Os três jogos da vez

De vez em quando eu realmente me rendo ao universo dos jogos de videogame, passando por vários estágios de amor.

A primeira fase dessa paixão consiste em ficar completamente presa ao bendito jogo, não querendo levantar a bunda da cadeira enquanto não vejo o fim da história. A segunda já é um pouco menos autocentrada, digamos assim, e consiste em nada mais nada menos do que querer indicá-lo pra todo mundo que eu conheço, fazendo questão de explicar em detalhes porque aquele game realmente vale a pena.

No momento, três jogos têm despertado essa vontade em mim, o que fez com que inevitavelmente eu decidisse fazer esse post pra indicá-los. Quem tiver a curiosidade de jogar algum dos jogos mencionados aqui, conta depois nos comentários o que achou :)

Overcooked

Antes de apresentar Overcooked em detalhes, preciso contar para o mundo que, ainda que na vida real eu não cozinhe praticamente nada, nesse jogo aqui eu preparo sopas de cebola e tomate como ninguém, além de deliciosos sanduíches com variadas combinações. Então se eu consigo esse feito, amigos, acreditem, vocês também conseguem!

Dito isso, vamo ao propósito desse post: Overcooked é um jogo cooperativo onde você é um aspirante a chef de cozinha que precisa provar suas habilidades preparando pedidos feitos pelos fregueses. A cada nova fase, não só as cozinhas vão se tornando mais complicadas de se trabalhar, – desde ratos invadindo o lugar até cozinhas móveis onde você precisa transitar de um espaço para outro – como também os pedidos vão ficando mais complicados. E aqui você faz de tudo, desde o corte dos alimentos, até a fritura de carnes, a montagem dos pratos, as entregas e a limpeza das louças.

A história por trás de Overcooked, no entanto, vai um pouco além da cozinha. Ainda que isso não interfira na jogabilidade das fases, todas as provas pelas quais você e seus amigos passam têm por trás de si um objetivo maior: vocês voltaram no tempo, e através da culinária, têm a chance de salvar o mundo de ser destruído por um espaguete gigante.

Parece bizarro, eu sei, mas é tão divertido jogar Overcooked com o Diego e com mais alguns amigos que eu me sinto na obrigação de recomendar esse jogo pra todo mundo que está a procura de um game cooperativo divertido. E às vezes confuso, mas por isso mesmo ainda mais hilário.

E ah, ele têm o bônus de passadas as fases iniciais você poder jogar no modo versus, vendo quem dentre os seus amigos consegue cozinhar melhor e mais rápido no jogo.

Disponível para: Playstation 4, Xbox One e Microsoft Windows.

Keep talking and nobody explodes

Sim, Keep talkin and nobody explodes, como o próprio nome sugere, tem a ver com explosões, e conversas, e maneiras de não fazer tudo ir pelos ares.

Esse aqui também é um jogo de modo cooperativo (como disse lá em cima ando jogando muito com o Di e mais alguns amigos) só que diferente de Overcooked onde todos os cozinheiros têm os mesmos objetivos, em ‘Keep talking…’ os jogadores podem ter funções diferentes dento da história. Pra ser mais exata, apenas um dos participante fica em frente da tela do game, onde se vê em uma sala com uma bomba que precisa ser desarmada. Cabe a ele então descrevê-la da melhor maneira possível para os outros jogadores que devem descobrir como desativá-la tendo acesso apenas aos manuais do jogo.

Parece até fácil falando assim, mas acontece que para cada bomba ser desarmada, existem vários pequenos-grandes problemas que precisam ser solucionados. Um dos mais clássicos é o de cortar o fio da cor certa em um emaranhado de fios, mas existe ainda o de saber por qual caminho levar uma bolinha por um labirinto e mesmo o de descobrir qual a combinação exata de certas letras.

Tudo isso em um tempo máximo de cinco minutos, se não, é claro, a bomba explode.

Esse jogo é principalmente sobre não se desesperar, sobre ter foco e saber ser ágil. E eu busco tanto isso no meu dia a dia, que acho muito bem-vindo quando um game me estimula a ser mais assim.

Disponível para: Playstation 4, Android, Microsoft Windows, Macintosh

Framed

Além de ser de longe o jogo mais bonito e curioso dos três, Framed tem o mérito de ter sido indicado e ter ganhado uma quantidade respeitável de prêmios desde que foi lançado em 2014. Muito merecidamente, diga-se de passagem.

A ideia aqui é que você acompanhe uma história em quadrinhos onde os quadros podem ser trocados de lugar, fazendo com que novos rumos sejam dados à narrativa. Quando as fases começam a ficar mais complicadas, os quadros podem até ser rotacionados, o que torna a história ainda mais cheia de reviravoltas.

Desenvolvido por um estúdio australiano chamado Loveshack, sua missão ao longo da história é a de basicamente salvar o protagonista de ser pego pelo policiais, – esse não é o jogo mais politicamente correto do mundo, eu sei – enquanto ele atravessa prédios, trens e ruas mal-iluminadas com uma maleta misteriosa.

O jogo é uma delícia e a história vai ficando tão interessante que em pouco mais de uma hora já dá pra terminá-la. E ficar com a vontade de jogar uma continuação, que eu tô torcendo pra ser lançada muito em breve.

Disponível para: dispositivos móveis (Apple Store, Google Play e Amazon Apps).

E vocês, têm jogado o que ultimamente?

Bisous, bisous e boa semana!

Os cinco de agosto

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav.

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Logo no comecinho do mês, eu e a Amanda Araújo nos reunimos para o primeiro encontro do Clube de Discussão de Gilmore Girls. Acompanhadas de bolo de abacaxi e café preto, nós discutimos sobre a primeira e a segunda temporada da série, e decidimos focar essa primeira conversa nas impressões que tivemos de Lorelai, Rory e cia, já que são essas duas primeiras temporadas as responsáveis por nos reapresentarem as personagens.

É muito curioso mesmo rever Gilmore Girls tantos anos depois. São muitas coisas que nunca havíamos reparado ou que na primeira vez que vimos tínhamos enxergado de uma maneira completamente oposta, acho que especialmente por estarmos em uma fase diferente das nossas vidas. Falamos sobre tudo isso nessa nossa primeira conversa, que inclusive já ganhou post aqui no blog.

E ah, nosso segundo encontro – onde iremos falar da terceira e da quarta temporada – já é semana que vem! Então se preparem, porque agora que já “conhecemos” cada uma das personagens, vamos focar mesmo na história e no que cada uma de nós vem achando dos episódios. Tô muito, muito ansiosa por essa conversa!!

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Faz bem mais de um ano que eu comprei o box de Percy Jackson e os Olimpianos, e, desde então, venho passando vários outros livros na frente dele com a desculpa de que pra dar conta dos cinco livros, teria que fazer uma maratona das boas. Dessas de parar e fazer ‘só isso’ da vida. O problema obviamente é que eu nunca tinha tempo pra fazer algo assim, o que me fez chegar a conclusão de que com tempo ou sem tempo, eu ia ter que dar um jeito na situação se quisesse conhecer essa história.

Em agosto então comecei “O Ladrão de Raios”, primeiro livro da série, e nesse momento já estou na metade do quarto, “A Batalha do Labirinto”, provando pra mim mesma que quando uma série realmente é boa, a gente dá um jeitinho de lê-la sem enrolar muito.

Tenho gostado tanto dos livros e criado uma identificação tão forte com as personagens, que a única coisa que de fato me arrependo é não ter lido o livro ainda adolescente. Tenho certeza de que ele teria sido muito importante na minha formação literária.

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A Carol Guido é uma dessas pessoas que eu sigo nas redes sociais já faz muitos e muitos anos, e alguém que eu passei a admirar ainda mais depois que ela postou uma série de textos lá no GWS chamados de “A viagem que mudou a minha vida”. Na época cheguei a mandar uma mensagem pra ela falando o quanto aqueles textos tinham me impactado, e acho que até hoje, por mais que eu nunca tenha morado fora do país, um pouco das coisas que estavam escritas naquele post só aumentaram ainda mais esse meu amor por viagens, e por conhecer novos lugares e pessoas.

Bom, mas aonde mesmo eu queria chegar nisso tudo é que hoje em dia a Carol mora em Londres (acompanhem ela lá no snap @guidocarol pra verem várias coisas maneiras da cidade!) e no mês de agosto ela teve a brilhante ideia de mandar um postal da cidade pra todo mundo do twitter que quisesse. O resultado foi que eu e outras várias pessoas sortudas (e ligadas no twitter haha) ganhamos um cartão londrino muito gracinha, com mensagens especiais escritas pela Carol pra cada um.

O cartão é a coisa mais lindinha e agora fica guardado numa gaveta cheia de outras coisas legais e especiais pra mim :)

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Eu não sei se eu já contei isso aqui, mas desde que Pokémon Go foi lançado no Brasil eu ando irremediavelmente apaixonada pelo jogo. Durante a semana fica um pouco complicado dar continuidade a minha jornada para ser a maior treinadora Pokémon de todas os tempos (a não ser é claro que apareça um Jigglypuff perto de onde eu tô almoçando ou enquanto eu fico esperando no ponto de ônibus), mas nos finais de semana sempre tiro uma meia horinha pra ir até a praça ou o bosque ou qualquer outro lugar em que eu possa me divertir um pouco aumentando minha pokédex. E isso vale tanto pra Bauru quanto pra Leme, como bem prova a foto daqui de cima, quando fui no lago municipal caminhar e jogar um pouco também.

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Sei que eu já escrevi sobre livros aqui nesse post, mas eu precisava muito falar sobre “A vida invisível de Eurídice Gusmão” da Martha Batalha antes do colocar o último ponto final nesse texto.

Eu tô com esse projeto pessoal de ler mais autores nacionais contemporâneos, ainda que eu faça isso aos poucos, conhecendo um pouquinho aqui de um e um pouquinho ali de outro. Acho importante fazer isso. Acho importante valorizar brasileiros desta geração que escrevem bem, que têm coisas importantes pra falar, que têm histórias verdadeiras pra contar. A gente reclama tanto dos problemas do mercado editoral, como a desvalorização de autores, o valor abusivo dos livros, a falta de espaço para alguns gêneros, e aí quando podemos fazer alguma coisa mesmo pra mudar isso, como ler mais autores brasileiros atuais, acabamos não fazendo.

E esse livro aqui é a prova viva de que existem coisas muitas boas sendo produzidas no país. “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” é um livro sobre mulheres que tiveram suas vidas pautadas e anuladas em função de outras pessoas, de valores sociais distorcidos e de um monte de convenções opressoras. E ainda que ele se passe na Rio de Janeiro dos anos 40, ele continua ainda assim muito atual e importante. Portanto só posso dizer o seguinte:  façam esse favor a vocês mesmos e leiam esse livro :)

Bisous, bisous e bom final de semana!

As mulheres do verão 2017 da Tory Burch

Na última quinta-feira a New Yok Fashion Week encerrou seus desfiles de verão 2017 com uma apresentação comentadíssima de Marc Jacobs, que fez uma coleção inspirada na cena clubber dos anos 90. A beleza e bom trabalho do desfile são incostentáveis, e nessa matéria aqui do FFW dá pra conferir quais foram os pontos-chaves dessa apresentação tão falada.

Só que nessa temporada americana, ainda que eu tenha ficado encantada com a apresentação de Marc Jacobs – e de Jason Wu, Rodarte e outros nomes dos quais sempre falo aqui no blog – o desfile que mais me chamou a atenção foi mesmo o da estilista Tory Burch, que criou uma coleção que começa inspirada no estilo de vida mais formal e corrido da costa leste dos EUA e, como se estivéssemos em uma viagem bem gostosa, desemboca no clima mais descolado e relax da costa oeste.

Ainda que a mudança de região seja feita de forma gradual nos looks apresentados, ficam bem evidentes as influências de que a estilsta se valeu pra traduzir o clima e o lifestyle desses lugares.

O estilo preppy dos colégios norte-americanos, por exemplo, aparece de um jeito bem sutil e bem belo no começo da coleção, com os casaquinhos de colégio, os sapatos com saltos baixos e os laçarotes. Eles aparecem como se fossem detalhes de uma roupa mais formal, mais elaborada, feita mesmo para uma mulher que tem uma vida profissional e social agitadas.

Além disso, ainda nessa primeira fase do desfile, – quando a história contada ainda transita por New York, Filadélfia e os outros estados da costa leste – afora as estampas e tecidos lindos, o que mais me chamou atenção foi a forma como todos esses elementos foram combinados na passarela. Mais até do que peças bem feitas, com ótimos cortes e caimentos, o acerto dessa coleção é a inteligência do styling, do jeito criativo de mostrar como é possível usar as roupas de diferentes maneiras.

Quando a costa oeste começa a surgir na passarela, parece até que uma brisa mais suave vem anunciando a sua chegada.

É bastante profissional e bonito o jeito como a elegância da primeira parte do desfile continua presente, mas agora em um clima mais boho, mais descontraído, mais leve. Saem as estampas navys e xadrezes, e entram os motivos geométricos.

Ainda que o colorido e a descontração sejam os dois grandes símbolos dessa nova mulher da coleção, o que ganhou mais minha atenção nessa parte foi a esperteza que alguns detalhes trouxeram para os looks, como os sapatos desenhados (que parecem ser de camurça) e os colares de pérolas enormes, que poderiam até parecer deslocados, mas que fazem sentido quando inseridos na proposta das peças.

Nessa “brincadeira” de mostrar em uma mesmo desfile dois estilos quase que opostos, indo de uma mulher mais formal para uma mulher mais relax, o que a estilista Tory Burch faz é unir o melhor de dois mundos, numa forma um tanto quanto estratégica de atingir não apenas diferentes tipos de mulheres, mas também de agradar a uma mesma mulher em momento diferentes do seu dia.

As estampas e as peças lindas continuam lá, mas além de contarem uma história que funciona de um jeito muito legal na passarela, elas abrem um leque bastante interessante para as vendas da marca. Não à toa, Tory Burch é uma verdadeira business woman, que foi além do mundo da moda e, desde 2013, vem expandindo seus negócios também para o mundo da beleza, com perfume, maquiagens, cosméticos e muito mais. A estilista, aliás, figurou na lista da Forbes desse ano como uma das 50 mulheres mais ricas e bem-sucedidas dos EUA.

Alguém, definitivamente, pra ficar – ainda mais – de olho.

26 músicas para os meus 26 anos

Esses dias, em uma conversa com o Diego, enveredamos por um assunto desses sem volta em qualquer papo que se preze: músicas que escutamos demais ao longo da vida e que nos marcaram de diferentes maneiras.

Foi assim que acabei apresentando “I started a joke” pra ele, um cover do Faith no More que me arrepia desde a primeira vez que eu o escutei, não só pela voz maravilhosa do vocalista, mas também pelo seu clipe, que tem um tom dramático que desde pequena já mexia comigo. E foi assim também que eu me lembrei de Vinte e poucos anos, e de Malandragem, e de Last Kiss… E de outras inúmeras músicas que foram importantes pra mim nesses meus 26 anos de vida.

Tenho que admitir que nem sempre elas tinham muito a ver com a fase que eu estava vivendo, afinal The Unforgiven II estreou na MTV quando eu tinha sete anos, e mesmo assim, sem entender toda a profundidade da letra, eu já achava aquilo incrível. Mas é fato que elas me marcaram. E marcaram tanto que achei que valiam um post.

Listei então 26 músicas, cada uma lançada em um ano da minha vida, (claro que com faixas adicionais porque foi impossível escolher só uma) que estariam no álbum de trilha sonora da minha história se por acaso ele existisse.

Juro que elas são legais e que vale a pena escutar cada uma. Depois me contem o que acharam (:

E mais: Vogue (Madonna), Pra ser Sincero (Engenheiros do Hawaií) e More than Words (Extreme).

E mais: Teatro dos Vampiros (Legião Urbana), Losing my Religion (R.E.M), November Rain (Gun’s Roses), Enter the Sandman (Metallica) e Alive (Pearl Jam).

E mais: Mentiras (Adriana Calcanhotto), Bizarre Love Triangle (Frente!), Se (Djavan), Tears in Heaven (Eric Clapton), Bed of Roses (Bon Jovi) e What’s Up (4 Non Blondies).

E mais: Cryin’ (Aerosmith), Creep (Radiohead) e Linger (The Cranberries).

E mais: Basket Case (Green Day), A Viagem (Roupa Nova) e Zombie (The Cranberries).

E mais: Wonderwall (Oasis), Piez Descalzos (Shakira), Fake Plastic Tree (Radiohead), Ironic (Alanis Morissette), Free as a Bird (The Beatles) e Don’t Speak (No Doubt).

E mais: Tão seu (Skank), I don’t want to wait (Paula Cole), Santeria (Sublime) e Lovefool (The Cardigans).

E mais: As long as you love me (Backstreet Boys), All around the world (Oasis), Os cegos do castelo (Titãs), Time of your life (Good Riddance) (Green Day) e Torn (Natalie Imbruglia).

E mais: I don’t want to miss a thing (Aerosmit), Ela disse Adeus (Paralamas do Sucesso), Iris (Goo Goo Dolls), Canção pra você viver mais (Pato Fu) e Resposta (Skank).

E mais: All Star (Smash Mouth), Learn to fly (Foo Fighters), Anna Julia (Los Hermanos), All the small things (Blink 182), She (Elvis Costello) e Miss you love (Silverchair).

E mais: Oops!…I did again (Britney Spears), Balada do Amor Inabalável (Skank), Natasha (Capital Inicial) e Regina Let’s Go (CPM22).

E mais: Survivor (Destiny’s Child)My sacrifice (Creed), Lady Marmalade (Christina Aguilera, Lil’ Kim, Mya and Pink), Segredos (Frejat), Wherever you will go (The Calling), A thousand miles (Vanessa Carlton) e Epitáfio (Titãs).

E mais: Sk8ter boi (Avril Lavigne), Misunderstood (Bon Jovi), Beautiful (Christina Aguilera), À sua Maneira (Capital Inicial), California (Phantom Planet) e Ragatanga (Rouge).

E mais: História de verão (Forfun), I miss you (Blink 182), Reptilia (The Strokes), Máscara (Pitty) e Formato Mínimo (Skank).

E mais: Take me out (Franz Ferdinand), Helena (My Chemical Romance), Somebody told me (The Killers), Boulevard of broken dreams (Green Day) e O Dia que não terminou (Detonautas Roque Clube).

E mais: Best of you (Foo Fighters), Um minuto para o fim do mundo (CPM22), Você sempre será (Marjorie Estiano), Na sua estante (Pitty) e Hey there Delilah (Plain White T’s).

E mais: Who knew (Pink), Chasing Cars (Snow Patrol), Fidelity (Regina Spektor), Young Folks (Peter Bjorn and John), 1997 (Hateen) e Open your eyes (Snow Patrol).

E mais: Umbrella (Rihanna) e Time to pretend (MGMT)

E mais: Mercy (Duffy), Sutilmente (Skank) e Tchubaruba (Mallu Magalhães)

E mais: Dog days are over (Florence and the Machine), Telephone (Lady Gaga feat Beyoncé) e Bad Romance (Lady Gaga).

E mais: Billionaire (Travie McCoy feat Bruno Mars) e Love the way you lie (Rihanna e Eminem).

E mais: Rolling in the deep (Adele), Someone like you (Adele), Price Tag (Jessie J), Born this way (Lady Gaga), Skinny Love (Bird) e The A team (Ed Sheeran).

E mais: I won’t give up (Jason Mraz) e We are young (Fun feat Janelle Monáe).

E mais: Do I wanna Know? (Artic Monkeys), Royals (Lorde), Mirrors (Justin Timberlake) e Get Luck (Daft Punk feat. Nile Rodgers & Pharrell).

E mais: Photograph (Ed Sheeran), Blank Space (Taylor Swift), Shake it off (Taylor Swift), Bad Blood (Taylor Swift feat. Kendrick Lamar), Bang Bang (Jessie J, Ariane Grande e Nicki Minaj) e Uptown Funk (Bruno Mars feat. Mark Ronson).

E mais: What do you mean (Justin Bieber), Love Yourself (Justin Bieber), Worth it (Fifth Harmony feat. Kid Ink), Can’t Feel my face (The Weeknd), Amei te ver (Tiago Iorc) e Drag me down (One Direction).

Bisous, bisous

Os cinco de julho

Todas as fotos desse post são do meu instagram @paulinhav ?

Eu já contei meio que por alto aqui no blog que até o final do ano quero mudar do apartamento em que tô. E isso por um monte de motivos, que vão desde ter mais espaço, até a questão da facilidade de locomoção pro trabalho e, claro, o bom e velho conforto.

Apesar de eu e o Di já termos visitado uma quantidade razoável de casas, ainda não achamos a ideal, aquela que a gente achou que valia a pena bater o martelo – o que obviamente não me impede de fazer alguns bons planos pra quando essa mudança acontecer. Contei sobre eles nesse post aqui, mas, de lá pra cá é engraçado como a ideia do cantinho de flores ganhou ainda mais força na minha lista de desejos.

Flores andam me fazendo mais bem do que de costume, nem que seja do jeito como elas aparecem na foto aqui de cima: em uma estampa de vestido que eu amo (e que daqui a pouco vai andar sozinho de tanto que eu uso) ou em uma rosa pink linda que ganhei como convite de um evento em que chamaram o blog.

Quero muito embelezar a casa nova com flores de tipos, cheiros e cores diferentes porque a sensação que eu tenho é que elas me abraçam assim que chego perto delas.

Em julho decidi ler o livro que a Shonda Rhimes lançou no ano passado, o The Year of Yes, e que chegou agora em 2016 no Brasil sob o título de “O ano em que disse sim”. O livro é uma espécie de biografia da Shonda onde ela conta sobre como foi seu ano de 2014, também conhecido como o ano em que decidiu dizer sim pra toda e qualquer oportunidade que pudesse surgir de interessante na sua vida pessoal e profissional.

De uma aparição no programa do Jimmy Kimmel até uma palestra na sua ex-universidade, ela decidiu topar o desafio de estar em todos esses eventos que sempre lhe soaram aterrorizantes, mas que agora serviam como uma forma de provar a si mesma que ela podia quebrar essa barreira.

Não é auto-ajuda (nada contra, claro, mas eu particularmente não sou uma pessoa que gosta de livros do gênero) e nem o tipo de livro cheio de autoelogios constantes. Mas é extraordinariamente bom. Bom de um jeito que me fez ficar mandando mensagens pras minhas amigas com pequenos trechos dele.

Sinto que especialmente quem é fã de Greys Anatomy vai amar a leitura (caso você não saiba, Shonda é a criadora da GA, Scandal e Private Practice, além de produtora executiva de How to get away with murder) e se apaixonar anda mais por essa mulher, que é um tipo um Midas da TV americana, transformando em ouro tudo que toca.

Dois amigos de Mogi vieram pra Bauru passar o final de semana e fazendo jus ao que todo mundo dessa foto aí gosta, fomos em um bar-gamer daqui, onde em cada mesa há um tipo de videogame diferente pras pessoas se divertirem. Mais do que uma simples reunião de amigos, esse fim de semana foi também a despedida do Pato, um desses amigos de Mogi, que agora em setembro tá se mudando pra Tóquio (!) sem previsão alguma de volta.

A mudança é gigante, claro, mas como ninguém quis dar um clima de adeus a esses dias, procuramos nos divertir do jeito que sempre fazemos: com muito jogos, o barzinho de que já falei, um cafezinho gostoso no meio da tarde, muita conversa jogada fora e uma mesa de bar.

Apesar da viagem pra Gramado ter sido em junho, algumas coisas de lá continuam muito presentes na minha vida. Uma delas é esse chocolate quente da Prawer que tem me acompanhado em muitos finais de semana, especialmente naqueles sábados preguiçosos quando o Diego acorda antes de mim e prepara duas boas xícaras dele pra gente tomar na cama, ainda debaixo das cobertas.

E ai, acordar assim é tão bom! É um jeito todo quentinho, acolhedor e gostoso de começar o dia, E eu sei que pode parecer bobo, mas isso faz uma diferença real na minha rotina, me dando muito mais disposição e força pra fazer as coisas.

Eu acho que já deu pra perceber que todas as minhas saidinhas com amigos quase sempre envolvem comida, né? A foto daqui de cima é só mais uma prova disso, já que eu, Ari, Bruna, Inaiá e Lucas fomos jogar conversa fora e comer um bocado em um lugar daqui de Bauru chamado Esquina do Pão de Queijo. O encontro foi uma delícia, especialmente porque se antes a gente se via quase todo dia, agora tá bem mais difícil reunir todo mundo em um mesmo lugar.O que me faz desejar ter em breve uma outra noite como essa.

 POSTS DE JULHO

Passeando por Gramado e Canela

Coleção Audrey Hepburn: Um Clarão nas Trevas

Os cinco de maio e junho

FILMES DE JULHO

  • O Homem de Palha | Robin Hardy {1973}
  • Conta Comigo {revisto} | Rob Reiner {1986}
  • Um Clarão nas Trevas | Terence Young {1967}
  • Sala Verde | Jeremy Saulnier {2015}

LIVROS DE JULHO

  • O Ano em Que Disse Sim | Shonda Rhimes
  • A Herdeira | Kiera Cass

TEXTOS MEUS EM OUTROS LUGARES

Cinco livros de história da moda para ler já!

As mulheres nas séries: cinco personagens cheias de estilo

Bisous, bisous