Para comer e beber em Paris

Resolvi repetir a listinha que fiz com restaurantes e cafés excelentes de Londres e fiz a versão Paris, com algumas indicações de lugares que fui na viagem e que tinham uma delícia-de-comida-quero-voltar-já!

E não preciso nem falar que quem tiver dicas de outros lugares deliciosos, pode ficar à vontade pra deixar nos comentários também, né? Ainda quero voltar pra cidade luz e conhecer todo cantinho bacana que eu puder.

AMO croque monsieur e aproveitei pra experimentar o prato em vários dos resaturantes que fui. Esse daqui tava especialmente delicioso.

Em Paris eu fiquei hospedada em Montmartre, um bairro super charmoso que fica no alto de uma colina e tem muitos restaurantes, cafés e floriculturas espalhados por suas ruazinhas. Diferente de Londres, onde no nosso bairro a variedade de lugares pra comer era bem restrita, em Montmartre existem restaurantes e cafés para todos os gostos e bolsos. Em qualquer canto que você olhe há um restaurante francês, uma creperia, uma boa cantina italiana ou ainda um café charmoso cheio de mesinhas na calçada.

Por causa disso, eu e Diego almoçamos e jantamos várias vezes em lugares próximos ao nosso hostel, e um desses cantinhos foi o Pub Montmartre, que além de ter uma atendente super simpática, tinha uma comida quentinha, deliciosa e com um preço bem em conta. Esse pub é muito animado, cheio de gente jovem, rápido na feitura dos pratos e ainda permite a entrada de animais, o que pode te levar a encontrar, como aconteceu com a gente, uma dupla muito simpática de pugs.

Na hora de decidir o que comer eu nem pensei duas vezes e pedi um croque monsieur, já que eu amo esse prato e tava doida de vontade de experimentar a receita original francesa. Ele veio acompanhadoo de batatas fritas, uma salada bem temperada e era simplesmente enorme. Diego que é bem exigente com comida, – na maioria das vezes bem mais do que eu – escolheu uma massa e elogiou bastante o seu prato também. Portanto, a avaliação aqui do lugar foi mais do que positiva.

Pub Montmartre
Endereço: 11 Rue Joseph de Maistre, 75018 Paris, França
Facebook: https://www.facebook.com/pubmontmartre

Foto do meu instagram @paulinhav

Foto do meu instagram @paulinhav

O des 2 Moulins se tornou mundialmente famoso por ser o café onde foi gravado “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, filme francês de 2001 estrelado pela fofa Audrey Tatou. Quem assistiu ao filme deve se lembrar das muitas cenas que se passam dentro do lugar, e possivelmente vai amar uma visitinha ao local para se sentir um pouco mais submerso dentro da história.

Esse café também fica em Montmartre (fiquei hospedada a cinco minutos dele) e é um dos pontos turísticos mais famosos do lugar. Dependendo do horário em que você for, fica um pouco concorrido achar uma mesa para se sentar, mas acredito que quem também é apaixonado pelo filme (amo aquela frase que diz “são tempos difíceis para os sonhadores”), vai gostar da visita.

Indico ele especialmente como cafeteria, já que as refeições são gostosas, mas possuem um preço salgado em comparação a outros restaurantes e cafés. O fish and chips, por exemplo (prato que experimentamos por lá logo no nosso primeiro dia em Paris) era gostoso, mas menor e mais caro do que em outros lugares. Então dê uma passadinha por lá no final da tarde, peça um cappuccino bem gostoso e aproveite esse cantinho lindo de Paris.

Café des Deux Moulins
Endereço: 15 Rue Lepic, 75018 Paris, França
Google+: https://plus.google.com/112738451887008505124/about?gl=br&hl=pt-BR

Minha foto não faz jus a beleza que é a fachada da loja da Ladurée na Champs Elysées.

Minha foto não faz jus a beleza que é a fachada da loja da Ladurée na Champs Elysées.

Pretendo fazer um texto especial aqui no blog sobre a história da Ladurée, mas já adianto que sempre tive uma admiração enorme por tudo que a marca fez e por ter conseguido transformar seu nome em sinônimo de tradição e competência.

Só para contextualizar para quem não conhece a empresa, vale dizer que a Laudurée existe desde 1982 e é uma marca francesa especializada em doces finos e deliciosos. Ela construiu um verdadeiro império ao longo dos anos e hoje possui pâtisseries espalhadas por todos os cantos do mundo, inclusive no Brasil.

Na viagem, visitei a Ladurée da Avenue des Champs-Élysées e de Versailles (sim, existe uma loja deles lá!) e pude finalmente provar os tão famosos macarons da marca. Ganhei do Di uma caixa com oito macarons (você pode montar sua caixa com qualquer um dos sabores do catálogo) que custou £16.30. A caixa, aliás, é uma graça e agora está enfeitando lindamente a minha cômoda.

A Ladurée é bastante cara sim, mas visitar uma de suas lojas em Paris, provar aqueles doces maravilhosos e desfrutar do ambiente delicioso que eles possuem, – já que o atendimento, os detalhes, o conforto e a beleza das suas lojas possuem características muito próprias – valeu muito a pena.

Ladurée {Paris}
Endereço: 75 Av. des Champs-Élysées, 75008 Paris, França
Além dessa, existem outras seis unidades da marca em Paris e uma em Versailles.
Site: https://www.laduree.com/en_int/

E adivinhem o que eu pedi de novo? Sim, croque monsieur! hahaha

O Le Latin Saint Germain foi uma surpresa incrível e agradável! No penúltimo dia da viagem, pegamos uma chuva bem forte na hora do almoço e como tanto eu quanto Diego já estávamos morrendo de fome, acabamos escolhendo um restaurante ao acaso pra nos abrigarmos da chuva e comermos algo. E que bom que a gente fez isso justamente aqui, nesse lugar!

Além de ter um cardápio bem variado, que passa não só por pratos, mas saladas, croquies, brusquetas e muito mais, ele também tem uma carta de vinhos bem interessante.  Localizado em Saint Germain, o lugar é igual aqueles típicos restaurantes franceses que a gente vê em filmes, com um interior super acolhedor e mesinhas pequenas nas calçadas.

Pedi um croque monsieur de novo (eu realmente adoro esse prato) que tava excelente e vinha acompanhado de uma salada (com alfaces roxas <3) e batatas fritas bem crocantes.

Le Latin Saint Germain
Endereço: Boulevard Saint-Germaine 92, 75005 Paris, França
Site: http://www.latinsaintgermain.fr/

E é isso, gente. Eu analiso restaurantes e comidas das formas mais doidas possíveis, porque né, não sou profissional, mas espero que alguma dessas dicas possam ajudar alguém que esteja à procura de um lugar gostoso pra comer em Paris.

Bisous, bisous e bom feriado

Sobre os hostels da viagem

Já vieram pedir indicações sobre os hostel que eu fiquei tanto lá na página do blog quando por inbox no meu facebook pessoal, e quanto percebi como esse assunto realmente interessava muita gente (eu também nunca havia ficado em hostel antes disso e não sabia muito bem o que iria encontrar por lá), achei que era mais do que válido fazer um texto sobre isso aqui no blog.

Como eu já tinha adiantado no post em que falei sobre os sonhos e planos que antecederam a viagem, tanto no hostel de Londres quanto no de Paris, eu e Diego ficamos em quartos de casal só pra gente e com banheiro também só pra gente. Pra ser sincera, foi tudo muito parecido com um hotel, inclusive a segurança, o café da manha já no pacote e a privacidade. A diferença básica a meu ver foi o preço bem mais em conta e um pouco menos de luxo – o que não fez diferença alguma pra gente que ia pro hostel praticamente só pra dormir.

Lembrando, é claro, que essa foi a minha experiência e que como eu não peguei quarto ou banheiro compartilhado, não posso opiniar sobre essa parte.  Posso, no entanto, falar das áreas em comum do hostel, do atendimento, do conforto, da localização… E acho que isso já ajuda um bocado. Então, aqui embaixo vou contar um pouco desses lugares em que eu fiquei e como foi esse tempo por lá, e se alguém aí tem outros hostels pra indicar em Londres e Paris, por favor, deixa aí nos comentários pra ajudar mais gente que chegar por aqui pesquisando sobre isso, combinado?

Londres é dividida em vários áreas, indo da mais central, a zona 1, até a mais distante, a zona 6. A maior parte das atrações turísticas da cidade ficam nas regiões 1 e 2, então compensa pagar mais caro e ficar em um hostel nessas regiões do que pegar um que fique na zona 4, por exemplo, e gastar horrores depois com o transporte, já que há variação de preço de acordo com a zona que você deseja ir.

O Palmers Lodge Hillspring fica em Willesden Lane, exatamente na divisa entre a zona 2 e a zona 3, e tem a vantagem de que o metrô mais próximo, o Willesden Green, ainda está situado na zona 2. Assim, como a gente praticamente só usou metrô pra se deslocar pela cidade, ter ficado nessa região e pertinho de uma estação – a pé são em torno de dez minutinhos de caminhada – nos ajudou a economizar tempo e dinheiro para fazermos os passeios que queríamos.

Diferente do hostel de Paris, que tem uma cara mais “família”, a proposta aqui é mais focada em jovens e cria todo um ambiente mais descontraído pra isso. A recepção (da foto aqui de cima) é super descolada, cheia de pufes, gente 24 horas conversando, comendo salgadinho e tomando refrigerante das máquinas da sala, e mexendo em notebooks. À noite, sempre que a gente chegava ou saía, tinha uma galera de pijama sentada conversando haha. Além disso, existem outras várias áreas comuns, como o restaurante, o bar (com mesa de sinuca, muita música e um”jardim” com uma coleção gigantesca de motos antigas), a varanda e toda a frente do hostel que, até onde eu entendi, tem ligação com um salão de festas também.

O pessoal da recepção é super jovem, super afim de conversar e extremamente simpático. Não tivemos problema nenhum com atendimento ou segurança enquanto estivemos lá, e tinha, inclusive, cofre no nosso quarto se a gente quisesse guardar alguma coisa.

A gente tomou café da manhã apenas duas vezes no hostel, – é que algumas vezes queríamos tomar café na rua mesmo em algum lugar bonitinho e em outras simplesmente acordamos tarde pra isso hahaha – mas tava tudo bem gostoso, sem grandes luxos. Tinha café, leite, croissants, chá, biscoitos e pãezinhos. E, à noite, o lugar funcionava como restaurante, o que era bem prático pra aqueles dias que você chegava morta depois de um dia todo de passeio e não tinha forças pra sair de novo pra jantar. Nós comemos uma noite nesse restaurante, o preço tava bem ok, a comida tava gostosa e o prato era gigantesco.

Pra não falar que só falei das flores, ou, nesse caso, que só falei das coisas boas da estadia, eu tenho duas ressalvas pra fazer sobre o Palmers Lodge: a primeira é que não achei o chuveiro do hostel muito quente e como Londres é muito, muitoo fria (e eu sou bastante friorenta também), isso foi um problema pra mim. O segundo foi que o bairro em que ele fica localizado tem, claramente, influências muçulmanas, e a maior parte dos restaurantes tem comidas típicas, bastante diferentes e com temperos mega fortes. Veja bem, nada contra a culinária muçulmana, mas eu que sou a rainha das alergias preciso tomar cuidado com essas coisas. Meu cardápio acabava ficando muito restrito ali nas redondezas, o que fazia com que eu e Diego quase sempre preferíssemos jantar pelos lugares em que passeávamos e abastacer o quarto do hostel com comprinhas de supermercado pra comer se desse fome de madrugada.

Informações:
Palmers Lodge Hillspring – 233, Willesden Lane, London
Site da rede Palmers Lodge
Facebook da rede Palmers Lodge.
Palmers Lodge Hillspring no Tripadvisor.

Fiz reserva no Plug-Inn Boutique Hostel por indicação da minha irmã, que já tinha ficado hospedada por lá e tinha gostado muito do lugar. E olha, gente, ela realmente tinha motivos pra ter ficado contente, porque esse hostel é um verdadeiro achado de fofura em Paris!

A primeira vantagem que eu eu enxergo no Plug-Inn é a localização maravilhosa que ele tem: o bairro de Montmartre, um dos cantinhos mais boêmios, românticos e “a cara” de Paris que existem. Chegar na cidade e já ir direto para lá foi muito maravilhoso porque a impressão que eu tinha era que eu havia desembarcado do avião e entrado em um filme francês da década de 60. Montmartre respira o estilo parisiense e é cheio de cafés com mesinhas nas ruas, floriculturas, cachorrinhos seguindo seus donos sem coleira, casarões antigos super charmosos e toda uma atmosfera que a gente sempre vê em livros e filmes sobre a cidade. Além disso, ele é o bairro mais alto de Paris e tem atrações turísticas bem conhecidas, como a Basílica do Sacré-Coeur, o Café des 2 Moulins (onde foram gravadas cenas do filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain), o Le murs de Je t’aime e o Moulin Rouge (sim, o famoso cabaré que inspirou o filme de mesmo nome!).

Apesar de ter vários andares, esse hostel é menor e bem menos chamativo do que o Palmers Lodge, e fica em uma ruazinha linda, pertinho do metrô (em torno de dez minutos de caminhada). O pessoal que fica na recepção entende perfeitamente inglês e não rolou nenhum tipo de confusão com o idioma enquanto estivemos lá. Além disso, em termos de segurança o lugar também é super tranquilo, e assim como em Londres, havia um cofre no quarto caso a gente quisesse guardar alguma coisa. Além disso, outro ponto ótimo do Plug-Iin, é que como ele fica muito bem localizado, nesse bairro que é bastante turístico, opções de restaurantes, cafés e pubs é o que não faltam. Qualquer hora do dia ou da noite, a gente encontrava ali pertinho lugares abertos com uma comida quentinha e deliciosa.

O Plug-inn, como eu disse lá em cima, tem uma vibe um pouco mais familiar, mas isso também não quer dizer que a gente não veja gente jovem por lá. No nosso último dia, encontramos uma turma novinha de amigos de Minas que tinham acabado de chegar e mesmo durante nossa estadia, vimos gente de todo tipo de idade na recepação e na sala do café. E ah, por falar em café da manhã, o deles é uma delícia, com atendentes super simpáticas. O único porém – e aqui cabe o primeiro ‘probleminha’ que encontrei no hostel –  é que como o local é bem pequenininho, às vezes todas as cadeiras ficavam ocupadas e era preciso esperar um pouquinho pra conseguir um lugar pra sentar. O segundo fato não tão legal assim que notei é que o elevador deles é minúsculo! Só cabem duas pessoas por vez e pra gente subir/descer com as malas foram necessárias algumas viagens. Mas, sinceramente? Nada disso foi algo que de fato atrapalhou nossa estadia. Não era algo que com um pouquinho de paciência não seria tranquilo de resolver, sabem?

Informações
Plug-Inn Boutique Hostel. 7 rue Aristide Bruant, 75018, Paris.
Site do Plug-Inn Boutique Hostel
Facebook do Plug-Inn Boutique Hostel
Plug-Inn Boutique Hostel no Tripadvistor.

Se eu deixei de falar aqui sobre algo que vocês queriam saber dos hostels, podem comentar ou me chamarem no facebook que vou ter o maior prazer de contar. Tentei fazer um resuminho das minhas maiores impressões e espero que pelo menos uma visão um pouco mais detalhada do lugar vocês tenham conseguido captar.

Bisous, bisous e até a próxima

Passeando por Paris!

Ao invés de “passeando por Paris”, o título desse post podia muito bem ser “um sonho realizado”, de tão incrível e esperada que foi essa viagem. Por isso mesmo,  eu fiz questão de botar em palavras, fotos e imagem tudo que aconteceu por lá. E se eu conseguir colocar nesse post um quinto de toda a beleza e emoção que eu senti estando pertinho da torre, vendo o Louvre, passeando por Versailles ou admirando o Sena, eu tenho certeza que vocês também vão se apaixonar perdidamente por essa cidade <3

Bisous, bisous cheios de saudade

Para comer e beber em Londres

Alguns dos lugares em que fomos beber e comer em Londres realmente me pegaram de jeito. Sabe aquele tipo de lugar que você mal saiu e já tá com vontade de voltar no dia seguinte pra experimentar um novo prato ou bebida? Pois então, foi isso que aconteceu comigo nessa viagem. E como coisas legais assim a gente precisa compartilhar, resolvi fazer uma listinha de quatro desses restaurantes barra pubs barra cafeterias hehe que amamos e que acho que todo mundo tem que visitar.

E ah, a versão de Paris desse post aqui sobe em breve no blog ;}

St Stephen's Tavern Pub

O St Stephen’s Tavern Pub fica em uma das regiões mais famosas e turísticas de Londres. De frente para o Big Ben e do ladinho do metrô de Westminster, é impossível não notá-lo todo bonito e aristocrático nessa que é uma das mais importantes ruas da cidade. O pub foi construído em 1873 e vem funcionando desde então, com um pequeno hiato de 15 anos de parada até ser reaberto e reformado em 2003.

Desde a época da sua construção ele serviu como um ponto de encontro da política britânica, coisa que fica evidente na sua decoração: além dos inúmeros quadros com personalidades da área, o lugar tem um clima bem vintage, com móveis bem lindos e austeros, luminárias enormes, escadas em caracol e papeis de parede decorados.

Ele possui dois andares, sendo a parte de baixo o pub e a de cima o restaurante. Eu e Diego almoçamos por lá no dia que fomos conhecer a região e resolvemos provar um dos mais típicos pratos londrinos, o fish and chips! Ele é uma combinação de batata frita, peixe, ervilhas, tempero de limão e um molhinho bem especial que dá um gosto único no prato. De todos os fish and chips que provamos na viagem, o melhor foi esse daqui, que tava com o peixe fritinho na medida certa e com batatas sem muito óleo.

Vale muito a pena experimentar esse prato e, de quebra, ainda conhecer esse restaurante que faz parte da história britânica.

Site: http://ststephenstavern.co.uk/
Endereço: 10 Bridge Street – Westminster, London – SW1A 2JR

O fish and chips que provamos no St. Stephen’s Tavern and Pub e que é um dos mais tradicionais pratos londrinos

Costa Coffee

O Costa Coffee foi, provavelmente, o lugar que nós mais frequentamos em Londres, já que você encontra uma dessas cafeterias em toda esquina. E juro pra vocês que isso não é exagero. Parece que a gente tropeça nas unidades do Costa, de tantas que existem espalhadas pela cidade.

Essa cafeteria foi fundada por dois irmãos em 1971 e é hoje a segunda maior rede de cafés do mundo. Em Londres, sua terra natal, dá pra perceber que ela é muito mais comum e mais popular do que o Starbucks (que nasceu, cresceu e tem muito mais apelo nos EUA). As duas, no entanto, são bem parecidas. Ainda que o Starbucks tenha criado um conceito muito forte sobre sua marca e seus produtos, não acho que o Costa fique muito atrás na qualidade das suas bebidas. As que provei pelo menos achei bem deliciosas e exageradamente grandes! Pra vocês terem ideia, toda vez que íamos lá, acabava que eu tinha que dividir meu café com o Diego porque não conseguia tomar uma xícara inteira, de tão gigante que ela era!

As comidas de lá também são bem gostosas. Comemos salgados e croissants e em todas as unidades que fomos, das mais gigantes as mais pequeninas, fomos atendidos bem e de forma rápida.

Então, quem aí tá em Londres ou indo pra cidade, já sabe: tomar um cafezinho no Costa é parada obrigatória, tanto pela tradição que o lugar tem, quanto pela delícia que são suas comidas e bebidas.

Site: http://www.costa.co.uk/
Endereço: em qualquer bairro, esquina ou ruazinha de Londres (sério!), mas no site é possível encontrar todas as unidades por região.

Um café simplezinho, mas bem gostoso, que comemos e tomamos no Costa

Ben's Cookies

Foto do facebook do Ben’s Cookies

Apesar de ser bem tradicional em Londres, o Ben’s Cookies não é tão fácil de achar quanto o Costa Coffee. Eu demorei um pouco pra encontrar uma de suas unidades, mas na Oxford Street eu finalmente consegui achar uma. Não sei se todas as suas lojas são assim, mas a que eu fui era minúscula, quase uma barraquinha, e a sorte era que eu tava prestando bastante atenção na rua porque se não era bem provável que ela passasse batido por mim.

Já dizia o ditado, no entanto, que são nos menores frascos que se encontram os melhores perfumes… Prova disso é que eu comi o “Triple Chocolate Chunk” deles e, socorr, que senhor cookie! Enorme e mega recheado!

O que eu mais gostei nele foi que na parte de dentro ele tem uma consistência maravilhosa, que não chega a ser líquida, mas que também não é durinha como na parte de cima. É como se fosse um creme que derrete na boca quando a gente morde e que vem junto com vários pedacinhos de chocolate. Um disparate de delicioso.

Site: http://www.benscookies.com/
Endereço: possui várias unidades (no site é possível conferir todas), mas a que eu fui é da Oxford Street (East).

Foto do site do Ben’s Cookies

MezzoRoma

Foto do Google Plus do MezzoRoma

Tanto em Londres quanto em Paris nós fomos em vários restaurantes italianos, mas um dos que mais chamou nossa atenção pelo bom atendimento e pela comida deliciosa foi o MezzoRoma. Pertinho do hostel em que ficamos hospedados, o MezzoRoma tem um maître italiano divertidíssimo e eu super valorizo restaurantes que se importam com esse tipo de coisa e que realmente querem agradar seus clientes. Acho que, além de uma comida saborosa e bem-feita, bom atendimento é fundamental.

E se na entrada nós já ficamos felizes com a forma com que fomos recepcionados, na hora que a comida chegou, então… Que surpresa boa! Pedimos uma pizza que estava deliciosa, mas que infelizmente eu esqueci de fotografar :{

Vale falar também que o MezzoRoma, além de restaurante, funciona também como cafeteria e espero eu que numa próxima viagem a Londres eu tenha a chance de descobrir esse outro lado dele. Conto tudo aqui pra vocês se isso acontecer ;}

Site: http://www.mezzoroma.uk/
Endereço: 66 Walm Lane London NW2 4RA

Foto do site do MezzoRoma

E vocês? Tem algum restaurante ou cafeteria que amam em Londres e que não tá aqui na listinha? Deixem aí nos comentários!

Bisous, bisous