Na última sexta-feira, 07/11, acabou que o compromisso que eu tinha em São Paulo terminou bem mais cedo do que eu pensava, e como eu tava li perto do parque Parque Cândido Portinari (que é integrado ao Parque Villa-Lobos), não tive dúvida: chamei um táxi e corri para o SPFW!

Assim, pelo menos, dava pra dar uma espiadinha na cenografia dessa edição e dar uma abraço apertado em algumas amigas (tão bom rever Lets e Má Espindola!) de que tava com muita saudade. E, de quebra, deu tempo ainda de ver o desfile da Acquastudio, que tava muito lindo e inspirador, e que tinha como tema da coleção a arte barroca mineira <3

Aproveitei então que estava por lá e bati algumas fotos de lugares off passarela que também mereceram destaque nessa edição. Na real, mesmo tendo uma saudade giga da Bienal do Ibirapuera (acho mesmo lá o lugar mais apropriado para o SPFW, não só porque a Bienal é linda, mas também por questões estruturais mesmo, de divisão de salas de desfiles e funcionamento do evento), achei a cenografia dessa edição a mais bonita desde 2011 – quando comecei a visitar a semana de moda de São Paulo. Quem fez toda a “decoração” foi o arquiteto Marko Brajovic, que nunca tinha trabalhado antes para o evento, mas que fez uma estreia arrasadora. Pegando como inspiração a Bauhaus, todas as áreas, decorações e instalações do SPFW apresentavam linhas e formas exploradas pelo movimento, numa tradução muito bacana e original feito pelo artista.

Selecionei então algumas dessas fotos pra postar aqui, contando um pouco sobre cada um desses cantinhos, e, ainda essa semana, subo um outro post sobre a SPFW mais focado de fato nas passarelas, mas também um pouco diferente do que eu tô acostumada a fazer por aqui. Aguardem 😉

A “praça de alimentação” dessa edição foi aproveitada de uma maneira muito legal e se transformou em um dos espaços mais bacanas e decorados! Toda em estilo food trucks, haviam comidas e bebidas de diferentes tipos espalhados pelo lugar. Os preços tavam salgados, como em todas as edições do SPFW, mas o crepe de parma com brie que comi tava uma delícia (paguei R$20,00) e valeu o investimento haha (gordinha mode on). Além dos crepes, tinha também milk-shakes, cachorros-quentes, sucos orgânicos, paellas e vinhos.

Um pouco dos corredores propriamente ditos…

Quem não entra na sala de desfile, consegue assistir a apresentação mesmo assim, em um telão que passa ao vivo tudo o que rola nas salas. Aqui tinha um pessoal assistindo o desfile da 2nd Floor, o primeiro do último dia de SPFW. O telão ficava na área do Boticário (o Boticário também tem um lounge, assim como algumas revistas e patrocinadores do evento), que além dos sofás e cadeiras espalhadas para o pessoal que tava por lá, ainda disponibilizava serviço de maquiagem e esmaltação de graça.

O FFWSHOP é uma pop-up store que rola em toda edição do SPFW e sempre tem coisas lindaaas de morrer! Livros, quadros, roupas, itens de decoração, esculturas e tudo que você puder imaginar, em uma curadoria incrível. É sempre um lugar que quando vou, saio apaixonada por milhares de coisas.

E aqui um último acontecimento que não foi off passarela (o vídeo e as fotos são do desfile da Acquastudio que comentei lá em cima), mas que merecia muito entrar no post porque realmente foi muito inspirador. Apesar do barroco mineiro ser um tema até que já bem manjado em desfiles nacionais, a proposta da Acquastudio foi linda e conseguiu algo dificílimo: trabalhar apenas com uma cor em todo a coleção. Todos os looks, detalhes e acessórios eram dourados e foi lindo ver o choque produzido entre os vestidos volumosos, cheios de pedras e bordados, com os tênis pesadões usados pelas modelos. Uma coleção radiosa e muito bela.

Bisous bisous e até logo com mais post sobre o SPFW! 😉