Comprinhas em Londres e Paris

Antes de subir o vídeo de Paris, resolvi mostrar pra vocês as (poucas) comprinhas que eu fiz na viagem. São coisas pequenas, mas que me prenderam de um jeito doido e que eu vou guardar e usar com o maior carinho, já que além de lindas hehe, elas ainda me fazem lembrar desse sonho realizado.

E ah, como prometido, seguem abaixo os endereços de todos os lugares citados no vídeo:

Selfridges
400 Oxford Street, Londres W1A 1AB,Inglaterra
http://www.selfridges.com

Galeries Lafayette
40, Boulevard Haussman
http://www.galerieslafayette.com

Ladurée
75 Avenue des Champs-Elysees, 75008 Paris, França
https://www.laduree.com/en_int

Hamleys
188-196 Regent Street, Londres, Inglaterra
http://www.hamleys.com

Palácio de Versalhes
Place d’Armes, 78000 Versalhes, França
http://www.chateauversailles.fr/homepage

King’s Cross Station
Euston Road, Londres NW1, Inglaterra
http://stpancras.com/

Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle
95700 Roissy-en-France, França
http://www.aeroportsdeparis.fr/

Citypharma
26 rue du Four 75006 Paris
http://www.pharmacie-paris-citypharma.fr/

Bisous, bisous (:

Passeando por Londres

Tava TÃO ansiosa por publicar logo esse vídeo aqui! Ver os vlogs (sim, tem vários vlogs espalhados ao longo do vídeo!) e falar sobre cada um dos lugares que a gente foi em Londres dá um quentinho bom aqui dentro do peito e uma vontade danada de voltar correndo pra lá.

Aproveitei também pra postar algumas fotos da viagem que eu havia amado, mas que ainda não tinha publicado em lugar nenhum (tem várias outras que eu já havia postado lá no meu instagram @paulinhav).

Tomara que vocês consigam sentir um pouco do gostinho de felicidade e realização dessas imagens e se animem a ir viajar também (:

Bisous, bisous

Antes da viagem: o sonho e os planos

Foi no dia 13 de março de 2015, as 22h35 de uma sexta-feira muito feliz e ansiosa, que eu e Diego embarcamos para Londres. Essa viagem, no entanto, começou quase um ano antes dessa data, quando em dezembro de 2013 eu escrevi esse texto aqui – em um daqueles momentos que às vezes a gente tem de parar e repensar nossa vida.

O sonho

Na época, eu havia colocado na minha cabeça que não dava mais pra postergar minhas vontades. Lembro que eu vivia falando sobre as coisas que eu sonhava (e ainda sonho) em ser, as coisas que eu queria realizar, que eu queria cumprir, tudo aquilo que eu imaginava para o meu futuro. Só que a impressão que eu tinha era que eu sonhava muito com tudo isso, mas não corria atrás de fato dessas tantas vontades que eu tinha.

Foi no final do ano então, já sabendo que em 2014 eu começaria em um emprego novo, que eu havia desejado por muito tempo, que eu decidi que aquela era a hora da virada. Eu coloquei na minha cabeça que eu não deixaria para depois o que eu podia fazer hoje. Que eu pararia de apenas sonhar com viagens que queria fazer (não, eu nunca havia saído do Brasil) e passaria a tentar realizá-las de fato. Que eu pararia de reclamar da minha falta de dinheiro e economizaria em pequenas despesas do dia a dia que eu sabia serem possíveis. Que eu pararia de falar e agiria mais. Eu decidi, por fim, que eu batalharia pra realizar meus sonhos, nem que pra isso eu levasse minha vida inteira.

E, claro, não foi fácil. Ainda não é, obviamente. Ainda há um batalhão de sonhos que eu quero realizar e que eu luto todo dia pra chegar lá. Mas saber que um deles eu consegui concretizar por meio dos meus esforços, das minhas economias, dos meus planejamentos, das minhas vontades é muito maravilhoso. Porque é óbvio que ganhar uma viagem dos pais, dos avós, whatever, é incrível, – não tô recusando não, gente, haha – mas pra mim era muito importante realizar isso sozinha. Era algo que eu devia a mim mesma, numa forma de provar pra Paula que ela podia sim colocar algo na cabeça, lutar por aquilo e fazer a tal coisa ganhar forma.

Mais bonito e importante ainda foi realizar isso ao lado do Diego, uma pessoa muito menos “faladeira” do que eu dos seus sonhos assim em público, mas que tem um monte de vontades, ideias maravilhosas, projetos e desejos dentro de si. É uma coisa que eu vou guardar pra toda a minha vida: ter realizado um sonho meu e ele ter realizado um sonho dele, juntos. <3

Com ele, lá no alto da torre :)

Sei que tudo isso aqui pode soar bastante melodramático pra vocês, mas eu precisava explicar a importância que essa viagem tem pra mim pra que vocês possam acompanhar os próximos posts sentindo essa mesma felicidade. Olhando do ponto de vista de alguém que realizou o sonho de conhecer Paris, a cidade pela qual ela mais suspirava no mundo, que viajou pra Londres e descobriu que uma cidade pode sim ser maravilhosa e que já tem uma outra viagem planejada ainda pra esse ano porque descobriu que “conhecer o mundo” é o que ela de fato quer.

Portanto, não se acanhem: leiam os próximos textos e assistam os vídeos (sim, terão vídeos!) lembrando sempre que o mundo tá aí pra ser descoberto e que se a gente quer se jogar nele, a gente vai achar um meio de chegar lá. Com toda certeza.

Os planos

Eu comecei a me planejar pra essa viagem de uma maneira toda errada, haha, querendo tudo pra ontem: botei na cabeça que a viagem tinha de sair em 2014 e nem me toquei que, além da questão financeira, havia toda uma questão de “falta de tempo” que não se resolveria sozinha. Afinal, a gente tem emprego e toda uma vida aqui que não dá pra largar pra trás e dizer “daqui 15 dias tô voltando, ok?” Foi com o coração um pouquinho pesado que eu vi que ainda não era a hora e eu precisava ter um pouco mais de paciência.

Mas, olhando agora pra trás, eu acho que esse tempo foi ótimo. Porque foi graças a ele que eu e Diego conseguimos tirar nosso passaporte sem correria e ir juntando um pouco de dicas, experiências de amigos e familiares e mais um arsenal de opiniões aí espalhadas pela internet pra montar os destinos e roteiros da nossa viagem.

Pra começar que Amsterdã (que inicialmente seria a terceira cidade que nós iríamos visitar) foi riscada dos planos. Como não conseguimos tirar férias exatamente nos mesmo período e não íamos poder ficar 16 dias completos fora do país, optamos por focar em apenas duas cidades – e assim aproveitar melhor cada uma delas – do que fazer um passeio corrido em que não desse tempo de ver muita coisa.

Decidimos por Londres por ser a cidade que Diego mais queria conhecer, e por Paris porque eu sonho com ela há um tempão. Da mesma forma, a viagem pela Eurostar (que fizemos de Londres para Paris) foi escolhida porque nós nunca havíamos andando de trem, e estrear com um passeio pelo Canal da Mancha não era uma ideia de todo ruim.

Feito isso, compramos as passagens e fechamos os hostels. Aliás, se alguém se interessar, posso fazer um post depois sobre os hostels que fiquei, porque sei que rola um certo receio de muita gente em ficar em hostel ao invés de hotel. Já adianto que os dois que ficamos, o de Londres e o de Paris, são maravilhosos, com quartos só pra mim e para o Diego, com banheiro só pra gente, super seguros e confortáveis.

Algumas dicas que me deram, que eu usei e que são ótimas pra quem vai viajar para Londres e Paris:

Desde o primeiro momento em que eu e Diego decidimos fazer essa viagem, nossa ideia era “viver a cidade”. Nem por um momento a gente pensou em outra coisa. Porque é muito legal balancear os lugares mais famosos (os tais “pontos turísticos”) com lugares menos movimentados, mas que nos fazem ter muito mais contato com quem é de fato de lá. Acho que é uma forma da conhecer melhor a cidade, longe dos turistas e dos flashes. O engraçado, no entanto, é que várias das pessoas pra quem a gente contava da viagem, não perguntavam o que a gente tinha em mente conhecer, mas sim o que a gente pretendia comprar.

Que fique claro: nada contra quem faz viagens e gasta um rim em cada uma. Se eu tivesse dinheiro pra isso, não me importaria mesmo em passear e gastar horrores, mas nossa prioriade tava longe de ser essa. Algumas coisas a gente comprou porque é natural (tô pensando em gravar um videozinha depois, mas já adianto que não são muitas coisas não), mas a gente focou em gastar dinheiro em passeios, em momentos, em lugares. Subi na Torre, subi no Arco do Triunfo, subi em Notre Dame, visitei a Tower of London, fui me maravilhar com a “Savage Beauty” (exposição sobre a carreira do McQueen de que vou falar depois aqui), passeei na London Eye, fui visitar o Palácio de Versalhes (e os Domínios da Maria Antonieta), fiquei embasbacada com as pinturas do Louvre e fiz mais um monte de passeios que, infelizmente, são pagos, mas que valeram cada centavo. Pelo menos pra mim, muito mais do que seu tivesse gastado em roupa.

Portanto, pode parecer um conselho bobo, mas se você tá indo pra esses lugares (ainda mais se for a primeira vez como eu), é muito importante focar onde você quer gastar seu dinheiro. Se vai ser em compras ou se vai ser em passeios. Vale lembrar ainda que em Londres a moeda é a libra e em Paris é o euro (na época que eu fui, chegamos a pagar R$5,20 na libra e R$3,60 no euro! socorr!), ou seja, na maior parte dos lugares, financeiramente falando, não compensa mesmo fazer compras.

Outra dica legal, que me pareceu bobinha de início, mas que me ajudou demais durante os passeios, foi montar um roteiro do que íamos fazer. Gente, tenham em mente que roteiros que nós mesmo fazemos são legais porque podem ser quebrados a qualquer hora. hahaha. E podem ter certeza que eles serão quebrados, porque a cidade acaba te fazendo ter outras vontades. Fora mudanças básicas como tirar um passeio que era a céu aberto de um dia chuvoso e descobrir uma galeria bonitinha perdida em um bairro da cidade que merece sua atenção. Mas ter um roteiro já em mente, de lugares  que você realmente quer conhecer, é muito importante. Olhar antes o que fica mais perto do que e o que é melhor pra visitar em tal dia (Versailles, por exemplo, não abre aos domingos, assim como a troca da guarda real em março só acontece em dias ímpares), economiza tempo e dinheiro e te faz aproveitar muito melhor os lugares.

E, por fim, duas dicas que são bem específicas pra quem tá indo viajar pra Londres e para Paris. Em Londres, existe o travelcard, uma espécie de cartão que você compra e te dá acesso livre aos metrôs, ônibus e trens da cidade por um ou sete dias, dependendo da opção que você escolher. Nós escolhemos o de sete dias e pagamos um valor salgadinho (46 libras por pessoa), mas que compensou muito pela comodidade que o cartão proporcionou. Vale lembrar que nós ficamos seis dias em Londres, então o tempo do travelcard pra nós foi muito ok, mas se você vai ficar mais de meses na cidade, talvez um Oyster card valha mais a pena, já que ele é um cartão recarregável.

Agora, muita atenção: se você for comprar o travelcard como nós e estiver passeando com namorado, amigo, whatever, você deve comprá-lo em uma estação do metrô que também seja estação de trem. Dessa forma, você vai ganhar um “brinde” das companhias ferroviárias de Londres chamado 2 for 1. E gente, o 2 for 1 é maravilhoso! Com ele, você visita vários pontos turísticos pagando o valor de apenas uma entrada para duas pessoas. A Tower of London, por exemplo, um dos lugares mais legais de Londres, tá inclusa no 2 for 1. No papelzinho que vem junto com ele, há uma lista de todos os lugares que ele dá acesso e digo e repito, gente: vale muito a pena!

Em Paris há um esquema mais ou menos parecido. Apesar de para os bilhetes de metrô eles não terem nenhum serviço parecido com o travelcard (pelo menos nós não conseguimos descobrir nenhum), e ser necessário comprar bilhetes unitários normais, eles possuem uma promoção parecida com o 2 for 1. A diferença aqui é que você precisa comprar essa promoção.

Chamado de Paris Museum Pass, esse cartãozinho (que também só pode ser comprado em estações que são tanto de metrô quanto de trem e custa mais ou menos uns 50 euros por pessoa (o de quatro dias, que foi o que nós compramos)), te dá acesso de graça em vários pontos turísticos que são pagos. E o melhor de tudo: em vários deles, você tem acesso “vip” e não precisa pegar fila. Gente, isso é uma maravilha que vocês não têm nem ideia. No Louvre, por exemplo, com o PMP nós, além de não pagarmos a entrada, pulamos uma fila que, brincando, nos faria gastar umas duas horas do nosso dia.

Se você vai fazer um passeio parecido com o nosso, do tipo “quero mesmo conhecer todos esses lugares”, eu recomendo os dois cartões. Lembrando que a cidade vai muito além dos pontos turísticos que possui é que é legal demais sair dessas áreas também de vez em quando.

Agora, de malas prontas, tudo acertado, cintos afivelados, é hora de contar como foi nossa viagem.

E essa parte, ah, essa parte é especial demais <3  (mas vai ficar para um próximo post/vídeo que esse já tá gigantesco hihi)

Bisous, bisous e até já já 😉

Um oizinho de Londres

Há muitas coisas que eu queria contar pra vocês nesse momento. Desde o quanto estou feliz de estar escrevendo esse post deitadinha na minha cama no hostel em Londres até o quanto essa viagem significa pra mim e tudo que aconteceu até eu chegar aqui. Mas peço um pouco de paciência (a mim mesma, inclusive) pra isso. Quero aproveitar ao máximo essa coisa linda & louca que está acontecendo na minha vida – e que só está na primeira parada, já que depois de Londres há um sonho ainda maior a ser realizado.

Por enquanto, só queria contar que estou aqui, radiante de felicidade e postando algumas fotos dos meus dias lá no instagram (@paulinhav). Tenho gravado alguns videozinhos também e se eles ficarem legais, com certeza irão para o canal assim que eu voltar.

Me acompanhem por lá e aproveitem esses dias de folga do blog para recarregarem as energias para tudo que vem por aí.

Bisous, bisous

Desbravando São Paulo #3

No último final de semana estive em São Paulo por causa da Bienal do Livro (em breve vai ter post & vídeo sobre!), mas como eu ia no evento só no sábado, fiquei com a sexta-feira livre pra fazer aquilo que mais amo quando vou pra lá: desbravar a cidade.

Acompanhado do namorado-melhor-amigo, Diego, visitei alguns lugares que tinha muita vontade de conhecer já fazia um tempão, e separei aqui embaixo os mais legais pra falar sobre a história e o que achei do lugar. Espero que vocês gostem e, se ainda não fizeram, se animem também a conhecer esses lugares!

E ah! Para ler o Desbravando São Paulo #1 e o Desbravando São Paulo #2 é só clicar nos links.

O prédio que hoje conhecemos como Galeria do Rock existe desde a década de 50, mas naquela época, o espaço funcionava de um jeito bem diferente, como uma grande galeria de alfaiates do centro de São Paulo. Foi só mesmo no final da década de 70, quando as tribos urbanas começaram a procurar um espaço dentro da cidade, que a galeria começou a receber atenção e as primeiras lojas do gênero.

Com a chegada dos anos 90, roqueiros, punks, skinheads, metaleiros, skatistas e muitas outras comunidades invadiram de vez a galeria, que recebeu um nome à altura para o que agora havia se transformado: um ponto de encontro, de briga, de comércio e de cultura para todas essas turmas.

Conversando com a Babi Carneiro sobre como foi “minha primeira vez na galeria do Rock”, ela contou que quando era criança/adolescente, o lugar era barra pesada mesmo, e que muitas vezes as pessoas evitavam ir para lá porque sabiam de alguma briga marcada entre punks x skinheads.

Hoje, apesar da cultura underground ainda sobreviver forte em todos os andares do prédio, – são lojas de CD’s, roupas, salões de beleza e estúdios de tatuagens – o lugar virou símbolo de São Paulo e um ponto turístico que acolhe gente de todos os tipos e idades.

– Endereço: Av. São João, 439 – República, São Paulo

“Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas”

Protagonista dos primeiros versos de Sampa, de Caetano Veloso, o cruzamento da avenida Ipiranga com a São João é, com certeza, um dos lugares de São Paulo que mais tem histórias pra contar.

Além da “deselegância discreta” das meninas que passam por lá e do centro da cidade com sua “dura poesia concreta”, a esquina ficou famosa por ser um dos maiores pontos de encontro da capital Paulista. Ali, em um barzinho chamado Bar Brahma, sambistas como Adoniran Barbosa e políticos como Fernando Henrique Cardoso paravam para tomar um chopp, jogar conversa fora e ver o movimento do centro de São Paulo.

O lugar ficou imortalizado na letra de Sampa e na história da MPB e, hoje, além de ser um delicioso restaurante/bar, é ainda o palco da música brasileira na capital. Diversos artistas da MPB se apresentam por lá à noite e, durante o dia, o lugar acolhe a todos que precisam de um momento de descanso em meio a correria do dia a dia.

Apaixonada como sou por essas histórias, fiz questão de almoçar no Bar Brahma nesse último final de semana em que estive em São Paulo. Além de amar o ambiente aconchegante e com música ao vivo, achei a comida uma delícia e com um preço super honesto! Vale muito a pena mesmo reservar um tempinho pra conhecer o lugar.

– Endereço: Avenida São João, 677 – Centro, São Paulo

Coloquei o bairro da Santa Ifigênia entre os programas do final de semana porque sabia que o Diego morria de vontade de pôr os pezinhos lá, já que a região é conhecida pelo seu comércio de eletrônicos. Diego é viciado em tecnologia, games e insira aqui todas as coisas do gênero, ou seja, esse lugar prometia ser um verdadeiro parque de diversões pro meu namorado.

Dito e feito.

A Santa Ifigênia tem dezenas de galerias e vende um pouquinho de tudo o que você puder imaginar. TV’s, celulares, videogames e muito mais. Tem que estar disposto a andar (muito!), pechinchar e aguentar multidões, mas se você tá buscando matar a saudade de algumas coisas mais clássicas – achamos um super Nintendo ainda na caixa! – lá é o lugar certo.

Não compramos nada, mas pra quem gosta e sempre acompanha o mercado de eletrônicos, lá é um lugar muito interessante de se analisar.

O Cine Belas Artes sempre foi um dos cinemas do circuito paulistano mais respeitados e amados, o que em grande parte tinha a ver com a valorização artística e cultural depositada na sua programação. Muitos filmes nacionais e estrangeiros que ficavam fora das bilheterias dos grandes cinemas da cidade, encontravam seu espaço aí, nas telas e salas do Belas Artes.

Há três anos, no entanto, o cinema fechou e, desde então, muita gente vem batalhando pra ele ser reaberto e ter de volta a sua programação. Mês passado isso foi possível e agora com o nome de “Caixa Belas Artes”, o cinema voltou à ativa.

Eu confesso que ainda não tive a chance de assistir um filminho aí, mas uni o útil ao agradável, ou nesse caso, a vontade de ver o novo Belas Artes com o meu desejo por macarons, e aproveitei pra fazer uma visitinha no café Amelie, que fica dentro do cinema.

O preço não é muito convidativo, mas os macarons tavam deliciosos (eu amo macarons, mas acho que são poucos os lugares que conseguem fazer eles incríveis) . E ai, preciso confessar que acabei escutando a conversa de duas senhoras que tomavam café lá, e fiquei toda enfofada com as recordações delas sobre como “o Belas Artes sempre tinha sido o ponto de encontro da turma”. Muito fofo, não? <3

E agora me contem vocês: quais lugares de São Paulo vocês recomendam pra um dia de “desbravando a cidade”? Tô doida pra anotar as sugestões e botar em prática numa próxima visita 😉

Bisous, bisous