar dos dois estarem ali bem próximos na tonalidade, o Russian Red é um pouco mais fechado. Ou seja, tem que anotar esse nome correndo, porque batom vermelho bem pigmentado e com acabamento lindo tá raro no mercado.

 

Mudando de assunto...

Tangerina Intenso Cremoso - Contém 1g e MAC Red Satin - MAC

“Não pensei duas vezes na hora de escolher meus batons favoritos (porque um só, realmente, é puxado! rs). Felizmente, minha pele consegue pegar um bronze bacana no verão, mas também fica mais branquinha no inverno. Então, em ambas as ocasiões tem aquele batom querido que mais uso: na primeira, o Tangerina intenso cremoso, da Contém 1g. Na segunda, o Satin, da MAC.

O tom coral do Tangerina é difícil de acostumar de primeira, mas sempre que eu uso, todo mundo elogia e diz que cai bem em mim, da avó aos amigos homens (o que é uma raridade!). É um tom lindo pro verão e não fica tão chamativo quanto um batom rosa, que também curto, mas acredito que é ainda mais difícil de usar e combinar com as roupas. Costumo mistura-lo também com outros tons. Fica uma graça com um batom nude por baixo, ou com um rosinha por cima.

Toda menina tem aquele batom vermelho do coração, né? Eu sempre fui meio do contra… Encontrei o Satin pela primeira vez quando fui procurar o clássico Ruby Woo. Só de ouvir “está em falta” já fiquei com preguiça, sabe? rs Então, enquanto todo mundo ama o Ruby Woo, resolvi ir para uma textura mais cremosa, brilhante e fácil de achar! rs O Satin é perfeito! Como minha boca é seca, ele dá uma textura bacana — além de ser aquele vermelho poderoso, bem diva!” – Diretora criativa da aLagarta e blogueira do Meia Ponta.

 

O Tangerina Intenso Cremoso da Contém 1g faz parte da linha Collor Effect e como o próprio nome diz é bem cremosinho. Ele tem FPS 8 e uma alta pigmentação e assim como a Carol já tinha dado a dica aqui, é um tom que fica ainda mais divino quando misturado com outras cores (eu adoro fazer essas misturinhas e os resultados são incríveis!). Já o MAC Red Satin é descrito pela marca como um “vermelho vivo de base azulada”, o que seria uma coisa ali próximo ao tom cereja. Uma coisa desse batom – e de todos os que possuem esse mesmo acabamento – que gera bastante dúvida é: afinal o que é o acabamento satin? Numa explicação bem simples a gente pode entender que o satin é um “semi opaco”, um batom que tem um pezinho ali no matte, – é sequinho, mas não é tão difícil de passar quanto os mattes de verdade – mas que também tem um tico de brilho.

Foto 1: Carol com o Tangerina Intenso Cremoso | Foto 2: oi dois batons lindões escolhidos | Foto 3: Carol com o MAC Red Satin.

Foto 1: Tangerina Intenso Cremoso | Foto 2: os dois batons lindões escolhidos | Foto 3: MAC Red Satin.

Mudando de assunto...

Melancia Shock - Eudora

Eu tenho fases de batons: até pouco tempo atrás andava a louca do batom vermelho, depois foi a vez do rosa e agora to numa época de melancia. E se tem um batom muito lindo nessa cor – e que é baratinho de tudo – é o Melancia Shock da Eudora. Pra quem não conhece, a Eudora é uma marca do grupo O Boticário que tem uns belos achados no quesito batons (eu já usei também o esfoliante da marca, e como contei lá na wishlist do começo do mês, foi meio decepcionante). Esse batom aqui faz parte da linha Soul deles e tem esse tom melancia lindo, que fica no meio termo entre o rosa e o vermelho. Ele é bem fácil de passar, cremoso (sem ser melequento haha) e mega pigmentado. To amando muito!

 

Daisy – Marc Jacobs

“A mulher que não usa perfume não tem futuro.”

Coco Chanel

É claro que a meta número um de um perfume é ele fazer a gente se sentir conquistada por sua fragrância. Pode até ser de um jeito maluco, quando a gente associa aquele cheiro com um certo momento, pessoa ou cena da nossa vida (quem nunca?), transformando o aroma em uma lembrança. Ou pode simplesmente ser de uma forma que deixe a gente mais disposta a enfrentar o mundo lá fora, sabe? Tornando a gente mais corajosa e confiante.

Só que se além de tudo isso esse perfume também tem uma embalagem que é linda, que mais decora nossa penteadeira do que os móveis que foram comprados pra isso, bom, aí, minha gente, não há coração que não dispare.

Foto do meu instagram, @paulinhav

Daisy do Marc Jacobs é um perfume desse tipo. Além de ter o poder de me deixar mais confiante, ele já tá indiscutivelmente associado ao cheiro do meu antigo quarto na casa dos meus pais. E, como cereja no topo do bolo, faz o papel de objeto de decoração da penteadeira. Diz se tem como não amar?

 

Imagina um buquê de margaridas saindo da tampa do seu perfume? haha Parece ser bem extravagante, – e é! – mas me diga afinal qual perfume do Marc Jacobs não tem essa assinatura nada convencional do designer? Olhem o Honey, olhem o Dot ou até o Oh, Lola, todos perfumes do Marc que tem exatamente essa pegada de trazerem um design todo especial à embalagem do produto. Só que apesar do Daisy ter toda essa exuberância na tampa, as cores claras usadas nas flores deixam o frasco um charme, sem ser aquela coisa exagerada em cima da penteadeira que parece atrair todos os olhares.

Outro ponto positivo da embalagem é que as pétalas são feitas de vinil e gostosas de manusear, fora que como o frasco é mais retangular, a gente não corre aquele medão de bater o braço sem querer e derrubar tudo no chão. Quem é desastrada como eu sabe do que eu to falando haha.

Tentem tirar da cabeça aquela imagem clássica de perfume doce enjoativo. Apesar dele ter um aroma que remete as flores, o Daisy é fresco, não deixa a gente com aquela coceira no nariz e nem irrita quando alguém do lado tá usando. Ele é bem suave e como tem um tempo de fixação grande, é uma ótima escolha pra passar no começo do dia e ir enfrentar o trabalho, almoço, faculdade e o que mais você tiver na sua agenda.

E ah, lembram das explicações de nota de cabeça e nota de fundo desse post aqui? Então, na Sephora diz que nesse perfume do Marc Jacobs as notas de cabeção são o morango e as folhas de violeta e grapefruit vermelho, enquanto as de fundo são o musk, a baunilha e madeiras brancas. Só coisa cheirosa, mon dieu! E eu amo que no site da marca, na parte em que eles falam do perfume, foi usada uma definição que resume muito bem a sua essência: “ele é sofisticado, mas não é sério”. Desculpa aí, mas Marc tá apenas jogando a real pra gente de que pra ser elegante ninguém precisa ser boring haha (fatão!)

Na Sephora, o frasco de 50ml do Daisy sai por R$ 285,00, enquanto o de 100ml por R$355,00.

Quem aí tiver o perfume, conta aqui nos comentários o que acha dele.

Bisous, bisous