Todas as fotos desse post são do meu instagram, @paulinhav

Minha coleção de cartões-postais com 100 capas icônicas da Vogue US

No começo do ano passado, como presente de aniversário, ganhei da minha irmã uma coleção de cartões-postais da Penguim com as imagens das 100 capas mais icônicas da Vogue US. É claro que eu pirei muito com esse presente, e desde então guardo essa caixinha como uma relíquia – tenho zero de vontade e coragem de realmente usar as imagens como cartões-postais e sair mandando pros outros #souapegada. Ao mesmo tempo, no entanto, acho triste pra caramba deixar todas essas imagens maravilhosas guardadas em uma caixa. Eu queria tudo isso à vista aqui em casa, mas como deixar as 100 fotos espalhadas pelo apartamento tá fora de cogitação, decidi escolher três pra mandar emoldurar e colocar na sala, fazendo companhia para a fotografia que comprei da Babi. Só que, assim como comentei no instagram, se a expectativa era de escolher três, a realidade é que não consegui eliminar nenhuma depois que escolhi essas 15 capas. Muita gente deu sua opinião sobre quais as três mais legais pra emoldurar, mas eu ainda não me decidi. Alguma sugestão? 😀

And all that jazz!

No jazz, estamos dançando a música You can’t stop the beat do filme Hairspray, e eu sinceramente não sei do que gosto mais: se desse filme, se do clipe, (que é de uma cena do filme) ou se de dançar loucamente essa música.

“I was lost ‘til I heard the drums, then I found my way
‘Cause you can’t stop the beat”

Momento gordice

Tô em uma fase de petit gateaus! haha E claro que tem outras milhares de sobremesas que eu amo,  mas de uns tempos pra cá ando meio viciada nessa combinação maravilhosa de sorvete com bolinho de chocolate (bem recheado, de preferência). Esse daqui da foto é de uma sorveteria super antiga daqui de Bauru chamada “Mônica”, mas o meu preferido mesmo por enquanto é um que provei no Fran’s Café. Se alguém aí tiver alguma outra indicação de restaurante/cafeteria/sorveteria, etc com um petit gateau gostoso, por favor, deixa aqui nos comentários!

Pôr-do-sol no lago

No comecinho do mês passado fui passar o carnaval na minha cidade natal, Leme. Como meus amigos tavam viajando (fuén), e eu não sou de pular Carnaval, – apenas adoro acompanhar os desfiles das escolas de samba pela TV e morroo de vontade de um dia assistir os desfiles do Rio ou de São Paulo pessoalmente – aproveitei pra ficar em casa lendo, comendo, vendo filmes e adiantando alguns freelas. Enfim, fato é que no meio dessa hibernação toda, só saí para ir ao cinema com minha mãe em um programa bem Gilmore Girls (fomos assistir “A Menina que Roubava Livros”) e também fui correr com meus pais em um lago que fica perto de casa. Como tava no finalzinho da tarde, de quebra eu ainda assisti o pôr-do-sol. Parece meio besta falar isso, mas a vontade que deu em mim foi de levantar e bater palmas quando ele terminou, de tão lindo que foi o espetáculo.

Um amor que atende pelo nome de jogos de tabuleiro

Eu sou completamente apaixonada por jogos, em especial os de tabuleiro. Lembro que quando era pequena (e sempre ganhava roupas, bonecas ou algo do tipo nos aniversários e natais), eu quase pirei de alegria quando ganhei um jogo de presente da minha madrinha. Era tudo que eu queria. Hoje em dia, tem alguns jogos de tabuleiro aqui em casa, alguns vários outros na casa de amigos (como esses da foto) e alguns que tão em Mogi, na casa do namorado. São todos “jogos da turma”, que foram sendo adquiridos ao longo desses quase cinco anos e que sempre que a gente se reúne são prontamente jogados.

Bisous, bisous!