“A marca surgiu há alguns vários anos no meu coração, mas eu, como qualquer pessoa “cética” demais, reprimi este sonho, com medo de todos os passos que eu precisaria dar para que ela começasse. Mas este sonho voltou de forma efetiva este ano, em março. Percebi que era um desperdício ouvir a voz assombrosa do medo e resolvi dar um tiro no escuro.”Foram essas as primeiras palavras de Isabella Rabello, dona e diretora criativa da Vaiôla, quando conversávamos sobre o surgimento da marca. Com poucos meses de vida, mas com muita vontade de trazer algo especial para o mercado, não demorou muito pra Vaiôla – que no comecinho ainda trabalhava com revendas, mas hoje apresenta um trabalho 100% autoral – nascer e conquistar um público cada vez maior. “Foi tudo se alastrando e tomando proporções inimagináveis. Em menos de uma semana eu já estava mandando pedidos para vários estados, para pessoas que não conheço. Depois que elas recebiam as peças, elas voltavam para comprar mais e com mais pessoas, e assim tudo foi fluindo, no boca a boca, da melhor maneira possível.”

Com vontade de trazer uma cara fresca pra moda brasileira (e para o público feminino), a Vaiôla aposta em itens quase exclusivos, com poucas peças de cada modelo.  As saias midi estruturadas, as camisas e as peças em tricô já são seu carro-chefe, mas a cada novo artigo, a marca vem consolidando seu estilo e seu público-alvo: mulheres que não querem ser mais uma na multidão.

Ajudando a Isa nessa empreitada, há uma pequena, porém bela equipe, em sua maioria composta por amigos, todos extremamente competentes e profissionais. Cada uma dessas pessoas tem uma função muito bem definida no processo de produção das peças, colocando todas as engrenagens pra funcionar até chegar ao produto final idealizado pela Isabella. “Conto com meu marido para a administração e logística; a Laura começou como única costureira e hoje me ajuda botando no tecido tudo o que eu imagino para mandarmos à oficina; meu cunhado Felipe tira quase diariamente as fotos dos produtos e a Mari Devito é nossa profissional de beleza. Ela cuida direitinho das modelos, que também são amigas minhas.”

A ideia inicial de cada peça, parte, no entanto, da própria Isabella, que busca inspiração nas ruas, nas revistas de moda e na TV para o processo de criação. Ela rapidamente coloca no papel todo o conceito da roupa, ainda em forma de texto, e depois de pesquisar mais referências e definir cada detalhe, passa todas as informações para a Laura – ou “Santa Laura”, como a chefe de produção e modelagem é carinhosamente chamada. “Ela me incentiva, põe meus pés no chão e faz uma peça piloto. A partir daí a mágica acontece.”

Desde que embarcou nessa empreitada, a dona da Vaiôla percebeu, no entanto, que nem tudo sempre são flores e que trabalhar com o mercado de moda (especialmente no Brasil) ainda é complicado. “Nem sempre é fácil. Percebo que uma moda acessível, infelizmente, tem algumas restrições quando o assunto é modelagem e tecido, mas faço de tudo para aquilo sair do papel e criar vida.”

A vontade de transformar todos esses sonhos e ideias em realidade é tão grande que ainda que a ficha do sucesso da Vaiôla esteja caindo aos poucos, Isabella já tem muitos planos pela frente. “Tenho muitos, muitos sonhos! Quero crescer, amadurecer no mercado e atender outros públicos (começando pelo plus size). Quero ser feliz quando penso no que faço. E, por hora, estou sendo, e muito…”

Tenho certeza que os consumidores da Vaiôla também, Isa 😉

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Bisous, bisous