Sobre a trilha sonora de Life is Strange

Sexta-feira terminei de jogar Life Is Strange, jogo de cinco episódios da Dontnod Entertainment que fez um sucesso bastante estrondoso quando foi lançado em 2015.

Life is Strange

Ainda que eu tenha achado a história do jogo incrível e tenha ficado bastante impressionada com a forma como a questão “viagem no tempo” foi tratada, – quase sempre bem problemática e facinha de cair em furos – esse post aqui não se trata de um review de Life is Strange. Aliás, pra quem quiser saber mais sobre a história, personagens e desenrolar da trama, ficam aqui os reviews que o Critical Hits fez dos cinco episódios do jogo: Chrysalis, Out of Time, Chaos Theory, Dark Room e Polarized.

O que eu queria mesmo era falar era da trilha sonora da história, que me chamou tanta, mas tanta atenção, que antes mesmo de terminar o jogo eu já tinha pulado para o Spotify para descobrir que músicas eram aquelas.

Vale dizer que um dos pontos que achei mais interessantes na trilha sonora (além da própria escolha inusitada das canções), foi a forma como elas foram introduzidas em cada capítulo. Há cenas em que elas tocam apenas no pano de fundo do que estamos observando, mas há cenas também – e é aí que a mágica acontece – em que as músicas são de fato ouvidas pela Max, a protagonista da história.

Assim como muitos outros adolescentes da sua idade, Max gosta de escutar música, e seja em um aparelho de som no quarto de sua amiga ou através de fones de ouvido que ela coloca enquanto anda de ônibus, ela ouve algumas canções que dão ainda mais impacto para a trama.

Entre os artistas que compõem a trilha sonora de Life is Strange estão Bright Eyes, banda bem indie rock, cheia de musiquinhas gostosas que a gente não cansa de escutar; a dupla canadense Angus & Julia Stone, que são irmãos e tem uma sonoridade bem diferente do que eu tenho costume de ouvir, e os meninos do Syd Matters, que talvez sejam as grandes “estrelas” dessa trilha. Com duas músicas na soundtrack, To All of You e Obstacles, eles são os grandes responsáveis por ditar o tom do jogo nesse aspecto musical, sempre com as canções tocando em momentos cruciais da história.

Um fato curioso que eu não pude deixar de notar é que o Syd Matters, ainda que cante em inglês, é uma banda francesa, assim como a própria Dontnod Entertainment. Achei bastante cuidadoso e legal eles terem tido a preocupação de trazer uma banda de lá como “protagonistas” dessa trilha (e não um grupo americano ou inglês, como é sempre tão comum).

Life is Strange

Pra quem ficou curioso sobre a trilha, aqui em cima vocês escutam a soundtrack dele no Spotify, e pra quem ficou com vontadezinha de jogar Life is Strange, o jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC/Mac.

Beijos e até a próxima

Os 100 anos do All Star

{para escutar durante o post} ?

A Converse Inc., empresa que hoje em dia é subsidiária da Nike, foi fundada lá no longínquo ano de 1908, em Boston, Massachusetts. Só que a história que a gente vai contar aqui nesse post começou um pouquinho depois disso, em 1917, época em que a Converse ainda era uma modesta produtora de borracha e resolveu adentrar o mercado calçadista. Para isso, eles lançaram um tênis bastante especial, diferente de tudo o que havia no mercado e que se chamava All Star Chuck Taylor. O primeiro modelo de All Star da história.

Os 100 anos do All Star

Quando o Chuck Taylor foi lançado, o público-alvo que a Converse queria atingir eram os jogadores de basquete norte-americanos. O motivo principal é que esse esporte era um dos que mais crescia e ganhava prestígio no país, o que, por consequência, demandava cada vez mais roupas, calçados e acessórios específicos para sua prática. Assim, o Chuck Taylor nasceu com “tudo” o que era preciso para agradar a esses atletas: era feito de lona, tinha um solado mais grosso do que os tênis normais e possuía ainda uma biqueira de borracha, detalhes que garantiam mais flexibilidade dentro das quadras.

O nome Chuck Taylor, inclusive, não nasceu junto com o tênis. Ele foi batizado assim apenas em 1934, depois que o jogador de basquete Charlie Hollis Taylor, o “Chuck Taylor”, como era conhecido, virou uma espécie de garoto-propaganda da marca de maneira não proposital.

Chuck era um verdadeiro fã do All Star e a Converse, por sua vez, não perdeu tempo em integrá-lo ao seu time. Graças a ele, o impacto causado na divulgação do tênis foi gigantesco, e o modelo acabou não apenas ganhando seu nome, como ainda o próprio Chuck foi responsável por desenvolver melhorias no calçado ao longo dos anos.

Juntos, assim, jogador e tênis viraram uma verdadeira febre nos EUA.

Os 100 anos do All Star

O All Star Chuck Taylor nasceu em versão única, preta e branca, e só foi ganhar um modelo inteiro branco já na década de 40. Já os modelos sneakers (esses com cano baixo, igual ao que eu estou usando nas fotos) só surgiu nos anos 60, junto de diversas modificações de materiais que a Converse resolveu implementar no calçado.

Foi a partir daí, principalmente, que o “tênis do basquete” começou a sair das quadras e ganhar outros pés, indo para dentro das casas, para as ruas e até para o trabalho.

Ao longo dos anos, esse novo mercado foi se tornando cada vez maior e mais apaixonado pelo All Star, especialmente por essa ideia que se criou em torno do tênis de que ele é um item descolado, cool, quase underground. James Dean, Joey Ramone e mais tarde Kurt Cobain, – que nunca tiravam seus All Star dos pés – ajudaram a construir essa imagem de juventude e rebeldia do calçado. Imagem que, inclusive, continua a repercutir mesmo com as novas gerações.

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Para comemorar os 100 anos do lançamento do Chuck Taylor, a Converse lançou uma campanha em março chamada “Forever Chuck”, com três vídeos sobre a história e importância do All Star.

Aqui dá para conferir o primeiro, o segundo e o terceiro vídeo da série.

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Os 100 anos do All Star

Todas as fotos desse post foram batidas na última manhã de domingo pela querida Ariane Silva, que também fez as fotos do último shooting daqui do blog. Aos poucos tô perdendo mesmo a vergonha de fotografar e espero que rolem mais alguns ensaios ainda esse ano. Vocês tão gostando?

Beijos e até a próxima

A infância sob o olhar de Stephen King

Há umas três semanas comecei a ler “It – A Coisa” do Stephen King.

Levando em conta que passei grande parte da minha infância dentro da biblioteca da minha cidade lendo histórias escritas por ele e por Agatha Christie, eu diria que essa não é a primeira vez que me pego com um sorriso no canto da boca enquanto leio mais uma de suas páginas. Não é a primeira vez que vejo essa capacidade incrível que o King tem de criar personagens extremamente complexos que só tendem a ganhar mais nuances conforme a história se desenvolve. Personagens que, sabe-se lá como o King faz, ganham vida diante da gente, quase como se pudéssemos senti-los.

Só que apesar de tudo isso, de já ter passado por essa experiência outras vezes, essa é a primeira vez que leio King depois de adulta (ao menos no que diz respeito ao número de aniversários que já passei, porque adulta mesmo acho que nunca vou me sentir) e consigo enxergar algumas coisas dentro da sua história que antes eu não via. Ou via, mas exatamente por ser criança, não me levavam a fazer o tipo de análise que faço hoje em dia.  

Um retrato da infância sob o olhar de Stephen King

Foto do meu instagram @paulinhav

É bem sutil, mas está lá, em toda página que você vira: Stephen King trata a infância de uma maneira até mais verdadeira e profunda do que nós a tratamos na vida real.  

Ele cria universos onde crianças têm complexidade e relevância, onde elas podem ser boas ou cruéis, mesquinhas ou generosas, frias ou sentimentais. Universos onde crianças têm voz, sentimentos profundos e ações que podem mudar todo o percurso de uma história – da mesma forma que elas têm aqui fora, mas que, ironicamente e diferente da ficção, a gente parece não levar em conta.

Um retrato da infância sob o olhar de Stephen King

É óbvio que na infância falta maturidade e tudo aquilo que felizmente ou infelizmente a gente só adquire com o passar dos anos (lembram que falei que só consegui reparar em alguns detalhes da escrita do King agora mais velha?). Mas olha, sobra tanta coisa em compensação… E não são coisas simples, como às vezes a gente parece achar.

Por exemplo, sempre me incomoda quando vejo alguma criança com um problema e alguém dizendo “ah, mas não precisa se preocupar. É só uma criança, isso aí logo passa”. Mas será que passa mesmo? Eu penso na minha infância e nas lembranças que carrego dela, e fico com essa sensação de que basta eu fechar os olhos para que algumas cenas voltem com total intensidade. Para que eu sinta de novo algumas coisas que vivi, e lembre o quanto algumas coisas me machucaram e outras me deixaram feliz de um jeito que parecia não haver nada maior do que aquilo.

A infância é um período da nossa vida que nos constrói. É nela que descobrimos o começo do que é o mundo. Não é algo simples nem pequeno, é bastante avassalador, na verdade. E assusta muito pensar que é comum crianças serem tratadas com insignificância, especialmente porque banalizamos repetidas vezes as coisas que elas sentem e agimos como se pudéssemos controlar tudo o que elas vivem. Uma dica: a gente não pode.

Devemos ser ótimos pais, irmãos, avós, tios e servir como um guia para elas. Temos uma responsabilidade gigante nisso tudo. Mas acho que é importante entendermos que elas também têm sua própria voz e irão passar por suas próprias experiências. São pessoais reais, de carne e osso ali, não alguém que apenas moldamos.

Eu lembro da criança que fui e vejo as crianças que encontro nas obras do King e penso que por algum motivo a gente parece esquecer de toda essa profundidade quando cresce. Não sei porquê, e nem acho que é uma coisa simples de se entender, mas acontece. E fico feliz que pelo menos alguém lembre disso, e coloque em palavras, em histórias que serão levadas adiante. A criança que um dia eu fui, agradece.

TAG: 50 perguntas sobre Harry Potter

Quando se trata de Harry Potter eu sempre terei 12 anos, estarei esperando minha carta de Hogwarts chegar e direi aos quatro cantos, sem vergonha alguma, que essa série mudou minha vida. Porque essa é a mais pura verdade.

Para mim e para grande parte das pessoas da minha geração, Harry Potter foi muito importante. Foi algo que nos uniu, algo que fez muitos de nós passarem a se interessar por literatura e algo que nos mostrou como histórias, – mesmo as de fantasia, mesmo as que falam sobre bruxos e bruxas – podem nos ensinar tanto e com tanta intensidade sobre a vida real.

E é por cauda disso tudo e porque na semana passada Harry Potter e a Pedra Filosofal completou 20 anos de lançamento (!) que eu quis responder essa tag aqui, com 50 perguntas sobre HP. Achei ela em vários blogs diferentes, então não sei quem de fato a criou, mas se por acaso você aí for o responsável ou souber quem foi, deixa nos comentários que eu atualizo o post. Combinado?

Ps: contém spoilers :p

TAG: 50 perguntas sobre Harry Potter

1. O melhor livro

Essas é das perguntas mais cruéis que alguém poderia fazer a uma fã de HP, mas eu não poderia deixar de responder “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”.

2. Personagem favorito

Hermione. Hoje e sempre.

3. Cena preferida de Harry Potter e a Pedra Filosofal

Existem várias cenas que eu amo, mas acho que a a minha preferida é a da primeira vez que Harry vai ao Beco Diagonal. Aquele momento em que Hagrid precisa dar as batidinhas certas nos tijolos para a passagem se abrir, e de repente Harry se vê naquele lugar, me emocionam toda vez que leio o livro.

4. Local preferido

Hogwarts, sem dúvida alguma.

5. Se você fosse um animago, em qual animal se transformaria?

Uma gata preta.

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6. Melhor vilão

A gente só descobre mesmo que ele não é um vilão no último livro, então até lá Snape me assustava mais até do que o próprio Voldemort, especialmente por ser um personagem tão complexo e que estava presente diariamente na vida do Harry. Um medo mais “real”, digamos assim.

7. Cena preferida de HP e a Câmara Secreta

O momento em que Harry entra no diário de Tom Riddle e descobre  que foi Hagrid que abriu a Câmara Secreta pela primeira vez (informação que mais tarde a gente vai saber que é mentira, mas que me deixou com o coração na boca a primeira vez que li).

8. O melhor filme

Harry Potter e o Cálice de Fogo.

9. Qual personagem que morreu, e você queria que tivesse sobrevivido?

Snape

10. Quem você prefere: Harry, Ron ou Hermione?

Hermione <3

11. Cena preferida de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Essa é uma pergunta bastante complicada porque eu sou apaixonada por esse livro/filme. Amo todas as cenas que envolvem o Mapa do Maroto, Sirius Black e o Vira-tempo que Hermione usa durante esse ano letivo, mas acho que a mais bela de todas para mim ainda é a de Harry conjurando pela primeira vez seu patrono. É uma cena linda, poderosa, que me deixe meio hipnotizada toda vez que assisto.

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12. Qual livro mais te emocionou?

Harry Potter e o Cálice de Fogo

13. O final de qual personagem você mudaria e como seria?

De cara pensei em responder Sirius Black nessa pergunta, mas pensando um pouquinho melhor, percebi que por mais que eu tenha sofrido horrores com a morte do personagem, ela era necessária para a história naquele momento e para o desenrolar dos fatos em seguida. Pensando assim, acho que pouparia Remo Lupin, outro personagem que eu amo de paixão e que se continuasse vivo poderia servir como uma figura paterna para o Harry. Além disso, isso significaria também fazer com que o pequeno Ted Lupin não ficasse órfão, já que sua mãe (e esposa de Remo) morreu junto com seu pai.

14. Qual posição você jogaria no Quadribol?

Artilheira.

15. Qual personagem que sobreviveu, mas você gostaria que tivesse morrido?

Morrer é uma palavra muito forte, né? O eu queria mesmo era alguma punição pesada para o Lucio Malfoy. Ele é um personagem muito desprezível e teve um final bastante ok, coisa que até hoje eu não entendo direito.

16. Cena preferida de HP e o Cálice de Fogo

Tanto no livro quanto no filme eu amo todas as cenas que envolvem o Torneio Tribuxo, mas acho que a morte de Cedrico Diggory foi uma das mais chocantes de toda a série pra mim. É ali que o tom da história muda, é ali que qualquer partezinha mais cômica e divertida de HP é posta completamente de lado e o enredo se torna cada vez mais sombrio.

TAG: 50 perguntas sobre Harry Potter

17. Qual filme mais te emocionou?

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II

18. Jogador preferido de Quadribol

Antes de tudo queria dizer que eu amo o Harry e amo quadribol, então espero que vocês não me matem por contar que eu achava que Harry tinha sempre uma sorte descomunal em relação a pegar o pomo de ouro. Acho que por isso sempre gostei mais dos gêmeos Weasley nesse esporte…

19. Qual livro você leu mais vezes?

Harry Potter e a Pedra Filosofal

20. Qual casa Hogwarts você pertenceria?

Grifinória

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21. Cena Preferida de HP e a Ordem da Fênix

Não é a preferida porque é a que mais gosto, mas é a preferida porque é a de maior intensidade e tristeza: a morte de Sirius Black. Eu acho bonita a cena desde o começo, quando a Ordem da Fênix chega para salvar parte da Armada de Dubledore, culminando com a morte de Sirius. E preciso fazer uma menção especial aqui pra dizer que todas as cenas desse filme em que Helena Bonham Carter aparece como Bellatrix Lestrange são apenas sensacionais.

 22. Qual é o seu professor preferido?

Minerva Mcgonagall

23. Que destino você daria a Draco Malfoy?

Pra ser sincera, eu acho que eu não mudaria em nada o fim de Draco na história. Eu gostei da forma como os acontecimentos se desenrolaram e achei bem interessante J. K. fazer questão de mostrar Draco e seu filho anos depois no epílogo da série.

24. Qual filme você assistiu mais vezes?

Harry Potter e a Pedra Filosofal

25. Personagem que poderia não existir que não faria falta nenhuma

A Sibila Trelawney, professora de Adivinhação. Acho até que ela precisaria existir porque isso faz diferença pra história, mas isso não me impede de achá-la uma personagem bem mais ou menos.

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26. Personagem que só aparece nos livros, mas você gostaria de ter visto nos filmes

Vou roubar um pouquinho aqui e responder dois personagens. O primeiro é Carlinhos, o filho da família Weasley que estuda dragões na Romênia, e o segundo é a elfa Winky, que vivia bêbada em Hogwarts e que nem sequer é citada nos filmes – mesmo sendo um dos principais motivos que levou Hermione a criar o Fundo de Apoio à Libertação dos Elfos.

27. Personagem que é exatamente nos filmes como você imaginou nos livros

Dobby

28. Cena preferida de HP e o Enigma do Príncipe

A cena em que Snape mata Dumbledore é uma das mais marcantes de toda a série pra mim. O momento em que Alvo olha pra Snape e diz “Please, Severus” assume um significado tão diferente, tão maior quando entendemos a história dos dois mais adiante, que eu me emociono toda vez que lembro dessa fala.

29. Matéria preferida ensinada em Hogwarts

Defesa Contra as Artes das Trevas

30. Se pudesse possuir uma das Relíquias da Morte, qual seria?

A Capa da Invisibilidade

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31. Qual forma teria seu patrono?

Águia

32. Intérprete favorito

O mestre Alan Rickman

33. Melhor adaptação

Eu acho todos os livros de HP muito bem adaptados para o cinema, mas Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban é o melhor pra mim, especialmente pela forma como os dementadores foram retratados no filme.

34. Cena preferida de HP e as Relíquias da Morte – parte 1

É uma cena meio bobinha, mas que no livro eu sempre achei muito divertida e que no filme ficou ainda mais engraçada: a transformação de sete membros da Ordem da Fênix em Harry, numa tentativa de confundir os comensais da morte sobre qual seria o verdadeiro garoto.

35. Time de Quadribol preferido

Confesso que não conheço muito dos times de Quadribol… Mas se valer,  nos jogos de Hogwarts eu sempre torcia pra Grifinória :p

TAG: 50 perguntas sobre Harry Potter

36. Qual lembrança você usaria para produzir um patrono?

As lembranças das minhas viagens e a felicidade de conhecer tantos lugares, culturas e pessoas diferentes.

37. Se você pudesse escolher um feitiço, apenas um, para usar sempre que quisesse, qual seria?

Desaparatar! Seria a maneira mais rápida e econômica de conhecer todos os lugares do mundo que tenho vontade.

38. Criatura mágica preferida

Hipogrifo

39. Qual das criaturas que Hagrid teve, mais te dá medo?

Aragogue

40. Cena preferida de HP e as Relíquias da Morte – parte 2

Como é o último da saga, esse filme acaba sendo bastante denso e tendo várias cenas significativas, que além de importantes pra história, foram muito emocionantes. Mas, acho que de fato a que mais me tocou foi a de Harry vendo as memórias de Snape na penseira. O momento em que descobrimos a verdade por trás de tudo o que Snape fez é muito forte e muda (pelo menos em mim mudou) grande parte das coisas que acreditávamos como certas na série. É nesse momento também que uma das falas mais bonitas do filme é mostrada, quando Dumbledore, se referindo a mãe de Harry, pergunta para Snape “After all this time?” e ele responde “Always” <3

41. Se você tomasse a poção polissuco, em qual personagem da saga você gostaria de se transformar?

Alvo Dumbledore, para poder ter acesso a todos os documentos e lugares escondidos de Hogwarts.

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42. Sua loja preferida em Hogsmeade

Se estivermos falando só de lojas eu com certeza fico com a Dedosdemel, mas se for pra pensar em todos os estabelecimentos de Hogsmeade, ainda prefiro o Três Vassouras.

43. Qual dos marotos é o seu preferido?

Eu amo Sirius (acho que já deu pra perceber), mas dentro da história dos marotos, tenho um sentimento muito especial pelo Lupin

44. Personagem que, para você, faz toda a diferença na história

Snape

45. Melhor apanhador: Harry Potter ou Vítor Krum?

Harry Potter

46. Personagem que você não gostaria de ser

Peter Pettigrew

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47. Se Harry Potter não tivesse participado do Torneio Tribuxo, para quem você torceria?

Cedrico Diggory

48. Qual dos comensais da morte é seu preferido?

Bellatrix Lestrange, uma das personagens mais doidas e complexas de toda a série.

49. O Profeta Diário ou O Pasquim?

O Pasquim

50. Qual seria a continuação que você daria a Harry Potter?

Nenhuma! Eu ainda não li Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (e espero mesmo que quando ler, goste bastante), mas acho muito bonita, muito certa a maneira como a série terminou. Apesar de amar a história e sentir muita saudade dela, acho que tá tudo bem ela ter chegado ao seu fim dessa forma.

E é isso. Beijos, beijos e fiquem à vontade pra responder a tag também :)

Wishlist literária

Fazia um tempo que eu não falava das minhas wishlists por aqui, e como junho tá sendo um mês em que vários livros tem me chamado atenção e me deixado com vontade de lê-los em breve, achei que nada mais justo do que falar um pouquinho sobre cada um deles. Então, vamos lá.

Wishlist literária

 

  • Quinze Dias – Vitor Martins

Acompanho o canal do Vitor Martins já faz algum tempo, e por algum motivo que nem eu sei explicar bem o porquê, sinto que vou me identificar muito com esse livro que ele escreveu e que acabou de ser lançado pela Globo Alt.

Eu gosto muito da forma como o Vitor pensa e se expressa, com o tipo de literatura que ele consome e recomenda, e com tudo o que ele faz lá no seu canal. E ainda que escrever um livro não se compare em nada com tudo isso que eu falei, eu acredito que ele é o tipo de pessoa que não tá escrevendo apenas por escrever, mas que tá de fato entregando um trabalho em que investiu tempo, dedicação e uma boa dose de criatividade, sabem? Como eu disse, não sei explicar bem porque acredito tanto nisso, mas o que com certeza sei dizer é que a sinopse da história é bem gracinha e que a capa do livro desenhada pelo próprio Vitor é tão linda que me deixou com ainda mais vontade de ler essa história.

  • Sobre a escrita – Stephen King

No momento estou lendo um outro livro do King, “It – A Coisa”, e acabei parando pra pesquisar um pouco sobre a vida do autor e algumas de suas obras. O fato é que desde então eu não consigo não me surpreender com a quantidade absurda de livros que ele escreveu, especialmente porque grande parte deles tem ótimas críticas, geraram outros vários produtos como filmes e séries e, em alguns casos, chegaram até a se tornar o que chamamos de “clássicos”. Ou seja, um autor que, gostando ou não do tipo de literatura que produz, precisamos aceitar que tem sim algo de especial.

Foi assim que “Sobre a escrita” acabou parando na minha wishlist. O livro é uma mistura de biografia do Stephen King com a importância que a escrita adquiriu na sua vida, e por mais que alguns amigos já tenham me dito que o livro tem lá suas partes egocêntricas, eu continuo muito, muito curiosa sobre o que vou encontrar nele. Não espero nenhuma fórmula pronta de “como sentar a bunda na cadeira e escrever” (até porque isso é meio autoexplicativo), mas espero entender pelo menos um pouco dessa motivação pela escrita fascinante que o King tem.

  • Ninguém vira adulto de verdade – Sarah Andersen

Eu sou fã confessa das tirinhas da Sarah Andersen e desde que folheei esse livro na livraria, não consegui mais desgrudar da cabeça esse pensamento de que preciso sentar, passar um café e ler esses quadrinhos de cabo a rabo.

A Sarah fala (e ilustra) de maneira muito divertida temas pertinentes e reais dessa chamada ~vida adulta~, e a gente fica com aquele sentimento de achar que todas as tirinhas delas foram feitas especialmente pra gente, porque é tudo muito igualzinho a nossa vida, aos nossos dramas, as nossas incertezas. Alguém que entende – muito bem – que crescer não é nem um pouco fácil.

  • As águas vivas não sabem de si – Aline Valek

Já faz um bom tempo que acompanho o trabalho da Aline Valek aqui nesse mundo mágico da internet, tanto em textos soltos que ela escreve por aí, quanto no Bobagens Imperdíveis, uma newsletter linda que ela criou faz três anos e que, agora em 2017, se transformou numa zine que chega todo mês aqui em casa.

Eu adoro a escrita da Aline, além dos assuntos nada convencionais que ela pensa e transporta pro papel, e desde que descobri “As águas vivas não sabem de si”, livro que ela lançou já tem um tempinho, fiquei com vontade de trazer mais esse trabalho dela aqui pra casa. A história do livro é, – como não poderia deixar de ser um trabalho da Aline – maravilhosamente fora da caixinha, apostando em um tipo de ficção que quase não tem espaço aqui no Brasil e que merece muito ser valorizada. Tô doida pra ler!

  • Tetralogia Napolitana

Tá, vou ser sincera. Eu sei bem pouco sobre a sinopse que ronda esses quatro livros da Elena Ferrante. Pra ser ainda mais sincera, eu diria que não sei nada sobre essa história. E, sim, mesmo assim quero ler esses livros, por um motivo muito simples: eu vejo as pessoas lerem Elena Ferrante e se apaixonarem perdidamente pela escrita da autora.

Sabe quando você vê seus amigos – ou mesmo pessoas que você acompanha de longe pela internet – falando com tanta paixão dessas histórias que te dá vontade de fazer parte daquilo?  Quando você vê uma série fazendo sucesso, mas não daquele jeito histérico e às vezes até meio enfadonho, mas de um jeito bonito, de um jeito envolvente, de um jeito que faz você saber que você vai se apaixonar por aquilo também?

Elena Ferrante é assim pra mim, mesmo que a gente não se conheça ainda. Mesmo que eu não saiba quase nada sobre seus livros ou mesmo sobre ela. Só me resta torcer pra que nossos caminhos se cruzem logo.

Beijos e boa noite